23 de outubro de 2013

10 obras de arte que foram perdidas para sempre

Uma obra de arte é considerada perdida quando fontes credíveis, como historiadores e estudiosos, provam que já existiu, mas tem sido destruída ou simplesmente não pode ser localizada em coleções particulares ou museus. Confira dez obras incríveis que foram perdidas pelas mais diversas razões:

1. O Colosso de Rodes: perdido em um terremoto
O Colosso de Rodes era uma enorme estátua do titã grego Helios, a personificação do sol, que foi construída na cidade grega de Rhodes por Chares de Lindos entre 292 e 280 aC. Esta enorme estátua tinha quase 30 metros de altura e ficava em um alto pedestal de mármore. É considerada uma das Sete Maravilhas do Mundo Antigo. Levou mais de doze anos para ser construída, e estendeu-se de frente com a cidade de Rhodes por mais de 56 anos até que um terremoto a deixou em centenas de pedaços.

2. “O pintor”, de Pablo Picasso: perdido em um acidente de avião
“Le Peintre” (O Pintor), quadro do famoso artista Pablo Picasso, foi perdido no acidente do voo 111 da Swissair, em 2 de setembro de 1998. Além dessa pintura, que foi avaliada em cerca de US$ 1,5 mi (R$ 3 mi), o avião também continha quase meio bilhão de dólares (R$ 1 bi) em diamantes preciosos e outras joias. No caminho do aeroporto de Nova York a Genebra, na Suíça, os pilotos enviaram um sinal de socorro e tentaram fazer um pouso de emergência em Nova Scotia, no Canadá, quando o avião caiu no Oceano Atlântico, matando todos os 229 passageiros a bordo. Apesar de 98% do avião ter sido retirado da água, apenas cerca de 20 centímetros do trabalho de Picasso foram localizados, e nenhuma das joias.

3. Quatorze pinturas de Gustav Klimt: destruídas por nazistas
Gustav Klimt foi um proeminente pintor austríaco cujo trabalho muitas vezes focava na forma feminina. Serena Lederer era uma rica colecionadora de arte vienense, que possuía catorze pinturas de Klimt. Lederer enviou sua coleção ao museu Immendorf Schloss, para mantê-la segura, em 1943. No entanto, ela foi perdida quando o partido nazista colocou o local em fogo, em 1945.

4. “Lírio D’Água”, de Claude Monet: destruída por incêndio
Claude Monet, um dos fundadores do movimento impressionista francês, criou diversas pinturas de lírios d’água no começo em 1883. O Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA) adquiriu duas dessas pinturas em 1957, apenas para perdê-las um ano depois. Em 15 de abril de 1958, um incêndio no segundo andar do MoMA destruiu a pintura de 5,5 metros de comprimento, juntamente com uma versão menor. Aparentemente, o incêndio foi iniciado quando operários que estavam instalando um aparelho de ar condicionado fumaram perto de latas de tinta, serragem e uma lona. O fogo se espalhou rapidamente. Um trabalhador foi morto e vários bombeiros sofreram inalação de fumaça. A equipe do museu tentou corajosamente salvar as pinturas, mas entre o fogo, o dano da água e a destruição causada pelos bombeiros que trabalharam para controlar o incêndio, a maior foi considerada perda total. Durante três anos, o museu tentou restaurar a versão menor, mas esta também foi mais tarde declarada danificada além do reparo.

5. Retrato de Winston Churchill: destruído por sua esposa
Em 1954, Graham Sutherland foi contratado para pintar um retrato de corpo inteiro de Sir Winston Churchill, o primeiro-ministro do Reino Unido, apresentado em uma cerimônia pública em seu octogésimo aniversário. Sutherland era um pintor modernista, com uma reputação por capturar o lado “real” de seus personagens. Em vez de representar Churchill de maneira imponente, Sutherland o pintou exatamente como ele se parecia, e, aparentemente, nem Churchill nem sua esposa gostaram do resultado. Após a apresentação pública em 1954, a pintura foi levada para sua casa de campo em Chartwell, mas nunca foi exibida. Não foi até a morte de Lady Churchill em 1977 que a verdade foi descoberta: ela tinha destruído a pintura logo após a entrega.

6. “Leda e o Cisne”, de Michelangelo: simplesmente desapareceu
Esta pintura de “Leda e o Cisne” foi criada por volta de 1530 por Michelangelo. A história diz que ele deu a pintura ao seu amigo e aluno, Antonio Mini, que a levou para a França. Mini pode ter vendido a pintura, porque ela foi vista pela última vez na coleção real de Fontainebleau na década de 1530. O pintor da corte, Rosso Fiorentino, pintou uma cópia da obra, que é a única versão existente igual à de Michelangelo. Vale lembrar que esse tema foi comum durante uma época. Da Vinci possui um quadro “Leda e o Cisne”, diferente do de Michelangelo.

7. Panorama do rio Mississippi de John Banvard: cortado em pedaços
A obra acima é outra de John Banvard. Seu grande panorama do vale do rio Mississippi, feito em 1840, foi resultado de meses viajando para cima e para baixo do rio, em um barco, desenhando a paisagem. Ele, então, transferiu os esboços para uma tela enorme. O trabalho acabado media 3,6 metros de altura por 2,4 quilômetros de comprimento. O panorama foi anunciado como a “tela de três milhas” (cerca de 5 quilômetros), um pouco de exagero, e foi levada para uma excursão em todos os Estados Unidos. No final do século 19, o panorama foi cortado em vários pedaços para armazenamento, e as peças nunca foram recuperadas.

8. “O pintor em seu caminho para o trabalho”, de Vincent Van Gogh: destruído por incêndio
Vincent Van Gogh criou quase duas mil obras de arte em sua vida. Esta é uma de apenas seis que sabemos terem sido perdidas para sempre. A obra foi abrigada no Museu Kaiser Friedrich em Berlim, antes de ser destruída por um incêndio durante a Segunda Guerra Mundial. Como era comum a Van Gogh, essa pintura é um de seus muitos autorretratos, que mostram o artista carregando material para pintura na estrada para Montmajour, em 1888.

9. “Primavera”, de Antoine Watteau: perdida, encontrada e destruída
Antoine Watteau foi um pintor francês do início de 1700. Cerca de 1716, Watteau pintou uma série de imagens sazonais para Pierre Crozat, entre elas Primavera, Outono, Inverno e Verão. Destas quatro pinturas, apenas uma ainda existe. “Primavera” foi redescoberta em 1964, apenas para ser destruída por um incêndio dois anos depois, e “Outono” e “Inverno” nunca foram encontradas. Aliás, outra das obras de Watteau, “La Surprise” (cerca de 1718), foi encontrada durante uma avaliação de seguros em 2007. A pintura a óleo foi vendida em leilão em 8 de julho de 2008 por 15 milhões de euros (R$ 44 mi), estabelecendo um recorde mundial para um quadro de Watteau.

10. “O Concerto” de Johannes Vermeer: roubada
Em um dos assaltos mais famosos da história da arte, este quadro de Johannes Vermeer, avaliado em cerca de duzentos milhões de dólares (R$ 400 mi), foi a mais valiosa obra já roubada no mundo. Em 1990, dois ladrões disfarçados de policiais levaram treze peças de arte do museu Isabelle Stewart Gardener Museum, em Boston (EUA). Nenhuma das obras desaparecidas vieram à tona depois disso. “A Tempestade no Mar da Galiléia”, de Rembrandt, também foi roubada nesse dia. (via: Revoada)

21 de outubro de 2013

Pioneiros: Os Piacentini


Dona Lurdes com o Nilson no colo ao lado do seu Avelino
sentados: Namir, Nilmar, Nelita, Ney e Neiva - Campo Mourão/PR - anos 1960
Fotos mostram duas fases da família Piacentini em Campo Mourão. Acima, seu Avelino (in memorian) e dona Lurdes posam com os filhos em meados dos anos 1960.

Na foto abaixo, mais recente, mostra a matriarca ao lado dos filhos já 'grandões'. 

Nilmar, Nilson, Neiva, Namir, Dona Lurdes, Ney e Nelita - Campo Mourão/PR - anos 2010

Em março de 2011, meu amigo Wille postou a matéria abaixo sobre a família Piacentini em Campo Mourão, através de relato da dona Lurdes. 

Avelino Piacentini não entendia de churrasco

Quem nos conta a saga deste gaúcho que não sabia fazer churrasco mas gostava de um bom mate e que teve a churrascaria mais famosa de Campo Mourão é a sua mulher Lurdes, que também tem uma historia linda. “Amei Campo Mourão desde o primeiro dia que aqui cheguei. Hoje vivo feliz, com minha família e com Deus”. 

Avelino Piacentini, viveu a infância num lugar chamado 28. “Ele me dizia que estudou muito pouco porque sabia mais do que a professora.. (risos). Com 8 anos o pai faleceu. Morou e trabalhou com os tios Vitório e Pedro Bambini, em Espumoso. Um tinha fabriqueta de bebidas - que depois o Avelino tomou conta - e o outro lidava com armazém. Ele também trabalhou de pedreiro e sapateiro quando era meninote”, narra dona Lurdes. 

Família - “Minha infância foi maravilhosa. Não tinha tempo para brincar porque mamãe dava aulas. Eu era a mais velha, cuidava da casa, socava arroz no pilão, cuidava do fogão e dos irmãos. Quando chegava sábado eu passeava na casa da nona (avó) Virgínia. Rezávamos o terço de joelhos e formávamos um coralzinho. Tinha um primo (Hermes Laner) que tocava violão e a gente cantaaavaa, atééé e, à noite dançava”, recorda com saudades. “O que eu mais gostava era aquele frango de terreiro cozido com mandioca do quintal e as bolachinhas de polvilho que a tia Lúcia fazia... aiii que gostoso!! exclama dona Lurdes. “Nos fins de semana, as primas vinham de longe e a gente passeava no potreiro (pasto), catava guavirova, uvaia e tomava banho no arroio (riacho). Nós sentávamos na sobra das árvores e contávamos aqueeeelas históóórias. Um dia quase me afoguei!! (rindo muito). Minha prima disse: Olha como eu sento em cima da água!.. eu fui sentar, afundei e ela me acudiu. Riiiaaa... e me disse: Não viu que tô sentada em cima de uma pedra meio fundinha, sua tonga (boba)?! (risos). O pai de Lurdes vendeu o armazém de Santo Antonio e comprou uma serraria em Quebra Dente. “Lá ficamos seis anos. Papai demorou começar a vender aquelas pilhas de madeira. Mamãe era professora. Me levava prá roça e plantávamos batata, mandioca, milho... de tudo. Construímos uma igrejinha e uma escolinha prá mamãe dar aulas. As vendas de madeiras melhoraram e papai progrediu. Ai chegou o padre Augusto Ricci e disse: Agora sim eu vou comer e dormir bem! - Ele contava que dormia em cima de tábuas e só comia mandioca com água!.. Mamãe fazia comida e arrumava a cama dele, bem jeitosinha!”, conta dona Lurdes.

Vida melhor - “Papai começou a ganhar dinheiro e disse que ia educar bem os filhos. Me colocou num colégio muito bom de Passo Fundo, das irmãs Vicentinas, como tem aqui o Santa Cruz. Lá eu terminei o quinto ano. Morei com minha avó Luíza Dalondre, ajudava ela na casa, cuidava de cinco tios pequenos, tirava leite da vaquinha e papai ainda, pagava 100 cruzeiros de pensão prá mãe dele me cuidar. Tinha quatro tias cabeleireiras, muito vaidosas. Elas me deixavam bonita e tiravam muito sarro de mim porque eu trocava o “L” pelo “R”. Na minha casa só se falava em italiano. Na escola aprendi bem o português e parei de dizer grôbo... bicicréta... almário... dinheilo...”, conta sorrindo. Voltou para casa com quase 18 anos e não quis mais falar em italiano. “Papai vendeu a serraria, voltou prá Santo Antonio e comprou outro armazém. Minha mãe parou de lecionar e comecei a ser professora (dois anos e meio) na mesma escolinha onde estudei quando criança. Daí comecei a namorar e já viu, né??!!!... (risos).

Namoro - “Conheci o Avelino numa festa de Santo Antonio, nome do mesmo lugar onde papai tinha armazém. Meu namorado engarrafava pinga e vinho de Chapecó, na fábrica de refrigerante. Papai comprava muito dele e assim a gente trocou uns olhares e começou o namoro que durou dois anos”. 

Seu Avelino e dona Lurdes
Casamento - Casaram-se mesmo contra a vontade do pai da noiva, que achava que a filha era muito nova e tinha que ajudar em casa. “Fomos morar numa casa boa, bem mobiliada. Os móveis eram maciços e tenho minha cama de casal, um armário e uma mesinha até hoje. O marceneiro era o João Montemezzo, que depois veio para Campo Mourão. Meu marido era bem de vida. Nossa segunda casa era de tijolo e chique. Ampliou a fábrica de guaraná, mas jogava baralho. Tinha uns doutores lá que gostavam muito de jogar e não davam folga para ele. O nosso guarda-livro (contabilista) era meu primo Ermenegildo Dolci, que depois veio trabalhar nos Trombini”, conta dona Lourdes. “Nesse tempo, bem antes, o Arlindo (irmão de Avelino) vinha prá cá vender charque e banha de porco e quando voltava falava muito bem de Campo Mourão. Dizia que era um lugar pequeno, de muito mato mas de grande futuro”, revela. “Foi quando meu marido me disse que ia mudar de vida e veio prá cá, sozinho, em 1951, de carro de praça (taxi) com o amigo Revílio Castamante e pararam na Campina do Amoral. Ali moravam os Ferri e o Avelino tinha trabalhado no armazém deles lá em Espumoso”. - Aqui o Fioravante João Ferri e o Ivo Mário Trombini não deixaram o Avelino voltar. Aí já comprou um terreno da prefeitura. O Ferri deu as madeiras, o Ivo e o Armelindo (Trombini) financiaram as telhas... arrumaram carpinteiro e começou a construir a casa ali onde até hoje tem a churrascaria. Fez a armação, o telhado e foi nos buscar." 

Studbacker - "Vendeu tudo lá em Espumoso por 28 mil cruzeiros. Veio com idéia de por uma fábrica de bebida. Um caminhão novo, Studbacker trouxe a mudança e junto vieram mais cinco amigos prá conhecer aqui e todos ajudaram a terminar a casa. No dia que chegamos não tinha vaga no hotel e nos hospedamos na casa da dona Dejanira Hoffman. O Avelino rodou Campo Mourão e não achou água de boa qualidade prá fabricar guaraná. Só tinha uma mina que era na chácara do Reiffur, mas ele não quis ceder de jeito nenhum. Ai o Fioravante falou: por quê tu não montas uma churrascaria. Aqui não tem nenhuma?! – O Avelino respondeu: Como, se eu não sei fazer churrasco?!, brinca dona Lurdes.

Chegada – “Chegamos aqui dia 12 de janeiro de 1952 e já começamos a construir a churrascaria, inaugurada dia 22 de fevereiro do mesmo ano. Era tudo de madeira, coberta de telhas, piso de chão (batido), portas e janelas de tábuas também... seis mesinhas de madeira bruta... (risos). A casa e a Churrascaria Marabá eram bem rente da rua (Av. Irmãos Pereira, entre as ruas São Paulo e Mato Grosso). Marabá é nome de índio e o Dickson Fragoso Veras (jornalista falecido) contava a história do personagem, pintou um quadro do Marabá que tenho guardado com muito cuidado”, segredou dona Lourdes. 

Churrasqueiro – Quando a Churrascaria Marabá começou a funcionar o Avelino aprendeu fazer o churrasco com os fregueses. A gente tinha que produzir o próprio carvão. Depois surgiram uns produtores ali no Barreiro das Frutas. A carne ele comprava no Açougue São Pedro (atual Açougue Estrela), do seo Pedro Gênero e transportava nas costas até a churrascaria. As caixas de bebidas, também... tudo nas costas. A geladeira e a água a gente usava dos Trombini que fica em frente. E eu ficava de lá prá cá, buscando as coisas. A louça e os talhares eram da minha cozinha. Só tinha as mesas e um botequinho na frente. Não tinha luz e puxamos uma tomada do gerador dos Trombini, gente que até hoje é especialíssima prá nós. O Avelino um dia disse prá eles: como vou pagar tudo que vocês fazem prá mim??.. – O Ivo respondeu: “Manda todo dia um pedaço de carne lá prá casa, tá pago!!.. (risos). 

Santa Cruz – Quando cheguei fiquei encantada com o Instituto Santa Cruz, aquele casarão de madeira e as irmãs com aqueles chapéus branquinhos. Eu ficava admirada como eram limpinhos apesar da poeira vermelha de Campo Mourão. Eram as mesmas Vicentinas do colégio que estudei em Passo Fundo. Eu falei: esse colégio é uma benção, pelo menos posso dar bom estudo para meus filhos. Todo mês eu escrevia uma carta prá mamãe e contava tudo. Contei que o Avelino tinha mudado de vida (não jogava mais baralho) e que só pensava no conforto da família e na educação dos filhos. Isso para mim foi a maior felicidade. Contava também que tínhamos muito trabalho, muitos amigos e que Campo Mourão era uma cidade maravilhosa... e mamãe ficava tãoo felizzz!!

Futebol - Meu marido sempre gostou de futebol e jogava bem. A  praça era um terreiraõ onde os amigos jogavam bola, e o Avelino era beque (zagueiro) e fazia a defesa com seu Domingos do Hotel Ponto Chic e o Casimiro Biaico da prefeitura. Tinha o seu Alcir (Costa Schen), Vitório (Doré), o Ivo e o Armelindo Trombini, o Nerci (Anghebem), o Malluf (Romeu Marczinski) era goleiro e mais tarde lembro do seu Osvaldo da farmácia (Osvaldo Wronski), todos do Operário FC, que era o time dos pobres, e tinha a Associação que era dos granfinos. Me lembro que o promotor Rui Saldanha dirigia o quadro dos doutores. O maior rival do nosso futebol era Peabiru (ACERP - Associação Esportiva e Recreativa de Peaberu). 

O engraçado é que quando iam jogar as pessoas falavam: vamos assistir a briga de Campo Mourão e Peaberu? -É que sempre dava brigas pesadas. Uma vez o Internacional de Porto Alegre veio jogar em Peabiru e o time de lá tinha mais jogadores de Campo Mourão do que deles, porque os nossos jogavam melhor! ... lembra dona Lurdes, rindo muito.

1958 - Enquanto faziam a praça e o estádio, o União jogava num terreno improvisado, atrás do Clube 10 de Outubro. Era cercado e tinha bilheterias.

Campo Mourão – "Lá no sul a terra era quebrada (montanhosa) e toda cultivada. Quando cheguei era aquele matão, um macegão (capoeira) e ficava imaginando porque não tinha plantações. É que o povo estava chegando prá desbravar. Vinha gente de toda parte. Me lembro que fomos passear no Barreiro das Frutas e conheci a tal da banana.... (risos). Lá no Sul é frio, não tinha disso, quase, né??!! - Na minha chegada a dona Maria (mãe dos Trombini) me recebeu alegre: agora tenho com quem falar em italiano!!. e me ofereceu um prato de comida pronta!!"

O primeiro – Avelino Piacentini é pioneiro em churrascaria em Campo Mourão. Depois vieram as churrascarias do Bosque (Vani Borges) e a Los Pampas (dos Tagliari). "O nosso primeiro assador foi um rapazinho que ele buscou em Espumoso e se chamava Francisco Grandi. Depois ele trouxe um menino que estava preso em Mamborê, o Plínio, que casou com a Maria (fomos padrinhos) que tem um filho casado com a filha da Odete Durski. O Adão é o churrasqueiro que mais tempo trabalhou com a gente”, recorda dona Lurdes. 

Resultados – A grande participação do Avelino foi no futebol e na sociedade. Participamos de todos os momentos esportivos e políticos da cidade. Foi delegado de Polícia e diretor-campeão do União Operário FC (1961). Dançava tango de primeira qualidade. Tinha que ter uma boa parceira, porque eu não dançava bem. Sou ciumenta mas não ligava muito... (risinhos amarelos). Com os recursos da churrascaria investiu em Universidade para formar os filhos e aplicou tudo que ganhou, em Campo Mourão. Associou na Madepinho (Bruno Ghering e Rosalino Salvadori), na Cima (com a família Ferrari). Com os sócios fundou o Restaurante e o Cine Plaza. Trabalhou no restaurante. Hipotecou bens e construiu o Hotel Piacentini, que tocamos por 10 anos enquanto a churrascaria foi arrendada. Construiu esta bela casa e me deixou bem situada na vida. Estávamos há 40 anos casados quando ele faleceu (4 de julho de 1988). “Eu vivo bem. Tenho uma família que adoro e muitas amizades que amo de coração. Gosto da vida que Deus me dá e todos os dias vou a Missa onde estiver, para agradecer tudo que tenho. Participo de novenas, Clube da Terceira Idade e até recebi um Diploma de Pioneira, que divido com meu marido, porque tudo o que tenho eu devo a ele.”

A Preferida - “Nossa churrascaria foi um sucesso. Domingo lotava. Vinha muita gente comprar terras e todo mundo comia lá. Descia e subia muito teco-teco aqui. Todos os políticos que visitavam Campo Mourão, e eram muitos, se serviam lá também. Muitas questões políticas e negócios foram decididos dentro da Churrascaria Marabá. 

"Muitas decisões políticas em Campo Mourão foram realizadas na Churrascaria Marabá, aí da pra ver o Avelino do lado do deputado Armando (Queiroz de Morais)

Fazia tudo - "Com o dinheiro que entrava, pagamos todas as contas. Eu ajudava. Era garçonete, lavava a louça, ia fazer as comprinhas na Casa Amaral (Ângelo Amaral)... cuidava do caixa e o Avelino tratava da carne e da freguesia. Aumentamos a casa. Cada família que vinha do Rio Grande para comprar terra ou arrumar emprego, ficava lá em casa. Comiam, bebiam, eu lavava toda a roupa - tudo de graça - até se estabelecerem. Depois abrimos um poço de água e o Nilo Saldanha (DER) era nosso vizinho. Nós afundávamos nosso poço... faltava água no dele. Ele afundava o dele... faltava no nosso (rindo muito). Pegamos a mesma veia de água!, explica. Daí abrimos outro e acabou o problema. 

Aí o Avelino comprou uma bicicleta (nem sabia pedalar) e uma geladeira na Loja A Musical, da Odete e do Janguito Durski. Depois ele montou uma carriolinha atrás da bicicleta e puxava a carne e as compras e, assim fomos crescendo juntos com Campo Mourão, que hoje é essa maravilha de cidade”, concluiu dona Lurdes Pianna Piacentini. 

Avelino Piacentini, filho de Romilda Bambini e André Piacentini, nasceu dia 9 de julho de 1922, em Guaporé, Município de Muçum (RS). Dona Lurdes Maria Pianna, filha de Rosália Laner e Recieri Pianna, nasceu dia 21 de abril de 1928, em Três Passos (RS). “Eu sou a primeira. Daí tem mais nove: Geni, Aurora, Carlos, Mirto, Décio, Pedro, Bernadete e Valdir. Na irmandade do Avelino eram sete e ele o caçula: Adelaide, Alcídes, Alda, Arlindo, Altiva, Ale, Daniel, Ébano, Marco André, Ennzo, Mahane e Tagin- Mahal”, nomina a vovó Lurdes, toda orgulhosa. 

14 Bis - "Linda Juventude"

Nesta sexta-feira, dia 25, tem show com a banda 14 Bis no Unique Night Clube, em Campo Mourão. Essa não vou perder.


14 Bis é uma banda vocal/instrumental brasileira que surgiu em Belo Horizonte, Minas Gerais, criada pelos irmãos Flávio e Cláudio Venturini, Hely Rodrigues, Vermelho e Sérgio Magrão.

O 14 Bis foi criado no final do ano de 1979 por músicos que já se conheciam e alimentavam a ideia de ter uma banda brasileira nos moldes daquelas bandas internacionais que tanto influenciaram e emocionaram seus integrantes como Beatles, Rolling Stones, Deep Purple, Yes, Led Zeppelin, Pink Floyd entre muitas outras.


Vinho: seis bons motivos para você consumir

Bebida previne câncer, aumenta o desejo sexual e até controla o peso

Jantar à luz de velas, reunião com a família, diversão com os amigos, acompanhando aquele prato especial ou numa noite fria: o vinho dá um toque nobre a qualquer momento. E não é só o paladar que sai ganhando com o consumo da bebida. A sua saúde também sente os efeitos graças às substâncias que a bebida carrega. Rico em antioxidantes, os polifenóis e os flavonoides, o vinho traz benefícios ao coração, a libido, à dieta e ainda combate o envelhecimento precoce. 

"Isso se deve mais especificamente ao polifenol chamado de transresveratrol, presente nas cascas das uvas tintas, o que mais influência tem sobre nosso corpo, especialmente no que diz respeito à formação do colesterol bom", explica a nutricionista Greice Carolina. Mas nada de se embriagar. Para colher as vantagens da bebida dos deuses, o consumo deve ser moderado, uma taça por dia. Confira a seguir seis motivos já comprovados pela ciência para beber vinho. 

Afasta o risco de câncer
Estudos realizados pela Universidade de Harvard (EUA) diz que o alto consumo de azeite e vinho, produtos que contém propriedades antioxidantes, é capaz de diminuir em 24% o risco de uma pessoa vir a sofrer de câncer. Por oito anos, os pesquisadores acompanharam de perto os hábitos alimentares de quase 26 mil gregos, que seguem a conhecida dieta mediterrânea. "Essa dieta é composta por azeitonas e azeites, grãos inteiros, pouca carne vermelha e muitos vegetais, peixes e frutos secos é bem diferente dos padrões brasileiros, mas deveria ser seguida em todo o mundo devido a sua ótima composição nutricional", enfatiza a chefe da equipe nutricional do Minha Vida, Roberta Stella.  

Qual seu sabor favorito?
Na hora de escolher o vinho você vai direto naqueles que são mais secos e "amarram" a boca? Ou prefere os mais suaves e até doces? Sua decisão pode revelar muito sobre sua personalidade, de acordo com um estudo realizado na Austrália e na Grã-Bretanha. A pesquisa sugere que pessoas que preferem vinhos de sabor doce apresentam uma maior tendência a serem impulsivas. Já aquelas que optam por vinhos secos, são mais simpáticas e abertas. A pesquisa aconteceu com 45 pessoas da cidade de Sheffield, na Inglaterra, que cultivam o costume de consumir a bebida diariamente. 

Os voluntários foram divididos em dois grupos, segundo a preferência por doce ou seco. Os participantes também foram submetidos a testes de personalidade, para avaliar sua impulsividade, abertura na convivência social, empatia e extroversão. De acordo com os cientistas, as pessoas possuem uma tendência maior em optar pelo vinho doce, o que seria uma escolha mais simples e clara, por isso o grupo pode ser considerado mais impulsivo. "Mas vale lembrar que o vinho tinto é o que possui maiores concentrações de antioxidantes", diz Greice Carolina. 

Melhora a libido
Muitas mulheres afirmam que já sentiram sua libido à flor da pele depois de beber vinho. Não é à toa. O poder afrodisíaco do vinho tinto pode ser comprovado cientificamente por uma pesquisa realizada pela Universidade de Florença (Itália), que indica que a bebida serve como ativador do desejo sexual feminino. O estudo aconteceu com cerca de 800 mulheres que responderam questões ligadas ao consumo do vinho e à rotina sexual. O resultado mostrou que aquelas participantes que consumiram uma ou duas taças da bebida por dia apresentam um desejo sexual muito maior do que aquelas que não consumiram nenhuma dose de vinho tinto, de acordo com as respostas do questionário. No entanto, em grandes quantidades, o álcool pode diminuir o desejo sexual e até causar impotência.  

Evita o ganho de peso
Mais um benefício para a ala feminina. Um estudo do Brigham and Women's Hospital Boston, nos Estados Unidos, que avaliou mais de 19 mil mulheres por um período de 13 anos, concluiu que abolir o consumo de álcool da dieta não representa, necessariamente um menor ganho de peso das mulheres. A partir do relato das participantes sobre sua ingestão de álcool, foi revelado que as abstêmias correm maior risco de engordar do que as que bebem moderadamente. O mais eficiente para evitar o ganho de peso foi o vinho tinto, seguido de outras bebidas como a cerveja, o vinho branco e o licor. Uma pesquisa de 1997, desenvolvida na Universidade do Colorado (EUA), concluiu que homens saudáveis podem beber até duas taças de vinho diárias sem ganho de peso. "O vinho é uma bebida relativamente calórica, com 65 kcal por taça. No entanto, o que vale mesmo é beber pouco, tanto para o bem de sua saúde, quanto para não fazer a dieta ir para o espaço", explica Roberta.  

Combate às dores articulares
Um estudo feito por pesquisadores da Universidade de Wisconsin, nos Estados Unidos, revelou que os polifenois, grupo do qual o resveratrol faz parte, também tem capacidade analgésica, principalmente em pacientes vítimas de artrite. Os efeitos analgésicos, ainda que em baixa quantidade como mostram os estudos, devem-se às características anti-inflamatórias da substância.  

Cérebro afiado
Uma recente pesquisa descobriu que vinho, chocolate e chá possuem algo em comum. A pesquisa publicada no Journal of Nutrition investigou o efeito desses três alimentos sobre o desempenho cerebral. Mais de dois mil noruegueses com idade entre 70 e 74 anos foram submetidos a testes cognitivos e a um questionário sobre hábitos alimentares incluindo o consumo dos três alimentos pesquisados. E o resultado foi que indivíduos que consumiam vinho, chocolate ou chá apresentavam melhores pontuações em testes cognitivos. Essa associação foi independente para cada um dos alimentos, mais expressiva no caso do vinho, ou ainda mais significativa em indivíduos que consumiam regularmente os três alimentos. "Uma boa receita para o cérebro pode ser um cálice de vinho tinto à refeição, um pedacinho de chocolate amargo na sobremesa e um chá verde antes de sair da mesa. Pra melhorar, só se tiver um peixe rico em ômega 3 como prato principal", ressalta o neurologista da Unicamp, Ricardo Teixeira. (via: Minha Vida)

Humor: criatividade do flagrado ou seria sem alternativa?

Um homem, surpreso pela forma como o amigo está vestido, pergunta:

- Há quanto tempo você usa sutiã?

O amigo responde:

- Desde que minha mulher o encontrou no porta-luvas! 

Dicas caseiras para eliminar o mau cheiro do interior de seu carro

Manter a limpeza do carro em dia evita os odores desagradáveis. Dicas caseiras ajudam a solucionar o problema

foto: ilustração

Todo mundo já ouviu alguém falar sobre técnicas caseiras para remover manchas e mau cheiro do carro. E, ao contrário do que muitos podem pensar, soluções do "tempo da vovó", como usar vinagre e maçã, são eficazes e até recomendadas por especialistas no assunto.

Para eliminar o odor do veículo, basta cortar uma maçã em quatro pedaços e deixar dentro da cabine. "Tem de ficar lá até a fruta secar (pelo menos uma semana)", explica o diretor do Sindirepa-SP, o sindicato das reparadoras do Estado, Cesar Samos.

Os odores mais comuns são originados de atividades cotidianas como comer dentro do veículo e transportar animais. Outra causa corriqueira é a presença de umidade, que além de mau cheiro, pode causar manchas no estofamento.
"Se as marcas forem verificadas no início, podem ser eliminadas com uma solução de vinagre diluído com água", ensina o diretor da Autoshine, empresa especializada em limpeza automotiva, Kazuo Matsui. "Após a aplicação dessa mistura, é aconselhável deixar o carro totalmente aberto e ao sol".

O vinagre também é ingrediente de uma receita para tirar odores desagradáveis do veículo. "Uma solução de vinagre, água, bicarbonato e álcool costuma ser muito eficaz. Para dar um cheirinho melhor, coloque um pouco de amaciante de roupas", recomenda o gerente de marketing e desenvolvimento da Orbi Química, Edvaldo Shimpl. Para evitar umidade, ele aconselha deixar um pouco de cal ou giz de lousa no assoalho do carro.

Mas os especialistas alertam: mais importante do que tratar o problema é descobrir sua origem. Há casos em que as soluções caseiras não funcionam. Em outros, podem até "maquiar" um defeito mecânico.

"Um mau cheiro vindo do ar-condicionado é sinal de que chegou a hora de trocar o filtro. Portanto, disfarçar o odor nesse caso pode ser perigoso", lembra Matsui.

As manchas originadas pela umidade em estado avançado requerem uma solução mais específica, que varia de acordo com o tipo de material do revestimento. "O tecido e o couro requerem soluções diferentes. O ideal é ir a uma oficina que tenha aparelhos específicos para cada caso", diz Schimpl.

TOME NOTA
Caso a caso - Os especialistas alertam que é preciso identificar a origem do mau cheiro e das manchas de modo a buscar soluções definitivas. (via: Agência Estado)

18 de outubro de 2013

Os caciques do Clube dos Trinta

Olha só que turma da pesada se reuniu para comemorar os 35 anos do Clube dos Trinta: os sócios fundadores Teodoro Paitach, Versi Sequinel, Guido Push, Tomadon, Adio e o craque Luiz Carlos Adamo, que atualmente mora fora de Campo Mourão, mas não perde uma oportunidade de rever os amigos.

Adio é o primeiro e único presidente da história do Clube. Tauillo Tezelli brinca que lá o espaço para a galeria com fotos dos presidentes, como é de praxe em outras associações,  é o mínimo possível. Se conheço bem os frequentadores dali, todos desejam que isso dure por muitos e muitos anos. Adio cuida de tudo, da organização de nossas peladas, dos campeonatos, do bar, da manutenção geral e muito mais, pelo simples prazer de ver os amigos reunidos. Ele não joga mais futebol e nem mesmo nas nossas animadas partidas de truco em seis ele participa. 

Luiz Carlos Adamo, o Corró, gerencia uma agência do HSBC numa cidade próxima de Cascavel. Nunca lembro se é Cafelândia ou Corbélia (ou outra?). Clique na imagem para ampliar.

(da esq. para a direita) Teodoro Paitch, Ângelo Versi Sequinel, Guido Push, José Tomadon, Adionir Ramos e Luiz Carlos Adamo
Clube dos Trinta - Campo Mourão/PR - 2013


Maria Alcina - "Fio Maravilha"



Maria Alcina (Cataguases (MG), 22/04/1949) é uma cantora brasileira.

Maria Alcina
Entre seus maiores sucessos estão Fio Maravilha (Jorge Ben) — vencedora da fase nacional do Festival Internacional da Canção de 1972 — e Kid Cavaquinho (João Bosco e Aldir Blanc). Com Fio Maravilha, fez o Maracanãzinho vibrar e conquistou o estrelato.

Fio na capa da Revista Placar - Anos 1970
"Fio Maravilha" (também conhecida por "Filho Maravilha") é uma canção do compositor brasileiro Jorge Ben, lançada no álbum Ben, de 1972. Seu título é uma homenagem ao atacante do Flamengo João Batista de Sales, que era conhecido pelo apelido.

Tornou-se um grande sucesso no Brasil, e chegou a ser cantada pela torcida do Flamengo em partidas no estádio do Maracanã.

Anos mais tarde o compositor teve de mudar a letra para "Filho Maravilha", depois de uma série de questões jurídicas sobre os seus direitos autorais. Em 2007, em uma entrevista à Rede Globo, Fio Maravilha, então ex-jogador de futebol, autorizou Jorge Ben a usar novamente o famoso pseudônimo "Fio Maravilha", nome original.

Casablanca Videolocadora: lançamentos da semana







Quentin Tarantino divulga sua lista dos 10 melhores filmes de 2013

Faltando quase três meses para o final do ano e muitas das produções cotadas para o Oscar ainda não chegaram aos cinemas, mas Quentin Tarantino já preparou sua lista dos 10 melhores filmes de 2013. 

O cultuado diretor divulgou uma lista repleta de surpresas, incluindo várias produções independentes e um grande fracasso. 

Confira a seleção de Tarantino (clique no título para ver o trailer):

7. Gravidade 
10. É o Fim 

No meu tempo era assim: relacionamento professor x aluno

Dubai põe à venda o vinho tinto mais caro do mundo: R$ 430 mil

Uma edição limitada Balthazar (garrafa de 12,3 litros) de Château Margaux 2009 foi posta à venda em uma loja de bebidas no aeroporto internacional de Dubai (Emirados Árabes Unidos) pela bagatela de R$ 430 mil, o que faz dele o vinho tinto mais caro à venda no mundo.


Apenas seis garrafas Balthazar desse vinho foram produzidas nos vinhedos de Médoc (França), ao norte de Bordeaux. (Fonte: Page Not Found)


"Ouvi o Pelé, motorista do Grupo Minuano, dizendo que encomendou três delas para tomarmos na segunda-feira que vem lá no Clube dos Trinta depois de nossa pelada de futebol suíço".

17 de outubro de 2013

Pioneiros: Hamiltinho e o seu Harrison José Borges

Hamilton Tavela Borges 
Sempre que vejo o nome do pioneiro Harrison José Borges, nome de uma das principais ruas de nossa cidade, lembro do meu amigo Hamiltinho (Hamilton Tavela Borges) que, assim como o pai, faleceu num acidente automobilístico e também dá nome a uma via pública mourãoense.

Eu nunca tinha visto uma imagem do seu Harrison, que tinha o apelido de Pitico, e agora graças a uma postagem do Juma Durski no Facebook encontrei essa abaixo, em que ele aparece ao lado do coletor (agente de rendas) Antonio Franco. 

Hamiltinho faleceu num acidente de moto em abril de 1992, aos 34 anos de idade, na saída para Maringá, quando um automóvel avançou na rodovia e causou a morte do jovem arquiteto mourãoense. Ele foi inspetor do CREA/PR (1989 a 90) e presidente da Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Campo Mourão (1988 a 92). Durante um bom tempo éramos inseparáveis, eu, ele, o Marcelo e o Arnaud Silveira, sendo a casa dos pais dos dois últimos a nossa base para as bagunças. Sempre com a benção da dona Neile.

Antonio Franco e Harrison José Borges - Campo Mourão/PR - anos 1950
Harrison José Borges, paulista de Tibagi, era casado com Julia Tavela Borges (in memorian) e chegou em Campo Mourão em 1945 para assumir o primeiro Tabelionato de Notas (atual Cartório do Waldemar), permanecendo no cargo até setembro de 1959, data de seu falecimento em acidente automobilístico, quando era candidato a prefeito da cidade e ia até Maringá para recepcionar o então governador paranaense Moysés Lupion. O mesmo acidente que tirou a vida do então prefeito Roberto Brzezinski.

Elba Ramalho e Zé Ramalho - A Terceira Lâmina"




Elba e Zé Ramalho são primos, ambos paraibanos.


A Terceira Lâmina
Zé Ramalho

É aquela que fere
Que virá mais tranquila
Com a fome do povo
Com pedaços da vida
Como a dura semente
Que se prende no fogo
De toda multidão
Acho bem mais
Do que pedras na mão...

Dos que vivem calados
Pendurados no tempo
Esquecendo os momentos
Na fundura do poço
Na garganta do fosso
Na voz de um cantador...

E virá como guerra
A terceira mensagem
Na cabeça do homem
Aflição e coragem
Afastado da terra
Ele pensa na fera
Que o começa a devorar...

Acho que os anos
Irão se passar
Com aquela certeza
Que teremos no olho
Novamente a ideia
De sairmos do poço
Da garganta do fosso
Na voz de um cantador...

E virá como guerra
A terceira mensagem
Na cabeça do homem
Aflição e coragem
Afastado da terra
Ele pensa na fera
Que o começa a devorar...

Acho que os anos
Irão se passar
Com aquela certeza
Que teremos no olho
Novamente a ideia
De sairmos do poço
Da garganta do fosso
Na voz de um cantador...

Heiá! Oh! Oh!
Heiá! Oooooooh!
Oh! Oh! Oh! Oh!

Jô Soares apresenta o homem perfeito

Humor nas redes sociais





Corintiano diz ter fundado 1ª torcida gay do mundo

Gaivotas Fiéis teve origem há dois anos e deve entrar em ação rapidamente nos estádios


O Corinthians ficou conhecido nos últimos anos por ser um time de vanguarda no futebol brasileiro em relação a projetos de marketing. Entre as ações, trouxe Ronaldo Fenômeno para o elenco, investiu na produção de camisetas personalizadas e na internacionalização de sua marca — até mesmo contratando um jogador chinês para promover o nome do clube no País.

O pioneirismo, desta vez, vem da torcida. O R7 conversou com o ex-dublador do programa Qual é a Música? Felipeh Campos, torcedor fanático do clube, frequentador de estádio  e homossexual assumido,  que está criando uma torcida organizada do Timão para gays.

A ideia de construir a Gaivotas Fiéis, segundo Campos a primeira torcida homossexual do mundo, nasceu há dois anos e foi fruto de reuniões para assistir às partidas do time frequentadas por pessoas que compartilham da mesma opção sexual que ele.

— Há dois anos eu sou frequentador de estádio, entendo mais de futebol do que homem. Os próprios gays me pediram. Quando tem jogo do Corinthians, a gente se reúne em casa para ver, e em um desses encontros a ideia surgiu.

Para viabilizar o projeto, ele conversou com o departamento de marketing do Corinthians e com a maior torcida organizada do clube, a Gaviões da Fiel. Com o primeiro foi agendada um reunião para o próximo sábado(19). Em relação à uniformizada, Campos entrou em contato para evitar confusão e, embora o nome seja uma homenagem à Gaviões, a nova torcida não tem ligação alguma com ela.

Ao todo, já são 15 mil pedidos de adesão ao novo grupo, que tem parceria com a associação GLBT (Gays, Lésbicas, Bissexuais, Transexuais, Travestis e Transgêneros), com cerca de 8 milhões de inscritos. A renda que essas pessoas vão gerar será revertida em projetos sociais, nos quais adolescentes — corintianos ou não —receberão abrigo e alfabetização.

Na arquibancada, a intenção é fazer o mesmo que as organizadas já apresentam, com direito a bateria e drag queen animando os torcedores.

Campos, hoje jornalista, conta que já esteve muitas vezes em grupo no Pacaembu e nunca sofreu retaliações, mas que, assim que o projeto foi divulgado na mídia, as ofensas e ameaças começaram.

— Começaram as ameaças. Mas eu não tenho medo, se tiver retaliação, vai para a polícia, para o Ministério Público. Gay é da paz. Em balada gay, não tem morte, ninguém arruma confusão.

As ameaças surgem porque o tema não é novidade para os corintianos em 2013. Em agosto deste ano, em episódio envolvendo o atacante Emerson Sheik, que postou foto em que dá um selinho em um amigo, a torcida alvinegra exigiu que o jogador se desculpasse, o que acabou acontecendo depois.

Sobre a polêmica, Campos tem opinião forte. Para ele, o futebol é um lugar propício para a homossexualidade, pois nele os homens convivem muito tempo uns com os outros.

— Eu sempre acreditei que o futebol é homossexual, a maior representação. Vinte e dois homens atrás da bola, outros tantos se abraçando na arquibancada! (via: R7)

16 de outubro de 2013

Ilivaldo e Acir em Araruna com a Rádio Colméia AM

Foto do início dos anos 1980 mostra Ilivaldo Duarte ao lado do Acir Gonçalves, em Araruna quando lá estiveram narrando partida do Campeonato Amador de Futebol pelo microfone da Rádio Colméia AM de Campo Mourão. 

Por coincidência, e muito orgulho de minha parte, sou padrinho de casamento de ambos. 

Sobre o Acir sempre conto que o conheci quando fomos jogar pela Associação Tagliari em Janiópolis (aniversário das cidades da região sempre tinha jogo comemorativo com a Tagliari!!!) e enquanto jogávamos numa quadra ao ar livre, o Acir narrava a partida e o som saía direto num carro de som, desses com corneta no teto. Eu não sabia se prestava a atenção no jogo ou no locutor, que imitava o craque Osmar Santos, aquele do ripa na chulipa! Logo depois, eu gerenciava a Rádio Colméia e ele foi contratado para trabalhar conosco.   

Atualmente, o fanático palmeirense Ilivaldo é chefe da assessoria de imprensa da Coamo e o sãopaulino Acir, que narrava como poucos, curte merecida aposentadoria. Clique na imagem para ampliar.

Ilivaldo Duarte e Acir Gonçalves - Rádio Colméia AM (anos 1980)



My Morning Jacket - "Touch Me I'm Going To Scream, Part 2"


My Morning Jacket é uma banda americana de rock, formada em 1998, que se destaca pela mistura eclética de country rock, indie rock, funk e psychedelic rock, pelo seu som cheio de reverberações e pelas suas energéticas e entusiasmantes performances ao vivo. My Morning Jacket é uma banda muito apreciada pela crítica. Esta banda é mencionada na série "American Dad". O nome da banda vem de um casaco abandonado no lixo no qual Jim James viu inscritas as letra “MMJ".

15 dicas para reduzir a barriga

foto: ilutração
(Brunão, o profeta)
Não que eu esteja precisando, mas vi a matéria, copiei e resolvi compartilhar. Com diz o Paulinho Mixaria, o meu abdome está definido: é isso aqui e não adianta lutar... 

Confira 15 dicas para reduzir a barriga e ficar em forma em poucos dias.

1.   Coma alimentos crus e ricos em fibras, para melhorar o funcionamento do intestino e a digestão;

2.   Evite bebidas com gases, elas  em geral são muito açucaradas e aumentam o volume abdominal;

3.   Não coma alimentos fritos sob nenhuma circunstância. Além possuírem muitas calorias dispensáveis pode se ingerir os mesmos alimentos com outro tipo de preparação;

4.   Evite consumir temperos prontos ou comidas congeladas industrializadas, pois possuem mais sal e promovem retenção hídrica, aumentando a sensação de inchaço;

5.   Inicie as refeições sempre com um prato raso de salada. Isso serve para "forrar" o estômago e controlar a sensação de fome. Comer uma pera 20 minutos antes do almoço e jantar também é um bom truque para diminuir o apetite.

6.   Faça alguma atividade física de forma regular. Além de ajudar a emagrecer a barriga, também melhora a circulação, o bem estar e a autoconfiança;

7.   Aumente o metabolismo, com o consumo de pimenta vermelha, chá verde, gengibre e água gelada. Esses alimentos são termogênicos e ajudam o corpo a perder calorias, mesmo parado. Cinco copos de água por dia são 200 calorias a menos;

8.   Mantenha uma boa postura, pois ela ajuda a diminuir a forma arredondada da barriga;

9.   Faça 6 refeições por dia e mastigue bastante. Assim, dá tempo do cérebro entender que já tem comida no estômago;

10. Beba bastante água de preferência longe do horário das refeições. Além de limpar o corpo, também hidrata o intestino, regularizando a função intestinal;

11. Evite os doces como sobremesas, dê preferência às frutas cítricas ou mesmo à gelatina, que também ajuda a combater a flacidez;

12. Elimine todas as fontes de gorduras de adição, como a margarina, as peles das aves ou a gordura das carnes;

13. Não coma mais de um alimento fonte de carboidrato por refeição. Por exemplo se comer batata, não precisa comer arroz ou se comer macarrão não precisa comer pão na mesma refeição.

14. Leia os rótulos das embalagens antes de comprar e tenha atenção se a informação se refere ao pacote todo ou à apenas uma porção. 

15. Siga essas dicas por, pelo menos, 10 dias e deixe o seu corpo se acostumar com essas mudanças. Os resultados aparecerão em pouco tempo.

É importante adotar um bom estilo de vida e não ficar ansioso por emagrecer, que é uma consequência natural dos bons hábitos alimentares.

Subir todos os dias na balança é desaconselhado, por isso, recomenda-se acompanhar a perda de peso sentindo a evolução na roupa e fazendo a medição da linha da cintura com uma fita métrica e se pesar, somente, a cada 10 dias por exemplo e sempre à mesma hora e na mesma balança. (fonte: Vida de Diva)

Beatbox nível 5

O artista se chama Gene Shinozaki e dá um show no beatbox. Ele começa do que seria o nível 1, o mais fácil, até chegar no mais difícil. 

(O termo beatbox (que, a partir do inglês, significa literalmente caixa de batida) refere-se a percussão vocal do hip-hop. Consiste na arte em reproduzir sons de bateria com a voz, boca e cavidade nasal. Também envolve o canto, imitação vocal de efeitos de DJs, simulação de cornetas, cordas e outros instrumentos musicais, além de outros efeitos sonoros).

Corintianos zoando do Rogério Ceni

Sem ofender ninguém e brincando até mesmo com jogadores do próprio time, corintianos zoaram com pênalti perdido pelo Rogério Ceni no último domingo (a fase tá tão difícil que quando acho que o meu São Paulo vai ganhar um clássico paulista, Ceni, um dos melhores cobradores de pênaltis do país, desperdiça e deixa uma gosto amargo no empate.  Tô prevendo o Tricolor e o Coxa na segundona 2014.). Mas, mesmo assim, não perco a oportunidade de me divertir.


No Facebook, o palmeirense Miécio Tezelli (ou seria flamenguista, ou atleticano. Ele ainda não decidiu!) escreveu: "Os policiais que entraram em confronto com a torcida sãopaulina serão todos enquadrados na Lei Maria da Penha". hehehehe

15 de outubro de 2013

Darcy Deitos - 1944 * 2013

Na semana passada faleceu em Campo Mourão o pioneiro Darcy Deitos, depois de uma longa 'batalha' contra o câncer. Darcy era grande amigo de meu pai, Irineu Ferreira Lima, e parceirão do meu falecido sogro, Alcyr Costa Schen. Parceiros de verdade, tanto que quando o governador José Richa o convidou para ser diretor administrativo e financeiro do DER (de 1983 a 1985), Deitos levou seu Schen junto para cuidar da dura missão.

Nascido em 1944, Darcy era economista, empresário, técnico em contabilidade e consultor Contábil. Sempre filiado ao MDB (atual PMDB), ele foi fundador do partido em Campo Mourão e exerceu os mandatos de deputado estadual (1979 a 83) e federal (1987 a 1991 - Constituinte).

Merecidamente, há poucos dias, ele foi contemplado pela Câmara de Vereadores de Campo Mourão com o título de Cidadão Honorário da cidade.

Na foto abaixo, do Facebook do Juma Durski, Deitos aparece ao lado do governador José Richa e do meu sogro Alcyr Costa Schen. Clique nela para ampliar.

José Richa, Darcy Deitos e Alcyr Costa Schen - 1984

Andressa Zamboni e Rose - "Mulher"

Que o Rose canta muito, eu sabia. Que a família do Ié (Grupo Minuano) é toda musical, também sabia. Agora descobri que a filha mais nova da Miria e do Ié, a Andressa Zamboni, que trabalha conosco na TV Carajás, canta demais e fico achando que ela deve investir na carreira.

Nem me dei ao trabalho de pesquisar sobre a música. Sei apenas que a parceria, dela com o vocalista do Minuano, deu muito certo e resultado final foi maravilhoso.

Qual é a hora certa de apresentar crianças à tecnologia?

O assunto é delicado, mas ao que tudo indica, se a tecnologia simplesmente fizer parte da vida da criança e não dominá-la, é algo que só traz benefícios. O detalhe importante é que não cabe aos pequenos decidir o que é bom ou ruim, mas aos pais, que precisam entender que o mundo mudou e que a tecnologia é cada vez mais presente nas nossas vidas. 



(via: Olhar Digital)

Casa com bebês pode ter animais. Saiba como escolher o pet ideal para o seu filho

Ter um animal de estimação no primeiro ano de vida equilibra o sistema imunológico da criança, diz estudo. A seguir, uma pediatra fala sobre os cuidados necessários para aproximação entre o bebê e seu bichinho, o Dr. Pet ensina "regras" de convivência e uma psicóloga fala da responsabilidade dos pais. Confira!



Ao contrário do que se imagina, bebês e animais podem, sim, ser amigos inseparáveis. Mesmo no que diz respeito à saúde. E quanto mais cedo o primeiro contato acontecer, melhor. De acordo com um estudo encomendado pela Comissão de Animais de Companhia (COMAC) ao Grupo de Pesquisa do Departamento de Psicologia Experimental da Universidade de São Paulo (USP), bebês menores de um ano que convivem com um cão estão menos vulneráveis a desenvolver alergias e dermatites. Em tese, as proteínas que ajudam a regular o sistema imunológico aumentam significativamente nessas crianças. Nos mais velhos, de quatro anos, a presença do animal pode ajudar a reduzir rinites alérgicas e, aos seis e sete anos, reduz a imunoglobulina E, um anticorpo que pode desencadear um processo alérgico.

Enquanto brinca com o seu bicho de estimação, o bebê desenvolve a coordenação motora, descobre o que é ser responsável, aprende a conviver socialmente e a tratar um outro ser vivo com respeito e dedicação. A companhia de um animal desperta sensação de bem-estar físico e mental. O afeto entre o pet e seu dono pode, inclusive, ajudar no tratamento de depressão, autismo e até câncer infantil, já que o animal fortalece a autoestima dos pequenos e os ajuda a ficar mais alegres para combater os problemas de saúde. 

Mas, obviamente, só pode fazer bem um animal que está saudável. Por isso, recomenda-se que ele visite o veterinário regularmente. “Se o bicho estiver saudável, independentemente da espécie, o contato com a criança não oferece risco, desde que ela não tenha uma alergia, por exemplo”, afirma Alice Deutsch, pediatra do Hospital Israelita Albert Einstein. Crianças que têm rinite alérgica, adenoide ou outros problemas respiratórios podem conviver com cães que oferecem menos risco de provocar alergia. Em alguns casos, a convivência ‘elimina’ a alergia, mas é muito importante conversar com um médico nessas circunstâncias. E mesmo que todos os cuidados tenham sido providenciados, a supervisão de um adulto é obrigatória. “É melhor que o bebê não tenha contato com a comida, com os objetos e, é claro, com a urina ou fezes do animal”, avalia Alice. E é por isso que a relação exige limites: o “cantinho” do pet é só dele. Um gato, por exemplo, não deixa de ser gato só porque vive dentro de casa. Sendo assim, uma “caminha” limpa e objetos higienizados não o impedem de contrair bactérias que podem prejudicar a saúde do bebê. E a mesma regra é válida para cães, roedores e cágados.

O espaço exclusivo do pet também é uma alternativa para proteger os pequenos de ferimentos. “O ideal é que o animal possa ficar sozinho, sem ser incomodado, quando sentir que deve”, sugere o zootecnista e adestrador Alexandre Rossi, o Dr. Pet. Até oito anos, aproximadamente, a criança não tem noção de que puxar o pelo ou a orelha, passar a mão com força ou somente brincar com o animal em um momento em que ele não está a fim pode resultar em um arranhão ou mordida. “Se o bichinho estiver com dor ou se sentir ameaçado por algum movimento, vai se defender. É o instinto natural. Portanto, nesses momentos, é melhor que ele fique no seu cantinho. De qualquer forma, a criança precisa saber se comportar na presença de seu pet”, afirma.

Elvira Schen com as netas Fernanda e Ana Letícia e 'filha' Jade
- julho 2013
 
Para mantê-la fora de perigo, observe duas regrinhas básicas: “ensine seu filho a chamar o animal quando quiser fazer carinho nele e não ir em sua direção. Também é importante dizer que não se deve gritar ou fazer movimentos bruscos”, aconselha o adestrador. E até quem não tem um pet precisa aprender a se comportar. “Outro dia estava na rua com a minha cadelinha, a Estopinha, e uma menina se aproximou dela e começou a gritar. Com isso, ela poderia ter provocado um ataque”, conta o Dr. Pet. A dica, portanto, é educar a criança para o convívio com animais mesmo que ela não tenha um. E quando estiver na casa de alguém que tenha um pet, supervisione o contato e certifique-se da saúde do animal.

Até o bebê completar dois ou três anos, um peixinho pode ser o animal de estimação mais indicado. “O Betta é ótimo, pois se adapta bem em um aquário simples, sem bomba de oxigenação”, sugere o adestrador. Mas, também nesse caso, a supervisão é indispensável. “Os pais têm que tomar cuidado porque a criança pode querer tirá-lo do aquário ou dar comida demais”, alerta. E se a família já tem um bichinho, quando o bebê nascer é preciso ensinar os dois a conviver. “Os pais podem aproximar o bichinho do bebê sob supervisão. Pegar a criança no colo e deixar o cachorro se aproximar, por exemplo. Também é importante levar o bicho ao quarto para conhecer e sentir o cheiro do ambiente”, diz Alice Deutsch, pediatra.

Antes de pensar na espécie do pet, avalie com calma a decisão de ter um. Afinal, a responsabilidade pelo bem-estar do animal é dos pais. Sem contar o gasto com ração e veterinário, que pode ser alto e precisa estar previsto no orçamento. “A responsabilidade pelo cuidado com o bichinho pode ser compartilhada. Mas a criança só pode assumir o que tem capacidade de cumprir e, mesmo assim, vai ser supervisionada na execução da função. Por exemplo, se vai dar comida para o peixinho, os pais precisam olhar para ver se ela não exagera”, aconselha Clarissa Temer, psicóloga. Ter responsabilidade sobre o animal ajuda a criança a amadurecer, mas a maneira como os pais conduzem a relação determina o quanto ela pode aprender. “Há quem ameace o filho: ‘se você não cuidar, vamos dar o bichinho’. Dessa forma, a criança vai achar que o animal pode ser tratado como um brinquedo”, diz Clarissa. O pet pode alegrar a família inteira. E, se a essa alegria se somar aprendizado, ainda melhor. (via: Caras Online)

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Conheça a Flor Geada


Ela é tão bonita quanto rara. Uma flor geada é criada no outono ou no início da manhã de inverno, quando o gelo, em camadas extremamente finas, é empurrado para fora do caule de plantas ou, ocasionalmente, da madeira. Esta extrusão cria padrões maravilhosos que enrola e dobra em pecíolos congelados lindos dando a este fenômeno tanto o seu nome, como a sua aparência.


A flor de gelo tem uma série de outros nomes: você pode conhecê-los como "castelos geada", "castelos de gelo", "flores de gelo", ou mesmo o científico "Crystallo-folia". No entanto, o nome tem um certo equívoco: a geada é criada por vapor de água. Gelo flor, por outro lado, são formadas (os) a partir de água líquida.




(enviado pelo Ricardo Widerski)