23 de julho de 2021

Amy Winehouse - Back to Black; vídeo


Amy Jade Winehouse
(Londres, 14/09/1983 — Londres, 23/07/2011) foi uma cantora, compositora e multi-instrumentista britânica. 


Back to Black
é faixa e título do segundo álbum lançado por Amy Winehouse em 2006.


Dez anos sem Amy Winehouse: a ‘retrofuturista’ inesquecível

Cantora britânica se tornou uma lenda insubstituível; músico Tyler James revive a ascensão e o calvário da melhor amiga em novo livro


Uma das fotos do novo livro sobre Amy Winehouse, escrito por seu melhor amigo: a artista colocava suas dores mais profundas nas músicas
Foto: Harvey Brown

Insubstituível. Pela voz de contralto arrebatadora. Pelo carisma. Pelo visual. Dez anos depois de sua morte por abuso de álcool completados nesta sexta-feira (23), ninguém preencheu o vácuo deixado por Amy Winehouse. Não há pares semelhantes. Assim é com nomes como Elvis Presley, Beatles, Michael Jackson, Elis Regina, João Gilberto. Assim é com Amy Winehouse. 

Tragicamente, a cantora e compositora britânica faz parte do mítico ‘clube dos 27’: artistas geniais que morreram de forma precoce aos 27 anos, como ela, Kurt Cobain, Janis Joplin e Jim Morrison. Com seu livro ‘Minha Amy – A Vida Que Partilhamos’, que está em pré-venda e será lançado no início de agosto no Brasil (Editora Agir, 368 págs., R$ 69,90), o músico britânico Tyler James, melhor amigo de Amy desde a adolescência, traz mais elementos dessa persona complexa, a partir de seu olhar afetivo (mas não complacente) e suas memórias de praticamente uma vida inteira compartilhada com ela. 

James a conheceu em uma das aulas na Escola de Teatro Sylvia Young, em Londres. Ali, diante dele, a garota miúda que tinha 12, 13 anos, mas parecia não passar dos 9, começou a cantar. “Eu não conseguia acreditar nos meus ouvidos ou nos meus olhos. Aquela garotinha cantava como uma jazzista veterana de 40 anos que bebia três garrafas de uísque e fumava cinquenta Marlboros Red por dia”, descreve ele no livro. Os dois não se separaram mais, até a morte dela. Ele foi o segundo a entrar na casa de Amy e encontrá-la sem vida (o primeiro foi o segurança Andrew Morris), momento doloroso relatado por ele no livro.

Para James, o que fez Amy atingir o mais alto patamar de artista que influencia, mas não deixa herdeiros? “De vez em quando, surge alguém que é único em todos os aspectos. E ela era única. Sua aparência, sua atitude, sua música, seu som, suas letras. Ela era assim como pessoa. Tão inteligente, tão talentosa”, avalia o cantor e compositor, em entrevista à CNN. “Amy cresceu ouvindo jazz, era uma estudiosa do gênero, mas também ouvia hip hop e R&B. Depois, ela entrou nesses grupos de garotas dos anos 50, como as Shangri-Las. E misturou todas essas coisas.”

Mais que o som

Amy uniu sua técnica e conhecimento a sua alma de artista. Ao imponderável. “Claro, você pode listar carisma, carga dramática, a capacidade de ser um repórter do seu tempo, ou seja, fazer uma leitura do estilo de vida, dos timbres, e traduzir isso em uma obra, no caso, musical”, observa o produtor João Marcello Bôscoli. “Mas quando você pega uma foto do Bob Marley, do Elvis, da Amy, parece que na foto você já vê que a pessoa tem uma aura, um magnetismo. Amy tinha isso.”

É possível que venha a existir uma cantora com as mesmas características de Amy Winehouse: inglesa, branca, influenciada pelo jazz e pelo soul,  com um quê de Billy Holliday, uma pitada de Erykah Badu. “Ela poderia ter tudo isso, e não ter acontecido nada. Mas há esse outro ingrediente, esse ‘je ne sais quois’ (não sei o quê)”, acrescenta Bôscoli.

Parte importante dessa aura deve-se ao retrato cru que Amy permitia que se tirasse dela, em seus momentos mais sombrios. Sem filtros de apps e redes sociais, sem intermediação excessiva de agentes e gerenciadores de crises. Amy estava sempre a flor da pele. “Ela vem com algo profundamente humano, o sofrimento, os conflitos, as inseguranças, tudo isso ela juntou ao talento, à força. É uma coisa muito verdadeira”, acredita o produtor, filho de Elis Regina e do jornalista, produtor e compositor Ronaldo Bôscoli.

Segundo ele, existia um drama, uma profundidade e não um plano de marketing. “Miley Cyrus fez tudo para virar uma Amy Winehouse: vazou filme íntimo, tomou drogas, polêmica, polêmica. Ela é respeitada, é muito legal, mas não chegou aonde a Amy chegou.” Ele lembra de ter ouvido a britânica pela primeira vez cantando em ‘Frank’, seu disco de estreia de 2003 – que teve boa recepção da crítica. Mas o estouro mesmo veio com o segundo álbum, ‘Back to Black’ (2006). “O que ela fez era algo retrofuturista, porque os arranjos eram meio 60’s, talvez começo de 70’s, mas com os timbres de hoje.”

Mais que a dor

Há mais de 10 anos apresentando um show-tributo a Amy Winehouse em paralelo ao seu trabalho autoral, a cantora e compositora Miranda Kassin diz que, em ‘Back to Black’, Amy e o produtor Mark Ronson, grande responsável pela sonoridade do disco, “acharam um gênero musical novo, que é soul pop, pop soul music”.

“O ‘Back to Black’ é totalmente autobiográfico, fala das dores, do amor, dos tombos, é uma entrega muito bonita. É um disco verdadeiro e exposto”, analisa Miranda, que fará uma live especial em homenagem a Amy nesta sexta, 23, às 22h15, em seu Instagram. “As pessoas sentiam a força e a fragilidade ao mesmo tempo, muitas se inspirando, muitas se identificando. Ela foi essa paixão avassaladora. Muita gente se identificou com a obra dela, da forma como ela se expôs, sem medo. E mostrou as feridas.”

Amy Winehouse em show no festival Oxegen, em 2008
Foto: Niall Carson/Getty Images

Com fortes referências de ícones da soul em sua formação musical, Miranda faz sucesso com seu show dedicado à obra de Amy, o que a levou a abrir o show da cantora britânica no Brasil, em 2011. Foi um dos grandes momentos na vida de Miranda. Na época, Amy tentava levar uma vida saudável, longe das drogas e das bebidas, como fazia nos intervalos entre as reabilitações (esse drama, aliás, inspirou um de seus maiores sucessos, ‘Rehab’, em ‘Back to Black’). O documentário ‘Amy’, de 2015, mostra que a compositora não estava preparada para fazer viagens e shows.  

No show em São Paulo, Amy visivelmente não estava bem. A imagem dela no palco contrastava com as fotos publicadas na imprensa em que aparecia feliz, em um hotel de luxo em Santa Teresa, no Rio, onde ficou hospedada. Amy chegou atrasada ao Anhembi. Ao longo da apresentação, foi ficando dispersa, confusa. Parecia esquecer algumas letras e, nessas horas, era afetuosamente amparada por sua banda, que assumia os vocais. Amy chegou a desafinar. Na plateia, um misto de surpresa e tristeza em ver a cantora daquela forma, tão fragilizada.

Miranda assistiu à apresentação de sua musa no backstage. Não era permitido álcool no camarim e em nenhuma parte. “Lembro que o show atrasou pra caramba, porque ela não queria ir. Quando chegou ao estádio, ela nem foi para o camarim, foi direto do carro para o palco. O segurança falou para mim que eu não podia abrir a boca, porque, se ela soubesse que havia alguém ali que era fã, ela não desceria do carro.”

À CNN, James diz que, naquele momento da vida de Amy, a amiga deveria ter se concentrado em ficar sóbria, mas que talvez o pai dela, Mitch, e o empresário pensassem que deixá-la ocupada seria o melhor para ela. “Às vezes, não ter nada para fazer também não ajuda o vício”, pondera.

“Mas ela deveria ter feito seu show no Brasil? Eu diria que, naquela fase, não era uma ideia péssima. As coisas ficaram muito ruins depois disso. Mas eu sei que ela não gostou, porque Amy estava entediada de cantar aquelas músicas, era meio que uma fase em que ela estava percebendo que não queria mais ser Amy Winehouse, não queria ser essa pessoa.”

Mais que a morte

Por que escrever um livro de memórias agora, depois de dez anos da partida de Amy? James conta que sempre soube que faria isso algum dia. Pensava que seria quando fosse mais velho. Veio antes. “Dez anos parece muito tempo, mas o luto é um processo muito difícil, complicado e nunca termina. Quando Amy morreu, achei que não conseguiria. Meu primeiro pensamento foi tirar minha própria vida”, conta.

Amy Winehouse e Tyler James eram amigos desde a adolescência
Foto: Harvey Brown

James seguiu em frente, sem Amy, mas, segundo ele, não estava vivendo. “Eu estava com raiva, chateado e podia ouvir Amy me dizendo para escrever, porque foi isso que Amy fez. Ela sempre escreveu as coisas. É por isso que ela era uma musicista tão incrível. Quando sua cabeça ficava confusa com um cara ou qualquer coisa, ela escrevia e transformava isso em uma música.”

Em ‘Minha Amy’, as histórias dele e da cantora se cruzam o tempo todo, nas semelhanças, como a depressão na adolescência, e nas divergências, como no abuso alcóolico da amiga. Ao longo do livro, James relata uma vida dedicada a Amy, a cuidar dela – apesar de ele ter construído a própria trajetória na música, mesmo que bem mais discreta. Foi James quem incentivou Amy a gravar uma fita cantando pela primeira vez. Ele foi testemunha da ascensão e do calvário dela. E fala da relação dela com as drogas, o álcool, do amor destrutivo com ex-marido Blake. 

Além do livro, vai ser lançado um novo documentário da cantora, 'Reclaiming Amy', com narração de sua mãe, Janis. O disco ‘Amy Winehouse at The BBC’, com versões ao vivo do catálogo dela, também foi relançado em maio pela Universal.

Num exercício adivinhatório, se Amy ainda estivesse viva, o que ela estaria fazendo? Estaria casada e com filhos, como sonhava? “Espero que sim. Ela era a mais bela pessoa maternal”, James responde. Teria virado atriz? Ele acha que possivelmente sim, mas não para ser famosa, como ela não queria ter sido famosa na música. “Ela era uma grande fã de Robert Rodriguez e desse tipo de filmes. Tenho certeza de que, se ela recebesse a oferta de um papel em uma dessas coisas, ela simplesmente teria feito isso.” 

E ela teria continuado a compor? “Sim, porque, para Amy, a música era uma forma de terapia. Mas ela provavelmente não teria lançado essas músicas. Ela teria apenas se sentado, como fez, no chão da cozinha, com caneta, papel e violão, sem a garrafa de vodca, porque estaria sóbria se ainda estivesse aqui. Ela estava perto de ficar sóbria.”

Sete fatos que não te contaram sobre a revolução comunista em Cuba

Homenagem a Che Guevara em Havana: ditadura comunista exilou e matou até os aliados| Foto: Pixabay

Saudada em prosa e verso pela esquerda mundial, a ditadura cubana, predileta de dez entre dez intelectuais e artistas de esquerda no Ocidente, tem uma história de traições, torturas e assassinatos que remonta os primeiros dias da revolução comandada por Fidel e Raúl Castro e Ernesto Che Guevara.

Muitos dos aliados de primeira hora de Fidel e companhia só queriam se ver livres da brutal ditadura de Fulgêncio Batista e promover eleições livres. Contavam com a promessa feita por Castro em uma entrevista dada ao The New York Times em 1957: "O poder não me interessa. Depois da vitória, quero regressar à minha cidade e retomar a minha profissão de advogado", afirmou então.

Evidentemente não foi isso que aconteceu, e Fidel se tornou um dos ditadores mais longevos da história, ficando 49 anos à frente do poder em Cuba, desde a tomada de poder em 8 de janeiro de 1959. Os aliados que sentiram-se traídos por Fidel se tornaram opositores e passaram a ser perseguidos pela ditadura. Muitos foram presos, torturados e fuzilados.

Este é apenas um dos fatos da revolução cubana que não são ensinados nas escolas, não são temas de filmes, não provocam a indignação de partidos que se denominam democratas, mas defendem cegamente qualquer ditadura comunista. Conheça abaixo outros fatos esquecidos da revolução cubana:

1. Tribunais de exceção

“Nós vamos erguer o mais impressionante paredão de fuzilamento da história da humanidade”. As palavras ditas em 1961 pelo ministro da Reforma Agrária de Cuba, Antonio Núñez Jiménez, refletem bem qual era a moral reinante entre os revolucionários. Logo depois de tomarem o poder, os comunistas executaram centenas de soldados de Fulgêncio Batista — só nos primeiros dois anos foram 587 que enfrentaram o pelotão de fuzilamento de forma “oficial”.

O ambiente era semelhante a uma arena romana. O “julgamento” (se é que assim podia se denominar algo feito à margem do Estado de Direito) do comandante Jesus Sosa Blanco foi realizado em um ginásio de esportes com 18 mil pessoas presentes. Depois da acusação, o veredicto foi dado pela multidão: polegares virados para baixo, indicando como destino o fuzilamento.

2. Traição aos democratas

A história do primeiro presidente de Cuba após a revolução ilustra bem a tragédia do autoritarismo — seja ele de direita ou esquerda. Manuel Urrutia ganhou notoriedade em Cuba quando ainda era juiz durante a ditadura de Batista. Ele se recusou a condenar jovens que haviam apoiado o famoso desembarque de Fidel em Cuba no barco Granma, pois a constituição de 1940 reconhecia o direito de lutar contra um governo ditatorial. De forma pouco surpreendente, a ditadura de Batista o forçou ao exílio.

Fidel Castro o indicou ao cargo de presidente quando a revolução ainda estava em curso, justamente por ser uma figura moderada e sem comprometimento político. Ao notar a radicalização de Fidel e a aproximação com o comunismo, não restou opção a não ser renunciar e sair do país como refugiado político.

Urrutia não foi o único a ser traído. O primeiro-ministro, José Miró Cardona, expoente da oposição a Fulgêncio Batista, durou apenas seis semanas no cargo. Assim como Urrutia, renunciou quando viu o regime radicalizar e buscou refúgio na embaixada da Argentina. O ministro das Finanças, Rupo Lopez Fresquet, também deixou o governo.

Jorge Zayas, diretor do jornal Avance, conhecido pela forte oposição à ditadura de Batista, também foi obrigado a se exilar ainda em 1960. No mesmo ano, outros tiveram pior sorte. O americano William Alexander Morgan, que ajudou Fidel a combater Batista e foi aclamado herói nacional, caiu em desgraça por se opor à aproximação com a União Soviética e acabou fuzilado, acusado de ser um agente da CIA.

3. Fim do direito à greve

David Salvador, presidente da Confederação dos Trabalhadores Cubanos, a maior organização sindical do país, foi condenado a 12 anos de cadeia por não concordar com o aparelhamento da CTC. Com sua prisão, o caminho ficou livre para o regime controlar o sindicato, que pediu o fim do direito à greve. Sim, em Cuba é proibido fazer greve.

4. Perseguição religiosa

Muitos padres católicos apoiaram Fidel Castro no início da revolução pela perspectiva do fim da ditadura de Fulgêncio Batista. Quando os comunistas começaram a executar membros do antigo regime de forma brutal, por meio de julgamentos “expresso” e fuzilamentos, a Igreja protestou.

A represália veio rapidamente. Igrejas e colégios católicos foram desapropriados, inclusive o colégio jesuíta em que o próprio Fidel estudou na infância. No fim de 1961, 131 padres foram expulsos do país. Formalmente a população podia praticar livremente sua religião. Na prática, quem fizesse isso via se fechar o acesso ao ensino superior e a cargos governamentais.

5. Perseguição aos estudantes

No Brasil, organizações estudantis e de jovens tomadas pela ideologia esquerdista como a UNE (União Nacional dos Estudantes) e a UJS (União da Juventude Socialista) louvam o regime cubano. Em Cuba, é bem provável que muitos de seus líderes e integrantes estivessem na cadeia.

Pedro Luís Boitel, adversário do ditador Batista, também não tolerava Fidel Castro. Ao se candidatar à presidência da FEU (Federação Estudantil Universitária), provocou a ira do regime. Além de perder a eleição de cartas marcadas para Rolando Cubella, candidato dos Castro, foi condenado a dez anos de prisão sob uma acusação forjada. Se não bastasse tudo isso, foi enviado para Boniato, uma das piores prisões do país. Morreu em 1972, após fazer uma greve de fome de 53 dias, durante a qual foi impedido de receber assistência médica. A ditadura ainda negou à mãe de Boitel o direito de ver o corpo do filho.

6. Gestapo Vermelha

Era o apelido do Departamento de Segurança do Estado (DSE), também conhecido como Dirección General de Contrainteligencia, inspirado na polícia secreta nazista. A tarefa do DSE é espionar a população cubana e infiltrar agentes em movimentos de oposição. Fundada em 1959, funciona até hoje e estima-se que empregue 15 mil funcionários.

É dividido em vários departamentos, cada um cuidando de um setor da sociedade cubana. Há uma seção específica para vigiar funcionários públicos, outra para espionar trabalhadores da área da Cultura, como escritores e cineastas, e uma seção com mais de mil agentes para fazer escutas telefônicas. Correspondências também são violadas pelos agentes. O objetivo é saber a opinião de cada habitante e seu alinhamento ideológico. Há agentes infiltrados até em igrejas e outras instituições religiosas.

7. Campos de concentração e reeducação de homossexuais

A UMAP (Unidade Militar de Apoio à Produção) funcionou entre 1964 e 1967 e foi o embrião do sistema penitenciário cubano. Na prática, eram os responsáveis pelos campos de concentração da ilha. Assim como nos gulags soviéticos, eram enviados para esses campos todo tipo de gente: opositores políticos, religiosos e criminosos comuns, o que tornava esses lugares ainda piores.

A rotina nesses campos era de maus-tratos, escassez de alimentos e isolamento. Homossexuais também eram enviados para passar por um processo de “reeducação”. Muitos eram professores e estudantes universitários, despedidos pelo simples fato de serem homossexuais. Julgamentos públicos foram conduzidos na Universidade de Havana, nos quais os “réus” eram obrigados a reconhecer seus “vícios” e pedir demissão.

Em outros locais da ilha os presidiários eram forçados a trabalhar em pedreiras extraindo pedras e mármore. As condições eram terríveis. Quem se recusasse a trabalhar era mantido em fossas cheias de fezes por horas.

Da Gazeta do Povo

20 de julho de 2021

Campo Mourão Handebol (com Ricardo Kosuzi)

em pé (da esq. para a direita): Walmir Ferreira Lima, Marcelo de Oliveira, Luiz Carlos Eufrásio Prates, Cézar Massareto Bronzel, Ricardo Kosuzi (in memorian), Neucir José da Silva (in memorian), Roberto Tonet e Walcir "Dula" Ferreira Lima
agachados: Antônio Carlos Custódio, Nelson da Silva, Wander Ferreira Lima, Ubirajara Rodrigues, Jonas Rodrigues e Gerson (in memorian)

Ricardo Kosuzi
(1966 - 2021)
Publico essa formação da Seleção de Handebol de Campo Mourão, que participou dos Jogos Abertos do Paraná de 1982, em Umuaramapara render homenagem ao Ricardo Kosuzi, um dos melhores jogadores da história da modalidade em nossa cidade e que, infelizmente, foi vencido pela Covid-19. 

Kosuzi faz parte da segunda geração de atletas aqui formados e junto com essa turminha aí mandou muito bem e representou nossa cidade sempre com muito amor à camisa e ao handebol. 

Ricardo residia em São Paulo já há anos.

Tenho certeza que estará para sempre em nossas memórias.  

Infelizmente mais dois personagens na foto já nos deixaram: o também craque Neucir, que depois de um acidente de carro entre Campo Mourão e Goioerê teve sua saúde prejudicada e interrompeu sua carreira esportiva. Faleceu em 2011, acredito eu, por uma infecção generalizada após uma pequena cirurgia na mão. Gerson, que chegou atuar profissionalmente no futebol e era um faz tudo na delegação mourãoense, faleceu em um acidente na rodovia Campo Mourão - Luiziana.   

Novos Baianos - A Menina Dança; vídeo


Novos Baianos
foi um conjunto musical brasileiro, nascido na Bahia, ativo em seu auge entre os anos de 1969 e 1979, que se reuniram em 1997 e novamente em 2015. 

O grupo lançou oito trabalhos antológicos para MPB. Influenciados pela contracultura e pela emergente Tropicália. Contava, em sua formação original, com Moraes Moreira (compositor, vocal e violão), Baby do Brasil (vocal), Pepeu Gomes (guitarra), Paulinho Boca de Cantor ( vocal), Jorginho Gomes ( bateria e bandolim), Bola e Baixinho ( percussão), Dadi (baixo) e Luiz Galvão (letras).

O segundo disco do grupo, Acabou Chorare, que mescla guitarra elétrica, baixo e bateria com cavaquinho, chocalho, pandeiro e agogô, foi eleito pela revista Rolling Stone como o melhor disco da história da música brasileira em outubro de 2007.


A Menina Dança
é faixa do álbum Acabou Chorare, lançado em 1972.

Ferida e à beira da morte gatinha é salva e passa por transformação; fotos

Ela pesava apenas 2 quilos e depois de seis meses de tratamento ficou linda - Foto: Facebook

Na hora certa, no lugar certo, com a pessoa certa. Uma gatinha teve a sorte grande de encontrar a pessoa que iria salvar a vida dela.

Foi assim com Meimei que estava desnutrida, com várias feridas na pele e foi parar no quintal da casa de Nur Hamizah Had, na Malásia.

“Ela estava tão lamentável de se olhar”, disse Nur. “A pele dela estava infeccionada e ferida e ela cheirava muito mal”, lembrou.

Recuperação

Ao encontrar a gatinha em péssimas condições, Nur resolveu embarcar na jornada de recuperação dela, mesmo sabendo que seria um longo caminho.

Assim que conseguiu fazer com que a gatinha assustada confiasse nela, Nur a levou para dentro.

Logo depois, foi a vez de ir ao veterinário, onde descobriram que ela pesava apenas 2 quilos, o que a deixava altamente desnutrida, fora outros problemas como infecções e fungos.

Nur a chamou de Meimei e, ao longo de um ano, ajudou a cuidar de sua saúde.

Transformação

Demorou quase seis meses para o pêlo de Meimei começar a crescer novamente. E ela também começou a ganhar o peso.


“Meimei não tem uma dieta especial, mas ela come cerca de quatro a cinco vezes ao dia. E depois que ela come, ela sempre dorme”, disse Nur no Facebook.

Um ano após ser resgatada, Meimei é uma gata feliz! Ela adora explorar os espaços e passar o tempo com Nur, enquanto sua mãe faz as tarefas domésticas.


Meimei recuperada – Foto: Facebook

“Ela também é muito inteligente”, disse Nur. “Parece que ela sempre entende quando meu marido e eu falamos com ela.”

Nur e Meimei Foto: Facebook


Do Só Notícia Boa (com informações do Inspire More)

19 de julho de 2021

Campo Mourão Futsal nos Jogos Abertos de 1970, em Ponta Grossa

Do álbum do Itamar Tagliari, foto mostra a formação da Seleção de futsal de Campo Mourão que participou dos Jogos Abertos do Paraná (JAP's) de 1970.

em pé (da esq. para a direita): Carlos Álvaro "Carlão" Tagliari, Amer Soneh, Adionir Ramos, Edgar e Chilvande "Dinho" Martins
agachados: Itamar Agostinho Tagliari, Clóvis Tagliari (in memorian), Ênio José Bittencourt e Neroir Ramos (in memorian)

Esta formação reúne os dois principais nomes do futsal de todo o Paraná, os irmãos Carlão e Itamar Tagliari. Tenho comigo que poucos, muito poucos, fizeram tanto pelo futsal como eles. Acho até que o Itamar tem todo o reconhecimento por isso e o Carlão não. Estive com eles em muitas competições e sei da dedicação dos filhos da dona Iris e do seu Itachir (in memorian) pelo futsal e por nossa cidade. Joguei ao lado de grandes do futsal, mas vi muito poucos fazerem o que o Carlão fez, sempre sabendo aliar força e habilidade. 

Infelizmente dois dois personagens já não estão entre nós, o Clóvis Tagliari e o Neroir Ramos, este irmão do Adio e que o meu pai sempre elogiava como muito bom companheiro e de bola. 

Adionir Ramos é parceiro e presidente do Clube dos Trinta. Sempre ouvi que ele era ótimo goleiro, mas que teve de parar de jogar cedo por causa de problema nos olhos. 

Chilvande Moreno Martins, o Dinho, é outro grande amigo, parceiro de peladas e que atualmente reside em Balneário Camboriu (SC). 

Também tive o prazer de conhecer o Ênio José Bittencourt quando ele gerenciava a agência do Banco Nacional em nossa cidade. Outro grande amigo do meu saudoso pai.     

Em 1970, em Ponta Grossa, foi realizada a 14ª edição dos Jogos Abertos do Paraná, de 14 a 22 de setembro. Rolândia conquistou o título de campeão no futsal, com Paranaguá na segunda colocação e Londrina na terceira. 

No ano seguinte os Carlão e Itamar montaram a Associação Tagliari, que está em atividade até os dias de hoje, agora com as cores do Campo Mourão Futsal. O primeiro título dos JAP´s para Campo Mourão foi conquistado em Paranavaí, cinco anos depois, em 1975. 

Com a Associação Tagliari, para minha vaidade pessoal, participei das duas únicas vezes que uma equipe de nossa cidade conquistou o título da Taça Paraná (atual Série Ouro), em 1979 e 1980.

Amigos identificaram dois dos personagens: Amer Soneh, o goleiro entre o Carlão e o Adio, que era o então gerente do Banco Nacional, e o Edgar, que está entre o Adio e o Dinho, que era de Terra Boa e sempre jogava em nossa cidade.  

Bruno Mars e Anderson .Paak - Leave The Door Open; vídeo (ao vivo no iHeartRadio Music Awards)

Peter Gene Hernandez (Honolulu, 08/10/1985), mais conhecido pelo nome artístico Bruno Mars é um cantor, compositor, produtor musical, dançarino e multi-instrumentista americano, nascido e criado no Havaí.

Anderson .Paak e Bruno Mars

Brandon Paak Anderson (Oxnard, 08/02/1986), mais conhecido pelo nome artístico Anderson .Paak, é um cantor, compositor e produtor musical norte-americano. Conhecido anteriormente como Breezy Lovejoy, Paak ficou famoso após o lançamento do disco Malibu (2016), pelo qual recebeu uma indicação para o Grammy Award de Artista Revelação. 

“Leave The Door Open” foi lançada em 2021, após Bruno Mars e Anderson .Paak formarem o Silk Sonic, um super grupo musical. 

7 alimentos com muita Vitamina D para enfrentar a falta de sol no inverno

A complementação pela dieta e aporte nutricional, juntamente com a exposição solar de 15 minutos ao dia em 20% de área corporal, deve ser estimulada em toda época do ano.| Foto: Bigstock

O inverno faz com que todos fiquem na toca, mas tomar algum sol sempre é preciso. Produzida na pele após a exposição aos raios UVB, os mesmos que causam queimaduras solares, a chamada vitamina do sol é essencial para ossos e músculos, mas sua relação com o organismo vai muito além disso.

No inverno, a menor incidência solar e por menos tempo reduz a capacidade da pele de produzir Vitamina D, assim como o uso recorrente de protetor solar, a pigmentação da pele mais escura e o uso de muitas roupas, como explica a médica nutróloga pela Associação Brasileira de Nutrologia (Abran), Patrícia Savoi.

Além de sua falta estar associada ao raquitismo, quando o tecido ósseo não se mineraliza adequadamente, causando ossos moles e deformidades, pesquisas recentes mostram sua relação com a saúde do trato gastrointestinal. “Níveis mais elevados reduzem a suscetibilidade à doença inflamatória intestinal e doença de Crohn, infecções intestinais e pulmonares”, diz ela.

Níveis baixos foram associados a mais risco de morte por doença cardiovascular, comprometimento cognitivo em idosos, asma grave em crianças e câncer. Há ainda a sugestão de que a Vitamina D possa ter um papel na prevenção e no tratamento de uma série de doenças, incluindo diabete tipo 1 e tipo 2, hipertensão, intolerância à glicose e esclerose múltipla.

Grupos de risco

Há grupos de risco que devem ficar mais atentos à queda dessa vitamina, chamada hipovitaminose D, como idosos, gestantes e lactantes, indivíduos com baixa exposição solar ou com contraindicação para tal, pacientes com osteoporose primária e secundária, doenças osteometabólicas, com fragilidade óssea, doenças crônicas ou que usam medicação que afeta o metabolismo ósseo, como o corticoide.

“O diagnóstico deve ser buscado nessa população e em atletas e indivíduos que buscam melhora da performance, prevenção de câncer e de doenças autoimunes”, afirma Patrícia, assinalando que, segundo a Abran, essa hipovitaminose D está associada à obesidade e doenças metabólicas, além de possivelmente aumentar a prevalência de câncer, doenças autoimunes, respiratórias e relacionadas à saúde reprodutiva.

Se não pelo sol...

A complementação pela dieta e aporte nutricional, juntamente com a exposição solar de 15 minutos ao dia em 20% de área corporal, deve ser estimulada em toda época do ano. A recomendação de ingestão diária da Vitamina D para adultos é de 600 UI.

“Entre as fontes alimentares da vitamina temos a gema de ovo (que tem incríveis 218UI, segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), a sardinha (125g/476 UIs), o bife de fígado (100g/50 UIs), atum (185g/247 UIs), salmão assado (120g/194 UIs), leite integral (1 copo americano pequeno/78 UIs) e cogumelos shiitake (1 colher de sopa cheia/10 UIs)”, cita a médica nutróloga. Porém, segundo ela, mesmo com uma boa dieta, a atenção com a exposição solar é importante e deve ser feita sempre que possível, mesmo nos dias frios de inverno.

Do Sempre Família/Gazeta do Povo

15 de julho de 2021

Impressionante: Jovem faz truques incríveis no basquete; vídeo


Jayden Szabo
tem 21 anos, vive em Manistee, Michigan, nos EUA e é especialista em truques de basquete. O jovem adora dificultar as coisas, tornando os seus truques extraordinários.


Ed Sheeran - Bad Habits; vídeo


Edward Christopher Sheeran (Halifax, 17/02/1991) é um cantor, compositor, produtor, e ator britânico, mais conhecido como "Ed Sheeran".


Bad Habits é um single lançado por Sheeran em 2021.

Café pode reduzir risco de doença hepática crônica, afirma novo estudo


O café é um símbolo do Brasil. Os brasileiros não abrem mão da bebida, ainda mais no frio deste inverno. Além de gostoso, o café pode reduzir o risco de doença hepática crônica.

A doença hepática crônica é um grande problema de saúde no mundo todo. O British Liver Trust estima que ela é a terceira principal causa de morte prematura no Reino Unido, onde uma pesquisa mostrou que pessoas que beberam café tiveram 49% menos risco de morrer dessa doença.

Estudos anteriores já haviam identificado os benefícios do café no combate a doenças hepáticas relacionadas ao consumo de álcool. A nova pesquisa, que foi publicada na revista científica BMC Public Health, analisou dados de 494.585 participantes entre 40 e 69 anos. Quando se inscreveram no projeto, 384.818 disseram que eram bebedores de café, em comparação com 109.767 que não consumiam a bebida.

O estudo

A equipe de pesquisadores analisou o fígado dos participantes durante um período médio de quase 11 anos, encontrando 3.600 casos de doença hepática crônica, com 301 mortes e 1.839 casos de doença hepática gordurosa simples. 

A análise, que levou em consideração vários fatores como índice de massa corporal, consumo de álcool e tabagismo, revelou que, para qualquer quantidade de café ingerida, os participantes tinham um risco 20% menor de desenvolver doença hepática crônica ou doença hepática gordurosa do que aqueles que não consumiram a bebida. Os bebedores de café também tiveram um risco 49% menor de morrer de doença hepática crônica.

Embora o estudo tenha limitações, como não conseguir provar que o café em si reduz o risco de doença hepática crônica, o professor da Universidade de Southampton Paul Roderick, coautor do estudo, faz uma análise da confirmação dos benefícios do café para o fígado por mais uma pesquisa:

“Isso, no entanto, levanta a questão de que pode ser uma intervenção eficaz para prevenir doenças graves do fígado, digamos, aqueles de alto risco”.

É claro que não basta apenas beber café para prevenir doenças hepáticas. Uma boa alimentação, a prática de atividades físicas e o consumo moderado de bebidas alcoólicas são as principais formas de manter a saúde do fígado.

Do Green Me

14 de julho de 2021

Alunos do Estadual no desfile de aniversário de Campo Mourão, em 1973

Foto de outubro de 1973 mostra amigos queridos -- alguns já não mais entre nós, mas sempre na lembrança -- durante as comemorações do aniversário de Campo Mourão.

em pé (da esquerda para a direita): José Luiz "Zeca" Tabith Junior, Marcos Kunzler, José Ricardo Graboski, Fernando Duglosz (in memorian) e Severo Zavadaniak (in memorian)
Campo Mourão - 1973

Representamos as cores do Colégio Estadual de Campo Mourão no desfile cívico dos 26 anos da emancipação política e econômica de nossa cidade, realizado por anos sempre no dia 10 de outubro. Atualmente só realizam o desfile comemorativo ao Dia da Independência (7 de setembro), o que eu acho mais correto.

Nessa época os desfiles eram levados a sério e, inclusive, valiam notas para quem participasse. Ensaiávamos nas empoeiradas ruas no entorno do Colégio Estadual, onde o asfalto só chegou bem mais tarde. E marchar era obrigatório, com o pé esquerdo tocando o solo sempre acompanhando o toque do bumbo da fanfarra. 

Zeca Tabith, filho do pioneiro médico mourãoense José Luiz Tabith (eu e Elvira 'viemos ao mundo' pelas mãos dele) é arquiteto e professor na capital Paulista. Ele e família se mudaram para São Paulo no segundo semestre de 1974. 

Marcos Kunzler, o Marcão, da Marcovic, é empresário de sucesso em Campo Mourão, no Mato Grosso e muito mais. 

José Ricardo Graboski, o Graia, grande parceiro de futsal (no Colégio Estadual, Caramuru e Beccari) e futebol de campo (XV de Novembro, o Time do Chico), é proprietário da Graven Veículos, em Campo Mourão. 

Fernando Duglosz, oftalmologista, faleceu muito novo, em abril de 2019, vencido por uma leucemia, e faz muita falta para todos nós. 

Severo Zavadaniak Junior é outro que faleceu muito novo, em dezembro passado, após um infarto. Severo participou conosco das campanhas da Associação Tagliari bicampeã estadual em 1980 e no sexto lugar da Taça Brasil de Clubes Campeões de 1981, essa disputada em Cuiabá.

Já destaquei aqui (no Baú) que o Severo, por compromissos profissionais, só disputou as três últimas partidas da Taça Paraná de 1980 e que na primeira delas, contra a AABB de Londrina, ele entrou em quadra no meu lugar quando perdíamos por 3 a 1 e fez quatro gols (três deles iguaizinhos), virou o placar e garantiu nossa participação na final. Naqueles tempos o futsal era amador e todos trabalhavam durante o dia e os treinos eram realizados quase sempre intervalo entre o serviço e a escola noturna. Mas treinei muitas vezes após as aulas da noite e também das seis às sete da manhã, antes das aulas ou do trabalho. Severo, se não me engano, era funcionário do Banestado e só conseguiu a liberação para a fase final da competição. 

Não consegui identificar os dois personagens agachados e nem aquele de chapéu lá atrás. 

The Beatles - Hello, Goodbye


The Beatles
foi uma banda de rock inglesa formada em 1960 na cidade de Liverpool. Formada por John Lennon, Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr, é considerada a banda mais influente de todos os tempos.


Hello Goodbye
é faixa do álbum Magical Mistery Tour, lançada em 1967.

Estudar música ajuda realizar tarefas cognitivas complexas, diz estudo

Um estudo recente confirmou que o estudo da música faz com que o cérebro tenha uma maior conectividade funcional. 


Você já deve ter ouvido falar, ou mesmo vivido na prática, os benefícios que o ato de estudar música pode trazer para o cérebro. As vantagens do aprendizado de algum instrumento musical se acentuam ainda mais quando isso é feito logo na infância. Muitas vezes, o estudo na área musical traz melhorias no desempenho em outras áreas, não relacionadas à música.

Um estudo recente confirmou que o estudo da música faz com que o cérebro tenha uma maior conectividade funcional. A pesquisa foi realizada por neurologistas das universidades de Zurique, na Suíça, e Stanford, nos Estados Unidos. O resultado foi publicado no periódico científico Journal of Neuroscience em janeiro deste ano.

Essa maior conectividade foi observada em dois grupos:

  • pessoas com ouvido absoluto (ou seja, que têm a habilidade de identificar notas pelos sons);
  • e pessoas que realizaram treinamentos musicais no geral.

Diversas celebridades são reconhecidas por terem o chamado ouvido absoluto. São elas: Mozart, Pavarotti, Tchaikovsky, Jimi Hendrix e Mariah Carey.

Como foi realizado o estudo

Os neurologistas analisaram 153 participantes do sexo feminino e masculino. Dentre eles,  52 eram músicos com ouvido absoluto, 51 deles sem ouvido absoluto e 50 deles não eram músicos.

“Crucialmente, a maioria dos efeitos era replicável em músicos com e sem ouvido absoluto, o que não aconteceu em comparação a não músicos”, escrevem os pesquisadores no artigo publicado.

“No entanto, não encontramos evidências de um efeito [específico] do ouvido absoluto na conectividade funcional ou estrutural em nossos dados: ambos os grupos de músicos mostraram redes surpreendentemente semelhantes em todas as análises”, concluem. Os neurologistas ainda confirmaram que os benefícios são maiores quando o aprendizado musical é feito em idade mais jovem.

Benefícios do aprendizado musical

Para além do estudo dos neurologistas, já se tem evidências que estudar algum instrumento musical traz benefícios para a mente. Estudar música ajuda a melhorar:

  • Memória;
  • Concentração;
  • Trabalho em equipe;
  • Coordenação motora;
  • Timidez.

Além disso, estudar algo na área musical pode ajudar a reduzir os níveis de estresse, depressão e ansiedade, problemas que se agravaram durante a pandemia da covid-19.

Do Escola Educação

13 de julho de 2021

Irineu e Luiz Ferreira Lima - Campo Mourão, anos 1960

Irineu Ferreira Lima (1937 - 2019) e Irineu Luiz Ferreira Lima
Campo Mourão/PR - 1962

Do álbum da minha prima Benisis Lima Fabri, foto de 1962 mostra eu ao lado do meu saudoso pai, Irineu Ferreira Lima. 

Acho que nessa época residíamos na avenida Afonso Botelho, entre as casas dos saudosos José Custódio de Oliveira, pai do amigo Olivino Custódio, e João Teodoro de Oliveira, este pai da Ernestina, Neusa, Ângela...  

Dali mudamos, em 1966, para onde, até hoje, é propriedade da família, na avenida Manoel Mendes Camargo, que naquela época era uma verdadeira chácara, com inúmeros pés de fruta e um enorme barracão de madeira, que meu pai transformou numa residência para nós. Aqui nasceram meus dois irmãos mais novos, Walcir "Dula" e Wilhiam.

Nasci em Campo Mourão em 1960. 

Recém casados, meus pais aqui chegaram em 1958. Ele, nascido em Mirassol (SP), mudou-se de Centenário do Sul para aqui começarem a vida a dois. Minha mãe, Sallime João Abraão de Lima, a Vó Salma, nascida em Alvares Machado, residia em Presidente Prudente antes de se radicar no centro-oeste paranaense. 

Minha mãe faleceu em 2017 e meu pai em 2019. Fazem muita falta, mas as lembranças, todas boas, amenizam a saudade deles. 

Save Yours Tears - The Weeknd e Ariana Grande; vídeo



Abel Makkonen Tesfaye, mais conhecido por seu nome artístico The Weeknd, é um cantor, compositor, ator e produtor musical canadiano.


Ariana Grande-Butera Gomez, conhecida profissionalmente como Ariana Grande, é uma cantora, atriz, compositora e apresentadora estadunidense.


Save Your Tears é faixa do álbum After Hours, lançado em 2020 por The Weeknd.