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Em pé (da esq. para a direita: Euclides Gracioli, Ademir "Borbinha" Vieira e José Joaquim "Zé Gordo" do Nascimento Neto agachados: Antônio "Bituca" Gonçalves, Hamilton "Mineiro" Mariano e Ezoir |
20 de agosto de 2026
Histórias do Estadual: o Interclasses de 1969 em Campo Mourão
16 de fevereiro de 2026
Formandos do Colégio Est. de Campo Mourão no Rio de Janeiro - 1976
Uma fotografia enviada pelo amigo Arnaud da Silva e Silveira resgata uma lembrança especial: a viagem dos formandos do segundo grau do Colégio Estadual de Campo Mourão ao Rio de Janeiro, em 1976.
Naquela época, era comum que os estudantes economizassem durante meses para realizar a tão sonhada viagem de comemoração pela conclusão do curso — um momento marcante que simbolizava o fim de uma etapa e o início de novos caminhos.
Segundo Lorenilda Gomes de Oliveira, a querida “Lorão”, que colaborou na identificação das pessoas presentes na imagem, o registro foi feito durante uma parada no trajeto entre a cidade do Rio de Janeiro e Petrópolis.
11 de maio de 2022
Professor Martello com futsal no Colégio Estadual
Mais uma dos bons tempos do Colégio Estadual de Campo Mourão.
Esta é do álbum do Celso Alves e também mostra uma equipe que disputou o campeonato interclasses do maior colégio da cidade, no início dos anos 1970.
Infelizmente, três dos personagens já nos 'deixaram', o professor Egydio Martello, Wilsinho Maluf e o Henrique Galbier, o Bode.
Professor Martello era o diretor do Colégio quando lá cheguei em 1971. Ele era daqueles que cuidavam como se a instituição fosse dele, sabia o nome de todos os alunos. Num dos nossos primeiros encontros me tratou pelo nome. Me senti honrado e intimidado. Ele sabia quem eu era, tinha que me comportar.
Wilsinho Maluf faleceu cedo, vencido por um câncer. Fomos vizinhos por anos.
Henrique Galbier também foi vencido por essa terrível doença. Ele foi companheiro nos tempos do Becari Futsal. Além de bom de bola, ele era uma grande pessoa. Correto e trabalhador como todos os Galbier que tive o prazer de conhecer.
Ademir Calegari, o Bil, também era nosso vizinho. A última notícia que tive dele é que residia em Londrina, onde atuava como renomado engenheiro agrônomo.
Jaiminho Bernardelli, cunhado do meu amigão Ricardo "Bruca", curte merecida aposentadoria em Balneário Camboriu ao lado da sua bela Laís.
Osvaldinho Mauro é ótimo medico ortopedista em Campo Mourão.
Celso Alves, filho do saudoso e pioneiro professor Abelegy, é professor de educação física em Campo Mourão.
Luiz Aguiar de Oliveira é um dos 'Luizes' do saudoso seu Luiz Gonzaga. Agrônomo, ele reside em Medianeira (PR).
9 de maio de 2022
Colégio Est. de Campo Mourão - Torneio Interclasses, anos 1970
Depois de um longo período sabático (preguiça), retorno com as postagens no Baú.
E o faço com foto que o amigo Elvio Legnani enviou e mostra uma equipe que disputou campeonato interclasses no Colégio Estadual de Campo Mourão, no início dos anos 1970.
Idealizado e realizado pelo professor Vicente Piazza Filho, o primeiro professor de educação física de Campo Mourão, o Interclasses era realizada antes das aulas do turno da manhã, que naquela época iniciavam sempre as oito horas. Ou seja, madrugávamos para praticar nosso futebol de salão.
Elvio reside atualmente em Foz de Iguaçu. Professor Piazza em Cascavel.
Carlos Staniszewski, Theonaldo Ribas e Jamal Othman residem em Campo Mourão.
14 de julho de 2021
Alunos do Estadual no desfile de aniversário de Campo Mourão, em 1973
Foto de outubro de 1973 mostra amigos queridos -- alguns já não mais entre nós, mas sempre na lembrança -- durante as comemorações do aniversário de Campo Mourão.
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| em pé (da esquerda para a direita): José Luiz "Zeca" Tabith Junior, Marcos Kunzler, José Ricardo Graboski, Fernando Duglosz (in memorian) e Severo Zavadaniak (in memorian) Campo Mourão - 1973 |
Representamos as cores do Colégio Estadual de Campo Mourão no desfile cívico dos 26 anos da emancipação política e econômica de nossa cidade, realizado por anos sempre no dia 10 de outubro. Atualmente só realizam o desfile comemorativo ao Dia da Independência (7 de setembro), o que eu acho mais correto.
Nessa época os desfiles eram levados a sério e, inclusive, valiam notas para quem participasse. Ensaiávamos nas empoeiradas ruas no entorno do Colégio Estadual, onde o asfalto só chegou bem mais tarde. E marchar era obrigatório, com o pé esquerdo tocando o solo sempre acompanhando o toque do bumbo da fanfarra.
Zeca Tabith, filho do pioneiro médico mourãoense José Luiz Tabith (eu e Elvira 'viemos ao mundo' pelas mãos dele) é arquiteto e professor na capital Paulista. Ele e família se mudaram para São Paulo no segundo semestre de 1974.
Marcos Kunzler, o Marcão, da Marcovic, é empresário de sucesso em Campo Mourão, no Mato Grosso e muito mais.
José Ricardo Graboski, o Graia, grande parceiro de futsal (no Colégio Estadual, Caramuru e Beccari) e futebol de campo (XV de Novembro, o Time do Chico), é proprietário da Graven Veículos, em Campo Mourão.
Fernando Duglosz, oftalmologista, faleceu muito novo, em abril de 2019, vencido por uma leucemia, e faz muita falta para todos nós.
Severo Zavadaniak Junior é outro que faleceu muito novo, em dezembro passado, após um infarto. Severo participou conosco das campanhas da Associação Tagliari bicampeã estadual em 1980 e no sexto lugar da Taça Brasil de Clubes Campeões de 1981, essa disputada em Cuiabá.
Já destaquei aqui (no Baú) que o Severo, por compromissos profissionais, só disputou as três últimas partidas da Taça Paraná de 1980 e que na primeira delas, contra a AABB de Londrina, ele entrou em quadra no meu lugar quando perdíamos por 3 a 1 e fez quatro gols (três deles iguaizinhos), virou o placar e garantiu nossa participação na final. Naqueles tempos o futsal era amador e todos trabalhavam durante o dia e os treinos eram realizados quase sempre intervalo entre o serviço e a escola noturna. Mas treinei muitas vezes após as aulas da noite e também das seis às sete da manhã, antes das aulas ou do trabalho. Severo, se não me engano, era funcionário do Banestado e só conseguiu a liberação para a fase final da competição.
Não consegui identificar os dois personagens agachados e nem aquele de chapéu lá atrás.
27 de fevereiro de 2015
O sucesso do handebol de Campo Mourão nos Jeup´s de 1979
5 de julho de 2013
Handebol Colégio Estadual de C. Mourão: campeão Jogos da Upes 1979
31 de julho de 2012
Diretores do Colégio Estadual de Campo Mourão
9 de abril de 2012
Terezinha Pepinelli e a 1a do Científico - Colégio Estadual de Campo Mourão
13 de janeiro de 2012
Colégio Estadual de Campo Mourão - Voleibol 1975
Coca é agrônoma e companheira do marido Pedro Staniszewski em suas aventuras, sempre pilotando a própria moto.
Maria do Carmo, a Kaká, faleceu em 1985, em um acidente aéreo, em Fortaleza. Clique na imagem para ampliar.
10 de fevereiro de 2010
Baú
Ele já foi Professor João D' Oliveira Gomes e agora voltou a ser como sempre foi chamado, Colégio Estadual de Campo Mourão, onde estudei de 1971 até 1977. Minhas melhores lembranças de vida escolar estão sempre nele e no Marechal Rondon.
Lembro com saudade da minha turma de primeiro ano, naquela época chamada primeiro ano ginasial, que tinha o Ney Piacentini, Fernando Duglosz, Ricardo Grabowski, Eder Klein, Antonio Sidnei Bandeira, Jorge Shimizu, é isso mesmo, apenas homens - de manhã estudavam os alunos e à tarde as alunas.
Como esquecer dos ótimos professores Ravache, Jader (meu companheiro de peladas, atualmente, no Clube dos Trinta), Ivone, Piazza, Nicon, Martello, e muitos outros.
Minhas primeiras competições esportivas ocorreram nos campeonatos internos de futsal que eram disputados antes das aulas da manhã (seis horas da manhã começavam os movimentos no Colégio para as disputas interclasses. Jogar naquela quadra de asfalto, no inverno ou no sol de verão, com aquela bola pesada do antigo futebol de salão, fez com que duras competições que enfrentei posteriormente se tornassem muito fáceis).
As melhores festas juninas eram as realizadas no Estadual (a imagem do Valdomiro Chornobai - in memorian- dançando quadrilha, todo caracterizado de caipira, sempre me vem a mente quando falo de festa junina). Comecei a namorar a "minha" Elvira lá, numa festa junina de 1976.
Os ensaios para os desfiles de 10 de outubro ou de sete de setembro era uma diversão só Frustação maior é não ter tocado nenhum instrumento na fanfarra, comandada pelo Gordo - Negrevalte Pedroso -in memorian. Como eu admirava o Nelson Bizoto tocando hiena, aquele tamborzão que para tocar é preciso fazer malabarismo com as baquetas. Marcelo Silveira tocava tuba, mas quase não dava para ver, por que a cabeçona dele tampava o instrumento. (hehehe).
Amigos queridos, com quem convivo até hoje, conheci no Estadual: Dayse Dezan, Maria José "Zuca" Durski Silva, Lorenilda Carvalho, Marcelo Silveira, Nelson Bizoto, Tauillo Tezelli, Ricardo Grabowski, Ney Piacentini, Sebastião Mauro, Laércio Daleffe. Clique nas imagens para ampliar.
(O Colégio surgiu do sonho do professor Ephigênio José Carneiro. Foi criado em 29/07/1955)
(Lei de 04/11/1965 decretou que o Colégio passasse a denominar-se Colégio Estadual de Campo Mourão. Em 1968, mudou-se para o prédio no qual está instalado até hoje, inaugurado oficialmente em 10/10/68 pelo Governador Paulo Pimentel)










