1 de dezembro de 2014

Historiadores traduzem única autobiografia de ex-escravo que viveu no Brasil

Mahommah Gardo Baquaqua, nascido no Norte da África no início do século XIX, trabalhou no país antes de fugir em Nova York

Do: O Globo


Que aqueles ‘indivíduos humanitários’ que são a favor da escravidão se coloquem no lugar do escravo no porão barulhento de um navio negreiro, apenas por uma viagem da África à América, sem sequer experimentar mais que isso dos horrores da escravidão: se não saírem abolicionistas convictos, então não tenho mais nada a dizer a favor da abolição.”

As palavras são de Mahommah Gardo Baquaqua, ex-escravo nascido no Norte da África no início do século XIX e que trabalhou no Brasil antes de fugir das amarras da servidão em Nova York, em 1847. O trecho consta do livro “An interesting narrative. Biography of Mahommah G. Baquaqua” (“Uma interessante narrativa: biografia de Mahommah G. Baquaqua”, em tradução livre), lançado assim mesmo, em inglês, pelo próprio ex-escravo, em Detroit, no ano de 1854, em plena campanha abolicionista nos EUA. A obra jamais foi traduzida para o português, permanecendo desconhecida do público brasileiro.


No entanto, com apoio do Ministério da Cultura e do Consulado do Canadá, o professor pernambucano Bruno Véras, de 26 anos, resolveu se debruçar sobre o documento, ajudado por outros dois pesquisadores. Ele viajou ao Canadá, onde buscou vestígios de Baquaqua e consultou os originais do livro, cuja primeira edição em português deve ser lançada no Brasil até o fim do ano que vem.

– Baquaqua sempre foi um personagem que me intrigou. Ele escreveu a única autobiografia de um africano escravizado em terras brasileiras. Nos EUA e na Inglaterra existem vários desses relatos, que tinham uma função abolicionista. No Brasil, só um. E, apesar disso, Baquaqua não é conhecido em nossa História nem em nossos livros didáticos – conta Véras.

Os historiadores Paul Lovejoy e Robin Law, por exemplo, republicaram o livro nos anos 2000, ainda no idioma de Shakespeare. Segundo consta dos registros da edição original, parte da obra foi ditada para o escritor Samuel Moore, responsável também por editar a história do escravo.

DUAS VEZES ESCRAVIZADO

A trajetória extraordinária desse personagem começa nos anos 1820, em Dijougou, onde hoje é o Norte do Benim. Filho de um proeminente comerciante, o pequeno Mahommah Baquaqua estudou em uma escola islâmica para ter acesso ao Corão, adquirindo conhecimentos de leitura e de matemática. Suas habilidades logo lhe permitiram atuar em importantes rotas comerciais que ligavam o então califado de Socoto e o extinto Império Ashanti, que rivalizavam no tráfico de escravos e no domínio de regiões da África Ocidental.

Baquaqua foi preso e feito escravo pelos Ashanti enquanto vendia grãos, noz de cola e outras especiarias para o front de guerra. Mesmo sendo recomprado e libertado pelo seu irmão, acabou novamente detido pouco tempo depois por tentar roubar e ingerir bebida alcoólica perto de Dijougou, algo próximo a um pecado capital para uma localidade dominada pelo Islã.

Baquaqua não pôde contar com a sorte daquela vez. Novamente escravizado, foi levado para a cidade litorânea de Uidá, importante porto de onde saía grade parte dos cativos destinados ao Novo Mundo. É a partir desse ponto que a autobiografia ganha seus contornos mais emocionantes:

“Quando estávamos prontos para embarcar (para as Américas), fomos acorrentados uns aos outros e amarrados com cordas pelo pescoço e, assim, arrastados para a beira-mar. Uma espécie de festa foi realizada em terra firme naquele dia. Não estava ciente de que essa seria minha última festa na África. Feliz de mim que não sabia”, escreveu o escravo.

Se, antes, os brasileiros tinham conhecimento do ambiente de um navio negreiro por meio das descrições de historiadores ou de famosos poemas como o de Castro Alves, agora poderão ter um relato vivo de uma testemunha de um dos piores capítulos da História da humanidade:

“Fomos arremessados, nus, porão adentro, os homens apinhados de um lado, e as mulheres de outro. O porão era tão baixo que não podíamos ficar de pé, éramos obrigados a nos agachar ou nos sentar no chão. Noite e dia eram iguais para nós, o sono nos sendo negado devido ao confinamento de nossos corpos.”

Comida e bebida eram escassos na viagem, havendo dias em que os escravos não ingeriam absolutamente nada. “Houve um pobre companheiro que ficou tão desesperado pela sede que tentou apanhar a faca do homem que nos trazia água. Foi levado ao convés, e eu nunca mais soube o que lhe aconteceu. Suponho que tenha sido jogado ao mar”, conta Baquaqua.


Pernambuco foi o destino do navio que levava nosso personagem, que desembarcou em 1845. De início, foi levado para uma lavoura nos arredores de Olinda, onde conheceu a dureza da escravidão brasileira: “o fazendeiro tinha grande quantidade de escravos, e não demorou muito para que eu presenciasse ele empregando livremente seu chicote contra um rapaz. Essa cena causou-me uma impressão profunda, pois, é claro, imaginei que em breve seria o meu destino”.

Baquaqua tratou da violência do senhor, chamando-o de “tirano”. Trabalhando como padeiro, o escravo inicialmente prestava os serviços com dedicação, mas ao ver que seu “patrão” nunca ficava satisfeito, entregou-se às bebidas e evitou o serviço. Acabou revendido para outro comerciante, desta vez no Rio de Janeiro.

“Meus companheiros não eram tão constantes quanto eu, sendo muito dados à bebida e, por isso, eram menos rentáveis para o senhor. Aproveitei disso para procurar elevar-me em sua opinião, sendo muito prestativo e obediente, mas tudo em vão; fizesse o que fizesse, descobri que servia a um tirano e nada parecia satisfazê-lo. Então comecei a beber como os outros e, assim, éramos todos da mesma laia, mau senhor, maus escravos.”

Na capital do Império, devido aos seus conhecimentos de matemática e literatura, o escravo atuou dentro de um navio especializado no comércio de charque entre o Rio Grande do Sul e a Corte.

Mas foi uma encomenda de café para Nova York que mudou sua vida completamente. Naquela época, os estados do Norte dos Estados Unidos já tinham abolido a escravidão, fato que não passou despercebido por Baquaqua. “A primeira palavra que meus dois companheiros e eu aprendemos em inglês foi F-R-E-E (L-I-V-R-E); ela nos foi ensinada por um inglês a bordo e, oh!, quantas e quantas vezes eu a repeti.”

Baquaqua tentou fugir do navio ao desembarcar em Nova York, mas logo acabou preso. Com a ajuda de abolicionistas locais, o escravo conseguiu escapar da prisão e rumou para o Haiti. Ficou por lá durante dois anos, período em que se converteu ao cristianismo, ingressando na Igreja Batista Abolicionista. De volta aos Estados Unidos, em 1850, o já liberto africano frequentou aulas de inglês por três anos no Central College, numa localidade então conhecida como MacGrawville, hoje parte de Nova York.

RELATO SIMILAR AO DE FILME QUE GANHOU OSCAR

Mas foi em Detroit que Baquaqua publicou seu livro, numa tentativa de arrecadar fundos para a campanha abolicionista. A autobiografia – chave do seu engajamento na luta abolicionista (que o levou até mesmo à inglesa Liverpool, em 1857, último lugar onde se teve notícia de Baquaqua) – é contemporânea e guarda similaridade com a de Solomon Northup. Americano nascido livre e escravizado no Sul dos Estados Unidos, ele teve sua obra adaptada para o cinema em 2013, com o título “Doze anos de escravidão”. O filme americano venceu o Oscar em três categorias, inclusive a de melhor longa-metragem.

– O contexto em que o livro de Solomon Northup foi publicado é o mesmo do de Baquaqua. Abolicionistas incentivavam ex-escravos a escrever relatos do cativeiro e mobilizar a opinião pública. Nada melhor do que o próprio escravo para contar como era a escravidão – afirmou Véras, que também trabalha para lançar um site somente sobre o ex-escravo, reunindo vídeos, fotos e arquivos de época.

Essa fascinante história também virou tema de um pequeno documentário em 2012, produzido por pesquisadores da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), em parceria com professores da rede de ensino do estado. Paulo Alexandre, conhecido nacionalmente por reproduzir os principais acontecimentos da Segunda Guerra Mundial no Facebook, foi um dos que participaram da produção.

Segundo ele, o personagem pode ser trabalhado em sala de aula como uma história de superação e de luta contra os estereótipos em torno do escravo:

– Meus alunos ficam impressionados quando lhes conto sobre Baquaqua, pois todos tinham aquela velha ideia de escravo submisso, aquele indivíduo sem nome nem identidade, que só sabia apanhar e trabalhar. Ninguém imagina que ele poderia ser uma pessoa inteligente, empreendedora, que consegue a liberdade a partir do próprio esforço.

Assista abaixo às duas partes do documentário de 2012.



28 de novembro de 2014

As equipes do novo campeonato interno do Clube dos 30

Nesse domingo, dia 30, começa o campeonato interno 2014/15 do Clube dos Trinta. Como em todos eles, as equipes são separadas de uma forma que todas elas ficam muito equilibradas, mas depois que começam os jogos sempre tem duas ou três que se destacam, pela união e comparecimento dos craques, e acabam decidindo o título,

Nos Trinta é assim: a bola rolando, jogadores disputando a bola e o Newton e o Pelé conversando ali no cantinho esquerdo. Deviam estar combinando sinal para o jogo de truco que viria logo a seguir (foto: Fábio Nogaroli)
Essa fiz questão de postar para mostrar como é dura a vida de artilheiro: Antonio Kiwel sempre marcado pelos implacáveis defensores Versi e Tomadom. Aqui o Pelé não estava conversando com ninguém !!!??? (foto: Fábio Nogaroli)  
Da mesma forma ocorre o inverso e as equipes que contam com jogadores que faltam bastante, não colaboram no jogo coletivo, acabam disputando o barril, que vem a ser a decisão do último lugar. Chamamos de barril por que antigamente o pior time pagava uma taxa equivalente ao valor de um barril de chopp (que o Kiwel e o falecido compadre dele Teodoro Sora bebiam sozinhos). Atualmente é cobrada uma caixa de cerveja de cada componente do time que for o último lugar. Fico sempre com a impressão que essa decisão, do barril, é encarada com mais seriedade do que a do título de campeão. José Tomadom é o maior pagador de barril do Clube e todos torcem para não cair no time dele. Mas ele anda animado por que agora tem o Jair Ferreira, da Nova.Com Informática que em quatro campeonatos que participou em todos eles decidiu o barril. Claro que derrotou o time do Tomadom, mas já deixa o mano do Da Guia animado por que parece ter pintado um sucessor aí. 

Adionir Ramos, o primeiro e único, diz que o sorteio dos times é feito por um computador da Nasa por isso o equilíbrio nas equipes, mas fiquei com a impressão que a máquina americana 'bugou' e reuniu todos os mais velhos na minha equipe nesse campeonato. Me parece que vamos do título de campeão do último campeonato para a disputa do barril. Já estou economizando! Veja como ficou divididos os times:

  

Mercedes Sosa e Chango Spasiuk - "El Cosechero"


Mercedes Sosa (San Miguel de Tucumán, 9 de julho de 1935 — Buenos Aires, 4 de outubro de 2009) foi uma cantora argentina, uma das mais famosas na América Latina. A sua música, tem raízes na música folclórica argentina. Ela se tornou uma das expoentes do movimento conhecido como Nueva canción. Apelidada de La Negra pelos fãs, devido à ascendência ameríndia (no exterior acreditava-se erroneamente que era devido a seus longos cabelos negros), ficou conhecida como a voz dos "sem voz".


Horácio "Chango" Spasiuk (nascido em 23 de setembro de 1968, em Apóstolos, Misiones) é um músico e sanfoneiro argentino.



El cosechero
(Ramón Ayala)

El viejo río que va
Cruzando el amanecer
Como un gran camalotal
Lleva la balsa en su loco vaivén

Rumbo a la cosecha, cosechero yo seré
Y entre copos blancos mi esperanza cantaré
Con manos curtidas dejaré en el algodón
Mi corazón

La tierra del chaco quebrachera y montaraz
Prenderá en mi sangre con un ronco sapucay
Y será en el surco mi sombrero bajo el sol
Faro de luz

Algodón que se va, que se va, que se va
Plata blanda mojada de luna y sudor
Un ranchito borracho de sueños y amor
Quiero yo

De Corrientes vengo yo
Barranquera ya se ve
Y en la costa un acordeón
Gimiendo va su lento chamamé

Casablanca Videolocadora: lançamentos da semana





BALA PERDIDA












Toyota cria versão estilizada de carro inspirado no Bob Esponja


Nickelodeon e Toyota se uniram recentemente para fazer um carro que vive em um abacaxi no fundo do mar. Atualmente em exibição no Los Angeles Auto Show 2014 , o carro-conceito temático Bob Esponja-foi criado para promover a Toyota Sienna e o filme "Spongebob: Esponja Out of Water ".


Caso você não tenha notado, a frente do carro foi customizado para se parecer com o rosto de Bob Esponja. Os globos oculares bloqueando o pára-brisa são removíveis, porque você sabe, perigo para a segurança. No topo há um detalhe bonito: uma varinha bolha que realmente sopra bolhas!

Mas espere, ainda há mais. No interior, os bancos foram estofados para imitar caráter cores do show. Confira passeios Patrick espingarda. Para um volante, tem roda de um navio em seu lugar. Quanto à segurança? Eles têm uma bóia de vida na parte de trás!



As ilhas mais perigosas do mundo

ATOL DE BIKINI, ILHAS MARSHALL
Apesar de alguns turistas se arriscarem, este lugar do Pacífico é extremamente perigoso por conta de sua altíssima radioatividade. Durante a Segunda Guerra Mundial, mais de 20 bombas nucleares foram lançadas no local para testes. Os moradores foram evacuados, mas alguns ainda permanecem por lá.

MIYAKE-JIMA, JAPÃO
A pequena ilha japonesa tem um dos vulcões mais ativos do mundo. Para se ter uma ideia, a última erupção durou quatro anos (2000-2004). O local foi totalmente evacuado pelas autoridades, mas um ano depois alguns moradores decidiram retornar à ilha. Desde o ocorrido, o vulcão continua expelindo uma grande quantidade de gás sulfúrico e, por conta disso, os habitantes são obrigados a andar com máscaras de gás ocasionalmente.

ILHA RAMREE, MYANMAR
Após um terrível acontecimento, a ilha ganhou fama por conta do "maior desastre sofrido por homens atacados por animais". Durante a Segunda Guerra Mundial, os soldados japoneses foram forçados a andar nos pântanos da ilha. Porém, o que eles não sabiam é que o local era habitado por milhares de crocodilos, que acabaram matando cerca de 400 pessoas.

ILHA REUNION, OCEANO ÍNDICO
Conhecida pelo belíssimo Parque Nacional da Reunion, considerado Patrimônio Mundial da UNESCO, a ilha ficou famosa também por ser o lugar com mais ataques de tubarão no mundo. O local é um destino muito procurado para quem quer relaxar nas areias das praias e curtir a natureza, apesar dos ataques constantes dos predadores. Para proteger os viajantes e preservar os animais, o governo proibiu a natação, o surfe e outros esportes aquáticos nas praias.

ILHA DA QUEIMADA GRANDE, BRASIL
Também conhecida como a "Ilha das Cobras", este lugar é considerado o maior serpentário natural do mundo, com um surpreendente número de cinco serpentes por metro quadrado. Além disso, possui a cobra com o veneno mais potente do planeta, a Jararaca-ilhoa. Localizada a 35 quilômetros da costa de São Paulo, o acesso à ilha é proibido. Apenas analistas ambientais do Instituto Chico Mendes de Conservação e Biodiversidade têm autorização para explorar o lugar.

SABA, ANTILHAS HOLANDESAS, CARIBE
Apesar de ser uma ilha charmosa nas Antilhas Holandesas, com montanhas e bucólicos vilarejos, visitar Saba pode ser bem perigoso: o local foi atingido por mais furacões do que qualquer outra região do planeta. Os ventos chegam a até 250 km/h e as tempestades são extremamente violentas. Por conta disso, o local abriga um dos aeroportos mais perigosos do mundo, com uma pista de 400 metros à beira-mar.

ILHA GUINARD, ESCÓCIA
Durante a Segunda Guerra Mundial, a pequena ilha em território escocês foi usada para testes de armas biológicas. Uma das substâncias mais fortes utilizadas no local foi o vírus Antraz, que matou centenas de ovelhas. Essa tragédia fez a ilha ser colocada em estado de quarentena na época. Nos anos 1980, a região foi descontaminada.

ILHA DE FERNANDINA, EQUADOR
Considerada a ilha oceânica mais antiga do mundo, a Ilha de Fernandina, em Galápagos, não sofreu nenhuma modificação ao longo dos seus 750 mil anos, visto que não há sinal algum de interferência humana. Além de ter um dos vulcões mais ativos do mundo, o local é o lar de milhares de animais perigosos.

RANGIROA, POLINÉSIA FRANCESA
Mergulhar nas águas cristalinas da Polinésia Francesa pode não ser tão agradável se você escolher visitar o atol de Rangiroa. A ilha, localizada em uma das regiões mais paradisíacas do mundo, possui uma enorme quantidade de tubarões! [MSN Viagem]

27 de novembro de 2014

Tupamaros na quadra de futsal do Estádio RB - 1970

Gilmar Fuzeto publicou em sua página no Facebook foto dos Tupamaros, a primeira equipe com a qual participou de um campeonato de futsal (naquela época ainda era futebol de salão), em 1970.

Nessa época os jogos eram realizados na quadra de asfalto do Estádio Municipal Roberto Brzezinski, que ficava mais ou menos onde atualmente está a piscina municipal. Os tênis de hoje naquela quadra áspera não aguentariam mais de uma partida. Já os Conga...  

José Zelner era o dono do time e pelo chapéu já devia imitar aquele coronel dono do União Bandeirantes (Meneghel). Zelner é um dos sócios fundadores do Clube dos Trinta e faz tempo que não aparece por lá para ver os amigos e 'jogar conversa fora'. 

Pedro Cordeiro é bancário em Campo Mourão e gosta de pregar uma peça nos amigos (confirma Versi?). 

Carlito Roeder está morando no norte do Brasil. Mudou para lá para ficar perto da filha que é Juiza de Direito em Rondônia. 

Paulo Gilmar Fuzeto, professor de educação física, atualmente é o gerente geral da Arcam, a associação dos funcionários da Coamo.

Jorge Kiwel é produtor rural em Campo Mourão e é outro que está devendo umas visitas nos Trinta.

Ezoel Pereira mudou-se para Balneário Camboriú (acho que vou eu visitá-lo), onde ganha a vida como ganhava aqui, no ramo imobiliário. Ele é aquele que disse que quando a contusão era na batata da perna sarava em poucos dias. Agora que é panturrilha leva uma eternidade.  

Joaquim Tomadon, o Da Guia, reside em Curitiba. Se alguém ainda não sabia por que o apelido Da Guia, a foto esclarece ao mostrá-lo muito parecido com o Ademir da Guia, craque do Palmeiras dos anos 1960/70 (vejam abaixo).     


Tupamaros - Estádio RB - 1970
em pé: José Zelner, Pedro Cordeiro, Carlito Roeder e Paulo Gilmar Fuzeto
agachados: Jorge Kiwel, Ezoel Pereira e Joaquim "Da Guia" Tomadom
Movimento de Liberação Nacional - Tupamaros (MLN-T), ou simplesmente Tupamaros, foi uma organização marxista-leninista uruguaia de guerrilha urbana , que operou nas décadas de 1960 e 1970, antes e durante a ditadura civil-militar no Uruguai (1973-1985). Por que eles colocaram esse nome ninguém sabe dizer e eu não entenderia fosse qual fosse a razão. kkk

Ademir da Guia

Bob Dylan - "Jokerman"

Dylan em 1966
Bob Dylan (nome artístico de Robert Allen Zimmerman; Duluth, 24 de maio de 1941), é um cantor e compositor norte-americano de música Folk.

Em 2004, foi eleito pela renomada revista Rolling Stone o 7º maior cantor de todos os tempos e, pela mesma revista, o 2º melhor artista da música de todos os tempos, ficando atrás somente dos Beatles, e uma de suas principais canções, "Like a Rolling Stone", foi escolhida como a melhor de todos os tempos. Influenciou diretamente grandes nomes do rock americano e britânico dos anos de 1960 e 1970. Em 2012, Dylan foi condecorado com a Medalha Presidencial da Liberdade pelo presidente dos Estados Unidos Barack Obama.

Quem nunca teve vontade de fazer isso?


Diga-lá, você nunca teve vontade de fazer o que a senhora faz no vídeo abaixo?


Claro que se trata de uma peça de humor, mas retrata bem o nosso cotidiano cheio de gente falando ao celular o tempo todo, na recepção do médico, no cinema, dirigindo... 
Pior aqueles que falam sem se incomodar com quem está ao lado. Tem alguns que falam tão alto, que um pouquinho mais e nem telefone precisariam. Agora, risada como a da mulher do vídeo eu nunca tinha visto.

Separados no Nascimento: Lambari e Márcio Ceará

Beg Campos, um dos maiores consumidores de cerveja artilheiros que já passou pelo Clube dos Trinta, não perde a oportunidade de zoar com o amigo e parceiro de trabalho, bebidas e futebol Anderson Carolo Pedroso, também conhecido como Lambari, que, diga-se, também não perde a chance de brincar com os amigos.

Pois não é que o Beg encontrou um irmão gêmeo do Lambari: simplesmente um tal de Márcio Ceará, um dos bandidos mais procurados pela polícia do Ceará e que foi preso recentemente em São Paulo. Confiram:


Beg e Lambari mudaram recentemente de Campo Mourão para Indaial, em Santa Catarina, onde ganham a vida no ramo de confecção junto do patrãozinho Ângelo Versi Sequinel Filho. O Márcio Ceará não sei onde está, mas torço para nunca aparecer por aqui para reclamar da brincadeira.

Imagens mostram pela primeira vez o diabo negro do mar

Espécie foi filmada na Baía de Monterey, na Califórnia, a uma profundidade de 580 metros


Boca escancarada, dentes afiados, olhos que parecem de vidro e uma haste luminosa sobre a cabeça. Essas características peculiares e um tanto estranhas pertencem a uma espécie animal com um nome igualmente assustador: o diabo negro do mar. O peixe foi filmado pela primeira vez na semana passada por uma equipe do Instituto de Pesquisa do Aquário de Monterey, na Califórnia, que divulgou o vídeo com as imagens inéditas.

Segundo a revista National Geographic, a filmagem foi feita no Canyon de Monterey, usando um veículo de operação remota. O diabo negro, uma fêmea com aproximadamente nove centímetros de comprimento, foi flagrado a uma profundidade de 580 metros. Segundo o instituto, as imagens ajudarão na pesquisa de espécies que habitam a região.

O demônio negro do mar já havia sido apresentado na ficção. Na animação Procurando Nemo, ele aparece em uma das cenas perseguindo o personagem principal.

Veja o vídeo:



(via: Gazeta do Povo)

25 de novembro de 2014

No Baile do Havaí da Arcam - 2014

Sábado passado teve o tradicional Baile do Havaí da Arcam, a associação de funcionários da Coamo, e como sempre deu tudo muito certo, o tempo colaborou, a organização impecável e muita gente bonita se divertindo por lá. Para comprovar, mostro foto do álbum da lindíssima e simpática Raquel Sumiê, amiga da minha filha mais nova Marina e colega de trabalho dos genros Peter e Alex.

Aline Bazan, Diego Denéga, Peter Fell, Andressa Ferraz, Fernando Scaraveli, Silvio Sakuma, Raquel Sumiê e Marina Lima Fell
Baile do Havaí da Arcam - 2014
 

Betty and the Boy - "The Wreckage"


Betty and The Boy é uma banda de pop rock americana.

30 lojas online para evitar na Black Friday

Na próxima sexta-feira, 28, acontece mais uma edição da Black Friday Brasil, evento que oferece 24 horas de descontos no varejo. Para evitar golpes na internet, é recomendável redobrar a atenção: ficar atento a possíveis sites falsos e verificar a idoneidade das páginas são atitudes importantes na hora de realizar a compra.


Consultar a lista das páginas não recomendadas pelo Reclame Aqui é outra medida útil. O ranking abaixo, elaborado recentemente, lista os 30 endereços com a pior reputação no País. Juntos, eles somam quase 50 mil queixas, com índice médio de resolução de apenas 34%. 

Confira abaixo os sites não recomendados:

1. Goji Actives – Herbalist
 7792 reclamações, índice de solução de 38,5%

2. Best Mania
4819 reclamações, índice de solução de 12,1%

3. Mente Urbana
4233 reclamações, índice de solução de 30%

4. Clickaê
2151 reclamações, índice de solução de 40,7%

5. OrangeMix
1944 reclamações, sem índice de solução

6. Eletro MM
1882 reclamações, sem índice de solução

7. Pelicano Compras
1824 reclamações, índice de solução de 18,4%

8. Shopping do Gugu
1771 reclamações, sem índice de solução

9.Gabriela Moda e Presentes
1651 reclamações, índice de solução de 44,3%

10. LuCunha store
1423 reclamações, índice de solução de 38,5%

11. Liquida Bay
1387 reclamações, índice de solução de 37,4%

12. Wikee Imports
1375 reclamações, índice de solução de 36,8%

13. Mundo DIX
1181 reclamações, sem índice de solução

14. Xingui Lingui
1160 reclamações, sem índice de solução

15. Forasteiro.com
1131 reclamações, índice de solução de 30,9%

16. TotalClique.com
1124 reclamações, índice de solução de 23,2%

17. TMania
1070 reclamações, índice de solução de 10,3%

18. Dona Dona
1060 reclamações, índice de solução de 36,6%

19. ImportaFácil.net
1001 reclamações, índice de solução de 20,2%

20. Flor de Menina Makeup
894 reclamações, índice de solução de 67,4%

21. 3D Import
808 reclamações, índice de solução de 37%

22. MundialBooks
800 reclamações, índice de solução de 54,8%

23. Isto é ofertas
774 reclamações, sem índice de solução

24. Guguilu
757 reclamações, índice de solução de 39,7%

25. Global Shop
729 reclamações, índice de solução de 16,4%

26. Abracadabra Móveis e Deco
728 reclamações, índice de solução de 55,6%

27. Makro Eletro
726 reclamações, sem índice de solução

28. Cia da pechincha
716 reclamações, índice de solução de 37,5%

29. Karol Doll makeup
683 reclamações, índice de solução de 51,9%

30. Zazzle.com.br
596 reclamações, índice de solução de 91,5%

O Reclame Aqui criou um site especial para a Black Friday. Aqui é possível saber a reputação das lojas participantes e evitar problemas. Neste link, você confere todas as redes participantes da Black Friday. [Olhar Digital]

Vídeo: Como funciona o motor de um carro flex


Apesar de ter crescido dentro de um oficina (elétrica) de automóveis nunca me interessei muito por carros. Não sou daqueles entendidos de mecânica ou de elétrica e muito menos de ficar lavando, polindo e incrementando o 'possante'. Conheci pessoas que não tinham onde morar, mas o carro era sempre do ano ou mais cuidado do que a esposa dele.

Mas, sendo contraditório, não sei explicar isso, sobre como funcionam os motores, as peças que formam o conjunto todo, seja de um carro, um liquidificador ou um foguete espacial sempre quis e continuo querendo aprender como tudo se 'une e dá certo'. Só não me peçam para consertar nada. Toda vez que desmontei algum aparelho, sobrou peças na hora de montar.

Encontrei esse vídeo, do Olhar Digital, que mostra como funcionam os motores flex e fiquei surpreso em saber que existem outras combinações além do etanol e a gasolina. Assistam!

Delícia de banho


'Minha' Elvira me mostrou um vídeo em que um cavalo invade uma piscina de plástico para se refrescar. Por coincidência encontrei esse na página pessoal do professor mourãoense Osmar Sá no Facebook. Curtam!!!