24 de outubro de 2011

Atividades físicas diminuem risco de morte precoce em 40%

Tarefas domésticas e lazer moderados também reduzem a taxa
 
Muitas pesquisas já evidenciaram a relação direta entre a prática de atividades físicas e a 
melhora na saúde. Agora, um estudo publicado noInternacional Journal of Epidemology investigou a ligação entre os diferentes níveis de exercícios, incluindo trabalhos domésticos, transporte e lazer, com todas as causas de mortalidade. O projeto foi realizado com a colaboração de cientistas de saúde pública e epidemiologistas das Universities of Bern, localizadas na Suíça e no Reino Unido.
 
A pesquisa foi baseada na revisão de 80 estudos que, no total, contabilizaram um milhão e trezentas mil pessoas. Os participantes foram acompanhados por cerca de 11 anos e tiveram avaliados fatores influentes no risco de morte prematura, como tabagismo, consumo de álcool, pressão arterial e nutrição.
 
Os resultados apontaram que pessoas que fazem uma hora de atividades diárias ou de lazer de intensidade leve a moderada, como jardinagem, caminhada, bicicleta e tarefas domésticas, têm um risco 4% menor de mortalidade precoce. A porcentagem sobe para 9% quando as atividades são intensas e aeróbicas.
 
Já aqueles que seguiam a recomendação mínima estipulada pela Organização Mundial de Saúde (OMS), que é de 150 minutos de exercício físico regular semanalmente, o risco de mortalidade era 22%. Por fim, aqueles que realizavam cerca de 300 minutos de exercícios físicos moderados por semana apresentaram um risco de mortalidade precoce 40% menor.
 
Para os cientistas, a mensagem é clara: qualquer atividade física é melhor do que o sedentarismo e mesmo as atividades físicas diárias as quais estamos sujeitos estão associadas a um risco de mortalidade precoce menor. No entanto, aqueles que pretendem começar um treino precisam procurar orientação profissional e não devem exagerar na intensidade para não sofrer lesões e eventos cardíacos adversos.
 
Aposte em exercícios para a saúde do seu coração
Para garantir um coração saudável, os médicos recomendam um remédio milagroso: movimentar o corpo. Quando fazemos exercícios regularmente, o coração trabalha com mais eficiência e sem ter que fazer tanto esforço. O sangue flui melhor e as artérias e vasos ficam mais flexíveis e saudáveis. Tudo isso previne o risco de doenças cardiovasculares, como infarto, colesterol alto, derrame e hipertensão. Assim, confira, a seguir, algumas opções de atividades que favorecem a saúde cardiovascular.
 
1. Corrida
De acordo com o médico do esporte Ricardo Munir Nahaf, da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte (SBMEE), depois de algum tempo de prática, seu organismo passa a economizar energia para realizar algumas tarefas. Essa economia gerada pelo condicionamento físico é que impede que ele se sobrecarregue, facilitando o controle de pressão, colesterol e peso.
 
2. Caminhada ao ar livre
Para afastar o perigo da hipertensão, aposte nas caminhadas. As passadas reduzem a pressão arterial na primeira hora e, o que é melhor ainda, essa queda se mantém nas 24 horas seguintes. Essa foi a conclusão de uma pesquisa da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP), da USP. Isso acontece porque durante a prática do exercício, o fluxo de sangue aumenta, levando os vasos sanguíneos a se expandirem, diminuindo a pressão.
 
3. Natação
São vários os benefícios de quem opta pela modalidade, principalmente quando se está fora de forma. Dois desses benefícios são o baixo impacto nas articulações e a melhora do processo cardiorrespiratório.
 
4. Varie os exercícios
Os grandes especialistas em saúde cardiovascular sugerem que a variação da modalidade é mais benéfica do que a manutenção da mesma atividade aeróbia. "Desta forma, se eu faço natação na segunda-feira, corrida na quarta-feira e pedalo no final de semana, eu propicio maior benefício à saúde cardiovascular do que a mantendo o mesmo gasto esportivo", aponta o professor de educação-física. A variação de treino contínuo e intervalado também mostrou-se mais eficaz no aumento do consumo de oxigênio. (via: Minha Vida)

Paulinho Mixaria e o jogo de Bocha

21 de outubro de 2011

Pedagogia da Unespar

Foto mostra alunos do primeiro ano de Pedagogia da Unespar/Fecilcam durante comemoração de Chá de Cozinha da acadêmica Katiuscia, colega de turma da minha filha Marina.

1- Laise, 2- Rose, 3- Rafaela, 4- Ana Paula, 5- Maristela, 6- Sara, 7- Lilian, 8- Paula, 9- Joice, 10- André, 11- Katiuscia, 12- karen, 13- Jessica, 14- Neusa, 15- Lidia, 16- Érica, 17- Dayana, 18- Carla, 19- Anderson, 20- Bruna, 21- Islayne, 22- Amanda, 23- Marina e 24- Lucilene

Frejat - "Bete Balanço" (ao vivo no Rock In Rio 2011)



Casablanca Videolocadora: lançamentos

Até Que as Mentira nos Separe












Campeões em Curitiba 1978

Ricardo "Bruca" - 2011
Ontem foi aniversário do Ricardo "Bruca" Alípio Costa -- e também do Getulinho Ferrari, Clermont D'Ávila Sobrinho e do doutor Rubens Sartori -- e com a ajuda dele conto uma conquista que juntos tivemos defendendo as cores do Colégio Estadual do Paraná, láááááááá em 1978. 

Campeões dos Jogos Metropolitano Estudantis de Curitiba - 1978 

1978. Ricardo Alípio Costa, Dagoberto Lüdek, Neyzinho Kloster e eu fazíamos cursinho em Curitiba. Quando soubemos da realização dos Jogos Metropolitanos Estudantis de Curitiba procuramos nossos colégios para saber como participar na modalidade de handebol. No Positivo, onde estudava junto com o Ney, fui preterido pelo treinador da equipe e esnobado pelo melhor atleta do colégio, que por sinal estudava na mesma sala do Terceirão comigo.  No Dom Bosco, Ricardo, o Bruca, e Dagoberto foram informados que o colégio não teria equipe no handebol masculino.

Neyzinho Kloster - 1977
Fomos então convidados para treinar com o Colégio Estadual do Paraná. O treino era feito em quadra descoberta e piso de asfalto. O primeiro jogo-treino foi contra o Colégio Barddal na quadra deles. Foi um passeio, fizemos gols até de pensamento, resultando no convite para representarmos o Estadual na competição.

Como não pertencíamos ao Colégio Estadual eles nos matricularam em cursos noturnos. De sacanagem, fui inscrito no curso de Técnicas Culinárias, ou algo assim. Sofri na mão dos amigos por causa do ‘curso escolhido’.

Dagoberto Lüdek - 1977
Na verdade o time era uma verdadeira seleção, com os quatro mourãoenses ao lado de craques como Gabriel Carazzai, Carlinhos, Armando, Mitsuashi. O goleiro Armando e o armador Gabriel anos depois representaram Campo Mourão em competições de alto nível.

Os comentaristas esportivos da época diziam que era um torneio feito para duas equipes disputarem a final: Positivo x CEFET, este treinado pelo falecido professor Mauro Rodinski, então técnico da Seleção Brasileira. Estas duas equipes contavam com atletas de ponta e técnicos renomados e estudiosos, enquanto nossa equipe, reunida a poucas semanas da competição, era treinada por técnico muito apaixonado pela modalidade, porém modesto se comparado aos treinadores de Campo Mourão.

Na primeira rodada jogamos contra o poderoso CEFET no Ginásio do Tarumã em noite inspirada do nosso time. Nós, os quatro mourãoenses, não sentimos o peso da partida nem da rivalidade entre os curitibanos do CEFET e do nosso time. Jogamos como se estivéssemos treinando no Ginasinho JK. Para irritação do professor Mauro Rodinski, vencemos com certa facilidade, estando à frente do placar o jogo inteiro.

Na rodada seguinte, também no Ginásio do Tarumã perdemos para o Colégio Positivo por um escore apertado lançando a sorte das três equipes para o último jogo entre o CEFET e o Positivo no Ginásio da Praça Oswaldo Cruz.

Ricardo 'Bruca' - 1979
O jogo teve cobertura da TV Iguaçu e as torcidas das duas escolas rivais (CEFET e Positivo) lotaram o ginásio. O CEFET deveria vencer o Positivo por uma diferença de seis gols e ao Positivo bastava uma vitória simples para sagrar-se campeão. O CEFET venceu, mas por uma diferença de quatro gols consagrando o Colégio Estadual do Paraná como o grande vencedor do torneio. Nossa equipe foi assistir ao jogo como se estivesse indo ao cinema, de calça jeans, camiseta e tênis.

No pódium as três equipes perfiladas. Nós ao centro de calça jeans e camiseta (medalha de ouro), ao lado de duas equipes que pareciam ter saído de uma guerra (detonadas), medalha de prata para o CEFET e medalha de bronze para o Positivo. 

Fomos muito elogiados em uma mesa redonda promovida pela TV Iguaçú, especialmente pelo Professor Rodinski que acreditava que tínhamos nos preparado muitos meses antes da competição contemporizando os palpites em sua equipe do CEFET.

Luizinho F. Lima - 1977
Eu me diverti muito, por mais de uma semana, quando chegava de manhã no Positivo e praticamente esfregava a medalha na cara do craque do colégio que me esnobou. Sentávamos na mesma fila, ele na ponta e eu no meio, e como sempre cheguei atrasado ele era obrigado a ‘me engolir’. Mas ele tirava de letra, principalmente depois que nos encontramos meses depois nos Jogos Abertos do Paraná, ele representando Nova Esperança e eu e Ricardo as cores mourãoense, e demos um ‘chocolate’ no time dele.

Rolmops & Catchup

Pancho. Gazeta do Povo


20 de outubro de 2011

A festa do amarelo e dos costelões dos Gonzaga

Do álbum do Rômullo Aguiar, foto mostra ele junto da mana Priscila e o pai Luiz Gonzaga de Oliveira Aguiar, o Gonzaguinha. 

Rômullo conta que no último dia 8, para comemorar o aniversário da mana e do pai, realizaram a festa do amarelo, em que todos os presentes se vestiram com essa cor, 'bebemoraram' muito e ainda tiveram essas delicias de costelas assadas no chão para saborear. Nem a chuva atrapalhou, afirmou o Rômullo, via Facebook.

Advogado e sócio proprietário da Imobiliária Tapowick, Gonzaguinha é amigo de longa data e uma hora dessas quero me animar e contar o porquê dele andar sempre de terno. Clique na imagem para ampliar.


Rômullo, Priscila e Luiz Gonzaga - Chácara Carrapateirinha - 2011

Skank - "Saideira"



Videoclipe do DVD "Multishow ao Vivo - Skank no Mineirão".

Cinco mistérios contados no Paraná: você acredita neles?

Anderson Gonçalves, especial para a Gazeta do Povo - 19/10/2011

Objeto voador não identificado, bola de fogo e "corpo seco" são alguns dos mistérios da cultura paranaense. São histórias contadas em algumas cidades e tem quem garanta ser tudo verdade. Você acredita nelas? Veja a seguir cinco destes mistérios, retirados do livro “Lendas e Contos Populares do Paraná”:

O primeiro OVNI no Brasil
ilustração
Um objeto voador não identificado (OVNI) teria descido na Colônia Goio-Bang, atualmente comunidade de Campina do Amoral, município de Luiziana, mas que naquela época pertencia a Pitanga, no dia 23 de julho de 1947. Segundo os relatos, um objeto voador estranho teria descido próximo a uma estrada à luz do dia. O fato foi testemunhado por uma equipe de topógrafos, liderada por José C. Higgins que, ao contrário dos colegas que fugiram, permaneceu no local. Ele disse ter visto três seres estranhos com cerca de dois metros de altura, os quais manifestaram sinais, sons agudos e altos. Moradores da região contam que o assunto gerou muita discussão à época, atraindo pessoas de longe.

A bola de fogo
Contam muitos moradores que em Ivaté, na estrada que vai para Ivaí, uma bola de fogo ou de luz acompanha as pessoas a pé, de carro ou carroça. Isto acontece da meia-noite às três da madrugada, próximo à mata. Algumas vezes ela fica parada em cima de uma árvore, em outras é veloz, chegando à velocidade de um carro. Conta-se que a luz aparece porque no passado um policial foi assassinado no fundo da mata. Outra versão é de que a bola é a “mãe do ouro”. Antigamente as pessoas tinham o hábito de enterrar ouro e as almas daquelas que não contaram a ninguém ficaram penando pelo mundo.

O pinheiro que virou pedra
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Em uma comunidade do interior de Prudentópolis residia uma família, na qual a mãe e o filho eram cristãos praticantes e o pai ria de suas orações. No dia 25 de março, anunciação de Nossa Senhora e um dos dias santos mais importantes do ano, o pai aproveitou para cortar um pinheiro enquanto os outros foram à igreja. No dia seguinte, ao dar golpes de machado nos galhos do pinheiro, ele não conseguia cortá-los. As toras e galhos haviam sido transformados em pedra. Até hoje se encontram pedaços destruídos em vários acervos particulares.

Morte do padre – 100 anos de maldição
Entre as marcas deixadas pela revolução federalista na Lapa, a mais significativa foi a rivalidade entre pica-paus e maragatos. Estes últimos tinham no padre Francisco da Costa Pinto um defensor. Na noite de 19 de abril de 1900, quando retornava da visita à casa de um amigo, o padre foi cruelmente assassinado. O réu nunca foi condenado. A partir daí inicia-se a lenda de que quando um padre é assassinado, a cidade onde ocorreu o crime vive uma maldição de 100 anos. Muitas cidades progrediram e a Lapa teve um crescimento lento. Isto é atribuído à maldição pela morte do padre.

Corpo Seco
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Reza uma lenda que a pessoa que bate no pai ou na mãe quando morre vira corpo seco, ou seja, a carne não se decompõe, seca. No capão do cemitério da antiga fazenda Santa Rita, em Palmeira, diziam que havia um corpo seco. Certa vez um homem que vendia farinha amarrou sua mula em uma árvore. Uma mula mansa, que de repente começou a se agitar. Quando reparou bem, o homem viu que tinha amarrado-a num corpo seco, na altura do umbigo. Diziam que parava numa jabuticabeira grande no alto do capão e tinha uma barba bem grande. Depois tiraram o corpo seco e o levaram para o mato.

Fonte: “Lendas e Contos Populares do Paraná” – Cadernos Paraná da Gente nº 3, editado pelo governo do Paraná

Involução: do Erectus para o Homo Immundus


Russo cria o menor aquário do mundo

É tão pequeno que você provavelmente não conseguiria enfiar o dedão nele. Mas o menor aquário do mundo abriga minúsculos peixes.  As medidas:30 x 24 x 14mm. 


Para encher o aquário com água são necessárias duas colheres de sopa. 


O aquário foi criado pelo artista Anatoly Konenko, da Sibéria (Rússia), especialista em miniatura, noticiou o "Sun". (via: Page Not Found)

19 de outubro de 2011

José Antonio Rossiter do Nascimento - 1928 - 2011

Faleceu neste domingo (16), aos 83 anos de idade o pioneiro mourãoense José Antônio Rossiter do Nascimento, proprietário da  Imobiliária Nascimento.

Nascimento com a Semeire Vecchi - 1981

Nascimento, como era popularmente conhecido, foi um dos fundadores do Country Club de Campo Mourão. 

em pé (da esq. para a direita): Wilson "Biju" Iurk, Chico Teixeira e José Rossiter do Nascimento in memorian).
agachados: Heroldo Seco, Artur Kuniyoshi e Oswaldo B. Wronski.

Jorge Vercilo e Djavan - "Final Feliz"



Cômicas fotos









(enviada pelo meu mano Wander)

Construindo com economia


Da escolha do terreno aos acabamentos, a construção pode ter seus custos significativamente reduzidos, desde que o processo tenha um planejamento e uma organização adequado. As dicas abaixo buscam, de forma bastante resumida e simplificada, mostrar como:
   PROJETO
     • é altamente recomendável investir na contratação de um arquiteto ou engenheiro civil, informando a este profissional o quanto se pretende gastar com a construção;
     • revisar o projeto e esclarecer todas as dúvidas até o fim. É muito mais fácil e barato solucionar erros e pedir mudanças na fase do projeto do que derrubar paredes durante a obra;
     • o telhado é um dos itens mais caros da construção; mansardas e outros recortes no desenho da cobertura representam mais custos de material e mão de obra;
     • concentrar banheiros e cozinha numa mesma área permite otimizar o uso da tubulação hidráulica necessária;
     • sobrados geralmente custam menos que casas térreas; com o mesmo telhado cobre-se o dobro de área construída, além de utilizar-se praticamente o mesmo tipo de fundação;
     • a construção de ambientes como adega e salão de jogos somente devem ser previstos caso sejam realmente utilizados;
     • uma planta cheia de recortes dificulta a execução do serviço, requer mais material e representa mais área de pintura;
     • recortes em pisos de cerâmica, azulejos e outros materiais de acabamento (para assentamento nos cantos) são fonte de desperdício, pois dificilmente é possível aproveitar as sobras. Ambientes projetados com dimensões adequadas às medidas-padrão desses materiais evitam essas perdas.