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12 de março de 2014

Arcam Futsal na Taça Paraná - anos 1980

Do álbum do Ilivaldo Duarte, foto do início dos anos 1980 mostra uma formação da Arcam Futsal que participou da Taça Paraná. 

Ampliando a imagem dá para identificar lá atrás, nas arquibancadas do ginasinho JK, o seu Itachir Tagliari (in memorian) ao lado da nora Lori Pazinato, o Beline Fuzeto com a Karla Fabiana, a Sônia Tagliari e o Luiz Fernando Ubialli, este com a camisa da Pneumar. 

Confesso que não me lembrava desta participação pela Arcam, mas foi muito bom rever a foto e os amigos com os quais representamos a cooperativa mourãoense na principal competição de futsal do Paraná. 

Gilmar, Beline, Carlão, Itamar e esse que vos escreve, recém tínhamos conquistado o título de bicampeões da mesma competição, mas defendendo as cores da Associação Tagliari. Clique na imagem para ampliar

em pé (da esq. para a direita): Paulo "Nico" Vieira dos Anjos, Carlão Tagliari, Luizinho Ferreira Lima, Gilmar Fuzeto, Birão Rodrigues e Itamar Tagliari
agachados: Luiz Carlos "Batata" Mendes, Joel Gaiume, Antonio Carlos Custódio, Aparecido "Cidão" Vieira dos Anjos e  Amaral 

20 de junho de 2013

Arcam Futsal - Taça Paraná/1995

Do álbum do Xaxo, nascido Geraldo Costa, grande goleiro da história do futsal mourãoense, foto mostra a equipe da Arcam que disputou a Taça Paraná (atual Chave Ouro) de 1994 ou 95.

Durante muitos anos a Coamo, através de sua Associação de Funcionários, investiu e representou muito bem a tradição do futsal de Campo Mourão. Basta olhar a foto para ver que essa equipe é uma verdadeira seleção dos melhores da cidade. Clique na imagem para ampliar.

Arcam - Taça Paraná de Futsal 1995 - Ginásio do Lar Paraná
em pé (da esq. para a direita): Pedro Rotschild, Xaxo, Edilson, André, Sandro, Moacir e Gilmar Fuzeto
agachados: Tanaka, Ferruge, Robson, Ronaldinho, ...., Lucimar e Birão

21 de maio de 2013

Associação Tagliari Futsal - Campeão Paranaense de 1979

Demafra, Valmar, Clube dos Oficiais, Guarapuava, Nova Esperança e Associação Tagliari se reuniram em Paranavaí para decidirem a Taça Paraná de Futsal (a atual Chave Ouro). Recém completado 19 anos, fui convocado pelo Itamar Tagliari para, pela primeira vez, participar de uma competição adulta. Já era metido representando a cidade nas competições juvenis, imaginem jogando pela Associação Tagliari!
 
Itamar, que naquele ano se dividia entre jogador e treinador, sempre começava os jogos com Careca, João Miguel, Carlão, Rancho e Ione. Para mim parecia um time imbatível de tanto que meus companheiros jogavam. Do banco eu mais parecia um torcedor, mas quando convocado entrava e não fazia feio. Na primeira partida, diante dos maringaenses da Valmar, entrei e levei uma pancada do meu amigão Astério (que jogava firme como poucos) que até hoje quando a bola bate na canela, lembro dele. Levantou um hematoma tão grande, que um repórter que veio me entrevistar no banco levou um susto e fiquei com a impressão que ele ficou com dó.
 
E o time que para mim parecia imbatível, acabou causando a mesma impressão nos adversários e na torcida que todos os dias lotava o ginásio Lacerdinha. Bastava entrar no ginásio e lá estava eu ‘espichando as orelhas’ para ouvir os elogios e palavras de admiração. Mas também ouvia muito falarem que a decisão de verdade seria diante do time da casa, o Demafra, que contava com Dilvo, Divanei e Carmo, craques que eu aprendera a admirar tanto quanto eu admirava os meus companheiros de equipe.
 
A partida aconteceu na penúltima rodada e, para minha vaidade, com um gol meu e outro do Gilmar Fuzeto -- ambos éramos os imediatos do treinador mourãoense -- vencemos por 3 a 1 e convencemos torcedores e adversários que dificilmente deixaríamos escapar o nosso primeiro título estadual. No domingo pela manhã, de um distante dezembro de 1979, jogando pelo empate, vencemos com certa facilidade o Clube dos Oficiais de Ponta Grossa e comemoramos como nunca.
 
Comemoramos no ginásio, com reconhecimento de toda a torcida paranavaisense, na viagem de volta e, principalmente, em Campo Mourão, onde uma grande caravana de carros nos aguardava e nos acompanhou em desfile por toda a cidade. No ano seguinte, em Guarapuava, conquistamos o bicampeonato.
 
Abaixo, foto da equipe campeã.

em pé (da esq. para a direita): Seu Értile, Itamar Tagliari, Gastão, Ivando "Rancho" Capato, Ione Paulo Sartor e Pedro Ivo Szapak
agachados: João Miguel Baitala (in memorian), Paulo Gilmar Fuzeto (com o Carlinhos Tagliari), Luizinho Ferreira Lima, Carlos "Carlão" Tagliari (com o Flavinho Tagiari Bisol) e Álvaro "Careca"


30 de março de 2012

O bicampeonato estadual da Associação Tagliari - Guarapuava 1980

Severo Zavadniak Júnior
Pela internet tenho a felicidade de reencontrar alguns amigos queridos. Dias desses adicionei o Severo no Facebook e relembrei da bela conquista do bicampeonato estadual da Associação Tagliari. Aproveito para postar novamente uma resenha que publiquei em 2006 no semanário "Entre Rios".

Chegamos a Guarapuava com a missão de manter o título de campeão, conquistado no ano anterior em Paranavaí. Alojamo-nos numa sala do próprio ginásio de esportes onde aconteceria a competição. 

Uma semana inteira de competição, uma semana toda de chuva e no alojamento não havia um só canto que não gotejasse.

Valmar de Maringá, Guarapuava, AABB e Transbussadori, ambas de Londrina, e Círculo Militar de Curitiba foram nossos adversários. Éramos as seis melhores equipes paranaenses sem dúvida alguma, com destaque para o Círculo Militar que contava com um jogador da Seleção Brasileira (Didu) e com uma estrutura de causar inveja até nos dias de hoje. Contrastando com nosso precário alojamento, eles se hospedaram no melhor hotel guarapuavano.

Época de muito amadorismo, nossa equipe contava apenas com o patrocínio da própria família Tagliari e, por isso, economizávamos em tudo que podíamos. E ainda contávamos com inconvenientes (na verdade, compromissos com seus empregos) que impediam que alguns de nossos atletas participassem desde o início da competição. Apenas nos dois últimos jogos contamos com a equipe completa (Hélio Ubialli, então funcionário do Banco do Brasil e apaixonado pela modalidade, conseguiu a liberação dos jogadores em seus empregos e ainda os levou até Guarapuava).

Um a um os adversários foram sendo derrotados!

Quatro a dois sobre a Valmar (com três gols de sem-pulo do Ione, como só ele sabia fazer!) foi o resultado da nossa estréia.

Tagliari e AABB de Londrina, que praticamente decidiu quem enfrentaria o Círculo Militar no jogo final, foi inesquecível. Perdíamos por três a um quando o Severo Zavadaniak, um dos que o Ubialli tinha liberado, entrou e, com quatro golaços, virou o jogo para cinco a três. Onde anda o Severo?

No jogo final contra o Círculo Militar, vitória simples de qualquer uma das equipes daria o título para a vencedora. Empatando, a AABB de Londrina seria a campeã. (Um acordo de bastidores entre londrinenses e curitibanos, com a conivência da Federação, firmou-se que em caso de empate, uma melhor de três pontos seria disputado entre eles para definir o campeão estadual).

Não demos essa chance a ele! Vencemos por dois a zero (um gol meu, outro do Carlão Tagliari) e conquistamos o bicampeonato e o direito de disputar a Taça Brasil de Clubes Campeões, no ano seguinte em Cuiabá, onde fizemos ótima campanha e ficamos entre os seis melhores clubes do Brasil. Isso tudo com uma estrutura amadora, patrocínio familiar, muito amor á camisa e contando apenas com atletas locais.

Silvio Cintra, David Cardoso, João Miguel Baitala, “Beline” Fuzeto, Carlão Tagliari, Luizinho Ferreira Lima, Severo Zavadaniak, Raudilei Pereira, Ione Sartor e Itamar Tagliari participaram daquela conquista. E o Hélio Ubiali e todas as nossas famílias, é claro!

(Severo Zavadniak Júnior reside atualmente em Maringá, onde trabalha na GVT)