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13 de setembro de 2013

Fertimourão Futsal - 1988

A foto abaixo mostra a equipe da Fertimourão Futsal que representou Campo Mourão nos Jogos Abertos do Paraná e na Taça Paraná no ano de 1988. Lá sem vão 25 anos e ainda não nos reunimos nenhuma vez para comemorar o título de campeão dos Jogos Abertos, que naquele ano foram realizados em Guarapuva. Na Taça Paraná também fizemos boa campanha e terminamos entre os primeiros. O texto, abaixo da foto, foi publicado no extinto semanário Entre Rios e serve para matar a saudade da conquista. 

em pé (da esq. para a direita): Xaxo, Getulinho Ferrari, Renan Salvadori, Marcelo Silveira, Dealmir Salvadori, Luizinho F. Lima e Tião Mauro
agachados: Luiz Carlos "Batata" Mendes, 'Beline' Fuzeto, Silvio Cintra, Ticão, Tuim e David Cardoso 
Campo Mourão tem quatro* títulos estaduais de futsal da primeira divisão. Por coincidência, conquistados em duas cidades: Paranavaí e Guarapuava. Em cada uma delas conquistamos um Jogos Abertos (Jap´s -1973 e 1988) e uma Taça Paraná (1979 e 1980).

Orgulho-me de ter participado de três destas conquistas. Em 1988, em Guarapuava, tínhamos tudo para voltar para casa mais cedo. Treinamos pouco (o nosso treinador, Itamar Tagliari, passava por momentos difíceis com a doença de sua primeira esposa, Maria José, que acabaria falecendo ainda naquele ano e o Getulinho Ferrari, na véspera dos Jogos, perdeu o querido sogro, Genaro Riva, num absurdo acidente de avião).

No ano anterior, em Campo Mourão, perdemos a final dos Jap´s, para Palotina por um a zero (a mais triste derrota que tive no esporte).

A forte preparação física que fizemos em 1987 ajudou, e muito, nossa conquista em Guarapuava.

Começamos a competição de maneira arrasadora (três jogos, três vitórias por sete a um). Tuim e Batata jogavam tanto que, ao saírem para passear, sempre tinha alguém querendo pagar uma bebida para eles (refri, é claro). 

Na segunda fase arrasamos Palotina por seis a um, mostrando que a derrota na final do ano anterior fora zebra sem tamanho e, já classificados para a semifinal, nos demos ao luxo de descansar alguns atletas contra Maringá (empate, em quatro a quatro).

Jogo relativamente fácil contra o time da casa na semifinal – vencíamos por dois a zero – até que o Xaxo, nosso goleiro, leva um gol porque estava discutindo com um torcedor. No final empate por dois a dois e acabamos vencendo nos pênaltis (Xaxo defendeu as três cobranças guarapuavanas e o Getulinho, que chegara para jogar os dois últimos jogos nem precisou cobrar nossa última penalidade). 

Londrina, nosso adversário na final, parecia imbatível. Assim como nós, fizeram uma campanha excepcional e na semifinal venceram facilmente Maringá.

Ginásio lotado para uma final emocionante com os dois times exibindo muita disposição e técnica. Nosso time sempre na frente do placar. Vencíamos por 4 a 2, e numa seqüência incrível de defesas de tiros livres, Xaxo desmoralizava os londrinenses. Mas faltando doze segundos para terminar o jogo, três a dois no placar, o árbitro apita mais uma falta contra nós (seu Isidoro Fuzeto achando que acabara o jogo entra em quadra para abraçar o Beline e acabou acompanhando o filho, eliminado por cinco faltas individuais, na saída da quadra). O cobrador londrinense “erra” o chute e engana o Xaxo. Vamos para a prorrogação.

Mal começa a prorrogação e o Getulinho faz um zero (na comemoração do gol me deu uma cotovelada que esfolou minha testa). Em seguida o Tião Mauro fez dois a zero. Administramos bem a partida e vencemos por dois a um, sem maiores sustos.

Logo após o jogo, cumprindo promessa do Beline, rezamos agradecendo pela conquista, pedindo pela saúde da Maria José e pelo falecido Seu Genaro Riva. À noite desfilamos no caminhão do Corpo de Bombeiros. Este foi o último titulo estadual que Campo Mourão conquistou**. 

Para os meus amigos de sempre e companheiros desta conquista: Luis Geraldo “Xaxo” de Souza, David Miguel Cardoso, Silvio Carvalho Cintra, Nelson “Ticão” Prado, Dealmir Salvadori, Renan Salvadori, Sebastião Mauro, Getulinho Ferrari, Antonio Luiz “Tuim” Marcelino, Luís Carlos “Batata”, Admir “Beline” Fuzeto, Itamar Tagliari e Gilmar Fuzeto.  

(** O texto foi escrito em 2005. Depois disso, nossa cidade já conquistou outro título dos Jogos Abertos e um dos Jogos Abertos Brasileiros) 

25 de abril de 2013

Handebol mourãoense: amistoso em Guarapuava 1980

em pé (da esq. para a direita): Luizinho F. Lima, Sônia E. Prates, Lenamar Fiorese, Nair Mayume Tanaka, Silvana Casali, Ana E. Prates e Marcia Tomadon
agachadas: Aida Sartor, Sandra Montemezzo, Marilei 'Nonô' Zanini, Sueli, Rosemi Tomadon, Neiva E. Prates, Rosângela e Silvia Cavalcante
Getulinho Ferrari abriu seu baú e me enviou álbum com fotos de amistoso que o handebol mourãoense realizou em Guarapuava, em 1980.

em pé (da esq. para a direita): Luizinho F. Lima, Neucir José da Silva (in memorian), Walmir F. Lima, Ricardo Kosuzi, Ubirajara Rodrigues, Ubiraci Rodrigues, Luiz Carlos E. Prates e Walcir Ferreira Lima
agachados: Antonio Carlos Custódio, Nelson Miake, Getulio Ferrari Júnior, Adilson Pagan, Wander Ferreira Lima e Roberto Tonet 

Ex-atleta da modalidade, eu virei treinador das seleções masculina e feminina de Campo Mourão mesmo não tendo o menor preparo e vocação para o cargo. Como era cercado de amigos, pelos quais tenho carinho até hoje, guardo ótima lembranças dessa época. Não a toa, o handebol é modalidade esportiva que mais gosto, mais aindo do que o futebol e futsal que tanto pratiquei.

(da esq. para a direita) Adilson Pagan, Walmir F. Lima, Ricardo Kosuzi, Luiz Carlos Eufrásio Prates, Ubirajara Rodrigues, Neucir José da Silva (in memorian), Wander F. Lima, Walcir 'Dula' Ferreira Lima (no meio), Márcio Miake, Antonio Carlos Custódio, Ubiraci Rodrigues, Jonas Rodrigues e Roberto Tonet
Segundo o Getulinho, atual Secretário de Esportes da cidade, esses jogos foram realizados combinado com o nosso ex-goleiro João Barbosa, que tinha se mudado para lá e defendia as cores guarapuavana. Clique nas imagens para ampliar.

João Barbosa

4 de abril de 2013

Início do Lojas LM/Casali/Fecam na Chave Ouro 2013 agrada

Marrom e o goleiro Ari
É duro assistir um jogo de futsal quando o time que você torce fica tão pouco com a posse de bola, quando joga desfalcado de seus principais jogadores, quando enfrenta um dos times mais fortes do Paraná, quando sai na frente do placar e leva a virada, quando os jogadores finalizam pouco a gol, quando não sabem aproveitar o fato de jogarem em casa e nem o apoio da torcida.

É bom demais ver um grupo de atletas superarem todas essas deficiências e, mesmo em inferioridade numérica e técnica, buscarem o empate com muita raça e amor à camisa mourãoense.

Foi isso que vi ontem no ginásio do Lar Paraná, quando o representante de Campo Mourão na Chave Ouro, o Lojas LM/Casali/Fecam, empatou em 2 a 2 com o Guarapuava. Claro que preferia ter visto menos defeitos na nossa equipe e a primeira vitória em casa, mas diante do forte time guarapuavano (um dos representantes paranaenses na Liga Futsal), jogando sem três atletas, dois suspensos e um contundido -- sem falar do técnico que também estava suspenso -- o resultado final foi bom e enche de esperança para um bom papel  no paranaense 2013 de futsal, a Chave Ouro.

Mais satisfeito ainda fiquei com as atuações do goleiro reserva Ari, autor do primeiro gol, e com a personalidade e categoria do jovem Luciano -- filho de meu amigão Teté--.
Jhonatas e Luciano
Alerta. Nos anos anteriores, o representante mourãoense sempre atuava muito bem diante dos chamados times grandes [na verdade, equipes com mais recursos financeiros, o que possibilita ter um plantel maior e de mais qualidade, assim como Guarapuava que usava todos os doze jogadores enquanto o Campo Mourão, limitado pelos desfalques, revezava apenas seis deles, inclusive o juvenil Luciano, autor do gol que decretou o empate na partida desta quarta-feira, no Lar Paraná] e fazia partidas medíocres contra os rivais iguais ou inferiores. Entendo que isso ocorria muito pelo falta de comprometimento com o longo e duríssimo campeonato e o deslumbramento com os elogios das apresentações diante dos poderosos. 

Alguém sabe dizer o que é esse 'bigodão' do Jhonatas? Clique na imagem para ampliar.

Lojas LM/Casali/Fecam/Campo Mourão Futsal - Chave Ouro - 2013 (foto: Diego Reis)

28 de setembro de 2012

Campo Mourão campeão Jogos Abertos do Paraná 1988

Em Maringá, nessa semana, acontece a fase final dos Jogos Abertos do Paraná. Acompanhando o desempenho de nossas equipes coletivas -- infelizmente apenas o organizadíssimo basquete masculino está entre os semifinalistas -- bateu saudade dos meus tempos de jogos e recordei da última conquista da qual participei na principal competição poliesportiva paranaense.

Para matar a saudade e prestar homenagem aos campeões, posto novamente a foto da equipe mourãoense e o texto que conta um pouco da conquista. O texto foi publicado em 2005, depois disso Campo Mourão conquistou outro título dos Jogos Abertos do Paraná. Clique na imagem para ampliar.
  
em pé (da esq. para a direita): Xaxo, Getulinho Ferrari, Renan Salvadori, Marcelo Silveira, Dealmir Salvadori, Luizinho Ferreira Lima e Sebastião Mauro.
agachados: Luiz Carlos "Batata" Mendes, Antonio Admir "Beline Fuzeto, Silvio Carvalho Cintra, Nelson "Ticão" Bueno do Prado, Antonio Luiz "Tuim" Marcelino e David Miguel Cardoso

Jogos Abertos do Paraná - Guarapuava 1988
Campo Mourão tem quatro títulos estaduais de futsal da primeira divisão. Por coincidência, conquistados em duas cidades: Paranavaí e Guarapuava. Em cada uma delas conquistamos um Jogos Abertos (Jap´s -1973 e 1988) e uma Taça Paraná (1979 e 1980).
 
Orgulho-me de ter participado de três destas conquistas. Em 1988, em Guarapuava, tínhamos tudo para voltar para casa mais cedo. Treinamos pouco (o nosso treinador, Itamar Tagliari, passava por momentos difíceis com a doença de sua primeira esposa, Maria José, que acabaria falecendo ainda naquele ano e o Getulinho Ferrari, na véspera dos Jogos, perdeu o querido sogro, Genaro Riva, num absurdo acidente de avião).
 
No ano anterior, em Campo Mourão, perdemos a final dos Jap´s, para Palotina por um a zero (a mais triste derrota que tive no esporte).
 
A forte preparação física que fizemos em 1987 ajudou, e muito, nossa conquista em Guarapuava.

Começamos a competição de maneira arrasadora (três jogos, três vitórias por sete a um). Tuim e Batata jogavam tanto que, ao saírem para passear, sempre tinha alguém querendo pagar uma bebida para eles (refri, é claro).
 
Na segunda fase arrasamos Palotina por seis a um, mostrando que a derrota na final do ano anterior fora zebra sem tamanho e, já classificados para a semifinal, nos demos ao luxo de descansar alguns atletas contra Maringá (empate, em quatro a quatro).
 
Jogo relativamente fácil contra o time da casa na semifinal – vencíamos por dois a zero – até que o Xaxo, nosso goleiro, leva um gol porque estava discutindo com um torcedor. No final empate por dois a dois e acabamos vencendo nos pênaltis (Xaxo defendeu as três cobranças guarapuavanas e o Getulinho, que chegara para jogar os dois últimos jogos nem precisou cobrar nossa última penalidade).
Londrina, nosso adversário na final, parecia imbatível. Assim como nós, fizeram uma campanha excepcional e na semifinal venceram facilmente Maringá.
 
Ginásio lotado para uma final emocionante com os dois times exibindo muita disposição e técnica. Nosso time sempre na frente do placar. Vencíamos por 4 a 2, e numa seqüência incrível de defesas de tiros livres, Xaxo desmoralizava os londrinenses. Mas faltando doze segundos para terminar o jogo, três a dois no placar, o árbitro apita mais uma falta contra nós (seu Isidoro Fuzeto achando que acabara o jogo entra em quadra para abraçar o Beline e acabou acompanhando o filho, eliminado por cinco faltas individuais, na saída da quadra). O cobrador londrinense “erra” o chute e engana o Xaxo. Vamos para a prorrogação.
 
Mal começa a prorrogação e o Getulinho faz um zero (na comemoração do gol me deu uma cotovelada que esfolou minha testa). Em seguida o Tião Mauro fez dois a zero. Administramos bem a partida e vencemos, sem maiores sustos.
 
Logo após o jogo, cumprindo promessa do Beline, rezamos agradecendo pela conquista, pedindo pela saúde da Maria José e pelo falecido Seu Genaro Riva. À noite desfilamos no caminhão do Corpo de Bombeiros. Este foi o último titulo estadual que Campo Mourão conquistou.
 
Para os meus amigos de sempre e companheiros desta conquista: Luis Geraldo “Xaxo” de Souza, David Miguel Cardoso, Silvio Carvalho Cintra, Nelson “Ticão” Prado, Dealmir Salvadori, Renan Salvadori, Sebastião Mauro, Getulinho Ferrari, Antonio Luiz “Tuim” Marcelino, Luís Carlos “Batata”, Admir “Beline” Fuzeto, Itamar Tagliari e Gilmar Fuzeto. (Publicado no semanário "Entre Rios, em 2005)

31 de outubro de 2011

Campo Mourão Futsal - Campeão Jogos Abertos do Paraná 1988


Eu sei, eu sei. Já publiquei essa matéria outras vezes, mas sempre que chega outubro lembro dessa conquista e para mostrar a quem ainda não viu, e especialmente para homenagear todos que participaram da conquista em Guarapuava, láááááá em 1988, eu publico novamente. 
Quando escrevi o texto para o extinto semanário "Entre Rios" nossa cidade tinha apenas quatro conquistas. Logo depois, acho que em Maringá, Campo Mourão sagrou-se mais uma vez campeã dos Jogos Abertos do Paraná. Parabéns aos campeões!!!

em pé (da esq. para a direita): Geraldo "Xaxo", Getulinho Ferrari, Renan Salvadori, Marcelo Silveira, Dealmir Salvadori, Luizinho Ferreira Lima e Sebastão Mauro.
agachados: Luiz Carlos "Batata" Mendes, Antonio Admir "Beline" Fuzeto, Silvio Carvalho Cintra, Nelson "Ticão", Antonio Luiz "Tuim" Marcelino e David Miguel Cardoso.

Campo Mourão tem quatro títulos estaduais de futsal da primeira divisão. Por coincidência, conquistados em duas cidades: Paranavaí e Guarapuava. Em cada uma delas conquistamos um Jogos Abertos (Jap´s -1973 e 1988) e uma Taça Paraná (1979 e 1980).

Orgulho-me de ter participado de três destas conquistas. Em 1988, em Guarapuava, tínhamos tudo para voltar para casa mais cedo. Treinamos pouco (o nosso treinador, Itamar Tagliari, passava por momentos difíceis com a doença de sua primeira esposa, Maria José, que acabaria falecendo ainda naquele ano e o Getulinho Ferrari, na véspera dos Jogos, perdeu o querido sogro, Genaro Riva, num absurdo acidente de avião).

No ano anterior, em Campo Mourão, perdemos a final dos Jap´s, para Palotina por um a zero (a mais triste derrota que tive no esporte).

A forte preparação física que fizemos em 1987 ajudou, e muito, em nossa conquista em Guarapuava.

Começamos a competição de maneira arrasadora (três jogos, três vitórias por sete a um). Tuim e Batata jogavam tanto que, ao saírem para passear, sempre tinha alguém querendo pagar uma bebida para eles (refri, é claro).

Na segunda fase arrasamos Palotina por seis a um, mostrando que a derrota na final do ano anterior fora zebra sem tamanho e, já classificados para a semifinal, nos demos ao luxo de descansar alguns atletas contra Maringá (empate, em quatro a quatro).

Jogo relativamente fácil contra o time da casa na semifinal – vencíamos por dois a zero – até que o Xaxo, nosso goleiro, leva um gol porque estava discutindo com um torcedor. No final empate por dois a dois e acabamos vencendo nos pênaltis (Xaxo defendeu as três cobranças guarapuavanas e o Getulinho, que chegara para jogar os dois últimos jogos nem precisou cobrar nossa última penalidade).

Londrina, nosso adversário na final, parecia imbatível. Assim como nós, fizeram uma campanha excepcional e na semifinal venceram facilmente Maringá.

Ginásio lotado para uma final emocionante com os dois times exibindo muita disposição e técnica. Nosso time sempre na frente do placar. Vencíamos por 4 a 2, e numa sequência incrível de defesas de tiros livres, Xaxo desmoralizava os londrinenses. Mas faltando doze segundos para terminar o jogo, três a dois no placar, o árbitro apita mais uma falta contra nós (seu Isidoro Fuzeto achando que acabara o jogo entra em quadra para abraçar o Beline e acabou acompanhando o filho, eliminado por cinco faltas individuais, na saída da quadra). O cobrador londrinense “erra” o chute e engana o Xaxo. Vamos para a prorrogação.

Mal começa a prorrogação e o Getulinho faz um zero (na comemoração do gol me deu uma cotovelada que esfolou minha testa). Em seguida o Tião Mauro fez dois a zero. Administramos bem a partida e vencemos por dois a um, sem maiores sustos.

Logo após o jogo, cumprindo promessa do Beline, rezamos agradecendo pela conquista, pedindo pela saúde da Maria José e pelo falecido Seu Genaro Riva. À noite desfilamos no caminhão do Corpo de Bombeiros. Este foi o último titulo estadual que Campo Mourão conquistou.

Para os meus amigos de sempre e companheiros desta conquista: Luis Geraldo “Xaxo” de Souza, David Miguel Cardoso, Silvio Carvalho Cintra, Nelson “Ticão” Prado, Dealmir Salvadori, Renan Salvadori, Sebastião Mauro, Getulinho Ferrari, Antonio Luiz “Tuim” Marcelino, Luís Carlos “Batata”, Admir “Beline” Fuzeto, Itamar Tagliari e Gilmar Fuzeto. 

19 de setembro de 2011

Campo Mourão - Vice campeãs da Taça Brasil Sub20

Djeferson Rossano, o Ferruge, que já foi Ferruginha, tem se mostrado muito competente como treinador de futsal. Volta e meia tem uma equipe sob o comando dele decidindo algum título. 
Dessa vez é título com "T" maiúsculo: vice-campeã da Taça Brasil de Futsal Feminino Sub20.
Com a participação de equipes de todos os 'cantos' do País, a equipe mourãoense só foi derrotada na final, e na prorrogação, por apenas um gol.
Nossos parabéns para Aline, Carol, Ellen, Fernanda, Jhé, Sara, Bebê, Mazur, Lê, Matogrosso, Rafona e Débora. E, claro, para o Ferruginha.

Campo Mourão Futsal
Vice Campeão - Taça Brasil de Clubes Campeões Feminino Sub 20