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29 de outubro de 2012

Praticar mais atividade física aumenta a felicidade, diz estudo

Segundo pesquisadores americanos, pessoas que se comprometem a exercitar-se relatam maior satisfação com a vida no mesmo dia 
Atividade física: O quão uma pessoa se exercita afeta de forma direta e positiva o seu bem-estar (Thinkstock)
Praticar mais atividade física do que o costume pode influenciar de forma positiva o quão satisfeita uma pessoa se sente com sua vida. Essa conclusão, que faz parte de uma pesquisa da Universidade de Penn State, nos Estados Unidos, reforça a ideia de que exercitar-se é um hábito cujos benefícios excedem a saúde física, e é fundamental também para o bem-estar psicológico. O estudo foi publicado nesta semana na revista médica Health Psychology.
Participaram da pesquisa 253 pessoas de 18 a 25 anos. Segundo os autores, os indivíduos dessa faixa-etária são aqueles cujos relatos sobre satisfação com fatores como trabalho, família e vida social são os mais instáveis. “Nessa idade há uma série de mudanças ocorrendo, pois essas pessoas estão saindo de casa, mudando de trabalho ou cursando uma universidade. Então, a satisfação com a vida pode despencar de uma hora para a outra”, diz Jaclyn Maher, que coordenou o estudo.

Os participantes da pesquisa foram orientados a escrever, durante um período que variou de oito a 14 dias, um diário no qual relatavam como se sentiam em relação a vários aspectos da vida (profissional, pessoal, autoestima e etc) e também informavam sobre a quantidade de atividade física que praticavam a cada dia. Além disso, quando o estudo começou, a equipe traçou as características da personalidade de cada um.

Os resultados mostraram que a quantidade de atividade física com a qual uma pessoa se compromete a fazer em um determinado dia influencia diretamente no quão satisfeita ela se sente com a vida naquele momento. Ou seja, quanto mais alguém se exercita, mais feliz relata se sentir. Além disso, o estudo descobriu que aqueles que já costumam praticar exercícios frequentemente, quando aumentam a quantidade de atividade em um dia, também relatam maior contentamento. (via: Veja)

26 de setembro de 2012

Motivos para começar a fazer exercícios físicos

A vontade de perder alguns quilinhos nem sempre é suficiente para manter uma pessoa habitualmente sedentária em uma academia. Mas vários estudos recentes têm mostrado que praticar um exercício físico não é importante apenas para colocar a silhueta no lugar.

Alguns aspectos da vida, como o aprendizado, o humor e até o desempenho no trabalho, podem ser aprimorados com malhação – seja na academia, na quadra, piscina ou na pista de corrida. A seguir, você confere algumas pesquisas que indicam bons motivos para deixar a preguiça de lado, tirar a roupa de ginástica do fundo da gaveta e começar a se exercitar.



1) Quem se exercita ganha mais dinheiro
Pode parecer estranho, mas essa foi a conclusão de uma pesquisa recente feita pelo economista Vasilios Kosteas, da Cleveland State University. De acordo com ela, pessoas que fazem exercícios físicos pelo menos três vezes por semana ganham 9% mais do que sedentários. Quem malha de uma a três vezes na semana, ganha 5% a mais.

O motivo não está na ideia de que pessoas que malham são mais bonitas ou magras. Na verdade, essa diferença se dá porque, segundo o pesquisador, a ginástica ajuda no foco e na atividade cerebral, liberando endorfinas e melhorando a saúde e as habilidades físicas e emocionais das pessoas. Tudo isso, claro, resulta em um profissional mais produtivo, capacitado e qualificado.

2) Exercícios são bons para o desempenho sexual
O cansaço resultante das atividades físicas não atrapalha em nada a vida sexual das pessoas. Pelo contrário, os treinos podem ser benéficos para prevenir e tratar a disfunção, e, ainda, aumentar o desejo sexual. Pesquisadores da Unicamp conseguiram provar, em 2008, que praticar atividades aeróbicas cinco vezes por semana, por pelo menos meia hora, é um bom tratamento para problemas de ereção.

Já um estudo da University of California mostrou que corridas de 15 a 20 minutos de duração, todos os dias, são suficientes para aumentar a libido de mulheres e homens com problemas de desejo.

3) Malhar ajuda nos estudos
Para adultos que trabalham e estudam, encaixar um exercício físico na rotina pode ser uma ideia fora da realidade, mas investigações recentes feitas em diversos países revelam que pode valer a pena. Os resultados mostram que a atividade cerebral, a memória e o aprendizado sofrem considerável melhora com o exercício, em comparação com pessoas sedentárias.

Uma pesquisa da University of Illinois, nos Estados Unidos, por exemplo, indicou que os treinos estimulam a produção de neurônios ligados às funções cognitivas, que permitem assimilar e memorizar conteúdos.

4) Treinos são tratamento para depressão
Os tradicionais remédios contra a depressão nem sempre fazem o efeito desejado e, no lugar deles, os exercícios físicos podem conseguir reverter o quadro. Uma pesquisa de 2011, feita pelo UT Southwestern Medical Center, provou esse fato. Os cientistas analisaram um grupo de pessoas de 18 a 70 anos com quadro de depressão e que não haviam respondido bem ao medicamento dado no início do tratamento.

Depois de fazerem exercícios por 12 semanas – escolhidos de acordo com o perfil de cada um, 30% se recuperaram completamente e 20% tiveram melhora considerável. Resultado que não havia sido alcançado pelas pílulas.

5) Falta de exercícios pode matar tanto quanto o tabaco
Se você não fuma, mas não pratica exercícios físicos, o risco de morrer prematuramente é quase tão grande quanto se fosse viciado em tabaco. Um estudo publicado em julho deste ano indicou que a causa da morte precoce de uma em cada dez pessoas está ligada à falta de ginástica.

A pesquisa afirma que, todo ano, 5,3 milhões de pessoas perdem a vida por doenças cardíacas, diabetes, câncer de mama e cólon, além de outros problemas ligados ao sedentarismo.

6) Exercícios ajudam a tratar diabetes e doenças do coração
Além de prevenir doenças, as atividades físicas podem contribuir para a recuperação, de acordo com vários estudos. Um deles, realizado na Universidade de São Paulo – USP, indica que as atividades regulares ajudam no tratamento de diabetes mellitus tipo 1. Além disso, eles são benéficos para melhorar a pressão arterial e a frequência cardíaca, o que também indica a sua contribuição no tratamento de doenças coronarianas. (via: Dicas do Professor)