27 de abril de 2021

Fertimourão Futsal, anos 1980

De meados dos anos 1980, foto mostra uma formação da Fertimourão Futsal que disputou e conquistou título de campeão de campeonato municipal de Campo Mourão. 

Junto com o Ione e o Rancho participei da campanha vitoriosa da Associação Tagliari na Taça Paraná de 1979. Eles sempre atuaram juntos, mas quase sempre defendendo as cores da AABB nos campeonatos da cidade e foram protagonistas na primeira conquista de um título estadual para nossa cidade com a Seleção de Campo Mourão nos Jogos Abertos do Paraná, de 1975, em Paranavaí. 

Renan, David, Marcelo, Getúlio e Sebastião Mauro e eu estivemos juntos na conquista do título de campeão dos Jogos Abertos do Paraná, de 1988, em Guarapuava. 

Tauillo Tezelli, atual prefeito mourãoense, por anos foi um dos principais incentivadores da modalidade em nossa cidade. 

O ararunense Gerson Turazi foi um dos melhores goleiros de nosso futsal e esteve conosco em diversas competições. 

em pé (da esq. para a direita): Renan Salvadori, David Miguel Cardoso, Marcelo Silveira, Gerson Turazi e Tauillo Tezelli
agachados: Getulinho Ferrari, Ione Paulo Sartor, Ivando "Rancho" Capato, Sebastião Carlos Mauro e Luizinho Ferreira Lima

Jair Rodrigues - Irmãos Coragem; vídeo


Jair Rodrigues de Oliveira
(Igarapava, 06/02/1939 — Cotia, 08/05/2014) foi um cantor brasileiro. É considerado por muitos, o primeiro rapper brasileiro. Ele conseguiu o status de precursor do gênero por ter lançado, ainda nos anos 1960, "Deixa isso pra lá". Com versos mais declamados (ou falados) do que cantados, a música se tornou um de seus principais sucessos. A faixa ganhou popularidade também graças à sua coreografia com as mãos. 


Irmãos Coragem
foi faixa do álbum Talento e Bossa de Jair Rodrigues, lançado em 1970. Naquele mesmo ano foi também tema de abertura de novela da Rede Globo com o mesmo nome.


Produzida em preto-e-branco, a novela contou com 328 capítulos e eu, com dez anos de idade, não perdi nenhum deles.  

2020!? Que nada! O pior ano da História foi 536, dizem cientistas

Erupção vulcânica na Islândia em 2011 Foto: Reuters

O dia amanhece escuro. Sem a luz do sol, o outono se transforma em inverno. Milhões de pessoas respiram um ar sufocante e espesso e perdem quase todas as safras que esperavam colher. A peste se espalha. Este cenário assustador e distópico parece ter sido tirado de algum filme-catástrofe. Mas não foi. Ele realmente ocorreu em 536, que os cientistas chamam de o pior ano para se estar vivo na História. Os efeitos tenebrosos se estenderam por longos 18 meses.

O ano faz a Era da Trevas, período marcado por enorme deterioração demográfica e econômica da Europa, entre os séculos V e IX, ter ainda mais significado. O cenário sombrio transforma a agonia vivida em 2020 e ainda em 2021 com o coronavírus em uma mera sombra, segundo especialistas. Procópio, principal historiador bizantino do século VI, definiu o período como um eclipse constante: "O sol emitiu sua luz sem brilho, como a lua, durante todo esse ano".

"E desde o momento em que isso aconteceu, os homens não estavam livres da guerra, nem da peste, nem de qualquer outra coisa que levasse à morte", acrescentou Procópio.

Tudo ocorreu por causa de uma drástica mudança climática. No inverno de 536 um vulcão na Islândia entrou em erupção, espalhando uma nuvem de fumaça da Europa à China que demorou a se dissipar, provocando queda de temperatura. Praticamente não havia distinção entre dia e noite. Chegou a nevar no verão chinês.

"Aerossóis das grandes erupções vulcânicas bloquearam a radiação solar, diminuindo o aquecimento da superfície da Terra", disse Michael McCormick, historiador da Universidade de Harvard (EUA) que estudou o fenômeno 1.500 anos depois, de acordo com o site "AccuWeather".

"O sol deixou de brilhar por até 18 meses. O resultado foram colheitas fracassadas, fome, migrações e turbulência por toda a Eurásia", acrescentou ele, que participa de um projeto com a Universidade do Maine (EUA) e o Climate Change Institute.

Para McCormick, o cenário foi perfeito para a disseminação da peste bubônica. Grandes grupos de famintos decidiram migrar para outras regiões, levando com eles a doença transmitida pelos ratos.

Em comparação com as dificuldades modernas enfrentadas por causa da Covid-19, as diferenças são chocantes.

"É preciso considerar o período como um todo", disse ele, acrescentando que "536 foi apenas o início de um período muito difícil. A pandemia de peste, além do resfriamento abrupto, deve ter sido muito difícil. Hoje a Covid-19 é terrível , mas compare a taxa de mortalidade para a peste bubônica", continuou ele, apontando para a taxa de letalidade do coronavírus de 1,8% nos EUA em comparação com a taxa de mortalidade de 40% a 60% para a peste bubônica não tratada.

De acordo com os cientistas, o drama voltou a ocorrer com erupções nos anos de 540 e 547.

Do Page Not Found

26 de abril de 2021

Foto Gouveia Futsal, Campo Mourão - anos 1970

Foto mostra uma formação do Foto Gouveia, do empresário Daiton Gouveia, que disputou um campeonato de futsal na recém construída Cancha Tagliari.

Daiton é empresário em Maringá, onde está à frente de três lojas da Gouveia Jóias e Relógios.  

João Carlos Marques, o Tiguera, é parceira de peladas de futebol e de truco no Clube dos Trinta. 

Osvaldo Matiuzzi, o Ganso, foi jogador de futebol profissional. Infelizmente já falecido.

Adilson de Giuli foi meu professor de matemática no Colégio Estadual de Campo Mourão. Se aposentou como funcionário do Banco do Brasil.

Professor de educação física, Jair Grasso curte merecida aposentadoria depois de anos dedicados ao esporte de nossa cidade. Ele continua envolvido com handebol mourãoense, esporte no qual tivemos a oportunidade de começarmos juntos, na primeira geração de atletas da modalidade formados em nossa cidade.

Jorge Vigilato, de família de pioneiros mourãoenses, reside em Campo Mourão, mas infelizmente o vejo muito pouco. 

Odair, assim como seu irmão Eraldo, foi um ótimo goleiro, inclusive com "serviços prestados" à Associação Tagliari.

Mário Izugue, foi funcionário do Bradesco em Campo Mourão, morou por 18 anos no Japão, onde, segundo ele, aprendeu muito, mas passou por muitos "apertos". Mário foi companheiro nas disputas dos campeonatos de futsal da Cancha Tagliari., quase sempre jogando em times adversários. Lembro dele sempre defendendo os times treinados pelo Futrika. Também defendeu as cores do Tagliari e da Seleção de Campo Mourão. Na última vez que nos encontramos ele planejava voltar para Corumbataí do Sul. Desde então não tivemos mais contato. 

Carocinho foi outro que teve grande participação nos primeiros anos da Cancha Tagliari. Ele também jogou pela Seleção Mourãoense. Envergonhadamente, confesso que só sei apelido dele. 

Flavinho Marques, mano do Tiguera, foi um dos melhores ponta esquerda que vi no futebol de campo, mas ele também fazia bonito nas quadras de futsal. 

Clermont D'Ávila Sobrinho, amigo de longa data, se divide como empresário cuidando de suas emissoras de rádio, Massa FM em Campo Mourão e Musical FM em Goioerê.

em pé (da esquerda para a direita): João Carlos "Tiguera" Marques, Osvaldo "Ganso" Matiuzzi (in memorian), Adilson de Giuli, Jair Grasso e Jorge Vigilato.
agachados: Odair, Mario Izugue, Carocinho, Flavinho Marques e Clermont D'Ávila Sobrinho.

Chronixx - "Skankin Sweet"; vídeo


Chronixx Jamar Rolando McNaughton, mais conhecido como Chronixx (10/10/1992), é um cantor e compositor de Spanish Town, Jamaica.


"Skankin' Sweet"
é faixa de Chronology, o álbum de estreia de Chronixx, que foi lançado em 2017 e que foi indicado ao Grammy na categoria Melhor Álbum de Reggae.

Artistas transformam prédio em estante de livros; fotos

Conhecido por suas incríveis ilusões de arte de rua, Jan Is De Man criou um mural em Utrecht, na Holanda, que está fazendo o maior sucesso. Com a ajuda do grafiteiro e tatuador Deef Feed, ele transformou a fachada de um prédio comum em uma estante de livros gigante. E a melhor parte é que todas as obras literárias apresentadas foram sugeridas pelos moradores.

O projeto começou graças aos amigos de Is De Man, que moram no prédio e pediram para que ele criasse um mural para dar vida à construção. A princípio, o artista pensou em pintar um grande rosto sorridente, já que pesquisas mostram que o humor das pessoas melhora quando elas veem um sorriso. Mas, ao analisar a forma do prédio, decidiu fazer a estante. E aí, toda a vizinhança escolheu os títulos dos livros (desde que não fossem religiosos ou políticos). No final, os livros ficaram tão diversos quanto a própria comunidade do entorno.

Conheça mais trabalhos do artista: http://janisdeman.com/boekenkast/

Do Zupi

22 de abril de 2021

Beccari Futsal, anos 1970, campeão juvenil

Recorte de jornal, acho que é da Folha de Londrina, mostra uma formação do Beccari Futsal que conquistou o título de campeã do 1º Campeonato de Futebol de Salão Prefeito Augustinho Vecchi, na categoria juvenil. 

Isso lá no final dos anos 1970, quando a secretária de esportes era denominada como Comunescam (Comissão Municipal de Esportes) e numa época que os campeonatos municipais eram realizados em diversas categorias, o que proporcionava o surgimento de muitos craques da modalidade preferida dos mourãoenses.

Beccari era uma revenda de automóvel Chrysler em Campo Mourão e os manos Luiz Carlos e Victor, ambos infelizmente já falecidos, apoiaram a modalidade por anos em nossa cidade. 

Recém formado em educação física, Gilmar Fuzeto começou ali sua vitoriosa carreira como técnico de futsal. Atualmente ele curte aposentadoria em Campo Mourão

Alceu Sartor Filho, mano dos craques Ivanor "Sodinha" e Ione, reside em Florianópolis (SC), onde curte merecida aposentadoria como engenheiro elétrico da Eletrosul. 

Getulinho Ferrari é produtor rural em Campo Mourão.

Casarim (não descobri o primeiro nome) reside no Mato Grosso, onde atua como técnico agrícola. 

Victor Beccari e família mudaram para Cuiabá ainda nos anos 1970. Tive o prazer de revê-lo durante a Taça Brasil de Clubes Campeões, em 1981, quando representamos o Paraná na competição com as cores da Associação Tagliari. Ele faleceu muito novo.

Walmir, meu mano, é professor de educação física e está como diretor da Escola Municipal Urupês atualmente.

Raudilei Pereira, companheiro na conquista do bicampeonato paranaense com o Tagliari, em 1980, reside em Vilhena, Rondônia, onde é proprietário de uma distribuidora de cimento. 

Tarjânio Tezelli é renomado professor de direito em Dourados (MS).

Amarildo Fuzetto é oficial da reserva da Marinha do Brasil. Ele reside na cidade do Rio de Janeiro. 

Em pé (da esq. para a direita): Gilmar Fuzeto, Alceu Sartor; Getulinho Ferrari, Casarim e Vitor Beccari (in memorian)
agachados: Walmir Ferreira Lima, Raudilei Pereira, Tarjânio Tezelli e Amarildo Fuzeto

The Knocks - Brazilian Soul (com Sofi Tukker); vídeo


The Knocks
é uma dupla de música eletrônica americana formado por Ben "B-Roc" Ruttner e James "JPatt" Patterson. 


Sofi Tukker
é um duo musical de Nova York composto por Sophie Hawley-Weld e Tucker Halpern. A banda é talvez mais conhecida por sua música ''Drinkee''


Brazilian Soul
é faixa do álbum New York Narcotic, lançado pelo The Knocks em 2018.

Pequena tartaruga corajosa encara leão e leoa para defender o seu poço; fotos e vídeo

Tartaruga encara leão para defender o seu poço na África do Sul Foto: Reprodução/YouTube

Uma tartaruga territorial e bastante corajosa foi capturada mostrando encarando um leão e uma leoa na defesa do seu poço.

No vídeo, o pequeno animal é visto tentando assustar o macho e a fêmea, surgindo na água a uma pequena distância dos felinos e avançando em direção a eles, que matam a sede Parque Kruger (África do Sul).

A filmagem incomum foi capturada recentemente pelo guia Reggi Barreto, de 30 anos, durante um safári com um hóspede particular perto do Rio Sand, na Reserva de Caça Privada MalaMala, contou reportagem do "Daily Mail".

"Eu sabia que os leões iriam procurar água para beber e nos posicionamos no local perfeito com a luz do sol a nosso favor, prontos para o avistamento", disse o guia. "O que ocorreu a seguir nós não esperávamos. Fiquei surpreso quando a tartaruga saiu da água em direção ao macho e depois à leoa", acrescentou ele.

Tartaruga encara leoa em parque africano Foto: Reprodução/YouTube

O guia disse que, embora os leões estivessem ligeiramente incomodados com o pequeno réptil, eles continuaram a se hidratar poço até ficarem satisfeitos.

Apesar de ambos os felinos apresentarem marcas de sangue no corpo por terem caçado recentemente uma zebra, a tartaruga aparentemente não teve medo, pois ficou a poucos centímetros da boca dos predadores.

Assista:

"O leão e a leoa beberam até se fartar apesar das interrupções da tartaruga e então voltaram para perto da zebra para se deitar, pois era um dia muito úmido", explicou o guia.

Do Page Not Found/Extra

19 de abril de 2021

My Heritage Deep Nostalgia: como usar o app que anima fotos antigas




O Deep Nostalgia é um app do site MyHeritage, que usa Inteligência Artificial e Deep Learning para reconstruir rostos em fotos e imagens, e adiciona animações para simular expressões e movimentos próximos dos reais.

Abaixo, uma animação em foto minha de 1975.


A foto original


Para animar suas fotos com o Deep Nostalgia, faça o seguinte:

  • Página inicial do Deep Nostalgia (Imgem: Reprodução/MyHeritage/D-ID)
  • Acesse o site do Deep Nostalgia;
  • Clique no botão “Carregar foto”;
  • O site exigirá a criação de uma conta de usuário, com e-mail ou perfis do Google ou Facebook;
  • Selecione uma foto com um rosto e confirme o envio;
  • O Deep Nostalgia levará de 10 a 15 segundos para animar o rosto;
  • Ao fim do processo, clique em “Download do vídeo”;
  • Se a foto tiver dois ou mais rostos, clique naquele que você deseja baixar antes de confirmar.
Abaixo, Elvira e eu em fotos de 1976 :



O MyHeritage, conhecido por fornecer dados de árvore genealógica aos usuários, limita a criação de animações por usuários não pagantes a uma quantidade pequena. Assinantes do serviço, por sua vez, podem usar o Deep Nostalgia quantas vezes quiserem.

Otis Stacks - Sorry; vídeo


Otis Stacks
é uma colaboração entre Justmike, um produtor dinamarquês, e Elias Wallace, um cantor e compositor de Los Angeles, Califórnia. Usando sintetizadores vintage e teclados Rhodes, Justmike criou uma paisagem sonora comovente para as canções de Elias sobre perda, reconciliação e o universo do espaço que as pessoas que se amam costumam encontrar entre eles.


Sorry
é faixa do álbum Fashion Drunk, de 2018.

Amar é uma Oração

“Sublime é a arte de conversar com Deus”


A Prece não é o refúgio dos covardes nem dos ociosos. Ela nos eleva, o trabalho nos realiza. O Papa reza, o Dalai-Lama medita, Chico Xavier (1910-2002) orava, os rabinos entoam suas súplicas, os evangélicos cantam seus louvores a Deus, os islâmicos recitam o Corão Sagrado… O que é a Prece senão o Amor que se dispõe para grandes feitos? Um irmão ateu, quando medita e pratica um ato que beneficia a coletividade, está orando. Em meu livro Crônicas e Entrevistas (2000), escrevi que orar e meditar se assemelham. Rezar não é uma ação simplesmente figurativa. É o mais forte instrumental que a essência humana, o Capital Divino, possui. O monge alemão Tomás de Kempis (aprox. 1380-1471) grafou, em Imitação de Cristo: “Sublime é a arte de conversar com Deus”

Para evitar o vômito das nações

Nestes tempos de mundialização, em que muitas fronteiras caem preferentemente sobre as cabeças das populações mais pobres, o povo procura um rumo seguro para a existência, regida por forças discrepantes. Nem sempre é o melhor de todos o destino que lhe oferecem. E a História se repete no somatório de enganos que podem desembocar num movimento incontrolável de massas. As nações também vomitam.

Buscam, então, alento para suas dores na violência ou no Invisível. No entanto, como diversos se acostumaram a uma visão restritiva do Poder Espiritual, muita vez erguem sua prece a um deus antropomórfico, que não lhes responde, pois nem existe. E aí se frustram.

Creio que até Karl Marx (1818-1883) proferiria a oração, como poderosa ferramenta psíquica para o fortalecimento da mente e fator de estabilidade ante os dramas pessoais e familiares, que todos enfrentamos. Apesar da convicção de alguns, o criador do marxismo também era ser humano, a seu modo preocupado com os problemas sociais. Certamente, o polêmico autor de O Capital meditava acerca de seus ideais. Sabendo ou não, de certa forma orava.

José de Paiva Netto ― Jornalista, radialista e escritor.

16 de abril de 2021

Campo Mourão Futsal campeão dos JAP's de 1975, em fotos do Ione Sartor

Carlão Tagliari e o Ione Sartor (sendo abraçado pelo Louri da Silva)
JAP's de 1975 - Paranavaí

Do álbum do Ione Sartor, fotos mostra ele e companheiros da Seleção de Campo Mourão comemorando a conquista do título de campeão dos Jogos Abertos do Paraná (JAP´s) de 1975, em Paranavaí.

Foi o primeiro título estadual de nossa cidade. 

Por muitos anos o JAP´s e a Taça Paraná eram as principais competições estaduais para o então futebol de salão. Nessa época, as equipes se preparavam o ano inteiro para competir durante uma semana com as principais equipes paranaenses. Hoje, infelizmente, o Jogos Abertos é apenas realizado para cumprir com calendário esportivo estadual, sem nenhum tipo de atração para as equipes de futsal. 

Nesta edição, em Paranavaí, pela primeira vez, a Televisão Tibagi transmitiu as principais partidas de várias modalidades. Com apenas 15 anos de idade, lembro que estive em Paranavaí assistindo alguns jogos, mas não tive oportunidade de ver nosso selecionado de futsal. 

A equipe de 1975 reuniu alguns dos principais e mais talentosos jogadores que vi vestindo as cores de nossa cidade: James Klank, Ione Sartor, Louri da Silva, Luizinho Kloster, Ivando "Rancho" Capato, Carlão e Itamar Tagliari jogavam demais. Sem esquecer do Beline Fuzeto, nosso "Deus da raça", responsável por manter o foco na vitória sempre (sabia perder, mas sofria muito nesses momentos). 

Eles são os responsáveis por eu ter escolhido o futsal como a minha modalidade. 

Para chegar ao título, a Seleção Mourãoense teve que passar por dois dos seus principais rivais, Londrina e Maringá. Paranavaí, Ponta Grossa, Apucarana e Cascavel completavam as cidades com os principais times da época.  

Rancho marcou o gol da vitória (1 a 0) sobre Londrina na semifinal. Na decisão, contra Maringá, o Ione foi o responsável pela vitória na decisão por pênaltis (só um jogador cobrava as penalidades nessa época) depois de empate no tempo normal. 

Ivando "Rancho" Capato (número 9), Ione Sartor (acho que sendo abraçado pelo Hélio Ampudia) e pelo saudoso Zé Rosa (camisa xadrez) e lá atrás, sorrindo, o Idevalci Ferreira Maia. 

Observando a foto acima percebi que a presença do professor Idevalci, recém chegado em Campo Mourão. Vou querer saber o que ele estava fazendo dentro da quadra. 

Escrevendo sobre a conquista mourãoense e orgulhoso de ver o Campo Mourão Futsal disputando o Estadual, a Liga Paraná e a Liga Nacional de Futsal, me dei conta que Maringá e Londrina, que conquistaram títulos e títulos e revelaram alguns dos principais craques do futsal do Paraná, atualmente não têm times disputando nem mesmo o Paranaense da 1ª Divisão. Lamentável!

Alan Parsons Project - La Sagrada Familia; vídeo

Eric Woolfson e Alan Parsons

The Alan Parsons Project
foi um grupo de rock progressivo inglês formado nos fins dos anos 70 e início dos anos 80 e foi fundado por Alan Parsons e Eric Woolfson (in memorian).

Alan Parsons foi engenheiro de som do álbum The Dark Side of The Moon, do Pink Floyd.


"La Sagrada Familia"
é faixa do álbum Gaudi, lançado em 1987.

Os food trucks mais irados e saborosos do mundo; fotos

A orígem...


Os food trucks não são uma invenção recente.  A ideia surgiu nos Estados Unidos, quando Charles Goodnight levou seu chuckwagon às ruas para servir comida aos imigrantes que partiam para o norte após a Guerra da Secessão, no século XIX. Em um velho caminhão do exército repleto de utensílios, ele improvisou o que tinha para atender à necessidade. Um barril virou um ótimo meio de cozinhar alimentos não perecíveis: carne seca, sêmola, café, biscoitos e vagens secas.

Os night lunch wagons


Foi na década de 1890 que surgiram os night lunch wagons para alimentar os trabalhadores noturnos das grandes cidades: cachorro quente, hambúrguer, café, iogurtes e lácteos. Com a guerra, os food trucks evoluíram. Os exércitos enviavam cantinas rolantes para todas as partes da Europa e da Ásia. Mas a explosão desse tipo de restaurante se dá com a crise econômica americana e com o licenciamento de grandes cozinheiros que apostaram no ramo.

Antigamente...


Versões mais modernas foram surgindo e este, para a época, era super fashion! Gostaria muito de uma porção de batatas fritas, bem crocantes e de um cachorro quente, será que eles me servem?!

Comida bruta


Vamos quebrar tudo se não comermos agora um burrito bem temperado.

A união faz a força!


Beber e gastar o álcool pedalando. Um hábito saudável ou uma forma de beber mais? Para acompanhar, um cachorro quente especial com ketchup e maionese.

Como se fosse em casa...


Como um caracol, a cozinha vai nas costas. Acho que vou comer uma pizza picante enquanto vejo o jornal.

E dá-lhe porco!


Tudo parece mais gostoso quando está sob a forma de um porco! Que tal um croque-monsieur ou um delicioso Pulled Pork sandwich ?

Como um peixe dentro d'água!


Parece com o submarino amarelo dos Beatles! Seja de mar, seja de rio, um peixe empanado cai bem!

Tudo de amendoim


Alérgico aos amendoins? Experimente o wrap caseiro e para fomes insaciáveis o bauru de forno.

Wienermobile


O Wienermobile é food truck com a forma de um cachorro quente!

Um mega hamburguer para uma mega fome


Versão XXL para os ultrafamintos. Feitos em casa, a gente sempre pode deixar maior o hambúrger caseiro.

O restaurante do fim do universo


Atenção passageiros! Embarque imediato para o space food. Um frango KFC para ir mais alto?

Sorvete carga pesada!


Com este aí, ninguém vai poder dizer que o sorvete não chegou porque a estrada estava ruim... 

Aceita um café?!


Este então, é dos mais fofos! Um café ambulante que é um charme só!

Do MSN


13 de abril de 2021

Pedro Cordeiro e o cala boca no vice-prefeito

Pedro Cordeiro
Nossa cidade conta com muitos apaixonados por esporte, principalmente o futebol. Entre eles, posso citar alguns que sempre, desde pequeno, vejo militando com a bola: Itamar Tagliari, Luiz Carlos Khel, João Emílio, Edvaldo “Futrika” Lopes e Pedro Cordeiro. Este último me vem sempre à memória quando o assunto é futebol amador, onde ele comandava a equipe do Camisa 10. 

Lembro, principalmente, que sob o comando dele Campo Mourão conquistou um inédito título do futebol dos Jogos Abertos do Paraná, contando apenas com atletas amadores e mourãoenses.

Como sempre fui atleta do handebol e do futsal só tive oportunidade de jogar sob o comando dele nos campeonatos de veteranos de futebol suíço, e ali, pude observar a seriedade com que dirige suas equipes, sempre montadas para vencer seja qual for o evento, amistoso ou de campeonato.

Getúlio Ferrari Jr

Em 2003 disputamos os Jogos Abertos do Paraná, na modalidade de futebol suíço para veteranos, em Pato Branco. Criado numa iniciativa do Getulinho Ferrari, os Jogos, para nossa diversão, reunia veteranos de várias modalidades, principalmente do futsal. 

Por motivos diversos muitos dos nossos convocados, no último momento, não puderam ir e ficamos com um grupo pequeno de jogadores. Num evento para veteranos e bons de festas, é muito importante ter jogadores para revezar. Pedro Cordeiro não se cansava de nos alertar sobre isso o tempo todo.

Conquistamos o terceiro lugar entre quatro participantes. No terceiro jogo, machucado, fiquei no banco de reservas ao lado do Osvaldo Broza (que foi como motorista da Van e acabou jogando alguns minutos). E, de lá, presenciei o quanto o Pedro se entrega ao jogo: um árbitro muito tendencioso apitava o jogo e nos irritava de maneira insuportável, quando o Getulinho não se conteve e o desacatou, merecidamente. Cordeiro como técnico dedicado, e ciente de que os reservas não podiam atuar, proporcionou então uma das cenas mais cômicas que já vi num jogo: entrou em campo, agarrou o Getulinho, que além de atleta era nosso Vice-Prefeito e Secretário de Esportes, e tapando a boca dele com a mão, pedia para que parasse de ofender o juiz para que não fosse expulso. Só que o efeito foi outro, o árbitro entendeu que até nosso treinador achou que o Getulio exagerou e acabou expulsando-o.

Hoje, damos muita risada, mas naquele dia ele não aceitava nenhuma brincadeira sobre o “tapa-boca” na autoridade. Grande Cordeiro! 

Publicada originalmente no semanário mourãoense Entre Rios, em maio de 2006