5 de janeiro de 2021

Professora Marina Sassaki Miura

Quando cito os excelentes professores que tive nos meus tempos do Colégio Estadual de Campo Mourão, entre eles estará sempre a Professora Marina Sassaki Miura

Recentemente, via rede social, encontrei a linda filha dela Marny Leny Miura e, consequentemente, voltei a ter contato com a professora querida. 

Temos conversado, via WhatsApp, e agora sei que ela está muito bem, reside em São Paulo, onde enfrenta quase que diariamente o trânsito da capital paulista para visitar amigos e locais que lhe são do agrado. O legal é que ela se colocou à disposição para nos levar onde quisermos quando formos até lá. E que é para escolhermos o restaurante que a despesa será por conta dela (ela não tem ideia da encrenca que está entrando. Hehe). 

Elvira e eu, que sempre estudamos juntos, desde o primário, temos ótimas recordações da Professora Marina e sempre achamos que ela também tinha um carinho especial por nós, o que ficou confirmado em nossos contatos recentes. Com memória excelente, muito melhor que a minha, ela se lembrou que eu sempre a presenteava com algum doce na sala de aula, que quase sempre era um chocolate. Lembrou de minha cunhada Daisy, do atual prefeito mourãoense Tauillo Tezelli e de sua irmã Mariza, entre outros.

E como o mundo por aí é pequeno, há pouco tempo descobri que Fortunato Sassaki, amigo de minha família há muitos anos, é irmão dela e tio de meu genro João Guilherme Cavali Pessa. 

Marny Leny Miura com a mãe Marina Sassaki Miura

The Weeknd - Blinding Lights; vídeo

The Weeknd
Foto: Facebook

Abel Makkonen Tesfaye, mais conhecido por seu nome artístico the Weeknd, é um cantor, compositor, ator e produtor musical canadense.


Blinding Lights
é faixa do ´labum After Hours, lançado em 2020.

A Billboard, que é responsável pelo controle das paradas de sucesso dentro da indústria musical, elegeu 100 canções que marcaram o ano de 2020, e que, segundo eles, foram as mais inesquecíveis. Blinding Lights aparece na segunda posição da lista, logo atrás de Rain On Me de Lady Gaga com Ariana Grande.

 


Após passar 28 anos preso injustamente, americano ganha indenização de R$ 50 milhões

Chester Hollman
Foto: Reprodução/WPVI

Um motorista que passou 28 anos na prisão após ter sido injustamente condenado por assassinato recebeu recentemente o direito a receber indenização de US$ 9,8 milhões (cerca de R$ 50 milhões).

Chester Hollman III tinha 21 anos quando foi acusado em 1991 de matar um estudante universitário durante uma tentativa de assalto na Filadélfia (EUA). Ele não tinha antecedentes criminais e trabalhava como motorista de carro-forte.

Em 2019, durante revisão do caso, um juiz ordenou que Chester, então com 49 anos, fosse libertado após quase três décadas atrás das grades.

A polícia e os promotores construíram seu caso com base em declarações forjadas de pessoas que eles coagiram como testemunhas, disse o juiz. Eles também haviam ocultado provas que apontavam para os verdadeiros perpetradores do crime, relatou o "Philadelphia Inquirer".

Chester e os seus advogados sustentam que a sua prisão só foi feita por ele ser negro e estar dirigindo um carro semelhante ao visto na cena do crime.

Para encerrar o caso, a cidade de Filadélfia concordou na semana passada em pagar a volumosa indenização, que é um dos maiores acordos de condenação injusta da sua história.

Chester HollmanChester Hollman
Foto: Reprodução/Netflix

"Não há palavras para expressar o que foi tirado de mim. Mas este acordo fecha um capítulo difícil na minha vida", disse Chester em comunicado à imprensa.

Como parte do acordo, a polícia e as autoridades municipais não admitiram qualquer irregularidade no processo que levou à condenação do americano.

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4 de janeiro de 2021

Feliz 2021 !!!

 


Paul McCartney - Maybe I'm Amazed; vídeo


Sir James Paul McCartney Kt, MBE (Liverpool, 18/06/1942) é um cantor, compositor, multi-instrumentista, empresário, produtor musical, cinematográfico e ativista dos direitos dos animais britânico. McCartney alcançou fama mundial como membro da banda de rock britânica The Beatles, com John Lennon, George Harrison e Ringo Starr. 


"Maybe I'm Amazed" é uma cancão de Paul McCartney, lançada no álbum McCartney, em abril de 1970. A música foi escrita pelo cantor em homenagem à sua esposa, Linda McCartney, durante o fim dos Beatles.


As incríveis histórias por trás de 5 dos relógios mais caros do mundo; fotos

Breguet nº160 Marie-Antoinette, 1827, avaliado em US$ 30 milhões em 2013.
Foto: Michael Vainshtein from Wikimedia Commons

Há pouco mais de 30 anos, a Antiquorum de Genebra foi a pioneira no leilão de relógios modernos com o evento “Art of Patek Philippe”. Antes desse leilão, tratar relógios finos como itens colecionáveis era uma ideia bastante excêntrica. Foi preciso surgir uma leva de modelos eletrônicos baratos de quartzo ao longo das décadas de 1970 e 80 para distinguir os relógios tradicionalmente feitos como mais do que apenas guardiões do tempo, dotados das mais belas “complicações”.

O leilão histórico de Genebra, realizado em 1989, também ajudou a cimentar a posição da Patek Philippe como o investimento preferido da alta relojoaria. É uma reputação que persiste até hoje, graças à fórmuladuradoura que mistura herança, inovação e uma aura de culto. Em novembro de 2020, o modelo de titânio Grandmaster Chime da Patek Philippe foi vendido a US$ 31 milhões na casa de leilões Christie’s, quebrando todos os recordes do mercado.

Mas a marca suíça Patek Philippe não é, de forma alguma, a única escolha dos colecionadores de relógios. Uma série de outras marcas, de Breguet a Rolex, comandam guerras febris de lances em leilões e longas listas de espera por novos modelos. Embora os preços astronômicos frequentemente sejam indicadores de raridade e preciosidade, o fato é que uma grande história certamente ajuda a cimentar a lenda por trás desses produtos. Aqui estão cinco exemplos fascinantes.

Relógio desaparecido de Maria Antonieta
Foto: Michael Vainshtein from Wikimedia Commons


Que tipo de relógio o horologista parisiense Abraham-Louis Breguet (1746-1823) fabricaria se ainda estivesse vivo? Para falar a verdade, o “padrinho da relojoaria moderna” (a quem se atribui a industrialização da relojoaria fina e incontáveis inovações tecnológicas) provavelmente nem estaria fazendo relógios. Como um mestre na solução de problemas de forma prática, inovadora e bonita, ele provavelmente estaria ganhando uma fortuna no Vale do Silício se vivesse nos dias de hoje.

Seu 160º relógio, o lendário Marie-Antoinette, é uma obra-prima divisora de águas da supercomputação.

A história deste relógio é uma lenda em duas partes: uma origem incomparável e um escândalo de roubo mais recente. Tudo começou com um membro da guarda da corte de Versalhes de Maria Antonieta que, em 1783, encarregou Breguet de fazer o relógio mais complicado e precioso para sua rainha cada vez mais impopular.

Breguet obedeceu devidamente, equipando o relógio de bolso transparente com muitas de suas próprias invenções (incluindo corda automática) e outras (como a hora celestial, o estado da corda e um calendário perpétuo), tudo em metal precioso. Porém, havia um problema: os 823 componentes do relógio levaram quase 30 anos para serem produzidos, o que significa que ele só foi concluído muito depois da execução de Maria Antonieta e quatro anos após a morte de Breguet. A obra foi terminada em sua oficina, sob a supervisão de seu filho.

Posteriormente, ele foi adquirido por Sir David Salomons, um advogado britânico. Após a morte de Salomons em 1925, a peça se juntou à sua considerável coleção de relógios de bolso dos séculos 18 e 19 e se tornou a exibição principal no Museu de Arte Islâmica, em Jerusalém (fundado por sua filha nos anos 1970). Em um escândalo chocante anos depois da abertura do museu, em 17 de abril de 1983, mais de 100 dos raros relógios de Sir David, incluindo o Marie-Antoinette, desapareceram num roubo.

O caso permaneceu um mistério por 23 anos, até que a polícia israelense recebeu duas denúncias de pessoas que afirmavam ter visto itens da coleção. Como depois se esclareceu, Naaman Diller, um ladrão israelense que ganhou notoriedade na década de 1960, contornou sozinho o sistema de segurança do museu e guardou os relógios em cofres nos Estados Unidos, Europa e Israel por vários anos.

Após a morte de Diller em 2004, sua viúva tentou vender os itens. A mulher foi presa e passou cinco anos em liberdade condicional por receber bens roubados. Dos 106 relógios, 39 (incluindo o presente de Maria Antonieta) foram restaurados e devolvidos ao museu, onde permanecem em exibição.

O relógio mais complicado de sua época
Foto: Courtesy Sotheby's

Patek Philippe Henry Graves Jr Supercomplication, 1932 -- vendido por US$ 24 milhões na Sotheby's em 2014. 

O novo Patek Philippe Grandmaster Chime pode ter sido vendido por US$ 31 milhões no ano passado, mas o relógio que detinha o recorde anterior está repleto de pedigree de sangue azul.

Feito para o eminente banqueiro nova-iorquino Henry Graves Jr, e apresentando 24 “complicações” (em outras palavras, funções além da hora), o Supercomplication foi considerado o relógio mais complicado já feito até que a própria Patek Philippe criou o Calibre 89 para seu 150º aniversário em 1989.

Mas o fato é que ainda é o relógio mais complicado criado sem tecnologia assistida por computador, com um repetidor de minutos com sinos “Westminster”, um cronômetro “cronógrafo” que pode registrar dois eventos simultâneos, um calendário perpétuo, fases da lua, indicações para nascer do sol e pôr do sol, e um mapa celestial do céu noturno de Nova York, entre muitas outras coisas. E foi tudo desenhado, calculado, fabricado e montado manualmente.

Rolex de Paul Newman
Foto: Courtesy Phillips

Rolex Cosmograph “Paul Newman” Daytona, 1968 - vendido por US$ 17,8 milhões na Phillips em 2017.

Este relógio cronógrafo dos anos 60 não é feito de metal precioso, apenas aço tradicional. Nem abriga complicações magistrais: sua função de cronômetro é baseada na mesma mecânica encontrada em dezenas de milhares de relógios da mesma época e sua caixa é gravada de maneira grosseira e com gramática duvidosa: "Drive Carefully Me” (algo como “Me dirija cuidadosamente”)

Mas este não é um relógio comum. É o Cosmograph Daytona de Paul Newman. Exemplo definitivo do modelo mais colecionável da Rolex, ele foi presenteado à estrela de Hollywood por sua esposa Joanne Woodward em 1968, quando sua paixão pelo automobilismo realmente apareceu (daí a gravura).

O ator de olhos azuis era regularmente fotografado usando o relógio, que se distingue por sua coloração “exótica” do mostrador e pelos botões de “cogumelo” - uma versão impopular de Daytona durante os anos 1960 e 70. Tudo somado, significa que os exemplos do Daytona são poucos, e os em bom estado, com caixa e documentos, são ainda mais raros.

Apesar de sua relativa simplicidade, o relógio vintage foi o destaque de um leilão em Nova York em 2017, superando incontáveis trabalhos de alta relojoaria dos maiores fabricantes do mundo e quebrando sem esforço o recorde mundial anteriormente detido por um Patek Philippe de US$ 11,1 milhões que havia vendido na mesma sala no ano anterior.

Este exemplo particular provavelmente renderia milhões, graças à sua origem, mas sua condição fantástica adicionou ainda mais brilho ao relógio. A peça foi vendida por James Cox, que ganhou o relógio do ator Paul Newman quando namorada sua filha, Nell, nos anos 1980.

"Aparentemente, meu pai se esqueceu de dar corda no relógio de pulso naquela manhã”, contou Nell Newman em uma carta assinada que acompanha a peça leiloada (cujos fundos foram doados para caridade). “James respondeu que não sabia que horas eram e não tinha relógio. Papai entregou a James seu Rolex e disse: ‘Se você se lembrar de dar corda todos os dias, ele dirá a hora certa’”.

Ele nem imaginava o presente que estava recebendo.

Um relógio para levar para o espaço
Foto: Courtesy Sotheby's

George Daniels Space Traveller I, 1982 -- vendido por US$ 24 milhões na Sotheby's em 2019.

Ele pode ocupar apenas o 16º lugar na lista dos relógios mais caros já vendidos em leilão, mas esta beleza que se tornou clássica ainda é reverenciada por causa do virtuoso relojoeiro que a criou.

Em termos de legado do relojoeiro George Daniels (1926-2011), o que vale aqui é o mecanismo de regulação coaxial. Mas seu extenuante “Método Daniels”, que o fez fabricar à mão todos os componentes de metal bruto sem qualquer automação (com uma pequena equipe adicional em sua remota oficina na Ilha de Man) foi, sem dúvida, seu feito mais impressionante.

Exigindo o domínio de mais de 30 artes, aprimoradas por Daniels ao longo de anos restaurando Breguets antigos, o método limitou a produção de sua carreira a apenas 35 relógios, que ele fez para um punhado de clientes ricos. Mesmo assim, os 35 relógios levaram muitos especialistas a considerá-lo o maior relojoeiro do mundo das últimas décadas. Sua criação mais famosa, o relógio de bolso Space Traveller, foi batizado em homenagem ao programa Apollo da NASA e era “o tipo de relógio de que você precisaria em seu pacote de viagem a Marte”, como Daniels disse, por causa de suas indicações de tempo celestial.

Depois de ver Daniels palestrar na Manchester School of Horology na década de 1990, o adolescente Roger Smith comprou um torno usado e uma cópia do livro de Daniels, “Watchmaking”, antes de se tornar aprendiz do lendário relojoeiro. Agora, um relógio de pulso Roger W. Smith – também fabricado na Ilha de Man, usando ferramentas antigas legadas por seu falecido professor – é o mais próximo que você vai chegar de um novo George Daniels, e por muito menos (de cerca de US$ 125 mil para cima, se puder entrar na lista de espera).

Um relógio de pulso para jatos particulares
Foto: Courtesy Richard Mille

Richard Mille RM 62-01 Airbus Corporate Jets – avaliado em US$ 1,3 milhão em 2019.

Além do espetacular Patek Philippe Sky Moon Tourbillon, avaliado em US$ 1,75 milhão, este é o relógio mais caro que você pode comprar agora mesmo se puder.

Trata-se de uma relojoaria moderna e de ponta em sua forma mais inflexível. Famoso por sua estética estilo F1 despojada, desempenho em condições extremas e materiais de última geração, Richard Mille abalou o mundo delicado e ligeiramente empoeirado da relojoaria suíça tradicional.

A marca de sua última criação está alinhada com os Airbus Corporate Jets, daí a caixa de composto de carbono-titânio em forma de vigia. Mas a inovação não fica só aí. Ele possui uma configuração de “vibração” (um recurso familiar para usuários de celulares e pagers do início dos anos 2000) graças a um minúsculo peso desequilibrado em ouro maciço que gira no tempo designado do alarme a 5.400 rotações por minuto, alertando seu pulso do horário definido discretamente.

Ele também tem uma gaiola “turbilhão” que desafia efeito da gravidade na delicada mola de equilíbrio. É feito de carbono e titânio superleve e super resistente. Quando o seu Airbus pessoal pousar, um segundo recurso de fuso horário o avisará da hora de volta para casa.

Se o direito de se gabar também for considerado um recurso deste relógio, pode contar com ele também.

Do CNN Brasil

15 de dezembro de 2020

Formandas da Escola Normal. Campo Mourão, 1968

da esq. para a direita: Lucia Ragugnetti, Edorli Trombini, João Luís Conrado, Jussara Lucca, Zita Gonçalves e Raquel Miguel.
Campo Mourão/PR - Formatura Escola Normal, 1968

 
Do álbum da Edorli Trombini, senhora Álvaro Massareto, foto mostra formandos da Escola Normal do ano de 1968.

Jussara Lucca, senhora João Luiz Conrado, me contou que a Escola funcionava no então Grupo Escolar Marechal Rondon e que entre as formandas também estavam Olívia Mendes (in memorian), Maria Camargo (in memorian), Marisa Panissa, Graciosa Cavalcante, Mirian Ravache, Carmelinda Tomé, Irmã Clarice Maria do Rocio e Marli Hauagge, entre outras. 

As saudosas Maria Camargo e Olivia Mendes foram minhas professoras no Marechal Rondon, nos meus primeiros anos escolares. 

Jussara recordou que, como era tradição, a formatura foi realizada no Cine Plaza. A foto acima é um flagrante do baile, que foi realizado no Clube Social e Recreativo 10 de Outubro

Jussara e João Luiz são avós paternos da minha neta Ana Letícia.

Beth Carvalho - Andanças; vídeo


Elizabeth Santos Leal de Carvalho, mais conhecida como Beth Carvalho (05/05/1946 — 30/04/2019), foi uma cantora, compositora e instrumentista carioca.

Andança é um música de 1968, composta por Danilo Caymmi, Edmundo Souto e Paulinho Tapajós.  Foi a terceira colocada no 3º Festival Internacional da Canção, com interpretação de Beth Carvalho e os Golden Boys.


Rolando Boldrin contando piada e recitando Vinícius de Moraes; vídeos


Dia desses estava revendo programa Sr. Brasil, com Rolando Boldrin, no You Tube, e me diverti com o apresentador contando uma piada (como só ele sabe fazer) para o padre Fábio de Melo, um dos convidados daquela edição do melhor programa da televisão brasileira.

Veja como foi: 


 Por coincidência, no dia seguinte recebi o vídeo abaixo, enviado pelo amigão José de Souza, o Pelé, que o pessoal da Rádio T FM trata por ''Índia Grávida Paraguaia", com o Boldrin recitando poema sobre amizade de autoria do gênio Vinícius de Moraes

Assista, vale a pena!



O Sr. Brasil é um programa da TV Cultura, que vai ao ar aos domingos, às 9h, com horário alternativo na segunda-feira, as 23h30. 

O programa tem um canal no You Tube, onde é possível rever todos os programas. 

14 de dezembro de 2020

Hotel Santa Maria, um símbolo mourãoense em construção; anos 1960

 

Construído pela família Carolo, e inaugurado em 10 de outubro de 1970, por anos o prédio do Hotel Santa Maria foi a edificação mais alta de Campo Mourão. 


Segundo o historiador e escritor Jair Elias, a obra iniciou em meados dos anos 1960. 


A foto acima, provavelmente de 1965, mostra o prédio em obras e, ao lado, a casa do pioneiro Harrison José Borges, o Pitico, como era mais conhecido, onde funcionava o Cartório da Dona Julia, onde atualmente é o Restaurante Oásis. 

Atualmente o Hotel é de propriedade da família do também pioneiro mourãoense, o ortopedista Francisco Fernandes Claudino, o doutor Claudino.

Foto reprodução do Google Maps

Me dei conta que só entrei no Hotel uma única vez e foi para conhecer o cantor Roberto Carlos. Lembro do meu primo, Robertinho Fontoura, ao ver o Rei de perto, perguntando ao pai dele, meu tio Rodolfo: Ele é de verdade? Existe mesmo? 

HSCC - Forget Me Nots; vídeo


Fundada em 2017 por Constantine Delo e Darren Mullan, o Hindley Street Country Club (HSCC) é uma banda australiana especializada em covers. 


Forget Me Nots foi lançada em 1982, no álbum Straight from the Heart da cantora Patrice Rushen.

Americana viraliza com mordida no sanduíche do marido todos os dias de trabalho há 41 anos

Sanduíche de Clifford mordido há 41 anos, todos os dias de trabalho Foto: Reprodução/Facebook

Nos últimos 41 anos, religiosamente, em todos os dias de trabalho, o marido de Tracy Howell encontra o sanduíche preparado pela esposa para o almoço dele do mesmo jeito: com uma mordida.

Simpatia? Não. A moradora do Texas (EUA) derreteu corações no Facebook ao revelar o motivo da mordida: é uma forma simbólica de "almoçar com o marido" mesmo a distância. A história de Tracy e Clifford transformou o casal em "modelo de felicidade" na rede social.

No post, Tracey escreveu:

"Clifford e eu estamos casados ​​há quase 41 anos e preparo seu almoço todos os dias úteis desde o primeiro dia. De vez em quando eu ia me juntar a ele no canteiro de obras e almoçar com ele. Ele fez o comentário uma vez que o almoço fica mais gostoso quando é dividido com alguém que você ama."

Sanduíche de Clifford mordido há 41 anos, todos os dias de trabalho Foto: Reprodução/Facebook

A americana continuou:

"Logo depois disso, enquanto preparava seu sanduíche uma noite, dei uma mordida nele antes de guardá-lo. Quando ele chegou em casa (muito antes dos telefones celulares), ele comentou que alguém tinha dado uma mordida em seu sanduíche. Eu disse a ele que, como não poderia almoçar com ele, dei uma mordida para que ele soubesse que eu iria me juntar a ele."

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11 de dezembro de 2020

Auto Eletro Paulista na Usina Mourão - 1980

em pé (da esq. para a direita): Carlinhos Godinho Lopes, Milton "Caiçara" Gonçalves Neto (in memorian), Pedro Ivo Szapak, Walcir "Dula" Ferreira Lima, ..... e .....
agachados: Wander Ferreira Lima, ......, Luizinho Ferreira Lima, Euclides Gracioli e José Joaquin "Zé Gordo" com o filho Fernando

Do álbum do meu saudoso pai, foto de meados do início dos anos 1980 mostra uma turminha que sempre se reunia para uma pelada de futebol suíço na Usina Mourão, normalmente na sede do DER. 

Essa foto, especificamente, parece ser em um campinho que ficava ao lado do Bar do Moacir, uma venda muito legal que ficava a poucos metros da barragem da Usina, no lado de esquerdo de quem ia da cidade para lá. Onde atualmente tem uma igreja e umas moradias. 

Meu pai, que pelo jeito era o fotógrafo nesse dia, sempre marcava uns amistosos para o time da oficina dele (Auto Eletro Paulista), motivo para rever amigos, comer um pouco de carne e tomar muita, muita bebida. Bebiam demais nessa época, e destilado.

Destaco a presença do saudoso Milton Gonçalves Neto, o Caiçara, pioneiro mourãoense, proprietário do Bar Caiçara, tradicional ponto de encontro dos mourãoenses nos anos 1960 e 1970. 

A presença do amigo Mauro Mauro também merece destaque, ele que mandava muito bem no gol e que hoje reside em São Paulo, onde atua como médico, seguindo carreira dos manos Arnaldo, Osvaldo e Carlos, para alegria e orgulho dos pais, Catarina e Osvaldo (ambos já falecidos), pioneiros de Campo Mourão.  

Alguns personagens não consegui identificar.  

Choir Choir Choir - Shower The People; vídeo


Choir Choir Choir
é um coral musical canadense, baseado em Toronto, Ontário. Em vez de um modelo organizacional tradicional, o coral é estruturado como um grupo de participação aberta, onde qualquer pessoa que queira participar de um evento é bem-vinda a se apresentar como parte do coral.

O coral com o cantor Rick Astley

Shower the People
é uma composição de James Taylor.


Severo Zavadaniak Júnior (1960 * 2020)

Severo Zavadaniak Jr.
Dias duros, momentos dolorosos nesse ano. Nesta sexta-feira, dia 11, fiquei sabendo do falecimento do amigo Severo Zavadaniak Júnior, amigo da adolescência e parceiro do futsal e de conquista importante com a Associação Tagliari, que há anos residia em Maringá. 

Escrevo sem saber ainda o que o acometeu, mas desejo que a família tenha força nesse momento e que ele descanse em paz. 

Abaixo republico uma resenha de nossa conquista com o Tagliari em 1980, em Guarapuava, com destaque para uma participação importantíssima do Severo na conquista do bicampeonato estadual. O texto foi publicado originalmente no semanário Entre Rios, em 2005, num período em que não tinha notícias dele, não sabia nem onde ele residia. 



O bicampeonato estadual da Associação Tagliari - Guarapuava 1980

Chegamos a Guarapuava com a missão de manter o título de campeão, conquistado no ano anterior em Paranavaí. Alojamo-nos numa sala do próprio ginásio de esportes onde aconteceria a competição. 

Uma semana inteira de competição, uma semana toda de chuva e no alojamento não havia um só canto que não gotejasse.

Valmar de Maringá, Guarapuava, AABB e Transbussadori, ambas de Londrina, e Círculo Militar de Curitiba foram nossos adversários. Éramos as seis melhores equipes paranaenses sem dúvida alguma, com destaque para o Círculo Militar que contava com um jogador da Seleção Brasileira (Didu) e com uma estrutura de causar inveja até nos dias de hoje. Contrastando com nosso precário alojamento, eles se hospedaram no melhor hotel guarapuavano.

Época de muito amadorismo, nossa equipe contava apenas com o patrocínio da própria família Tagliari e, por isso, economizávamos em tudo que podíamos. E ainda contávamos com inconvenientes (na verdade, compromissos com seus empregos) que impediam que alguns de nossos atletas participassem desde o início da competição. Apenas nos dois últimos jogos contamos com a equipe completa (Hélio Ubialli, então funcionário do Banco do Brasil e apaixonado pela modalidade, conseguiu a liberação dos jogadores em seus empregos e ainda os levou até Guarapuava).

Um a um os adversários foram sendo derrotados!

Quatro a dois sobre a Valmar (com três gols de sem-pulo do Ione, como só ele sabia fazer!) foi o resultado da nossa estréia.

Tagliari e AABB de Londrina, que praticamente decidiu quem enfrentaria o Círculo Militar no jogo final, foi inesquecível. Perdíamos por três a um quando o Severo Zavadaniak, um dos que o Ubialli tinha liberado, entrou e, com quatro golaços, virou o jogo para cinco a três. Onde anda o Severo?

No jogo final contra o Círculo Militar, vitória simples de qualquer uma das equipes daria o título para a vencedora. Empatando, a AABB de Londrina seria a campeã. (Um acordo de bastidores entre londrinenses e curitibanos, com a conivência da Federação, firmou-se que em caso de empate, uma melhor de três pontos seria disputado entre eles para definir o campeão estadual).

Não demos essa chance a ele! Vencemos por dois a zero (um gol meu, outro do Carlão Tagliari) e conquistamos o bicampeonato e o direito de disputar a Taça Brasil de Clubes Campeões, no ano seguinte em Cuiabá, onde fizemos ótima campanha e ficamos entre os seis melhores clubes do Brasil. Isso tudo com uma estrutura amadora, patrocínio familiar, muito amor á camisa e contando apenas com atletas locais.

Silvio Cintra, David Cardoso, João Miguel Baitala, “Beline” Fuzeto, Carlão Tagliari, Luizinho Ferreira Lima, Severo Zavadaniak, Raudilei Pereira, Ione Sartor e Itamar Tagliari participaram daquela conquista. E o Hélio Ubiali e todas as nossas famílias, é claro!

Associação Tagliari - Bicampeão Paranaense (1979/80)
em pé (da esq. para a direita): Itamar Tagliari, Augustinho Vecchi, Paulo Gilmar Fuzeto, Severo Zavadaniak Jr. (in memorian), Raudilei Pereira, Silvio Carvalho Cintra, João Miguel Baitala (in memorian) e Itachir Tagliari (in memorian)
agachados: Antônio Admir "Beline" Fuzeto, Irineu Luiz "Luizinho" Ferreira Lima, Pedro Ivo Szapak, Ione Paulo Sartor e Carlos Álvaro "Carlão" Tagliari