9 de dezembro de 2020

O engenheiro civil Alexsandro Felipe Demétrio

Alexsandro Felipe Demétrio

Esse danado aí em cima é o Alexsandro Felipe Demétrio que, para alegria dos pais Andreia e Sandro Demétrio, se formou recentemente em engenharia civil.

Alexsandro e a mãe Andreia no evento dos formandos

Sandro é grande parceiro nosso no Clube dos Trinta. Ele aproveitou as redes sociais para parabenizar o feito do filho e, homem de caráter que é, não esqueceu de agradecer o apoio que o filho recebeu nas empresas (Retificadora Paraná e Cetec Engenharia) onde trabalhou enquanto estudava.

Andreia e Sandro

Não conheço pessoalmente o Alexsandro e fiquei orgulhoso pela conquista dele. Imagino como estão os pais. Parabéns! Deus abençoe!

Santana - Do You Remember Me; vídeo

Carlos Santana e a esposa, a baterista Cindy Blackman

Santana
é uma banda americana, formada por um número variável de músicos que acompanham o guitarrista e compositor mexicano Carlos Santana desde o fim da década de 1960.


Do You Remember Me
é faixa do álbum In Search of Mona Lisa, lançado em 2019.


Bar japonês sobrevive a 1.020 anos de pandemias, guerras e crises econômicas; fotos

Bar no Japão que funciona há 1.020 anos vendendo bolinhos de arroz Foto: Reprodução/Facebook

Ao lado de um templo religioso em Kyoto (Japão) funciona um pequeno bar artesanal que vende mochi, um tradicional bolinho de arroz, e algumas bebidas típicas, especialmente chá, para acompanhar. O local foi criado para ajudar a receber japoneses fugindo da pandemia. Não, esqueça o coronavírus. Estamos falando de uma praga no ano 1000.

Sim, o estabelecimento, batizado como Ichiwa, sobreviveu a várias dinastias, guerras, pragas, desastres naturais, mudanças de gerações e crises financeiras. E, mais recentemente, está sobrevivendo à Covid-19. São 1.020 anos funcionando ininterruptamente, contou o site "Piece Business". O segredo, diz, a proprietária, Naomi Hasegawa, é investir em apenas um artigo e ser o melhor de todos. O freguês e os seus descendentes sempre voltam, século após século.

Naomi se orgulha de os clientes nunca mudarem de perfil: são sempre peregrinos. Isto seria um outro ponto para explica o sucesso do negócio milenar.

Bar no Japão que funciona há 1.020 anos vendendo bolinhos de arroz Foto: Reprodução/Facebook

O Japão é uma superpotência tradicional, com muitos negócios familiares. A nação é residência de mais de 33 mil empresas com pelo menos 100 anos de história, mais de 40% do total do mundo. Mais de 3.100 operam há pelo menos dois séculos. Cerca de 140 existem há mais de 500 anos. Ao menos 19 dizem ter raízes no primeiro milênio. Essas companhias bem duradouras são conhecidas como shinises.

Bar no Japão que funciona há 1.020 anos vendendo bolinhos de arroz Foto: Reprodução/Facebook

A gigante dos games e do entretenimento nipônica Nintendo, por exemplo, começou suas atividades 131 anos atrás, fabricando jogos de cartas.

Do Page Not Found

7 de dezembro de 2020

Associação Tagliari na Taça Paraná de Futsal, em 1974

 

em pé (da esq. para a direita): Juacir Piacentini, Louri da Silva, Aldevino "Vininho" da Silva (in memorian), Gordinho, Ione Paulo Sartor, Paulo Gilmar Fuzeto e José Rosa (in memorian)
agachados: Itamar Tagliari, Carlos Álvaro "Carlão" Tagliari, Luiz Carlos "Luizinho" Kloster, James Klank e Antonio Admir "Beline" Fuzeto
Associação Tagliari

Do arquivo do Itamar Tagliari, foto mostra timaço da Associação Tagliari que disputou a segunda edição da Taça Paraná de Futsal, a atual Chave Ouro.

Essa turma que fez com que o futsal fosse (e ainda é!) o meu esporte preferido. 

Anos depois tive a felicidade de jogar ao lado de alguns dos meus ídolos. Ao lado do Gilmar, Beline, Carlão, Itamar e Ione fomos duas vezes campeões da Taça Paraná, em 1979 e 1980, nas duas únicas vezes em que um time mourãoense conquistou o primeiro lugar nesta competição. Com a Fertimourão e com a Arcam chegamos perto, mas não chegamos ao título. 

Nesta formação estão alguns dos melhores jogadores de futsal de nossa cidade e do Paraná. Para mim, Carlão Tagliari, Ione Sartor, James Klank, Louri da Silva devem sempre estar presentes em qualquer seleção paranaense da modalidade. Além de todo o talento, considero também o fator pioneirismo para destaca-los.  

Supertramp - School (live em Paris); vídeo


Supertramp
é uma banda de rock britânica formada em 1969. A banda alcançou o pico de sucesso comercial com a música de 1979, Breakfast in America, que já vendeu mais de 20 milhões de cópias


School
é faixa do álbum Crime of Century, lançado em 1974.

O vídeo é parte do álbum Live em Paris, gravado em 1980. 


Recordista de 13 anos resolve cubo mágico em 5 segundos. Assista

Foto: reprodução Instagram

Um garoto filipino de apenas 13 anos está chamando a atenção na internet pela rapidez com que resolve o cubo mágico: 5 segundos.

Leo Borromeo já solucionou mais de 900 quebra-cabeças em competições e quebrou recordes com os cubos, que também são chamados de Rubik.

O jovem é extremamente habilidoso, gosta de desafios e são várias as modalidades que ele já competiu.

Os recordes são para cubos 2x2x2, 3x3x3, 4x4x4 e 5x5x5 – que formam sequências de cores e precisam estar alinhados no final.

A habilidade do Leo é tão grande que ele também resolve um cubo de Rubik com apenas uma mão.

Mais rápido

O adolescente que mora em Cebu, província das Filipinas, é atualmente o ‘speedcuber’ mais rápido do país, de acordo com a Associação Mundial de Cubos.

Ele é classificado como o mais rápido das Filipinas em tempo único (5,96 segundos) e médio (7,51 segundos).

Ele também é classificado como o terceiro cuber mais rápido da Ásia e 23º do mundo.

Infância

Aos sete anos, ele começou a se interessar por brincar com o cubo de Rubik e aprendeu sozinho a resolvê-lo assistindo a vídeos no YouTube.

“Comprei para ele um barato e no começo quebrou. Então, ele me pediu para comprar um normal para ele ”, disse Sheryl Borromeo.

Quebra-cabeças

Leo não brinca simplesmente com um cubo de Rubik, ele os resolve, porque são quebra-cabeças que devem ter cores coordenadas, após serem desarranjados.

Em um dia, Leo resolve mais de 100 quebra-cabeças de cubos de Rubik, organizando e reorganizando-os repetidamente.

Seu cubo favorito para resolver é o 3×3, mas ele também resolve outros cubos que incluem o 4×4.

Precoce, ele atualmente ele estuda na Universidade de San Carlos North Campus e nunca sai de casa sem seu cubo de Rubik.

Olha a facilidade em 5 segundos:



26 de novembro de 2020

Educandário Cristo Rei, anos 1960


Foto do Museu Municipal de Campo Mourão mostra o Educandário Cristo Rei nos anos 1960, logo após entrar em atividade. 

Minha primeira lembrança do Educandário é do início dos anos 1970, quando passava ali em frente rumo ao Colégio Estadual de Campo Mourão. 

Como nessa época funcionava mais como internato, quase não tive contato com as alunas do Educandário. Aliás, no meu primeiro ano no Estadual, no turno da manhã só estudavam os meninos, à tarde as meninas e no período da noite, frequentado por alunos com mais idade, o turno era misto. 

Alunas do Educandário no desfile do aniversário de 23 anos de Campo Mourão
10/10/1970

Outra lembrança é da inauguração da quadra de esportes do Educandário, já no final dos anos 1970, que contou com a presença da Associação Tagliari e do Beccari Futsal, entre outras. 

Atualmente ali naquele belo monumento de madeira funciona uma escola de inglês e, num terreno ao lado, de frente para a avenida Goioerê, uma quadra de tênis de campo. Ambas bem frequentada. 

O Educandário

O Educandário Nossa Senhora de Medianeira, mais conhecido como Educandário Cristo Rei, foi um dos primeiros colégios de Campo Mourão. Sua obra teve início em 1956 por iniciativa da comunidade e religiosos. Por um ano, em 1957, a obra ficou paralisada por falta de recursos, mas em seguida, com apoio de um grupo de pioneiros, entre eles Estefano Reifur, Basílio Daciuk, Nicolau Paitach, Valdomiro Iochekiw, Zenovi Kmita, Nicolau Boiko, Miguel Scharan, Basílio Kiwel, Metódio Kopko, Miguel Kochmanski, Paulo Chornobay, Miguel Chornobai, Yaroslau Chornobay, Miguel Striechen, Miguel Krescilanovski, Floriano Kopko, Daniel Malko, João Theodorovicz, Miguel Kut, Teodoro Metchko, Valdomiro Kozan, José Michalczechen e Panas Kiwel, conforme consta no Livro Ata da Paróquia, as obras foram retomadas e concluída no dia 1º de janeiro de 1959. A inauguração ocorreu um mês depois, com a presença do então prefeito Roberto Brzezinski, padres e as comunidades ucraniana e latina. 

O ano letivo foi iniciado no mesmo ano com o ensino primário e mais tarde também com o pré-escolar. 

A primeira diretora foi a Irmã Zita Procheira, com a Irmã Benedita Czornei como Madre Superiora. 

A partir de 1962, o Educandário abriu internado, com onze meninas pagantes e quatro com gratuidade, sendo que essas auxiliavam no serviços gerais como forma de pagamento do internato. 

O Colégio foi vinculado ao Sistema Estadual de Ensino em 1971, no mesmo ano que ali foi implantado o curso do Movimento Brasileiro de Alfabetização de Adultos e Crianças (Mobral). 

O historiador e escritor mourãoense Jair Elias dos Santos Júnior me auxiliou na publicação. 

Harry Styles - Golden; vídeo e fotos

Harry Edward Styles (Redditch, 01/02/1994), é um cantor, compositor e ator inglês.

Golden é faixa do álbum Fine Line, lançado em dezembro de 2019, que foi eleito o melhor álbum Pop/Rock no American Music Awards de 2020. 



Comparação das roupas de Harry Styles com as do Pateta hitam no Twitter

O músico inglês que conquistou o mundo com o seu estilo parece não ser tão original assim

Twitter/Reprodução
Harry Styles e seu maior guru de estilo, Pateta

Harry Styles, o músico ex-integrante do One Direction, desde a época da boyband conquista corações e se tornou namorado dos sonhos de grande parte das adolescentes e jovens que acompanharam sua trajetória.

Hoje em dia, mais maduro, Styles é reconhecido pelos seus looks que abusam de peças de alfaiataria e roupas que seriam tipicamente consideradas femininas. " Quais são as inspirações dele ?", muitos se perguntam. Uma usuária do Twitter parece ter descoberto esse grande segredo: ninguém mais ninguém menos que o Pateta. 

Ficou confuso? Veja essa fotos (reproduções do Twitter) com as provas que não deixam dúvidas: 







O Miquinha está bem?

Valdeci "Miquinha" Carvalho de França
(in memorian)

Voltando das férias encontro meus amigos, do Clube 10, disputando um campeonato inaugurando o campo de areia do SESC.  

Jogamos já no dia que cheguei e, talvez pela “fome de bola” e pela boa vitória, achei tudo uma maravilha e fiquei querendo mais. No dia seguinte, semifinal contra o time do Jardim Bandeirantes. 

Elvira e Marina, minha esposa e filha mais nova, respectivamente, foram assistir ao jogo.

Logo no começo do jogo, subo para dividir uma bola e bato a cabeça com o zagueirão adversário, um tal de Miquinha. 

Fico no chão por alguns segundos, assustando a todos. Continua o jogo e eu, ao invés de jogar, encho o zagueirão de perguntas impertinentes, e ele, perdendo o jogo para os “pózinho" da cidade, só fazia me olhar feio. Getulinho (Ferrari), então, manda me tirarem do jogo. 

Sentado ao lado do Pedrinho (Staniszewski), faço-lhe sempre as mesmas perguntas. Enchi tanto o saco dele que ele deu um ultimato para a turma: 

- Ou vocês me colocam para jogar ou tiram o Luizinho daqui

Puseram-no para jogar e passei então a perturbar todos que vinham para o banco. Alguns ficavam mais para o lado do banco adversário para não ter que responder sempre as mesmas questões. Ganhamos o jogo e, no dia seguinte, o campeonato!

Não participei da decisão, pois havia sofrido uma concussão que me deixou com amnésia temporária. Depois de passar pelo hospital, fui para casa com a orientação de que a Elvira não me deixasse dormir mais do que vinte minutos seguidos. Todas as vezes que me acordava, lá vinham as mesmas perguntas: Quanto tá o jogo? Marquei gol? Bati a cabeça? Cadê a Marina? O Miquinha está bem?

Amanhecendo o dia é que voltei ao normal – sei! – e tomei conhecimento de que tinha passado por um acidente sério. 

Com a ajuda da Elvira, dos amigos do Clube 10 e do próprio Miquinha (Valdeci Carvalho de França, infelizmente já falecido), meu amigo desde então, é possível contar o ocorrido, já que a pancada deletou tudo daquela noite.

Publicado originalmente no semanário mourãoense Entre Rios, em novembro de 2005

25 de novembro de 2020

Futsal: Campeonato interno do Colégio Est. de Campo Mourão - 1970

Em pé (da esq. para a direita): Prof. Egydio Martello (in memorian), Nelson, Thiago, Tião Quelé, Silvio, Zolmir e Prof. Vicente Piazza.
Agachados: Antenor Tonet, Osvaldo Broza, Nenão, Luiz Pepinelli e Neonir "Niu" Ramos


Do álbum do Osvaldo Broza, foto mostra equipe que disputou campeonato interno de futsal do Colégio Estadual de Campo Mourão, em 1970.

Entrei no Colégio Estadual no ano seguinte e recordo que os campeonatos internos eram muito disputados. Como estudava pela manhã, os nossos campeonatos eram disputados antes das aulas e, por isso, seis da manhã o pátio do Colégio já estava lotado, todos aguardando os jogos na quadra de asfalto. 

Além do Broza, amigo desde sempre, destaco a presença do professor Piazza, o primeiro professor de educação física de nossa cidade, que atualmente reside em Cascavel, e do saudoso professor Egydio Martello, então diretor do Colégio.

Professor Martello chegou em Campo Mourão no início de 1959 para trabalhar na empresa de contabilidade e advocacia do pioneiro Belin Carolo. Atendendo convite dos amigos Milton Luiz Pereira e Ephigênio José Carneiro, ambos também já falecidos, virou diretor do então Ginásio de Campo Mourão. Ele lecionou até 1975, quando se mudou para Curitiba.

Professor Martello é o autor da letra do hino de Campo Mourão, que tem música da professora Walkyria Gaertner Boz

Ele faleceu em dezembro de 2006, aos 76 anos de idade. 

Antenor Tonet, cunhado do Gilmar Fuzeto, foi um dos melhores goleiros da história do handebol paranaense. 

Mayer Hawthorne - The Innocent; vídeo


Andrew Mayer Cohen, mais conhecido como Mayer Hawthorne é um cantor, produtor, compositor, arranjador, engenheiro de áudio, rapper, DJ e multi-instrumentista norte americano.


The Innocent
é faixa do álbum Where Does This Door Go, lançado em 2013.


15 palavras de nosso dia a dia que são heranças africanas

No mês da Consciência Negra, o aplicativo de idiomas Babbel reuniu 15 palavras do dia a dia dos brasileiros que, na verdade, são heranças de línguas e culturas africanas. A miscigenação linguística é responsável pelo idioma rico e variado que falamos hoje.

De acordo com dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), hoje o Brasil é o país com mais descendentes africanos fora da África – 54% da população é afrodescendente.

A presença africana trouxe uma riquíssima contribuição para a língua portuguesa e cultura brasileira. As religiões africanas, como o candomblé e a umbanda, foram fundamentais para a perpetuação linguística de diferentes povos. Confira abaixo algumas palavras:

Dengo: segundo os dicionários, a palavra significa “lamentação infantil”, “manha”, “meiguice”. Contudo, a palavra de origem banta (atualmente Congo, Angola e Moçambique) e língua quicongo tem um sentido mais profundo e ancestral, dengo é um pedido de aconchego no outro em meio ao duro cotidiano.


Cafuné: também do quimbundo vem a palavra cafuné, que significa acariciar/coçar a cabeça de alguém.


Caçula: Do quimbundo kazuli, que significa o último da família ou o mais novo.


Moleque: do quimbundo “mu’leke”, que significa “filho pequeno” ou “garoto”, era um modo de se chamar os seus filhos de mu’lekes.
Com o passar do tempo, a palavra começou a apresentar um significado pejorativo, devido ao preconceito existente contra tudo o que era próprio dos negros, inclusive o modo como chamavam os seus filhos. Antes da abolição da escravidão, por exemplo, chamar um menino branco de “moleque” era uma grande ofensa.
Atualmente, a palavra “moleque” é atribuída a crianças traquinas e desobedientes. Também é utilizada para qualificar a personalidade de uma pessoa brincalhona ou que não merece confiança.


Quitanda: do termo quimbundo “kitanda”, trata-se de um pequeno estabelecimento onde se vende produtos frescos, como frutas, verduras, legumes, ovos, etc.


Fubá: vem de “fuba”, da língua banta quimbundo, é uma farinha feita com milho ou arroz. Feijão e angu – creme feito apenas com fubá e água – eram a base da alimentação dos africanos e afro-brasileiros. Hoje, vários pratos e quitutes são preparados com o ingrediente, sendo o bolo de fubá o mais querido entre os brasileiros.


Dendê: do quimbundo ndende, o dendê, ou óleo de palma, é popular nas culinárias africana e brasileira. Ele é produzido a partir do fruto do dendezeiro – um tipo de palmeira originária do oeste da África. Indispensável na cozinha afro-brasileira, o dendê é utilizado em pratos como o vatapá e o acarajé.


Cachaça: essa aguardente de cana-de-açúcar é usada no preparo do coquetel brasileiro mundialmente conhecido, a caipirinha. A cachaça é obtida com a fermentação e destilação do caldo de cana.
A palavra tem origem na língua quicongo, do grupo banto (atualmente Congo, Angola e  Moçambique). A cultura da cachaça no Brasil começou no tempo de escravidão, quando os africanos trabalhavam na produção de açúcar proveniente da cana. O método consistia em moer a cana, ferver o caldo obtido e, em seguida, deixá-lo esfriar. Desse processo, resultava a rapadura – produto que tinha como finalidade adoçar alimentos e bebidas. Quando o caldo fermentava, o açúcar da garapa se convertia em álcool.
Hoje, o Brasil produz 1,3 bilhão de litros de cachaça por ano. A bebida é a segunda mais consumida do país, ficando atrás apenas da cerveja.


Axé: o termo geralmente é usado como o “assim seja”, da liturgia cristã, e também “boa-sorte”. Contudo, segundo as religiões afro-brasileiras, axé (do iorubá ase) é bem mais do que isso, é a energia vital encontrada em todos os seres vivos e que impulsiona o universo.


Candomblé: esta é a religião de matriz africana mais praticada no Brasil. Em virtude da proibição da prática do candomblé no passado, aconteceu um sincretismo – a junção dos cultos do candomblé com o catolicismo. Até hoje, alguns católicos e praticantes do candomblé celebram juntos a lavagem de Senhor do Bonfim (no candomblé Águas de Oxalá) , Santa Bárbara (no candomblé Iansã), Nossa Senhora dos Navegantes (no candomblé Iemanjá).
Candomblé é a união do termo quimbundo candombe, que significa “dança com atabaques”, com o termo iorubá ilé ou ilê (casa): “casa de dança com atabaques”.


Macumba: (quimb makumba) é uma religião que começou a ser praticada na primeira metade do século XX no Rio de Janeiro e é uma variante do candomblé. Originalmente, a palavra se referia apenas ao instrumento musical utilizado em cerimônias religiosas de raiz africana.


Muvuca: “mvúka”, de origem banta e língua quicongo, significa aglomeração ruidosa de pessoas como forma de lazer, celebração.


Cuíca
: o instrumento, chamado em Angola de “pwita”, é semelhante a um tambor e contém uma haste de madeira interna e fixa. O som é produzido ao esfregar a haste com um pano úmido. Seu uso foi muito difundido na música popular brasileira e, por volta de 1930, passou a fazer parte das baterias das escolas de samba.


Abadá
: hoje em dia, a palavra abadá é conhecida por se referir à camiseta de carnaval recebida na compra do ingresso para blocos de rua. Ela tem origem no iorubá e originalmente era utilizada para se referir às batas/túnicas brancas vestidas em rituais religiosos.


Cachimbo
: instrumento utilizado para fumar, geralmente, tabaco. A palavra deriva do termo “kixima” de uma das línguas bantas mais faladas em Angola, o quimbundo.

Do Catraca Livre

24 de novembro de 2020

10 cidades mais limpas do mundo; fotos



Ar puro, sustentabilidade, organização, educação e consciência da população. 

Confira agora as 10 cidades mais limpas do mundo.

10. Praga


País: República Checa
Pontuação de limpeza: 7.87

Nossa décima posição é para cidade que além de ser limpa e dos mais belos e antigos centros urbanos da Europa.

9. Copenhague


País: Dinamarca
Pontuação de limpeza: 7.97

Vale ressaltar o sistema alternativo de transporte é apenas uma parte do planejamento urbano sustentável de Copenhague.

8. Munique


País: Alemanha
Pontuação de limpeza: 8.58

Mundialmente famosa Oktoberfest, a cidade de Munique é oitava cidade com as ruas mais limpas do mundo, além de ser a terceira cidade do mundo mais amigável aos pedestres.

7. Dubrovnik


País: Croácia
Pontuação de limpeza: 8.64

A cidade de Dubrovnik, no sul da Croácia, é a sétima mais limpa do mundo segundo a pesquisa feita pelo Trip Advisor. Em junho deste ano, a cidade vai sediar a Conferência sobre Desenvolvimento Sustentável de Sistemas de Energia, Água e Meio Ambiente.

6. Dubai


País: Emirados Árabes Unidos
Pontuação de limpeza: 8.64

No começo de 2012, o governo municipal lançou um programa de fiscalização contra os maus hábitos nas ruas. Como resultado, quem é visto jogando chiclete, cigarro e lixo na rua é multado.

5. Estocolmo


País: Suécia
Pontuação de limpeza: 8.66

As medidas claras e efetivas para redução da poluição sonora, um plano de proteção estabelecendo novos padrões de qualidade da água e um sistema inovador de gestão de resíduos garantiu à Estocolmo o título de capital verde da Europa, em 2010.

4. Viena


País: Áustria
Pontuação de limpeza: 8.7

Esse sucesso deve-se principalmente a uma gestão disciplinada do serviço de limpeza público urbano, além, claro, da conscientização dos cidadãos. A cidade, que é líder mundial em qualidade de vida, também investe pesado na reciclagem energética do lixo que produz.

3. Zurique


País: Suíça
Pontuação de limpeza: 8.91

Mau comportamento nas ruas rende multa pesada, e nem é preciso ir longe na presepada – em Wallisellen, uma pequena comuna nos arredores de Zurique, cuspir na rua já é motivo de advertência.

2. Singapura


País: Singapura
Pontuação de limpeza: 9.22

Tudo que sonhamos, dinâmica, segura, arrojada e, acima de tudo, impecavelmente limpa. A preocupação com o asseio de ruas e áreas comuns obedece uma gestão linha dura do lixo, que chega a proibir (acredite) a venda de chiclete. Jogar bituca de cigarro no chão, então, pode rende multa de até 400 reais.

1. Tóquio


País: Japão
Pontuação de limpeza: 9.31

Por lá, lixo é um problema de todos os cidadãos, responsáveis por separar em casa os resíduos para reciclagem, que abrange mais de 10 categorias. Em alguns bairros de Tóquio, como Odaíba, a taxa de reaproveitamento de resíduos chega a 100%.

Fonte: Do Lista 10 com Trip Advisor/ Revista Exame

Atletas no desfile de aniversário de Campo Mourão, em 1988; foto

Foto enviada pelo amigo Jauri Albuquerque mostra parte da delegação mourãoense que participou dos Jogos Abertos do Paraná (JAP´s), de 1988, que foi realizado em Guarapuava.

Lembro de ter desfilado também representando a equipe de futsal que, por sinal, se tornaria campeã invicta dos JAP's na semana seguinte em quadras guarapuavanas. Os cinco primeiros personagens na foto competiram pela modalidade de bocha. O último deles é o David Miguel Cardoso, que fazia parte do nosso time de futsal, que voltou de Guarapuava com o título de campeão.  

Seu Agostinho Grasso e Edegar Hoffmann, pioneiros mourãoenses, infelizmente já são falecidos. O patriarca da família Grasso faleceu há poucos dias. 

Hugo Spilka, o Guenho, é meu amigo de infância, colega dos bons tempos do Colégio Estadual. 

Seu Tarciso Sartor, também pioneiro de nossa cidade, é uma fortaleza só e é nosso parceiro de truco no Clube dos Trinta (diversão que está suspensa desde o início da pandemia do Covid-19).

Lembro do Jairo Padilha como funcionário do laboratório de análises clínicas Professor Ephigênio e sempre envolvido com o esporte de nosso cidade, principalmente o bolão e a bocha. 

David, outro amigo de infância, é um dos responsáveis por eu gostar tanto do futsal. Ao lado dele construímos uma bela história no esporte mourãoense e paranaense. 


Agostinho Grasso (in memorian), Edegar Hoffmann (in memorian), Hugo Spilka, Tarciso Sartor, Jairo Padilha e David Miguel Cardoso
Campo Mourão/PR - 10/10/1988

Anastacia - Pieces of a Dream; vídeo


Anastacia Lyn Newkirk
, mais conhecida por Anastacia (Chicago - Illinois, 17/09/1968), é uma multipremiada cantora e compositora americana


Pieces of a Dream é faixa e título de álbum de compilações lançado por Anastacia em 2005