29 de junho de 2020

Mark Knopfler - Brothers in Arms (ao vivo)


Mark Freuder Knopfler
, (Glasgow, 12/08/1949) é um guitarrista, cantor e compositor britânico, reconhecido pelo seu trabalho com a banda Dire Straits, que liderou de 1977 até 1994. 

Foi considerado o 44º melhor guitarrista de todos os tempos pela revista norte-americana Rolling Stone


Brothers in Arms
é faixa e título de álbum lançado pelo Dire Straits em 1985

Bolas fora do handebol mourãoense nos Jogos Abertos do Paraná

Esta semana recebi e-mail do professor Idê (Idevalci Ferreira Maia) querendo ajuda para contar a história do handebol de nossa cidade e, por isso, nesta edição, rememorei algumas passagens pelo esporte, que hoje é o mais praticado nas escolas brasileiras.

Faço parte dos primeiros praticantes da modalidade em nossa cidade, juntamente com os irmãos Arnaud e Marcelo Silveira, Beto Durski, Jair Grasso, João Silvio Persegona, Marcão Alcântara, Ricardo Grabowski, Fernando Duglosz (in memorian), Marquinhos Pelisser, João Barbosa, David Miguel Cardoso...

Muitas foram as nossas conquistas, tanto no masculino como no feminino. Mas, não sei por que, o que me vem mais na memória, nesse momento, foram “bolas foras” que proporcionamos justamente na época em que nosso handebol era um dos mais fortes do Paraná.

Em 1976, na primeira vez que Campo Mourão sediava um Jogos Abertos (Jap´s), nossos dirigentes optaram por importar atletas de fora em detrimento de muitos atletas locais (prática comum até hoje, infelizmente) e conquistaram a medalha de prata.

No ano seguinte, em Arapongas, contando apenas com atletas radicados em nossa cidade conquistamos a mesma posição do ano anterior. 

Campo Mourão Handebol - Jogos Abertos do Paraná de 1977, em Arapongas
em pé (esq. para a direita): Jair Grasso, Nelson Rodrigues (in memorian), Marcos Alcântara de Lima, Betinho Nogaroli, Erivalto "Negão" Oliveira, Dagoberto Lüdek, Idevalci Ferreira Maia e Zé Rosa (in memorian) 
agachados: João Barbosa Filho, João Silvio Persegona, Tedy Pacífico, Ney José Kloster, Walmir Ferreira Lima e Irineu Luiz Ferreira Lima  


A bola fora aqui foi proporcionada principalmente por nós atletas que, no jogo final, contra uma equipe de basqueteiros, isso mesmo, basqueteiros de Cornélio Procópio, perdemos um sem número de pênaltis (no handebol, sete metros). Isso sem falar  de um passeio debaixo de chuva, na manhã da decisão, por um clube de campo, que nos obrigou a cair da cama bem cedinho depois de uma semifinal barra pesada na noite anterior.

Em 1978, nos Jap´s em Maringá, éramos disparados os melhores, e depois de passar por vários adversários, na semifinal enfrentaríamos a equipe da casa, no jogo mais esperado do evento. Tudo bem, tudo bom, se alguém não se queixasse de dor muscular e, então, resolveram que nós, com idade média de 18 anos, deveríamos tomar alguma coisa para tirar as dores. 

Numa farmácia, sem nenhuma orientação médica, aplicaram um relaxante muscular que tirou todo nosso reflexo e fez com que perdêssemos de maneira ridícula um jogo que não era garantido que ganharíamos - Maringá sempre foi muito forte e tinha um timaço como sempre -, mas que poderia ser muito mais disputado, poderia. 

Lembro sempre do Zé Luiz, o Zé Cuié, ala direita maringaense, passando por mim e eu só reagindo quando ele voltava comemorando o gol. Fomos para o intervalo perdendo por uma diferença de nove gols e a resultado final foi de apenas um gol pró maringaenses. Acho que foi passando o efeito do relaxante e conseguimos nos recuperar, mas não o suficiente para reverter o placar. 

Publicado originalmente no semanário mourãoense Entre Rios, em novembro de 2005.

25 de junho de 2020

Fecilcam, campeã do Torneio Osvaldo Wronski de 1972

Foto de 1972 mostra uma equipe que representou a Fecilcam na edição daquele ano do tradicional Torneio Osvaldo Wronski. 

O torneio, de futebol de campo, era realizado anualmente, sempre patrocinado pela Farmácia América, do saudoso pioneiro Osvaldo Wronski, um dos grandes incentivadores do esporte em Campo Mourão. 

O timaço abaixo mandou muito bem e ficou com o troféu de primeiro lugar do Torneio. 

em pé (da esq. para a direita): Guido Push, Zé Rosa (in memorian), Antônio Admir "Beline" Fuzeto, Darci Fávaro, José Zelner, Ângelo Versi Sequinel, Deocleciano "Sanico" Carneiro (in memorian), Euclésio Salvadori e Miguel "Andrada"
agachados: Silveira Claudino (in memorian), Joãozinho "Darom", Ricardo Terniovicz, Joaquim "Da Guia" Tomadon, Adionir Ramos e Luiz Carlos Cavalhieri

 


Harry Styles - Adore You


Harry Edward Styles
(01/02/1994), é um cantor, compositor e ator inglês. Sua carreira musical começou em 2010, quando ele fez um teste solo como concorrente da série britânica The X Factor. Ele foi eliminado desde o início, mas foi trazido de volta para formar a boy band One Direction. Após o hiato indefinido da banda em 2016, Styles assinou com a Columbia Records como artista solo.

Adore You
é faixa e título de álbum lançado em 2019.

Jogos Regionais de Goioerê – A Bunda do Pelisser

Marcos Antônio "Marquinhos" Pelisser


Durante os anos 1970 e 1980, agosto era o mês dos Jogos Regionais de Goioerê, que aconteciam durante as comemorações do aniversário daquela cidade. 

Lá, vivenciei ótimos momentos (aliás, o esporte só me deu alegrias).

Com quinze ou dezesseis anos começamos a participar dos principais eventos esportivos paranaense, primeiramente jogando handebol e, a partir dos dezenove anos, defendendo nosso futsal (naquela época futebol de salão).

Com a energia característica daquela idade aprontávamos bastante. Mas, para minha felicidade, sempre com muita responsabilidade, principalmente por contar com ótimos amigos, que fazem parte de meu laço de amizade até os dias de hoje.

Sempre que puder, utilizarei este espaço para contar alguns fatos, divertidos ou, até mesmo, tristes, que juntos vivenciamos no esporte.

Nesta edição recordo momento hilariante que presenciei durante uma viagem de Goioerê para Campo Mourão proporcionado pelo Marquinhos Pelisser. 

Estrada sem asfalto com a coincidência de quase sempre chover na época dos Jogos faziam com que nossas viagens para Goioerê muitas vezes se transformassem em aventura. Quantas e quantas vezes tivemos que descer do ônibus para ajudar a desatolá-lo. 

Numa dessas vezes, voltávamos para casa e, ao passar por Moreira Sales, o Marquinho abaixou a calça e colou a bunda na janela do ônibus. 

Morríamos de rir ao ver a cara das pessoas que, quase sempre, precisavam dar uma segunda olhada para entender o que acontecia e acho que muitos até hoje ainda contam daquela "cara feia" que viram no ônibus mourãoense.   

Publicado originalmente no semanário mourãoense Entre Rios, em outubro de 2005.

24 de junho de 2020

Você conhece Narguile? Emerson Ceará explica aos sebosos; vídeo


Um recado muito bem dado -- e com palavrões para todos os gostos -- aos sebosos que fazem uso do narguile. 

Emerson Ceará é um comediante cearense (deeerrr...) radicado em Curitiba.

No Facebook ele se identifica assim: Comediante, retirante, jeguista, repentista e quase paulista. Amado pelo SERASA, odiado pelas mulheres e aclamado pela classe GLS.

Cuidado: Palavrões de todos os tipos, tamanhos e grossuras... (como é bom falar um palavrão! Eu gosto! Desopila...)


Lady A - Need You Now; vídeo



Lady A
(anteriormente denominado Lady Antebellum) é um grupo americano de música country formado em Nashville, em 2006. Ele é composto por Charles Kelley (vocal principal e de apoio), Dave Haywood (vocal de apoio, guitarra, piano e bandolim) e Hillary Scott (vocal principal e de apoio). 


Need You Now
é faixa e título de álbum lançado em 2010.

O amor dos irmãos Tagliari, a maior lição da Taça Brasil de Clubes Campeões

Disputei a primeira Taça Brasil de Clubes Campeões em 1980, na cidade de Currais Novos, interior do Rio Grande do Norte. Infelizmente não passamos da primeira fase numa chave que classificou o Álvares Cabral do Espírito Santo e que contava ainda com uma equipe da Bahia e outra da Paraíba.

Itamar e Carlão Tagliari
Cancha Tagliari - 1976


Perdemos, mas aprendemos muita coisa que acabaria nos auxiliando na conquista do bicampeonato paranaense naquele mesmo ano e na ótima classificação na Taça Brasil do ano seguinte, quando acabamos entre os seis primeiros colocados do país.

O que mais aprendi, nessa minha estréia em eventos nacionais, não foi dentro da quadra e sim fora dela.      

Como chegamos com alguns dias de antecedência, acabamos conhecendo bem a pequena e simpática Currais Novos, onde éramos atração principalmente por sermos do sul. Numa pequena lanchonete nos deliciávamos com água de coco e um saboroso doce de leite caseiro. Era sagrado, após as refeições e os treinos  lá estávamos nós, sempre puxados pelos irmãos Carlão e Itamar Tagliari, tão amantes de doce como eu.

Na estréia, o Itamar machucou o joelho, impossibilitando-o de andar. De volta ao hotel, jantamos e nos preparamos para ir saborear as delicias da lanchonete, para afogar as dores da derrota contra os capixabas, quando o Itamar pede para o Carlão trazer uma água de coco e um doce de leite porque ele ficaria se tratando no hotel. Carlão não aceita de forma alguma e insiste para que ele nos acompanhe. Com muita dor, o Itamar, diz que é melhor descansar. 

O enorme joelho, inchado como nunca tinha visto, para mim era argumento suficiente para deixá-lo sozinho, mas não para o Carlão, que o carregou no colo na ida e na volta, para nosso espanto e de todos que passavam.

Sempre que conto esta passagem, brinco que se fosse comigo, além de não ter força para carregar nenhum dos meus irmãos, ainda seria capaz de esquecer de comprar as guloseimas para eles. Lógico que é apenas brincadeira. Amo meus irmãos, assim como os Tagliari se amam!

Tenho enorme respeito e admiração por todos daquela família, da mesma forma que demonstra meu pai quando conta alguma coisa do seu Itachir Tagliari e sua família. 

Publicado originalmente no semanário mourãoense Entre Rios, em outubro de 2005

23 de junho de 2020

Associação Tagliari, anos 1970, na Cancha Tagliari

Foto mostra uma formação da Associação Tagliari de meados dos anos 1970. 

Se não me engano o registro é de uma partida amistosa realizada na recém construída Cancha Tagliari. Eu não perdia nenhum jogo deles, mas a memória já não colabora muito. Também não consegui identificar alguns dos personagens da foto.

A Cancha foi construída com recursos próprios da família Tagliari, ali na esquina da Avenida Goioerê com a Francisco Albuquerque. 

Por anos ela foi o que tínhamos de melhor em nossa cidade. Com piso de cimento queimado, era um avanço sem tamanho para uma cidade que só tinha quadras feitas de asfalto bruto.

Destaco a presença do craque James Klank, um dos melhores jogadores que vestiram a camisa do Tagliari, dos manos Luizinho, Itamar e Carlão Tagliari e do Pedrinho Stanizewski, que também jogava muito e, assim como o James, tinha um chute com um potência impressionante. Ele com a esquerda, James com a direita. 

James reside atualmente em Toledo. Pedrinho é nosso parceiro de peladas de futebol suíço e truco em seis lá no Clube dos Trinta. 

Tenho a impressão que é o Beline ali em pé, com camisa de goleiro entre o Gordinho e o Clóvis. Clique na imagem para ampliar.

em pé (da esq. para a direita): José Rosa (in memorian), José Martins de Souza, Jaime Luiz Bernardelli, ....., Gordinho, Beline Fuzeto (?), Clóvis Semedo, Chilvande "Dinho" Moreno e seu Itachir Tagliari (in memorian)
agachados: Pedro Luiz Staniszewski, Paulo Gilmar Fuzeto, Luiz Carlos Tagliari (in memorian), Itamar Tagliari, Carlão Tagliari, James Klank e Antônio Carlos "Preto" Wolff Naldoni


Adeline - Before


Adeline Michele é uma cantora francesa radicada atualmente em New York.


Before é faixa e título de álbum lançado por Adeline em 2018. 


Trapalhadas do futsal nos JAP´s de 1986, em Paranaguá

Os Jogos Abertos de Paranaguá, em 1986, foi aquele em que nosso time de futsal, numa fase muito ruim, conseguiu quebrar o banco de reservas apenas com o peso de nossos atletas. Outros fatos ocorridos na viagem de volta, hoje são motivos de diversão para todos nós. 

Itamar Tagliari, Getulinho Ferrari e Nelson Bueno "Ticão" do Prado

Voltando para casa, em dois carros próprios, combinamos de nos encontrarmos no Shopping Muller, em Curitiba. 

Lá, precisando de dinheiro para o lanche, o Getulinho Ferrari junto com o Ticão, da Tapeçaria União, foi até um caixa eletrônico para efetuar um saque. Numa cabine enorme (que você entrava dentro, muito diferente dos pequenos caixas de hoje), ele não se lembrava da senha para concluir a transação e após três tentativas erradas o caixa avisou que reteria o seu cartão para desespero do Ticão, que agarrou numa ponta do cartão, mas não impediu que a máquina ficasse com ele. 

Getulinho jura que o Ticão afirmou que se tivesse umas ferramentas recuperaria o cartão. 

Da esq. Luis Geraldo "Xaxo" de Souza (in memorian), Fernando Amaral de Barros, Nelson "Ticão" Bueno do Prado, Irineu Luiz "Luizinho" Ferreira Lima, Antonio Marcelo da Silva e Silveira, Guga Diniz, David Miguel Cardoso e Luiz Carlos "Batata" Mendes
Paranaguá - 1986 

Como estávamos numa fase muito melhor de garfo e copo do que de bola, combinamos que a próxima parada seria num restaurante à beira da rodovia em Palmeira, distante 70 km da capital.

Marcelo Silveira

Há poucos quilômetros do restaurante, quebra a embreagem do carro em que estávamos. Poucos minutos de espera e o segundo carro, dirigido pelo Marcelo Silveira, passa por nós sem parar, mesmo nós acenando de todas as maneiras possíveis. 

Depois de uma longa espera, eles retornam e saem em busca de socorro, já que o problema era sério.  

Voltam com um mecânico que dirigia um carro muito velho e cheio de ferrugem e que dizia que o melhor era nos rebocar até a sua oficina em Palmeira. 

Antônio Miguel, o Formigão (in memorian) e Itamar Tagliari

Foi a única vez na vida que dirigi um carro sendo rebocado por uma lata velha que insistia em andar a mais de cem por hora, à noite e no meio de caminhões que congestionavam a estrada. Os amigos até hoje dizem que eu pisei no freio durante todo o trajeto.

Dormimos em Palmeira e pedimos carona para o Antonio “Formigão” Miguel e o Acir Gonçalves da Rádio Colméia, que no dia seguinte voltavam para Campo Mourão.

Na velha VW/Brasília azul da Colmeia, com malas por todos os lados e com o Formigão dirigindo muito devagar, traumatizado por um recente acidente que quase lhe tirou a vida, fizemos a viagem de pouco mais de 300 km em longuíssimas seis horas.   

Publicado originalmente no semanário mourãoense Entre Rios, em dezembro de 2005

22 de junho de 2020

Os Barbudos Futsal. Campo Mourão/PR - 1970

Do álbum do saudoso Jayminho Bernardelli, foto mostra a equipe dos Barbudos, que disputou um campeonato de futsal em 1970, no Clube Social e Recreativo 10 de Outubro.

Duas coisas me chamaram a atenção: Zelner de goleiro e o Bernardo jogando bola. Nunca tinha visto!

José Zelner, que por anos trabalhou no Cartório da Dona Julia, curte merecida aposentadoria em Campo Mourão.

Paulo Magno da Veiga foi colega de cartório do Zelner. 

Adionir Ramos é o eterno presidente do Clube dos Trinta e ainda atua profissionalmente no Escritório Lux.

Bernardo Luis de Matos é professor em Campo Mourão. 

Joaquim Tomadon, o Da Guia, reside em Curitiba atualmente.

Neonir Ramos, o Nil, irmão do Adio, também reside em Curitiba. Lembro dele jogando com sua habilidosa canhotinha. 

Se a minha memória na me traiu, o menino ali atrás do Adio é o Murillo Neto (in memorian), filho do Armandinho do Bar Caiçara.

Zelner confirmou que é mesmo o Murillo e que atrás dele está o Pedro Goulart, que por anos gerenciou o Clube 10 de Outubro. 


Os Barbudos - Campo Mourão/PR -1970
em pé (da esq. para a direita): José Zelner, Paulo Magno da Veiga e Adionir Ramos
Agachados: Bernardo Luis de Matos, Joaquim "Da Guia" Tomadon e Neonir "Nil" Ramos

Ledisi - Shot Down; vídeo


Ledisi Anibade Young (28/03/1972), mais conhecida simplesmente como Ledisi, é uma artista americana de R&B e jazz, compositora e atriz. 



Shot Down
é faixa do álbum Let Love Rule, lançado em 2017, que foi indicado ao Melhor Álbum de R&B no 60º Grammy Awards.

O psicólogo Gilmar Fuzeto

Paulo Gilmar Fuzeto
Durante anos, duas equipes monopolizaram os títulos do futsal mourãoense, Arcam e Fertimourão, com certa vantagem para o time da cooperativa, que sempre levou mais a sério as competições e contava com o professor Gilmar Fuzeto, que atuou algumas vezes como atleta, muitas vezes como técnico e constantemente como um ótimo psicólogo.

Gilmar sabia como ninguém motivar seus atletas para as competições, fossem elas quais fossem.

Recordo muito bem da palestra que ele nos deu, momentos antes da decisão contra Londrina, nos Jap´s de Guarapuava, em 1988. Motivou-nos de uma forma que vencemos, sem deixar nenhuma dúvida sobre quem era o melhor, uma equipe que me parecia imbatível ao longo do evento. Foi o último ano que uma equipe mourãoense adulta conquistou um título da primeira divisão. 

Lembro-me dele, recém formado em educação física, treinando a equipe do Beccari, formada na sua maioria por juvenis, afirmando que nossos experientes adversários, de um jogo decisivo, falavam que nós afinaríamos na hora do “vamos ver”. Não afinamos, nem no jogo e nem no quebra-pau que aconteceu durante a partida.

Na maioria das vezes, nos campeonatos da cidade, atuei contra ele e nunca soube de nenhum artifício ilegal que tenha usado para motivar suas equipes.

Com a Arcam, normalmente inferior tecnicamente à Fertimourão, ele sempre usou da psicologia para equilibrar as ações. 

Numa delas, muito engraçada, para mim pelo menos, ele disse aos seus atletas que nós, da Fertimourão, tínhamos como superstição usar sempre o mesmo vestiário do Lar Paraná (ginásio de esportes Valterney de Oliveira). 

Para nos “desequilibrar”, naquela noite eles chegaram cedinho e se apossaram do vestiário, que seria o nosso predileto. Venceram o jogo e muitos de seus atletas, até hoje, acreditam que foi por que nos abalaram psicologicamente. 

Na verdade, nós nunca tivemos preferência por vestiário algum e perdemos, aquele e muitos outros jogos, por que além de boa equipe eles sempre foram muito bem dirigidos pelo professor Fuzeto.   

Publicada originalmente no semanário mourãoense Entre Rios, em dezembro de 2005.

10 de junho de 2020

Meus pais com a afilhada Leda, 1985

Meu primo Fred enviou a foto abaixo, de 1985, que mostra a mana dele, Leda, entre os meus saudosos pais, padrinhos dela. 

Leda, filha do casal Maria de Lourdes (irmã de meu pai) e José Maria (in memorian) reside em Cianorte. Fred em Londrina.

Com a foto mato a saudade dos meus pais, Sallime João Abrão de Lima, a dona Salma (1930 * 2017), e Irineu Ferreira Lima, o Caxinha (1937 * 2019). 

Irineu Ferreira Lima (sempre na memória), Leda Maria Shigueta e Sallime João Abraão de Lima (sempre na memória)

Tom Jobim - Radamés y Pelé

Tom Jobim 

Antônio Carlos Brasileiro de Almeida Jobim (1927 * 1994), mais conhecido pelo seu nome artístico Tom Jobim, foi um compositor, maestro, pianista, cantor, arranjador e violonista brasileiro. É considerado o maior expoente de todos os tempos da música popular brasileira pela revista Rolling Stone e um dos criadores e das principais forças do movimento da bossa nova.

Tom Jobim

Radamés y Pelé é faixa do álbum Antonio Brasileiro, lançado por Jobim em 1994.