13 de novembro de 2019

Sorriso do bebê que acordou do coma arrecada R$ 1 milhão para cirurgia

Michael sorri para o pai - Foto: reprodução / IstoÉ
A foto do sorriso do pequeno Michael Labuschagne para o pai – assim que acordou do coma – emocionou tanta gente que a família acabou conseguindo o dinheiro que precisava pra pagar o procedimento médico para salvar a vida do garotinho.

A família, da cidade de Bristol, na Inglaterra, que pedia US $ 147.000 numa vaquinha eletrônica, estourou a meta e já conseguiu US $ 253.000 – valor equivalente a mais de R$ 1 milhão.

Com o valor, Michael poderá finalmente ser operado no Hospital Infantil de Boston, EUA, especializado no tipo de tumor raro que o menino tem no coração.

Michael, de 1 ano e meio, ficou 7 meses em coma após acordar sem fôlego, no último dia 15 de março.

Ele foi levado para a emergência do hospital local de Bristol com parada cardíaca e foi induzido ao coma pela equipe médica.

Doença rara
Quando ele acordou do coma os médicos descobriram que Michael tem uma doença rara chamada fibroma cardíaco – um tumor anexado dentro da câmara esquerda do coração – condição tão incomum que nenhum médico da Inglaterra consegue realizar uma operação.

Desesperados, os pais de Michael encontraram um hospital infantil em Boston, nos Estados Unidos, que tinha histórico em operar pacientes de fibroma cardíaco com 100% de sucesso.

O problema era o valor da cirurgia: 115 mil libras (R$ 592 mil), sem contar com voos e acomodações nos Estados Unidos, por isso eles fizeram a vaquinha eletrônica.

Gratidão
Agora que conseguiu o dinheiro para fazer a cirurgia em Michael, a família comemorou e agradeceu.

“Ainda estamos chocados com o que aconteceu ”, escreveu Emma na página da campanha .

“Nossa meta original do GoFundMe refletia apenas o custo que fomos cotados para a operação de Michaels. Agora, temos mais do que suficiente para cobrir qualquer assistência médica inesperada, viagem, acomodação, qualquer assistência permanente e visitas de retorno”.

“Honestamente, não sabemos como podemos agradecer a todos. Isso tirou um peso enorme de nossa família e podemos prosseguir com a operação de Michael já em fevereiro !!! ”, acrescentou.

Doação do excedente
A mãe do menino informou que o dinheiro extra que foi arrecadado vai ajudar outra criança.

“Paramos de captar recursos ativamente agora que ultrapassamos nossa meta. Quaisquer doações adicionais depois que todos os custos de Michael forem cobertos serão doadas a outra família em uma situação semelhante. ”

“Para ser sincera, deve ser o momento mais feliz da minha vida. Ele é um milagre vivo, e nunca nos sentimos mais orgulhosos dele. disse a mãe à CNN .

Os pais de Michael foram informados de que a melhor chance de sobrevivência do garoto seria remover o tumor no Hospital Infantil de Boston, que – além de ser classificado como o melhor hospital pediátrico do mundo – emprega uma equipe de cirurgiões que já concluíram com sucesso esse procedimento várias vezes no passado.

O que ensinar em casa, o que aprender na escola... Aprenda!



Os benefícios do abraço carinhoso regularmente


Um abraço carinhoso aumenta os níveis da ocitocina, o hormônio do amor. 

Um abraço por 20 segundos reduz os efeitos do estresse, pressão arterial e frequência cardíaca.

Um abraço por 10 segundos por dia ajuda a impulsionar seu sistema imunológico, aliviar a depressão e reduzir a fadiga.

11 de novembro de 2019

Vida de gado

Êh, ô, ô, vida de gado
Povo marcado
Êh, povo feliz!
(Zé Ramalho - Admirável Gado Novo)


Bad Company - Bad Company (ao vivo, em 1974)


Bad Company é um grupo inglês de hard rock formada em 1973, com sucessos como "Shooting Star", "Bad Company", "Can't Get Enough", "Feel Like Makin' Love", "Ready for Love" e "Silver, Blue and Gold".

Sua formação original foi composta por Paul Rodgers (vocal), Simon Kirke (bateria), Mick Ralphs (guitarra) e Boz Burrell (baixo).


A música Bad Company é faixa e título do álbum de estreia dos ingleses, lançado em 1974.


Morre o bode que ficou famoso por amizade com tigre siberiano que deveria devorá-lo; vídeo

Amur e Timur Foto: Reprodução/Dmitry Mezentsev
A amizade entre um bode e um tigre siberiano derreteu os corações dos russos. Em dezembro de 2015, Timur foi enviado a um parque de safári em Primorsky (Rússia) para ser devorado pelo tigre Amur. Porém o felino tinha outros plano para o seu almoço: eles se tornaram amigos inseparáveis. Brincavam até de "pega-pega", simulando uma caçada.

Pouco mais de um mês depois, entretanto, os animais tiveram que ser separados. Confiante ao lado do predador, Timur começou a brincar com Amur, desferindo chifradas e coices. Amur reagiu mordendo o amigo "abusado" no pescoço e o sacudiu no ar.

"Timur passou dos limites", disse à época Dmitry Mezentsev, diretor do parque.

Era apenas uma lição de Amur, não um ataque mortal. Mas poderia ser. Para poupar a vida de Timur - que já não poderia servir de refeição ao tigre - ele foi retirado do convívio do felino.

Os amigos foram separados, mas a linda história de amizade continuava a ser contada, como uma fábula real. E ela agora teve um capítulo final: Timur morreu, de causa natural, de acordo com a agência France Presse.

"O coração de Timur parou de bater em 5 de novembro", comentou Mezentsev.

A morte gerou comoção entre russos. O parque, situado perto de Vladivostok, anunciou que pretende erguer uma estátua de bronze de Timur no túmulo do bode.

Assista abaixo aos dois juntos:



No Japão limpeza é coisa séria e se aprende na escola


Muitos dos que já foram ao Japão encantaram-se com o alto nível de organização e limpeza de locais públicos e privados. Outros a consideram excessivamente austera. Mas quais serão a origem e os impactos dos hábitos de limpeza dos japoneses?

Quem não se lembra dos japoneses limpando os estádios após os jogos da Copa do Mundo na Rússia, em 2018? De onde vem essa "obsessão" pela limpeza no país asiático?

De acordo com o site Japão em Foco, no país há o seguinte ditado: "Tatsu tori ato wo nigosazu", traduzido em português como: "Um pássaro não suja o ninho de que está prestes a sair". 

Esse ditado dá a dimensão da importância de limpar qualquer lugar por onde você passa antes de deixá-lo, revelando um princípio de cooperação e de sentido comum para com aqueles que virão.

E pasmem, não há muitas lixeiras públicas nas ruas das cidades japonesas. A razão disso é que o lixo é responsabilidade de quem o produz, então, as pessoas carregam consigo o seu próprio lixo para jogá-lo na lixeira de casa ou na mais próxima que encontrarem. Em Tóquio, por exemplo, uma metrópole superpovoada, chama a atenção a limpeza das vias públicas.

Limpeza se aprende na escola
Desde a infância, os japoneses são ensinados a limpar os espaços que habitam. As crianças, na escola, limpam as salas de aula após o seu uso. Os maiores visitam as salas dos menores para ajudá-los a limpá-las, em uma atitude de responsabilidade e cooperação.

O primeiro lugar a ser limpo é o lar. Quem não se lembra da série da Marie Kondo, no Netflix? Ela ajuda pessoas bagunceiras a deixarem as suas casas sem entulhos, limpas e organizadas. Essa tarefa é bem fácil para um japonês, já que é um hábito positivo manter a casa e o ambiente de trabalho limpos. Sem falar que em hospitais, escolas, santuários e lares é proibida a entrada de pessoas calçadas, afim de evitar que a sujeira de fora entre dentro desses locais.

Durante os 12 anos de vida escolar, a limpeza é componente da grade diária dos alunos. Eles já trazem essa disciplina de casa, já que os pais lhes ensinam que é negativo não manter suas coisas e espaços comuns limpos. Quando chegam à escola, os alunos deixam seus sapatos em armários e trocam de roupa.

Limpar o planeta
Claro que atitudes como essas impactam o meio ambiente. Tanto que no país oriental a separação do lixo é tratada com muita seriedade, não se limitando a jogá-lo em lixeiras adequadas. Em cada bairro há um sistema próprio de coleta de lixo. Cada item do lixo reciclável é separado um do outro e deve ser limpo antes de ser dispensado, bem como seus rótulos devem ser retirados individualmente.

Nos dia de coleta do lixo reciclável, há várias regras a serem respeitadas. Ainda no espírito de cooperação, os vizinhos se revezam na tarefa de averiguar se todos os demais fizeram a correta separação do lixo e deixaram-no organizado, prática conhecida como “gomi toban”.

Não existem garis
No Japão não existe a profissão de gari, logo quem faz a limpeza são os próprios moradores e proprietários de estabelecimentos. Todos os dias pela manhã, as pessoas limpam o entorno de suas casas e comércios. As tarefas de limpeza não se restringem apenas ao lixo. Podar árvores, cortar os seus galhos, limpar parques e banheiros públicos, catar bitucas de cigarro são atividades realizados por moradores que prezam por ter o seu bairro limpo e bem cuidado.

O transporte público – geralmente imundo na maioria das cidades do mundo – é limpíssimo no Japão. O país usa o sistema de limpeza shinkansen, conhecido como o “milagre dos 7 minutos”, que consiste no trabalho realizado por uma equipe que recolhe lixo, limpa as mesas, assentos e chão durante o intervalo de 7 minutos aproximadamente. Nos ônibus de longa distância, uma sacola de lixo individual é disponibilizada em cada assento para que os passageiros depositem o seu lixo.

Você também já deve ter visto japoneses usando máscaras cirúrgicas. É que quando eles estão resfriados ou gripados usam-nas para evitar a proliferação de germes, vírus e bactérias e, assim, não infectar outras pessoas.

Origem da limpeza
Como será que os japoneses chegaram a esse nível de limpeza impecável?

Uma hipótese está relacionada às religiões tradicionais do Japão, segundo a BBC News Brasil.  Tanto o xintoísmo quanto o budismo japonês associam a limpeza física com a espiritual. Alguns rituais são expressamente seguidos nos templos religiosos, como lavar as mãos e a boca antes de entrar nos santuários xintoístas. No budismo, a limpeza externa é uma consequência de uma mente pacífica e limpa, bem ao estilo Marie Kondo.

O xantoísmo é anterior ao budismo no Japão. Para aquela religião, a limpeza é elemento básico para chegar ao “caminho dos deuses”. Um conceito-chave no xintoísmo, de acordo com a BBC, é o kegare (impureza ou sujeira). Por isso, rituais de purificação são muitos comuns para afastar o kegare. A sacerdotisa xintoísta no santuário de Kanda, em Hiroshima, Noriaki Ikeda, explica que: "Se um indivíduo é atingido por kegare, pode prejudicar a sociedade como um todo. Portanto, é vital praticar a limpeza. Isso purifica e ajuda a evitar trazer calamidades à sociedade. É por isso que o Japão é um país muito limpo". Ou seja, a limpeza é um hábito pragmático derivado de uma crença coletiva.

Uma outra hipótese diz respeito a epidemias, infecções e intoxicações alimentares que assolaram o país no passado, o que teria levado os japoneses a praticarem a limpeza e higiene pessoal para evitar esses problemas.

Quando o primeiro inglês, Will Adams, pisou no Japão, encontrou uma "nobreza extremamente asseada" e um sistema de saneamento "imaculado", quando as ruas da Inglaterra "frequentemente transbordavam de excrementos". Os japoneses "ficaram horrorizados" com a falta de cuidado dos europeus com a higiene pessoal, conta o biógrafo do marinheiro, Giles Minton.

O Japão é um país quente e úmido, um lugar perfeito para a proliferação de bactérias, presença de insetos e o estrago de comida. Logo, ter uma boa higiene sempre foi uma questão de sobrevivência.

A literatura japonesa atesta as práticas de higiene no país. As descrições nos livros de Haruki Murakami e em O Livro do Chá, de Kakuzo Okakura, a sala onde o ritual do chá é realizado é descrita como absolutamente limpa:

"Nenhuma partícula de poeira será encontrada no canto mais escuro, porque, se houver alguma, o anfitrião não é um mestre do chá".

Sigamos o exemplo
Para nós pode parecer paranoia esse “excesso” de organização e limpeza dos japoneses, mas também pode ser visto como zelo e práticas que recaem muito mais no senso de comunidade do que no individualismo.

Agir pensando que “não fui eu que sujei, então, não vou fazer nada” é uma atitude de desresponsabilização pela vida comunitária, o que não faz bem para ninguém nem para o todo.

5 alimentos para melhorar a saúde do seu fígado

O fígado é um dos órgãos que mais desempenha funções.
É responsável por filtrar o sangue de substâncias nocivas, como álcool e drogas, usa o açúcar como fonte de energia quando seus níveis estão baixos e é uma fonte de suprimento de ferro para o corpo.

E, assim como os excessos podem causar sérios danos a esse órgão (como cirrose ou insuficiência hepática devido ao consumo excessivo de álcool), existem alguns alimentos que podem ajudar a melhorar seu funcionamento.

"Meu conselho é evitar alimentos hepatotóxicos, como gorduras saturadas, frituras e álcool", diz a nutricionista argentina Magdalena Boccardo à BBC News Mundo, o serviço de notícias em espanhol da BBC.

Confira abaixo cinco alimentos que podem ajudar a melhorar a saúde de seu fígado.

1. Alho
Alho tem propriedades anti-inflamatórias
O alho tem propriedades que ajudam a regular e melhorar a função hepática.

"O alho possui propriedades anti-inflamatórias que podem ajudar a regular o trabalho do fígado", diz a nutricionista Grace Fjeldberg no site da Clínica Mayo.

"É aconselhável esmagá-lo e consumi-lo para tirar proveito de suas propriedades".

O alho, de acordo com especialistas, também é recomendado por seu alto teor de alicina, o que ajuda a limpar o fígado.

2. Maçã
Maçã é considerada um dos alimentos mais completos
Graças ao seu alto teor de fibras, a maçã também é um ótimo aliado para cuidar do fígado.

"É importante cuidar desse aspecto, porque, entre outras coisas, as proteínas formadas no fígado transportam ferro, vitamina A e cobre para o resto do corpo, no qual nutrientes são necessários", diz à BBC News Mundo a nutricionista colombiana Sandra Milena Cardona.

Outro atributo da maçã é que ela contém uma grande quantidade de vitamina C, que também atua como antioxidante e protege as células contra danos externos.

Vários especialistas recomendam verduras, para promover maior ação das fibras.

3. Brócolis
Brócolis é rico em vitamina A
O brócolis pode ser um dos alimentos mais odiados pelas crianças e até por alguns adultos, mas não se pode negar que possui grandes propriedades nutricionais.

No caso do fígado, ajuda a neutralizar elementos nocivos que podem afetar seu funcionamento .

"O brócolis é importante porque ajuda a reduzir a síntese de colesterol", disse Cardona.

Especialistas também indicam que é uma rica fonte de vitamina A, o que impede o envelhecimento das células.

4. Limão

O limão é outra fruta repleta de vitamina C, o que contribui muito para o fígado.

"O suco de limão contém uma grande quantidade de vitamina C concentrada. Um pequeno limão contém um terço da quantidade diária recomendada dessa vitamina", diz Jill Corleone, nutricionista da Universidade de Nova York (EUA).

Ela destaca um estudo publicado pela US National Health Library que descobriu que o suco extraído dessa fruta possui muitos "antioxidantes que reduzem a inflamação, eliminam os radicais livres e melhoram a capacidade do organismo de processar glicose".

"Existem vários estudos que o confirmam: o limão contém vitamina C, flavonóides, carotenóides e outros compostos bioativos que combatem os danos oxidativos e protegem o fígado", acrescenta Corleone.

5. Abacate
Abacate é grande aliado do fígado, mas deve ser consumido com moderação
O abacate foi batizado como o "ouro verde" e vem se tornando um dos alimentos mais populares do planeta.

Mas também pode ser um aliado quando se trata de defender o fígado de possíveis danos.

Vários estudos indicam que o abacate é uma grande fonte de gorduras saudáveis, o que pode ajudar na proteção do fígado e na eliminação de substâncias nocivas ou desnecessárias.

"O melhor conselho é que deve haver uma dieta equilibrada e saudável que forneça todos os nutrientes necessários para o fígado", diz a nutricionista Cardona.

"Uma das principais dicas é o consumo de gorduras saudáveis, como abacate, azeite, nozes e sementes", conclui.

No entanto, na mesma medida, Cardona ressalta que devemos ter muito cuidado com o consumo em excesso desse tipo de gordura pois, embora saudável, pode causar o chamado 'fígado gorduroso', também conhecido como esteatose hepática ou doença hepática gordurosa.

Trata-se de uma condição reversível na qual grandes quantidades de triglicéridos (um tipo comum de gordura) se acumulam de forma anormal nas células do fígado formando grandes vesículas.

7 de novembro de 2019

Turma do ginasial do Colégio Afirmativo, Campo Mourão (1975)

Da esquerda para a direita: Severo Zavadaniak, Márcio Trovão, Helena Souza, Cecília Hércoli, Lurdinha, Juceli Ferrari, Viviane, Izabel Panceri, Inês Panceri e Luiz Fernando Ubialli
Colégio Afirmativo - Campo Mourão/PR - 1975
Da página Eu Estudei no Afirmativo, foto de 1975 mostra turma do último ano do "ginásio" (atual primeiro grau) no Colégio Afirmativo, hoje Colégio Integrado.

Uma das muitas turmas do bem formada no colégio mourãoense. A maioria deles reside por aqui, todos pais de família e alguns, como eu e o Getulinho Ferrari, que também fazia parte dessa turma aí, já cuidando dos netos.  

Santana - Do You Remember Me


Santana é uma banda americana, formada por um número variável de músicos que acompanham o guitarrista e compositor mexicano Carlos Santana desde o fim da década de 1960. Como o próprio Santana, a banda é conhecida por ter ajudado a difundir o latin rock por todo o mundo.


Do You Remember Me é faixa do álbum In Search of Mona Lisa, lançado em 2019.

O amor é fundamental para curar qualquer doença


Dizem que o amor cura. E é verdade. Sem amor nada cresce, sem amor não há vida, sem amor não existe esperança, não existe motivo de cura. E a falta de amor é, inclusive, uma doença que se cura... amando.

Há de fato quem tenha estudado o assunto: "o amor na relação terapêutica e no processo de cura" é um artigo de Marina Pereira Rojas Boccalandro publicado no Pepsic (Periódicos Eletrônicos em Psicologia). Nele, a psicóloga clínica aborda as várias tipologias de amor e suas respectivas relações com o processo de cura. 

Um arquétipo misterioso
O amor é um misterioso conceito indescritível que, como diz Marina, segue sendo um enigma dentro da ciência. Mas este sentimento está estritamente ligado com a vida e com a vontade de viver, basta recordar-se de que, sem o amor sexual, não haveria vida. O amor é um arquétipo, talvez o mais importante para o homem. Sem ele a nossa espécie não teria evoluído, não teria transmitido e melhorado seus genes.

Pense no amor de pai e ou de mãe, que nos deu vida, nos alimentou, nos curou e nos fez crescer com saúde e vigor.

E o amor próprio? Sem ele todos tenderíamos ao suicídio ou, se preferir, pense no amor a Deus, ou no amor espiritual, aquele que nos faz pensar que a vida é uma dádiva a qual devemos agradecer e preservar.

E o amor fraterno, de amigo, irmão, que nos dá força e suporte para enfrentar as piores intempéries da vida?!

Amor, desamor e doenças
Dizem que a chave para transcender qualquer doença é o amor. Marina exemplifica o caso de uma paciente que buscava autocurar-se de uma doença autoimune imaginando-se amorosamente tratada, em cada uma de suas células doentes. O seu processo imaginário de cura, pelo emprego do amor, funcionava ou pelo menos facilitava a sua aceitação da doença através do autoconhecimento, o que lhe proporcionava melhor qualidade de vida.

Quando estamos doentes, sentimos a necessidade daquele amor básico e fundamental, que nos atendia quando éramos bebês, que queria a nossa recuperação. Mesmo adultos, talvez sem o amor materno que nos acuda, podemos recorrer ao amor próprio, ao amor universal, espiritual ou qualquer amor que seja, para evocarmos a vontade de estar bem, que nos dá força para seguir adiante.


O amor é a base, é a força. É continuidade, aceitação e gratidão. É saber ver luz onde há trevas, é dar-se a oportunidade de ser feliz.

A cura de todos os nossos males: internos, externos, particulares ou coletivos está ali, naquele chavinha chamada amor. Bastaria fazer virar essa chave para transcender qualquer maldade, qualquer doença, qualquer desgraça ou sofrimento. O caminho é longo, mas é possível! Mais amor!

Como a música te dá medo em filmes de terror; vídeo


Você já parou pra pensar como e por que as trilhas sonoras dos filmes de terror – o “score” – faz brotar aquele pânico que você achava que conseguiria controlar?

O Update Or Die topou com essa matéria do programa CBS Sunday Morning, didática, bem montada e cheia de exemplos da história do cinema. Apesar da embalagem jornalística, achei que os leitores daqui do Update Or Die se divertiriam e aprenderiam um pouco mais sobre a arte de meter medo usando a música.

Você vai ver como o compositor Michael Abels – dos recentes “Corra!” (2017) e “Nós” (2019), ambos do diretor Jordan Peele – usou um coral cantando no dialeto sul-africano swahili para transformar uma paisagem florestal bucólica em um prenúncio de pesadelo.

A professora e compositora Michelle DiBucci da Juilliard School aparece mostrando no piano como usar certo intervalos musicais (“intervalo” é a distância entre duas notas) para gerar desconforto. O mais famoso desses intervalos é o trítono (a distância por exemplo da nota dó até o fá sustenido), que leva esse nome por ser um intervalo de três tons inteiros (tri-tono). Essas duas notas juntas são tão incômodas que, na Idade Média, era vedado aos músicos tocarem-nas juntas, pois se temia que poderiam chamar o Coisa Ruim, o Cão, o Capiroto. Michelle também mostra como uma melodia secular de uma missa fúnebre (“Dies Irae”) foi usada inúmeras vezes tanto na abertura de “O Iluminado” como em ”Sexta Feira 13″ e vários outros filmes.

Tem também um neurocientista que explica porque certos sons causam estranhamento e despertam nosso sentido de alerta e perigo. É o caso das frequências mais agudas (como nos violinos da cena da banheira de Psicose” de Alfred Hitchcock de 1960). Ou das notas graves que ficam soando, paradas (e que na linguagem musical cinemática são chamadas de “drones”).

Podem assistir sem medo (ou não):


Com fim de semana de três dias, Japão aumenta 40% da produtividade

Em um mês, os 2.300 funcionários aumentaram produtividade após ter as sextas-feiras de folga


Com o intuito de equilibrar a vida pessoal e profissional dos funcionários, a Microsoft do Japão diminuiu a carga horária de trabalho e implantou um fim de semana de três dias na empresa. Com isso, a rentabilidade disparou.  As informações são do G1.

Produtividade de funcionários da Microsoft aumenta 40%
O país é conhecido por longas jornadas de trabalho, que tinha 80 horas extras por mês. Mas uma nova lei limitou para 45 horas extras.

Com a nova medida, a Microsoft constatou através do “Desafio de Verão Escolha Trabalho-Vida 2019” que em um mês, os 2.300 funcionários aumentaram 40% da produtividade após ter as sextas-feiras de folga.

Um das medidas foram que as reuniões ficaram mais curtas ou se tornaram virtuais. Como efeito, os funcionários tiraram menos folgas, imprimiram menos páginas e consumiram menos eletricidade.

A Microsoft estuda voltar com a jornada de trabalho em quatro dias da semana no próximo inverno ou em outras datas.

5 de novembro de 2019

Um presente de aniversário do Osvaldo Broza ganhei!

Na semana passada recebemos a visita do amigo Osvaldo Broza, que veio nos brindar com um exemplar de seu último livro. 

Intitulado Campo Mourão em Crônicas II, o livro traz ótimas e divertidas passagens com personalidades mourãoenses. 

Broza tem o dom de contar, muito bem, causos de nosso dia-a-dia. Além de eternizá-los, o marido da Malu me mostra que fatos corriqueiros, que podiam muito bem passar despercebidos, podem nos divertir, e muito!   

Aproveitei a visita para aprender como se tira uma boa selfie. 

Osvaldo Broza, Irineu Luiz Ferreira Lima e Elvira Maria Schen Lima
Campo Mourão/PR - nov2019

Manchester Orchestra - The Silence


Manchester Orchestra é uma banda estadunidense de indie rock de Atlanta, Geórgia, formada em 2004.


The Silence é faixa do álbum A Black Mile To Surface, lançado em 2017.

10 animais estranhos que existem na natureza

Confira 10 animais estranhos que existem na natureza (mas que são fofos ao mesmo tempo). Diga não a caça e aos maus tratos em animais!!!

10. Macaco-narigudo
Vivem na ilha de Bórneu, no Arquipélago Malaio, localizado no Sudeste Asiático. São considerados pelos habitantes como uma espécie de ser místico, com missão de iluminar os caminhos da humanidade.

9. Aie-aie
Eles são uma espécie de lêmures nativos de Madagascar e tem uma forma de se alimentar peculiar: eles batem nos troncos das árvores com as mãos para descobrir se estão ocos, abrem pequenos buracos no tronco com os dentes e, então, usam o dedo do meio para puxar as larvas e os insetos que vivem lá dentro.

8. Elaphadus cephalophus
É algo como cervo topetudo, em português; eles são uma espécie rara de mamíferos encontrada em floresta da região central da China.

7. Salamandra Axolotl
O nome desse bichinho tem origem asteca que significa “monstro do aquário”. De acordo com os especialistas, ela se desenvolve na fase de larva e depois adquire características terrestres, embora viva em ambiente aquático.

6. Mara
Parece coelho com filhote de canguru mas não é. Esses mamíferos são típicos da América do Sul e são conhecidos também como lebre-patagônica.

5. Golfinho-do-irrawaddy
De longe até parecem golfinhos normais, mas a carinha redonda não os deixam escapar da lista de animais estranhos que vivem por aí. Eles vivem em regiões costeira da Ásia.

4. Dugongo
Eles podem atingir 3 metros de comprimento e pesar até meia tonelada. E, embora pareça estranho, o nome desse bichinho peso-pesado é derivado da palavra “duyung”, que em malaia significa sereia.

3. Babirusa
Pode ser encontrada nas ilhas da Indonésia, eles chegam a pesar 90 kg e a ter 105 metros de comprimento.

2. Fossa
Outro bicho estranho de Madagascar, as fossas parecem roedores e, ao mesmo tempo, felinos. São bons caçadores, embora de hábitos solitários.

1. Toupeira-nariz-de-estrela
Elas são típicas da América do Norte e costumam ser encontradas nas proximidades dos rios. Com apêndices que saem pelas laterais, esse órgão funciona também como tato e compensam a falta de visão da toupeira.