"É uma das coisas mais estranhas que já aconteceu", disse o porta-voz do departamento de Caça e Pesca do Arkansas
Um caçador morreu depois de ter sido atacado pelo veado que tinha acabado de balear. Segundo responsáveis do estado norte-americano do Arkansas, o homem disparou contra o animal enquanto caçava na cidade de Yellville, no condado de Marion.
De acordo com o que escreve o jornal Independent, que cita responsáveis do departamento de Caça e Pesca daquele estado, Thomas Alexander, como foi identificado, utilizou um mosquete antigo para o disparo, que ao contrário dos seus equivalentes modernos são carregados ao empurrar as munições pelo cano.
"Foi uma das coisas mais estranhas que já aconteceu", disse Keith Stephens, porta-voz do departamento de Caça e Pesca do Arkansas. O responsável explicou ainda que não sabe quando tempo demorou até chegar ao animal, mas quando "tentou perceber se estava morto obviamente não estava" e foi atacado.
O homem de 66 anos estava sozinho no momento do ataque, mas ainda conseguiu telefonar para familiares, que por sua vez ligaram para os serviços de emergência.
Mais tarde, Thomas acabou por morrer no hospital. Apesar disso, a família escolheu não fazer uma autópsia e por isso não ficou claro se o homem morreu pelos ferimentos ou de outras causas como um ataque cardíaco.
Roger Federer não é apenas um grande tenista. É um homem que também usa sua fama e dinheiro para minimizar o drama da fome e do analfabetismo no mundo.
Nos últimos 15 anos ele abriu escolas em várias partes do mundo e construiu mais de 50 pré-escolas no Malawi, África do Sul, país de onde sua mãe é originária.
Em 2004 o tenista suíço abriu sua fundação, focada na melhoria da educação das crianças em regiões carentes. Em 2015, a Roger Federer Foundation estabeleceu a meta de alimentar e ensinar um milhão de crianças até 2018… e conseguiu!
Em um comunicado após bater a meta, Janine Händel, CEO da Fundação Roger Federer, disse que foi preciso muito trabalho duro para concluir a tarefa.
“Não havia outra possibilidade senão alcançar esse objetivo, porque Roger sempre alcança seus objetivos. Há um milhão de crianças que se beneficiam de maior qualidade da educação na escola, pré-escola e jardim de infância. Agora, um milhão de crianças tem uma chance melhor de seguir o seu caminho na vida, conseguir um emprego, sair da pobreza”, disse.
O tenista acredita que educação tonar as pessoas melhores.
“Acreditamos firmemente que a educação infantil é uma das armas mais poderosas para capacitar as crianças que saem da pobreza. Na verdade, está provado que a educação torna as pessoas melhores cidadãos, mais preparadas para lidar com questões e elas têm mais instrumentos para gerenciar sua vida ”, afirmou Händel.
O campeão
Federer ganhou 20 títulos individuais de Grand Slam, o maior da história de um jogador do sexo masculino.
Ocupou a primeira posição do mundo no ranking da ATP por um recorde de 310 semanas no total.
Ele também é a única pessoa a ganhar quatro vezes o prêmio Personalidade do Ano no Exterior da BBC Sports.
Os campeões: Flora, Osvaldo, Getulinho, e Fábio (em pé)
acgachados: Sandro, Maicon, Clayton e Lambari
Os vice-campeões: Beto Tonet, Marquinhos, Marcinho, Little Biga e Fábio Nogaroli Nivaldo "Tabaco", Martins, Lucas, João Berbel e Gabriel (agachados)
No domingo, dia 27, encerramos mais um campeonato interno de futebol suíço no Clube dos Trinta, e foi com muita diversão, chopp, carne e, acreditem, futebol.
A equipe do Paraná foi a grande campeã, tendo São Paulo como vice. Isso depois de dois turnos muito bem disputados. Santa Catarina foi a equipe última colocada e, com isso, pagou o barril (nos primeiros anos do Clube, os integrantes da equipe última colocada pagava o barril da festa de encerramento. Atualmente, cada jogador paga uma taxa equivalente a uma caixa com 12 latinhas de cerveja).
Dois costelões, preparados pelo Sandro, Paulão e William fizeram a alegria da moçada. Estavam sensacional!
Tive a honra de entregar as medalhas aos campeões
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O truco a seis é tradição nossa
Davi, filho do Nogaroli, já domina tudo por lá
Jair dando palpite no truco
Mais uma pose dos campeões
Flora, Getulinho (o melhor da decisão) e pastor Osvaldo ( melhor de todo o campeonato)
Aqui entregando medalhas aos vice campeões
uma selfie dos campeões
Davi com o troféu de campeão (vi que ele dormiu com a medalha do pai)
Alemão com seu troféu de último colocado. Pior é que fiz parte nesse fracasso... mas foi divertido!
Dente recordista: quase 4cm de comprimento Foto: Divulgação/Guinness Book; Max Lukas
O dentista Max Lukas, que trabalha em uma clínica em Mainz (Alemanha), entrou para o Livro Guinness dos Recordes: ele extraiu um dente de 3,72 centímetros, o maior já registrado na História.
O paciente, Mijo Vodopija, da Croácia, procurou o dentista alemão se queixando de fortes dores.
"Ele tinha um inchaço na boca. O dente parecia realmente enorme no exame de raio-X", declarou o dentista, de acordo com reportagem do "Daily Star".
Nesta semana, Max recebeu certificado do Guinness.
Dente recordista: quase 4cm de comprimento Foto: Max Lukas
O dente foi extraído em setembro do ano passado, mas só agora o processo de reconhecimento do recorde foi finalizado.
Um homem de 46 anos foi diagnosticado nos Estados Unidos com síndrome de fermentação intestinal - uma doença rara que provoca os mesmos sintomas que o consumo excessivo de álcool.
A revista New Scientist noticiou o caso e destacou que “é uma condição rara, mas deve ser reconhecida devido às possíveis implicações sociais , como perda de emprego, dificuldades em interações sociais, estigma e até detenções", disseram Barbara Cordell e Justin McCarthy, investigadores e autores da publicação A Case Study of Gut Fermentation Syndrome (Auto-Brewery) with Saccharomyces cerevisiae as the Causative Organism.
Nos últimos 30 anos, apenas 5 pessoas foram diagnosticadas com esta doença, que faz com que o amido se transforme em etanol no organismo.
Neste caso, o homem não identificado começou a sentir os primeiros sintomas - tonturas, falta de memória e agressividade - em 2011. Em 2014, depois de ter visitado vários médicos (inclusive um psiquiatra que lhe prescreveu antidepressivos), homem foi preso pela polícia por condução sob o efeito de álcool. Apesar de garantir que não tinha ingerido qualquer tipo de bebida alcoólica, os testes de bafômetro indicaram uma concentração de álcool no sangue equivalente ao consumo de 20 bebidas alcoólicas.
Após vários testes, os médicos descobriram que a sua condição era causada pela presença do fungo Saccharomyces cerevisiae no seu intestino, utilizado no fabrico de bebidas alcoólicas, como a cerveja, para transformar açúcar em álcool.
Luiz Ferreira Lima com Marina Schen Lima no colo, Elvira Schen, Sarah Schen Lima e Larissa Schen Lima Bombinhas (SC) - 1987
Publico foto para matar saudades da época em que saíamos viajar com todas as filhas juntas. Época também que dava para tirar a camisa em público e não passar vergonha (o cabelo já dava sinal que não ficaria muito tempo comigo).
O registro foi feito em Bombinhas, Santa Catarina, e o ano deve ser 1987. Bons tempos!
Still Corners é uma banda pop formada em 2007, tendo como integrantes o compositor Greg Hughes e a vocalista Tessa Murray. A banda lançou seu primeiro álbum, Creatures of an Hour, em 2011.
The Trip é faixa do álbum Strange Pleasures, lançado em 2013.
Conhecida como cavalo-do-cão, vespa caçadora e outros nomes nada fofinhos, a Pepsis formosa pode fazer você berrar de dor - e até desmaiar
Acredite ou não, existe uma escala de dor das picadas de insetos. Criada por um entomologista chamado Justin Schmidt, a Escala Schmidt classifica as ferroadas de 1 a 4: a mais “de boa” é a de uma formiga conhecida em inglês como fire ant – ou formiga de fogo. Se receber uma picada de um bicho com um nome desses já não parece ser muito legal, imagine chegar ao nível 4 de agonia?
Quem ocupa esse lugar no pódio das Picadas Mais Infernais da Terra é uma vespa apelidada carinhosamente de vespa caçadora (Pepsis formosa pationii). Só esse nome já dá arrepios, mas aqui no Brasil ela também é conhecida por mata cavalo, vespa-de-cobra, vespão, come-cobra e até cavalo-do-cão – nomes nada convidativos. O inseto, que pode alcançar até 5 cm de comprimento, tem patas com “ganchos” que se prendem à vítima para que o ferrão, de quase 1 cm, possa ser devidamente fincado na pele do coitado que estiver sendo atacado.
A dor da picada dura só três minutos, mas é tão intensa que faz seres humanos ficarem encolhidos e sem reação. A sensação, descrita por Schmidt como “totalmente inaceitável”, é como a de um choque elétrico localizado. A coisa é tão forte que os próprios entomologistas aconselham quem for ferroado a deitar e gritar por ajuda, porque “poucas pessoas conseguem manter qualquer coordenação física depois de levar uma ferroada dessas. O mais provável é que a vítima saia correndo e acabe se machucando”.
Essas conclusões foram realmente publicadas em um artigo científico, escrito pelo próprio Schmidt. Com certeza, o estudo é o mais hilário (ou trágico, dependendo do seu ponto de vista) que a ciência já viu: o entomologista descreve como um colega, ao estudar 10 dessas vespas, foi picado por uma delas – e teve a brilhante ideia de se deixar picar mais, só para ver o que acontecia.
Adivinha só. Depois de algumas ferroadas, o cara sentiu tanta dor que ficou em posição fetal, sem conseguir se mexer – e acabou desmaiando. Mais tarde, o cientista disse que a agonia era “imediata e excruciante” e que a sensação “simplesmente desliga a capacidade da pessoa de fazer qualquer coisa, a não ser gritar. A mente só não funciona nessa situação”.
Para piorar tudo, a vespa é encontrada nas florestas do mundo inteiro, inclusive aqui no Brasil – só na América do Sul, são 250 espécies diferentes. E mais: ela não tem predadores naturais, já que o ferrão funciona como uma defesa tão boa que qualquer bicho seria, no mínimo, idiota se tentasse atacar o tal cavalo-do-cão. Pois é.
Mas não fique com (tanto) medo. A vespa demoníaca não costuma atacar seres humanos: você teria que realmente tentar ser picado para sentir a dor de nível 4. E “tentar” significa, tipo, apertar a vespa, enfiar a mão em seu ninho ou pisar nela – ela não liga muito para você, humano, a não ser que você seja uma ameaça. A presa favorita dela, na verdade, é a tarântula, que serve como um recipiente para suas larvas.
A luta da vespa contra a tarântula poderia ser um campeonato Pokemón: a caçadora fica tentando virar a aranha de pernas para o ar para alcançar sua barriga – o ponto mais vulnerável da vítima. As duas brigam por vários minutos, mas quase sempre a vespa vence: em um estudo que observou 400 disputas, só em uma delas a tarântula conseguiu sobreviver. Isso porque basta uma picadinha da vespa para que a aranha fique completamente sem ação – e não ofereça resistência nenhuma para a invasão das larvas, que vivem dentro da tarântula por semanas até que estejam prontas para sair.
Um padre brasileiro, da Paróquia de Santana, em Gravatá, Pernambuco está se tornando conhecido no mundo graças a ideia de levar cães abandonados para a missa.
O padre João Paulo Araújo Gomes deixa os cães soltos durante a celebração e muitos fiéis, ao final da missa, não resistem e acabam adotando.
A estratégia que ele usa desde 2016 vem dando certo. O padre simplesmente não consegue frustar a sua vocação de resgatar os cãezinhos, sempre que encontra algum abandonado na rua.
Ele os alimenta, dá banho e em seguida faz questão de que estejam presentes nas missas.
O pároco é um defensor dos direitos dos animais e sempre posta no Facebook o seu posicionamento contra os maus-tratos.
Ele também promove e divulga adoções pelas redes sociais.
Inspiração
Algumas associações, ao saber da fama do padre, começaram a levar animais para a Igreja, na esperança de que sejam adotados por alguém.
O pároco se tornou conhecido depois que jornais locais começaram a noticiar as ações dele. Depois foi parar nas redes sociais e ganhou o mundo.
João Paulo Araújo Gomes já tirou das ruas dezenas de cachorros.
Caso algum cão não seja adotado, ele leva pra casa.
Veterinário
Ele também tem ajuda de um veterinário, caso algum cãozinho esteja precisando de atendimento. (foto abaixo)
Graças às ações do padre, tem reduzido o número de cães abandonados nas ruas de Gravatá, cidade com 228 mil habitantes.
Ele pede para que a comunidade se engaje e convide outras pessoas, para que possam surgir interessados em dar um lar para os cãezinhos.
O padre no veterinário com um dos animais Foto: Padre João Paulo
Araponga-da-amazônia: pássaro não só tem o canto mais alto já registrado no mundo animal, como tem 'tanquinho' no abdômen - Acelmo D'Affonseca
Uma pequena ave, com cerca de 30 cm da ponta do bico à da cauda, pesando em torno de 220 g (mais ou menos do tamanho de um pombo urbano) surpreendeu os pesquisadores que a estudaram recentemente: é o animal que emite o som mais alto entre todos os que vivem no planeta — pelo menos dos que se tem registro.
Trata-se da araponga-da-amazônia (Procnias albus), espécie comum em Roraima e no Pará, cujo canto pode atingir 125 decibéis (dB), um pouco menos que uma turbina de avião a jato, que chega a 140 dB, mas mais do que um show de rock (até 120 dB), serra elétrica (110 dB), furadeira (100 dB) e rua com tráfego intenso (85 dB).
A descoberta foi feita pelos pesquisadores Mario Cohn-Haft, do Departamento de Biodiversidade (COBIO) e Coleções Zoológicas - Aves, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), e Jeff Podos, professor de biologia da Universidade de Massachusetts e autor principal do artigo, publicado hoje (21/10), na revista científica Current Biology.
O trabalho que levou ao achado começou em 2017, quando Cohn-Haft coletou, na Serra do Apiaú, de 1.500 metros de altitude, no município de Mucajaí, em Roraima, um exemplar da araponga-da-amazônia para estudos.
A captura do pássaro fazia parte de um estudo da fauna de serras e montanhas isoladas da Amazônia, que nunca havia sido pesquisada antes.
"Queríamos ter um exemplar dessa araponga, para estudar as características especiais da espécie", explica Cohn-Haft. "Desde aquela pelanca que ela tem pendurada no bico, que é muito doido, até as estruturas internas, algumas delas relacionadas à produção de sons. Eu esperava encontrar uma siringe, que é a caixa vocal e parte do aparelho respiratório, excepcional, bem desenvolvida, mas não imaginava que ela teria uma musculatura abdominal tão extraordinária."
Músculos 'de quem malha'
Ele conta que, enquanto dissecava o espécime coletado, notou que os músculos abdominais, que em aves são geralmente muito finos, da espessura de uma folha de papel e que só servem para segurar os intestinos, eram muito espessos.
"O bicho é 'tanquinho'", brinca Cohn-Haft. "A araponga-da-amazônia tem abdominais de quem malha, ondulados, bem visíveis, com quase um centímetro de espessura. Isso me impressionou. Ficou evidente que, junto com a siringe, também diferenciada nessa espécie, é uma adaptação para produzir um som muito alto e forte, sem explodir a barriga."
Depois de constatar isso, ele procurou seu colega e amigo Podos, que é especialista em bioacústica e dedica sua carreira a estudar as adaptações das aves para produzir sons diferentes e como a estrutura influencia o canto que o animal pode fazer.
"Eu sabia que ele iria se interessar", conta Cohn-Haft. "Mandei para ele fotos da musculatura da araponga-da-amazônia, dizendo que esse pássaro era incrível. Ele se empolgou e então elaboramos um projeto em conjunto, financiado pelo Inpa e Fulbright Foundation, que tornou possível a vinda dele ao Brasil e que subíssemos a serra de novo agora no início deste ano, especificamente para entender melhor o som da espécie."
A araponga-da-amazônia (Procnias albus) é comum em Roraima e no Pará - Ancelmo D'Affonseca
Podos conta que recebeu uma mensagem do colega brasileiro perguntando se a musculatura abdominal da araponga-da-amazônia seria uma adaptação para cantar mais alto.
"Respondi que deveria ter algo já conhecido e publicado a respeito", diz o pesquisador americano. "Pesquisamos então na literatura e descobrimos que não havia nenhum estudo sobre o volume do canto da espécie. É difícil de acreditar, porque muita gente sabia que essa ave poderia ter o som mais alto do mundo. Mas antes de nós, ninguém havia conseguimos chegar ao lugar onde ela habita e gravá-lo e fazer uma boa medida dele. Falamos na hora: nós temos que fazer isso."
Assim, na expedição do início deste ano, equipados com um decibelímetro, equipamento usados para medir o volume (ou amplitude) de sons, eles registraram o quão alto a araponga-da-amazônia canta. "Descobrimos que o volume médio emitido pela espécie é de 117 dB, com um pico de 125 dB", conta Podos.
Segundo ele, é muito difícil fazer comparações entre volumes de sons de diferentes emissores, porque a medida depende de vários fatores, como a distância da fonte, por exemplo.
"Só é possível comparar com o berro de alguns animais, que foram medidos por outros biólogos usando a mesma metodologia e calibração que empregamos", explica. "É o caso do bisão-americano (Bison bison), que chega a 107 dB, e do bugio (Alouatta guariba), que atinge 104 dB. Portanto, o canto da araponga-da-amazônia é mais alto do que o desses mamíferos, o que é incrível, porque ela é muito menor. Ele também é musical, então, se eu tivesse que fazer uma comparação, diria que tem mais ou menos o volume dos sons mais altos de um trombone ou de um trompete."
Além do volume do canto e da musculatura avantajado, os pesquisadores fizeram outra descoberta inusitada.
Uma araponga-da-Amazônia fêmea; quando elas estão por perto, eles cantam mais alto "Os machos cantam mais alto quanto mais perto estão das fêmeas", explica Podos. - Ancelmo D'Affonseca
"Isso é muito esquisito, porque normalmente, em outras espécies de animais, os sons de alto volume são usados para transmitir um sinal a longas distâncias. Isso mostra que temos de pesquisar mais sobre os sistemas de comunicação que existem entre os animais na natureza. Ainda não sabemos por que machos da araponga-da-amazônia fazem isso. Esta é a pergunta de um milhão de dólares. Um colega nosso levantou a hipótese de que é para incapacitar a fêmea de avaliar outros machos. É uma ideia muito interessante, mas ainda não temos nenhum pingo de dados a respeito."
Por isso, os dois pesquisadores vão continuar os estudos.
"Vamos nos aprofundar, tentando entender o que diferencia um macho do outro do ponto da vista da fêmea", explica Cohn-Haft.
"Além disso, queremos saber como é mesmo a produção desse som, quais as adaptações, as estruturas, que tornam possível sua emissão e, talvez, mais interessante ainda, descobrir como o volume não danifica a audição nem do macho que canta e nem da fêmea que ouve bem de perto. Também pode ter alguma aplicação prática no futuro, como o desenvolvimento de equipamentos para proteção da nossa audição."
Narciso Simão (in memorian), Joel Carlos Lopes (in memorian), Eli Cordeiro (in memorian) e Roberto Camargo
Foto dos anos 1980 mostra um quarteto mourãoense da pesada, no bom sentido, claro! Ali estão os saudosos Narciso Simão, Joel Pancada, Eli Cordeiro, que faleceram muito novos, e o sumido Roberto Camargo.
Filho da família pioneira de Campo Mourão e Peabiru, Narciso foi meu colega de escola por anos. A música era o seu tudo, ele cantava como poucos.
Joel Carlos Lopes, o Joel Pancada, eterno funcionário da Farmácia América, do pioneiro Osvaldo Wronski (in memorian), era grande amigo e, para minha satisfação, sempre me elogiava por minha participação no futsal mourãoense. Torcedor do Santos Futebol Clube, ele gostava de futebol como poucos. O apelido pancada foi conquistado graças suas participações em campeonatos de futsal da Cancha Tagliari. Devem imaginar o por quê...
Coxa Branca, Eli Cordeiro trabalho por anos na Rádio Humaitá, de Campo Mourão. Ele era irmão do também saudoso Adinor Cordeiro, o Jiboia.
Roberto Camargo é outro que faz da música sua praia. Faz tempo que não o encontro pela cidade. Fico em dúvida se o sumido é ele ou eu!?
William Harrison Withers, Jr. (Slab Fork, West Virginia, 04/07/1938 ) conhecido por seu nome artístico Bill Withers, é um cantor e compositor norte-americano de blues e soul que atuou e gravou de 1970 a 1985.
Composta por Bill Withers, Ain't No Sunshine está ranqueada entre as 500 melhores músicas de todos os tempos pela revista Rolling Stone. Ela é faixa do álbum de estreia dele, Just As I Am, lançado em 1971, mesma data do vídeo abaixo.
O paulista Fábio Rabin é um dos melhores humoristas da atualidade. Sabe como poucos zoar o dia-a-dia dos brasileiros, especialmente dos envolvidos com a política.
Toda semana ele publica um vídeo novo em seu canal no You Tube. A zoação abaixo foi retirada do vídeo dessa semana. Assista com cuidado. Palavrões!
A pintura do século 13 de autoria de Cimabue, um dos mestres de Giotto, passou décadas despercebida como artigo religioso comum
Obra da Renascença pintada pelo artista florentino Cimabue foi descoberta em uma cozinha nos arredores de uma cidade ao norte de Paris. Foto: AFP
Uma obra importante da Renascença (entre os séculos 14 e 16), feita pelo pintor florentino Cimabue, um dos mestres de Giotto, foi descoberta por acaso em uma cozinha de uma senhora de 90 anos na cidade de Compiègne, nos arredores de Paris, na França. A pintura “Cristo menosprezado” quase foi jogada no lixo durante a limpeza da casa, mas acabou salva por uma leiloeira que foi avaliar o local, segundo o jornal francês “Le Parisien”.
A pintura é avaliada em 6 milhões de euros, aproximadamente R$ 27 milhões, e passou décadas despercebida entre a cozinha e a sala de estar de uma moradora da região. A família supôs que se tratava de um artigo religioso comum. A imagem está em boas condições, embora tenha sido colocada diretamente acima de uma placa de aquecimento para cozinhar.
A descoberta aconteceu depois que a senhora decidiu vender a casa e se mudar em junho deste ano. A especialista em leilões Philomène Wolf foi chamada para examinar o interior e os móveis da casa construída na década de 1960.
“Eu tive uma semana para dar uma visão especializada sobre o conteúdo da casa e esvaziá-la”, disse Philomène ao “Le Parisien”. “Tive que abrir espaço na minha agenda … se não o fizesse, tudo estava previsto para ir ao lixão.”
A leiloeira afirmou que notou a pintura assim que pisou na casa. “Você raramente vê algo dessa qualidade. Eu imediatamente pensei que era uma obra do primitivismo italiano. Mas não imaginei que fosse um Cimabue”, contou ao jornal francês.
A confirmação da autoria da obra veio depois de testes com infravermelhos em laboratório. Acredita-se que Cimabue faleceu em Pisa em 1302.