Foto enviada pelo Wilson Valk. Clique na imagem para ampliar.
Em pé (esquerda para a direita): Wilson Valk, Domingos Basso, Luiz Carlos Khel, Toninho 'Coalhada' e Valdir Montemezzo.
em pé (da esquerda para a direita): Professor Jáder Ávila, Evaldo de Lima, Ivandil de Lima (in memorian), Domingos Basso, Osni Kuligowski, Hélio Brenner, ......., José Antunes Teixeira, Pedro Luz Teixeira, Jadir Ribeiro, Mário "Flecha" Oscani Morais e Edgar Pereira.
23 horas, conforme ordem do Itamar Tagliari, cheguei no hotel onde estávamos hospedados em Cuiabá, para as disputas da Taça Brasil de Clubes Campeões de Futsal, e procuro pelo Ione Sartor (foto), em quem pensei a noite toda, naquela folga da tabela que era para ser aproveitada descansando e curtindo a noite cuiabense. No hotel, o Ione não estava. Logo depois, encontro-o no hall do hotel, chegando da igreja, ainda pálido, assustado. Estava agradecendo a Deus, desde as 19 horas, por nascer de novo.
Convidados dos irmãos Beccari (Gordo e Vitor), ele e o Carlão Tagliari foram pescar no Rio Cuiabá. Num barco de borda baixa, subiram o rio e, não sei se de rede ou de tarrafa, pescaram um Pintado enorme, e os quatro foram do mesmo lado do barco para admirar o que seria nosso almoço no dia seguinte, sexta-feira da paixão. Não deu outra. O barco virou e o Ione sem saber nadar e sem colete salva-vidas afundou e voltou à tona, por sorte, bem embaixo do barco virado, onde grudou e não largou até ser resgatado por outros pescadores rio abaixo, juntamente com os três companheiros e, história de pescador ou não, com o peixe.
O trauma dele foi psicológico, do Carlão foi físico! Tirou um “bife” da canela ao bater na borda do barco.
Tiramos foto com o peixe de todas as maneiras possíveis (Devem estar com o Ione).
No almoço do dia seguinte o peixe foi o prato principal para toda a delegação e a família Beccari.
Carlão quase não pode jogar na estréia da segunda fase, no empate (
O Ione jogou naquele dia como nunca!
Terminamos o campeonato entre os seis primeiros do Brasil, com uma equipe formada apenas por atletas de Campo Mourão.
O Monte Sinai foi bi-campeão invicto, só empatou conosco na estréia.
Ione só aceita convite para pescar em pesque e pague, e com colete!
em pé (esquerda para a direita): Neucir da Silva, Richardson Gonçalves, Marcelo Oliveira Lima, Walcir 'Dula' Ferreira Lima, Roberto Tonet, Ricardo Kosuzi e Walmir Ferreira Lima.
em pé (da esquerda para a direita): Silveira Claudino, Joani Teixeira, José Roberto Pretel, Roberto de Castro e Aldo Kaul (in memorian)
No Clube dos Trinta jogamos truco com seis jogadores (duas trincas). È nossa segunda diversão, mas tenho a impressão que logo passará na frente das peladas de futebol suíço. Cansa muito menos, apesar do stress ser quase o mesmo para alguns amigos que não gostam de perder nem em par ou impar. Lá, jogamos valendo uma latinha de cerveja, por jogador, em cada partida.
em pé (da esquerda para a direita): Itamar Tagliari, Jair Grasso, Vanderlei Reis, Aldevino 'Vininho' da Silva, Josê Custódio de Oliveira e ....
1) Fortunato Pasinato, 2) Gilmar Fuzeto, 3) Carlão Tagliari, 4) Mario Lima, 5) João Miguel Baitala, 6) Teodoro Sora, 7) Rubens Bathke, 8) Amarildo Fuzeto, 9) 'Beline' Fuzeto, 10) Ione Sartor, 11) Epaminondas e 12) Ivando 'Rancho' Capato.
Todos sabem os pequenos milagres que um sorriso pode fazer no dia-a-dia. Quando sorrimos ficamos mais bonitos, deixamos as pessoas mais à vontade e podemos até contagiar outras pessoas a sorrir também. Um sorriso sincero acalma, incentiva, ameniza as dores e fica impossível de não ser retribuído. Este gesto é tão importante que os seres humanos são os únicos que conseguem sorrir em todo o reino animal. Mas, que tal sorrir para o seu cão? Ele certamente irá retribuir ao seu modo, seja abanando o rabinho, seja com lambidas.
em pé (da esquerda para a direita): Fátima, Janete Justino, Lenamar Fiorese, Sônia Prates, Rosangela 'Nonô' Zanini e Marcia Tomadon.





Jogo equilibrado. O Benê (foto) desequilibrando como sempre e o Getulinho defendendo como nunca. Até que na metade do segundo tempo o Getulinho se desentende com o juiz e foi eliminado (acreditem, ele mandou o juiz “tomar no fióte”). Vou para o gol e na primeira bola que o Pezão, para confirmar o que ele disse antes do jogo, chuta para gol e acerta em cheio no meu rosto. Fiquei tão anestesiado que dava para fazer tratamento de canal até três dias depois. Perdemos o jogo por 4 a 3. 