4 de agosto de 2020

Conjunto Capricórnio, Campo Mourão - 1978

Do álbum do amigo Clayton José, o Cleitão, foto de 1978 mostra o Jardim Capricórnio, em Campo Mourão, ainda em fase de construção. 

Ao fundo, lá em cima, o Ginasião Belin Carolo, o primeiro ginásio de esportes da cidade, uma construção iniciada em 1974 e inaugurada em 1976, quando Campo Mourão pela primeira vez sediou uma edição dos Jogos Abertos do Paraná. 




Geraldo Vandré - Aroeira

É a volta do cipó de aroeira 
No lombo de quem mandou dar


Geraldo Vandré, nome artístico de Geraldo Pedrosa de Araújo Dias (João Pessoa, 12/09/1935), é um advogado, cantor, compositor e poeta brasileiro.


Nascido na Paraíba e radicado no Rio, Geraldo Vandré foi um dos mais enigmáticos personagens da música brasileira. De herói a bandido — ou vice-versa, conforme o ponto de vista — foi amado e odiado pela esquerda num intervalo de uma década. Colaborador do Centro Popular de Cultura da UNE (CPC) desde 1961, conheceu ali o também compositor Carlos Lyra, que se afastava da bossa nova em direção a uma música mais engajada. Logo fizeram juntos as primeiras canções, como “Aruanda“.

Mas foi em 1966 que Vandré ganhou repercussão nacional. Naquele ano, inscreveu no Festival da TV Record a música “Disparada“, composta com Théo de Barros e defendida por Jair Rodrigues. Dividiu o primeiro lugar com Chico Buarque, que concorria com “A Banda“, na voz de Nara Leão.

A consagração veio dois anos depois, quando “Para Não Dizer Que Não Falei das Flores“, também conhecida como “Caminhando”, ficou em segundo lugar no 3º Festival Internacional da Canção, atrás de “Sabiá”, de Tom Jobim e Chico Buarque, o mesmo adversário de 1966. A derrota enfureceu a plateia. “Caminhando”, afinal, era um tapa na cara da ditadura como ninguém jamais tinha ouvido. E Vandré, àquela altura, era ovacionado como o mais valente dos compositores. Especula-se que a euforia causada pela canção tenha apressado o Ato Institucional Nº 5 (AI-5), dali a um mês e meio.

Vandré se exilou no Chile e de lá viajou para Alemanha e França. Quando voltou, em 1973, já não era o mesmo. Decidiu que só faria “canções de amor” e, para espanto de seus fãs, compôs “Fabiana“, em homenagem à FAB, a Força Aérea Brasileira. Para muitos de seus contemporâneos, ele teria enlouquecido em decorrência das sessões de tortura. Em 2010, Vandré ressurgiu numa entrevista exibida pela GloboNews. Negou que tenha sido torturado e repudiou o rótulo de autor de músicas de protesto. “Eu não faço canção de protesto. Eu faço, fazia, música brasileira, canções brasileiras”, disse. Fonte: Memórias da Ditadura



Aroeira

Vim de longe vou mais longe
Quem tem fé vai me esperar
Escrevendo numa conta 
Pra junto a gente cobrar
No dia que já vem vindo 
Que esse mundo vai virar 

Noite e dia vem de longe 
Branco e preto a trabalhar 
E o dono senhor de tudo 
Sentado mandando dar 
E a gente fazendo conta 
Pro dia que vai chegar

Marinheiro, marinheiro 
Quero ver você no mar
Eu também sou marinheiro 
Eu também sei governar
Madeira de dar em doido 
Vai descer até quebrar
É a volta do cipó de aroeira 
No lombo de quem mandou dar


Associação Tagliari na Taça Brasil de Clubes Campeões, Cuiabá - 1981

Amigos gostaram da resenha da semana passada, sobre a Taça Brasil de Clubes Campeões de Futsal, em 1981, em Cuiabá. Além do fato de ficarmos entre os seis primeiros colocados, guardo ótimas lembranças do evento e, especialmente, dos amigos que representaram muito bem nossa cidade.

Associação Tagliari em foto no ginasinho JK logo após a conquista do bicampeonato estadual, em 1980.
Base da equipe que disputou a Taça Brasil em Cuiabá no ano seguinte

em pé (da esq. para a direita): Itamar Tagliari, Augustinho Vecchi, Paulo Gilmar Fuzeto, Severo Zavadaniak, Raudilei Pereira, Silvio Carvalho Cintra, João Miguel Baitala (in memorian) e Itachir Tagliari (in memorian)
agachados: Antonio Admir "Beline" Fuzeto, Irineu Luiz "Luizinho" Ferreira Lima, Pedro Ivo Szapak, Ione Paulo Sartor e Carlos Álvaro "Carlão" Tagliari 


Alegria maior foi perceber, logo no jogo de abertura do campeonato, que a nossa torcida era igual ou maior do que a do time da casa. Muitos mourãoenses moravam naquela região e não perderam a oportunidade de torcer pelo nosso time. Lembro-me bem dos amigos Valmor Barato e Ricardo Grabowski, que hoje já moram novamente em Campo Mourão, e da família Beccari que acompanharam todos os nossos jogos.

Junto conosco foi quase toda a família Tagliari: Dona Íris, Sônia Tagliari, a doce Maria José (falecida esposa do Itamar) e seus filhos, Lislaine, Itamarzinho e Carlinhos. 

Seu Erny Simm também foi. Ele era nosso torcedor mais fervoroso, mesmo não enxergando nada do que ocorria na quadra (estava praticamente cego).

O querido Seu Erny acompanhava nossos jogos sempre ao lado de seu acordeão, que era tocado com entusiasmo, nas vitórias ou nas derrotas. Quem assistisse ao jogo ao lado dele narrava o que acontecia na quadra e ele vibrava como se enxergasse tudo.

Além da quase tragédia na pescaria do Ione e do Carlão, narrada na resenha da edição passada, uma outra quase aconteceu com todas as delegações: no final do dia fomos alertados, pela portaria do hotel, para descermos pelas escadarias porque um apartamento estava pegando fogo e era preciso evacuar todo o prédio. Com a energia elétrica desligada, apavorados, mas sem atropelos, descemos os dez andares e, em frente ao hotel, acompanhamos os trabalhos dos bombeiros que, competentemente, apagaram um pequeno principio de incêndio, numa cesta de lixo, no banheiro do apartamento da delegação de Amazonas. No mesmo momento em que percebemos que o Carlão Tagliari não estava conosco, ele surgiu na portaria, entre os bombeiros, carregando todo o nosso uniforme, até na boca ele carregava um cabide. Na volta ao hotel encontramos algumas camisas caídas nas escadas.  

Na primeira fase jogamos contra Tachinhas-MS (4 a 1), Corinthians-SP (2 a 2), Internacional-RS (1 a 3) e, por último, o Colegial de Florianópolis (5 a 2), que no final do nosso jogo, não permitia que cobrássemos um pênalti, agrediram o árbitro e pegaram uma das maiores penas que uma equipe de futsal já recebeu. 

Na sede campestre do hotel, à beira do Rio Cuiabá, fazíamos nossas refeições, onde enfrentávamos longa fila para comer uma comidinha apenas razoável. O Monte Sinai-RJ, campeão brasileiro do ano anterior, só chegou a Cuiabá para a segunda fase (estávamos lá há mais de dez dias). 

Os cariocas, malandramente, na primeira refeição deles, convenceram ($$$) os garçons para servi-los em suas mesas. Nós na fila dando risadas dos espertos e eles rindo da nossa ingenuidade. O primeiro garçom passa direto e coloca uma enorme bandeja de arroz na mesa dos cariocas. Espanto geral! 

Antes do primeiro jogador do Rio de Janeiro se servir, a bandeja foi completamente coberta com açúcar por um atleta paraibano e as mesas deles foram cercadas por todos que estavam na fila, inclusive eu, mas especialmente os nordestinos, que ordenaram que eles entrassem no fim da fila e se servissem como todos. 

Naquela noite, eles estrearam empatando conosco. Acabaram bicampeões invictos e conquistaram a todos com seu futsal e simpatia, que parece ter surgido graças aos nordestinos. 

Publicado originalmente no semanário Entre Rios, em 2005.

31 de julho de 2020

Campo Mourão, campeã da 1ª (e única) edição dos Jogos Abertos do Paraná de Futsal, em 1977

Do álbum do David Miguel Cardoso, meu amigo desde sempre, foto mostra a Seleção de Campo Mourão posando junto da equipe de Guarapuava, em jogo disputado na primeira, e única, edição de um Jogos Abertos do Paraná de Futsal, que foi realizada em Maringá no ano de 1977.

Lembro que invejei meus amigos David, Palaro e o saudoso Bode (Henrique Galbier) -- com quem eu atuava no Beccari Futsal -- vestindo as cores de Campo Mourão em uma competição oficial. Eu tinha 17 anos e ainda me dividia entre o handebol e o futsal, meus esportes preferidos até nos dias de hoje (agora só para assistir, claro!). 

Para orgulho de toda a cidade, a equipe mourãoense se sagrou campeã da competição enfrentando as principais seleções do Estado. 

Um título que só Campo Mourão possui, já que nunca mais realizaram um Jogos Abertos apenas para o futsal. 

1- Luizinho Tagliari (in memorian), 2- Carlão Tagliari, 3- Louri da Silva, 4- Itamar Tagliari, 5- Gilberto Palaro, 6- David Miguel Cardoso, 7- Mário Izugue, 8- Ione Sartor, 9- Beline Fuzeto, 10- Henrique "Bode" Galbier (in memorian) e 11- Ivando "Rancho" Capato
Jogos Abertos do Paraná de Futsal - 1977, em Maringá 







Ehrling - Sthlm Sunset ( Saxophone )


Ehrling
(nascido Harald Ehrling, 1995) é um DJ e produtor musical de Estocolmo (Suécia)

Sthlm Sunset
é faixa do álbum Give Me Summer, lançado em 2017.


Diário de um casal típico (humor)

O diário dela:
“No sábado à noite, ele estava estranho. Combinamos de nos encontrar no bar, tomar um drinque, mas a conversa não estava muito animada. Fomos para um restaurante e ele continuou agindo de modo estranho. Perguntei o que era e ele disse que não era eu, mas não fiquei muito convencida. No caminho para casa, no carro, disse-lhe que o amava muito e ele limitou-se a passar o braço por cima dos meus ombros. Finalmente chegamos em casa e eu já estava pensando se ele iria me deixar! Tentei fazê-lo falar, mas ele ligou a televisão e sentou-se com um olhar distante. Parecia dizer que estava tudo acabado entre nós. Por fim, embora relutante, disse que ia me deitar. Mais ou menos 10 minutos depois, ele foi se deitar também e, para minha surpresa, correspondeu aos meus avanços, e fizemos amor. Mas ele ainda parecia muito distraído e comecei a chorar. Chorei até adormecer. Já não sei o que fazer. Tenho quase certeza de que ele tem alguém. Minha vida é um desastre!”

O diário dele: 
“Meu time perdeu de 2 x 1. Porra. Fiquei chateado a noite toda. Pelo menos dei umazinha. Mas ainda tô chateado... Timinho de merda!” 


Autor desconhecido.

29 de julho de 2020

Família Piacentini- Campo Mourão, anos 1960

Do álbum do saudoso Jayminho Bernardelli, foto de meados dos anos 1960 mostra foto da família da dona Lurdes e do seu Avelino Piacentini, saudosos pioneiros mourãoenses. 

Frequentei muito a casa deles no início dos anos 1970, onde eu e o Ney bagunçamos bastante sempre com a cumplicidade da dona Lurdes, que fazia de conta que não via nada. 

Seu Avelino, dona Lurdes e o Nilson, infelizmente, já são falecidos. O caçula da família morreu em 2017, aos 53 anos, em um acidente que até hoje não entendo/aceito como aconteceu.

Namir reside atualmente em Curitiba, onde ao lado dos filhos sobrinhos e do mano Nilmar, ambos engenheiros civis, comanda a Construtora da família. Neiva também reside na capital paranaense. 

Nilmar, para nossa satisfação, tem passado bastante tempo em Campo Mourão.

Nelita, professora de educação física, atualmente está vereadora em nossa cidade.

Ator profissional, Ney reside na capital paulista há muitos anos.


Lurdes Piacentini (com Nilson no colo) e Avelino Piacentini
sentados (da esq. para a direita) Namir, Nilmar, Nelita, Ney e Neiva
Campo Mourão/PR - 1964


The Black Keys - Eagle Birds


The Black Keys
é uma dupla americana de blues-rock e indie rock formada pelo vocalista/guitarrista Dan Auerbach e pelo baterista/produtor Patrick Carney no ano de 2001 em Akron, Ohio. 


Eagle Birds 
é faixa do álbum Let's Rock, lançado em 2019. 


Os maiores cabeças do futsal mourãoense

Getulinho Ferrari, Marcelo Silveira e Erivelton “Fusca” têm em comum a enorme dimensão de suas cabeças e as constantes felicidades que a vida lhes proporciona: 

Getulinho Ferrari, Robertinho Leitner, Luizinho Ferreira Lima e Erivelton "Fusca" Dantas Quinto
No último jogos Interclubes em que participamos no futsal. Representando o Clube dos Trinta, claro!

 
O Fusca foi abençoado há pouco tempo com filhos trigêmeos perfeitos e lindos. 

O Marcelo (que tem o “privilégio” de contar com a maior cabeça dos três - os bonés do Getulinho ficam apertadíssimos nele) é dono da maior presença de espírito que já vi e também tem uma família maravilhosa (Benção, Dona Neile!) e foi o melhor atleta que nossa cidade possuiu. Fosse qual fosse o esporte, lá estava o Marcelo se destacando. No futsal, foi o parceiro mais inteligente com quem joguei!

Marcelo Silveira e 
Tauillo Tezelli 

Toda essa introdução foi para poder falar do Getulinho, outro polivalente que se destacou em vários esportes. Entre nós seu apelido sempre foi Nenê, para muitos é o Cabeção. Ele faz jus ao apelido, a cabeça realmente é enorme e, para nossa sorte, cheia de sabedoria e inteligência.

Ele descobriu, não sei com qual serventia, que misturando as letras de argentinos forma-se a palavra ignorantes.

Depois de perdemos um jogo numa fase da Taça Paraná de Futsal, achávamos que não tínhamos chance de classificação restando apenas uma partida para jogar, numa etapa que classificava apenas duas equipes. Pois o Getulinho fuçou o regulamento e encontrou uma falha que, no entender dele, se ganhássemos por um a zero, e apenas por um a zero, embolaríamos a chave de uma forma que obrigaria a Federação a classificar as três equipes empatadas.

Abrir o placar não foi tão difícil quanto manter o resultado!

Para irritação e surpresa dos adversários, que não entendiam nossa comemoração no final, mantivemos o resultado e acabamos classificados para a fase seguinte. 

Esta foi uma de muitas vezes que a inteligência do Getulinho nos ajudou.

A única coisa que ninguém entende é como foi que ele caiu nessa de que é um bom negócio plantar soja no arenito. 

Publicado originalmente no semanário mourãoense Entre Rios, em novembro de 2005

28 de julho de 2020

Odethe Schen e Dona Salma com a bisneta Ana Letícia - 2004

Odethe Schen e Sallime João Abrahão de Lima com Ana Letícia Lima Conrado, janeiro de 2004

Foto para relembrar (matar saudades) e para marcar duas datas recentes, o aniversário da minha primeira neta, Ana Letícia, e o Dia dos Avós. 

De 2004, foto mostra minha mãe, Sallime João Abrahão de Lima, e minha sogra Anna Odethe Iurk Schen, com a Ana Letícia Lima Conrado. 

Dona Salma, como minha mãe era mais conhecida, faleceu em 2017 e dona Odethe no final do ano passado. Aninha foi a primeira bisneta delas. 

Ana Letícia comemorou 17 anos no sábado, dia 25. Cantamos parabéns juntos, mas online numa chamada por vídeo. Quando passar essa crise da saúde vamos nos reunir e comemorar todas as datas especiais que o o isolamento social nos obrigou a manter distância. 

Ana Letícia Lima Conrado - 2020 -
Como dizia minha saudosa mãe: Família de gente linda!

17 anos? Como eles, os netos, envelhecem rápido! E eu cada vez mais jovem, difícil de entender ... hehe.

Perpetuum Jazzile - Aquarela do Brasil

No whatsApp, o professor Paulo Gilmar Fuzeto compartilhou vídeo do Perpetuum Jazzile, gostei muito e compartilho com os amigos do Baú. 


Perpetuum Jazzile é um coral da Eslovênia.

"Aquarela do Brasil" é uma das mais populares canções brasileiras de todos os tempos, escrita pelo compositor mineiro Ary Barroso em 1939. 

Foi considerada a décima segunda maior música do Brasil segundo a revista Rolling Stone Brasil e melhor canção do século 20 de acordo com eleição da Rede Globo.. 

É a canção brasileira mais regravada de todos os tempos.  

4 razões para desligar a televisão e curtir mais os momentos em casal

Deixar a TV de lado e não usá-la mais como o único recurso para o descanso em casal pode fortalecer ainda mais a sua vida conjugal| Foto: Bigstock

As plataformas de streaming parecem mesmo ter virado a válvula de escape para muitas famílias que estavam em busca de novas alternativas para relaxar. E com a quarentena, esse comportamento se intensificou.

Mas, mais ainda entre o casal, que após um dia longo de trabalho e cuidado com os filhos, acaba optando pela televisão como o principal jeito de estarem juntos quando as crianças dormem. Afinal, não é de todo ruim sentar-se no sofá com quem se ama, e apenas assistir algo, sem pensar muito ou ter de tomar decisões. O problema é isso se tornar a única forma de descansar, como se fosse uma espécie de ritual antiestresse antes de dormir.

Só que “dar um tempo” e se afastar um pouco da TV pode fortalecer ainda mais a sua vida conjugal. A escritora Brenda Wehrly contou a experiência que teve com seu marido quando optaram por ficar um ano longe das séries e programas de televisão. “Ainda tínhamos a noite de cinema em família e, vez ou outra, até assistíamos a um ou dois filmes nas noites de encontro. Muitas vezes fomos tentados a mergulhar na Netflix tarde da noite, mas dizer não à essa vontade rendeu o tesouro que encontramos”, escreveu no site norte-americano iMOM.

Segundo Brenda, o casal se deparou com uma série de benefícios ao desligar a televisão e “viver mais a vida” à dois. E aqui vão quatro exemplos dados por ela:


Novos hobbies
Se afastar um pouco da TV pode dar a você e seu cônjuge mais tempo para serem criativos e encontrarem novos hobbies que curtam juntos e separados. Brenda e o marido, por exemplo, aprenderam mais sobre a ciência do vinho e passaram a apreciar as diferentes notas da degustação. “Meu marido também começou a trabalhar com madeira e eu passei a desenhar e escrever. Nós nos animamos e apoiamos as atividades um do outro”, revelou.

Mais conversa
Em vez de preencher a conversa com o ruído da TV ao fundo, você pode perceber que o silêncio também oferece um ótimo espaço para o diálogo. “Desligar a TV pode dar a você e seu cônjuge oportunidade de terem mais conversas significativas”, sugeriu Brenda.

Descanso de qualidade
Muita gente acha que assistir a vários episódios de uma série, ou ver filmes em sequência, traz o tão esperado descanso. Depois da experiência, no entanto, Brenda e o marido avaliam que não. “No ano de folga da TV, nós entendemos que em vez de procurar uma distração para as preocupações da vida, o melhor a fazer é ter tempo para processá-las de maneira mais saudável”. Ela também afirmou que o casal passou a dormir mais cedo sem as “maratonas” intermináveis.

Mais presentes
Desligar a TV também pode ajudar você a mergulhar em sua própria realidade e alterar suas expectativas para ser realista. Essa foi outra lição que o casal aprendeu. “Até nosso ano sem televisão, assistimos a histórias teatrais de personagens fictícios. Embora divertidas, essas histórias e cenários tiveram uma maneira de influenciar nossas expectativas sobre como deve ser nossa vida. Em vez de nos divertirmos com o roteiro de outra pessoa, começamos a viver os nossos. Nós nos tornamos conscientes de nossa própria realidade e intencionalmente começamos a mudar a maneira como construímos nossa vida juntos”, finalizou.

22 de julho de 2020

Eu e Elvira com amigos do coração, em 1980

Uma foto que gosto muito, Eu e Elvira ao lado de queridos amigos, lááááááá nos anos 1980. 

Ali estão também a Hosana e o Tauillo Tezelli e a Daisy Dezan com o Marcelo Silveira. 

Elvira e Luizinho Ferreira Lima, Hosana e Tauillo Tezelli, Daisy Dezan e Marcelo Silveira
Campo Mourão/PR - 1980

Elas estão em cima de uma mureta que tinha ali na esquina da avenida Capitão Índio Bandeira com a Rua Francisco Albuquerque, na casa da pioneira Anita Albuquerque. 

Se me lembro bem, estávamos saindo de um festa junina no Colégio Santa Cruz. 

Eu e Elvira estávamos grávidos da primeira filha, Sarah, que veio ao mundo logo depois, em setembro de 1980. 

Hosana e Tauillo, Daisy e Marcelo ainda eram namorados, mas casaram logo em seguida. 

Tauillo é o atual prefeito de Campo Mourão, administrando a maior crise de saúde da história e ainda assim deixando nossa cidade cada vez mais estruturada e bela (esteve abandonada por 12 longos anos).

Marcelo é engenheiro civil e presta assistência em vários municípios da região. Daisy é advogada em Campo Mourão. Eles não formam mais um casal, mas continuam bons amigos.  

Amigos que moram no coração (dos melhores e piores momentos) e estarão sempre em meus pensamentos.    

Tina Turner - What's Love Got To Do With It (Kygo remix)

Tina Turner

Anna Mae Bullock (Nutbush, 26/11/1939), mais conhecida como Tina Turner, é uma cantora, compositora, dançarina e atriz norte-americana (com cidadania suíça).

Kygo

Kyrre Gørvell-Dahll (Bergen, 11/09/1991), mais conhecido pelo seu nome artístico de Kygo, é um DJ e produtor de música eletrônica norueguês. É conhecido mundialmente devido aos seus êxitos "Firestone" e "It Ain't Me".

O tema que Tina Turner lançou em 1984, com o disco "Private Dancer", ganhou uma nova vida nas mãos de Kygo, o DJ e produtor norueguês que já tinha mexido em temas como 'Higher Love', de Whitney Houston,  ou 'Sexual Healing', o clássico de Marvin Gaye. 

O remix do êxito dos anos 80 chegou às plataformas digitais no último 17 de julho.  

Kygo publicou um texto nas contas oficiais para dar a novidade:

"Mal posso acreditar que vou lançar uma colaboração com a Tina Turner na sexta-feira! 'What's Love Got To Do With It' é uma das minhas canções favoritas de todos os tempos, é surreal ter a oportunidade de trabalhar com uma artista lendária! Mal posso esperar que a ouçam", escreveu Kigo.


Legumes e verduras capazes de turbinar a sua saúde

Entenda quais são os alimentos ricos em substâncias alcalinas e que podem trazer uma série de benefícios para o corpo

O nosso organismo está gastando energia o tempo todo para manter suas atividades vitais. E uma alimentação equilibrada e a hidratação constante são fundamentais para manter o corpo saudável.

Para quem deseja melhorar a condição física, os legumes e verduras são essenciais, já que são conhecidos por serem ricos em vitaminas, fibras, minerais e por terem um baixo teor calórico. No entanto, alguns vegetais se destacam mais do que outros por trazer benefícios especiais ao organismo como melhorar a circulação e combater alguns tipos de inflamação.

1. Espinafre
Com sua folha verde escura característica, o espinafre é um vegetal com grande quantidade de betacaroteno e luteína, dois poderosos antioxidantes que são associados a prevenção de alguns tipos de câncer. Além disso, uma xícara de espinafre fornece 56% da sua necessidade diária de vitamina A. Ah, e a melhor forma de consumir o espinafre é após branqueá-lo.

2. Cenoura
A cenoura tem altas quantidades de vitamina A, C e K. É um poderoso antioxidante e anti-inflamatório, podendo reduzir infecções do organismo. Como tem potássio em sua composição, a cenoura também pode ajudar no fluxo sanguíneo com sua ação vasodilatadora. Cenouras são saudáveis ​​cruas ou cozidas

Se você quiser absorver melhor o beta-caroteno – um precursor da vitamina A – encontrado na cenoura, melhor comê-las cozidas e temperadas com um fio de azeite de oliva.

3. Brócolis
Os brócolis podem ser grandes aliados no combate a algumas doenças crônicas. Em algumas pesquisas em andamento, o vegetal se mostrou capaz de proteger o coração de situações de alto estresse, reduzindo os níveis de oxidantes.

O tronco do brócolis pode ser aproveitado em sopas, assim como os talos. As flores, usadas em saladas e outras receitas, devem ser bem lavadas. O recomendado é cozinhar a vapor, sempre com pouca água, caso contrário o mesmo perde suas propriedades.

4. Alho
Da China imperial a cozinha de nossas avós, o uso do alho como uma planta medicinal é famoso. Isso acontece por causa de sua principal substância ativa: a alicina. Já existem vários estudos apontando para a capacidade do alho em regular o açúcar no sangue, o que o torna grande aliado de pessoas com diabetes e outras condições.

5. Gengibre
O gengibre geralmente é usado no preparo de bebidas e sobremesas. Porém, já foi muito usado ao longo da história como um medicamento natural para enjoo. Atualmente, a eficácia desse vegetal contra náusea e desconforto do sistema digestivo foi comprovada pela ciência.

Fonte: Gazeta do Povo