10 de outubro de 2018

10/10/1968. Jair Elias relembra 21º aniversário de Campo Mourão; fotos


Jair Elias
O escritor e historiador mourãoense Jair Elias dos Santos Júnior, em sua página no Facebook, publicou fotos e relembrou fatos que marcaram o aniversário de Campo Mourão em 1968, quando minha cidade natal completava 21 anos de emancipação política e eu tinha 8 aninhos. Confira o que o autor do livro Campo Mourão - A Construção de Uma Cidade, recentemente lançado, publicou na rede social.

Túnel do tempo – Há exatos 50 anos, o governador Paulo Pimentel, recebia o Título de Cidadão Honorário de Campo Mourão. A solenidade aconteceu no Cine Plaza, com a presença de diversas autoridades. Também nesta oportunidade eram inaugurados os prédios do Colégio Estadual e do Posto de Puericultura da Vila Urupês. Um baile no Clube 10 de Outubro, o lançamento do livro “as rosas florescem em maio”, do escritor Aracyldo Marques e um jogo no Estádio Municipal entre Atlético e AERM também marcaram as comemorações.

O jornal Tribuna do Interior era oficialmente fundado, com a circulação da primeira edição. No dia seguinte, dentro dos festejos dos 21 anos de Campo Mourão, o governador inaugurava a pavimentação da estrada Campo Mourão a Maringá, um dos maiores sonhos do nosso povo.
















 

Silva - Não Vá Embora


Lúcio Silva de Souza (Vitória, 03/07/1988), mais conhecido pelo nome artístico de Silva, é um cantor, compositor e músico multi-instrumentista capixaba.


Não Vá Embora é faixa do álbum Silva Canta Marisa, lançado em 2016.

Pérola, uma mourãoense embelezando a Terra da Rainha


Essa lindeza aí é mourãoense da gema, Pérola, filha da Lohana e do Thiago Choptian Felisberto. Mal nasceu e lá foi ganhar a vida com os pais do outro lado do mundo, na Inglaterra. 

Pérola com os pais Thiago e Lohana

Frequentamos o restaurante da família deles (Ponto Certo, na Rua São Josafat) várias vezes na semana e, por isso, presenciamos a gestação e nascimento da netinha do casal Clarice e Odenilson Polaco.

Essa semana bateu saudades da Pérola, e dos pais dela, claro!, e pedi pro Thiaguinho mandar uma fotos para amenizar a saudade.O tempo passa muito rápido, eles já estão na Terra da Rainha há sete meses e a Pérola está cada vez mais linda. Deus os abençoe cada vez mais!

Não acredite em tudo que sua mãe te fala

Elas dizem o mesmo para todos os filhos... descobri! 


Exercício para aliviar dores nas costas e nos pés


8 de outubro de 2018

Comemorando o niver do Dula

Walmir, Dula, Wilhiam, Seu Irineu, Luiz e Wander
agachados, os netos Felippe e Alexandre
Agosto/2018
Em agosto, mas precisamente no dia 19, nos reunimos na casa do meu pai para comemorar o aniversário do meu mano Dula e aproveitamos para registrar o encontro.

Faltou estarem presentes o neto Wandinho e os bisnetos Luís Guilherme e João Gabriel para que todos os herdeiros meninos do seu Irineu estivessem presentes.

Dula disse que está completando 35 anos, mas tenho minhas dúvidas. De 1966 para cá me parece que dá mais que isso.


5 de outubro de 2018

The Killers - Somebody Told Me


The Killers é uma banda americana de rock, formada no ano de 2002 em Las Vegas. É composta por Brandon Flowers (vocais e sintetizador), Dave Keuning (guitarra e vocal de apoio), Ronnie Vannucci (bateria) e Mark Stoermer (baixo e vocal de apoio).


Somebody Told Me é faixa do álbum de estreia do The Killers, lançado em 2004.

[Vídeo] Fábio Rabin: Daciolo define eleição no 1º turno


Fábio Rabin Copeliovitch (São Paulo, 12/11/1981) é um ator, humorista de stand-up comedy, apresentador e ex-VJ da MTV Brasil. 


Os benefícios da esponja vegetal no banho


5 fatos que mostram que os governos do PT foram dos mais medíocres da história

Por Fernanda Zaleski, na Gazeta do Povo

Foto: Evaristo – SAAFP
Existe uma lenda que vem sendo contada no Brasil há alguns anos. Ela foi tão repetida que muitos já acreditam que a estória teria sido real: a de que o PT teria feito um bom governo quando estava no poder.

Nada mais distante das evidências.

Como mostraremos a seguir, o PT teve governos com resultados absolutamente medíocres, no sentido literal da palavra. Isto é, em linha com a média. Na verdade, um pouco abaixo do medíocre.

Com efeito, tal como veremos, a análise dos resultados brasileiros deixa claro que o país ficou abaixo da média das nações emergentes. E, ao final, mesmo esses resultados abaixo da média se revelaram insustentáveis, sendo em grande medida revertidos pela brutal crise do governo petista de Dilma Rousseff.

Passemos, então, aos 5 fatos que mostram que o governo do PT foi um dos mais medíocres da história.
1) Desempenho econômico na era PT foi medíocre

Comunidade Pavãozinho, no Rio de Janeiro: barracos |

É comum grupos favoráveis ao ex-presidente, hoje presidiário, Luiz Inácio Lula da Silva, alardearem que “nunca antes na história desse país” o Brasil havia tido tanto sucesso. O discurso ufanista, no entanto, não se sustenta diante dos fatos.

Segundo estudo que analisou o crescimento real do PIB por mandato presidencial, Lula não passa da 19ª colocação dentre 30 presidentes brasileiros no tocante ao desempenho econômico. Dilma, então, teve a 3ª pior performance, vencendo apenas Fernando Collor e Floriano Peixoto. Trabalho publicado pelo Instituto de Economia da UFRJ concluiu ainda que 90% da brutal queda do PIB per capita no governo petista de Dilma Rousseff deveu-se a falhas de governo.

É claro que o Brasil até cresceu no período aqui analisado. Porém, de modo medíocre.

Uma série de outros estudos recentes, produzidos pela PUC-Rio, chamada de “Panorama”, elaborou um artigo intitulado “Renda e Produtividade nas últimas décadas“. O material, que já foi objeto de editorial da Gazeta do Povo, demonstra de modo insofismável que “o Brasil é um país de renda que cresce pouco, atrasado em relação mesmo aos mercados emergentes. No centro deste atraso relativo está a estagnação da produtividade, drenada pela má qualidade de educação, infraestrutura, ambiente de negócios e pelo protecionismo comercial.”

Agora vejam a brutal mediocridade do crescimento brasileiro na comparação com o panorama internacional:

“Entre 1994 e 2016, o Brasil foi o que menos cresceu entre os países e grupos comparados. O Produto Interno Bruto (PIB) per capita – a soma das riquezas produzidas em um ano dividida pela população – cresceu 31,4%“.

Isso nos deixou muito longe da média dos mercados emergentes, quase 5 vezes maior: 152,2%. Não conseguimos sequer acompanhar o crescimento da América Latina: de 37,4% no mesmo período. Ou dos países da OCDE: 42,3%.

O estudo “Renda e Produtividade nas últimas décadas” ainda deixa claro que mesmo levando em conta apenas o período de 2004 a 2011 nos limitamos a acompanhar a média de crescimento do PIB per capita da região. E de 2012 em diante passamos a nos descolar negativamente dos vizinhos.

Um outro estudo de análise comparativa do Brasil com outros países semelhantes entre 2003 e 2012 chega também a conclusões desalentadoras. Ele foi realizado pelos economistas João Manoel Pinho de Mello (professor do Insper, Ph.D pela Stanford University), Vinicius Carrasco (professor da PUC Rio e Ph.D pela Stanford University) e Isabela Duarte (mestre pela PUC Rio), intitulado: “A Década Perdida: 2003 – 2012”, onde compararam o Brasil com outras nações emergentes.

Constatam eles:
“o Brasil, em relação ao melhor grupo de comparação: 1) cresceu, investiu e poupou menos; 2) recebeu menos investimento estrangeiro direto e adicionou menos valor na indústria; 3) teve mais inflação; 4) perdeu competitividade e produtividade, avançou menos em Pesquisa e Desenvolvimento e piorou a qualidade regulatória; 5) foi pior ou igual em quase todos os setores importantes (…).”

O desfecho do trabalho é dramático: “a década foi perdida“.

2) O Brasil ficou abaixo da média dos países emergentes no combate à miséria
Foto: "MAURO PIMENTEL/AFP"

A primeira coisa que você deve saber sobre a redução da miséria e da fome: ela acontece no mundo todo há várias décadas. É próprio do processo de avanço do livre mercado a redução da pobreza e da miséria, movimento que se fortaleceu muito após a Revolução Industrial

Veja o seguinte gráfico que mostra a involução da miséria no mundo nos últimos dois séculos:
Disponível em: https://ourworldindata.org/extreme-poverty

Com a redução da miséria, também houve forte queda no número de pessoas submetidas à fome.

Veja no seguinte gráfico:
Disponível em: https://ourworldindata.org/hunger-and-undernourishment

Percebe-se da imagem que a queda na fome foi um fenômeno global (cuja média mundial é representada pela linha roxa) e generalizado, beneficiando todas as regiões do mundo (com única exceção do Oriente Médio, representado pela linha em verde).

Diante de um quadro mundial tão favorável, é claro que a miséria e a fome também caíram no Brasil durante as últimas décadas.

Aí vem a segunda coisa que você tem de saber sobre a miséria e a fome especificamente para o caso brasileiro: elas já tinha trajetória decadente bem antes do PT.

Veja este gráfico do histórico da pobreza extrema no Brasil:
Disponível em: https://ourworldindata.org/extreme-poverty

A partir dele, percebe-se de modo muito claro que a linha de tendência da pobreza extrema é de queda rápida desde o início da década de 80, movimento brevemente interrompido entre 86-88, em grande medida pela brutal crise fiscal e hiperinflacionária que atingiu o país.

Essa trajetória de queda continuou durante os anos do petismo. Mas aqui entra a terceira coisa que você precisa saber sobre miséria e fome: nesse período, o Brasil reduziu o número de pessoas em percentuais menores do que os demais países emergentes.

De fato, conforme registrou a Gazeta do Povo em editorial de 6 de maio deste ano de 2018: “Entre 1994 e 2015, o Brasil reduziu de 16,5% para 4,3% a quantidade de brasileiros abaixo da linha da pobreza, seguindo de perto a tendência da América Latina. Ocorre que os demais emergentes, puxados pela China, reduziram essa mesma cifra em seus territórios de 33% em 1997 para 3,4% em 2013.” Ou seja, os demais emergentes tiveram uma redução muito maior em menos tempo.

O seguinte gráfico extraído do trabalho mencionado acima, “Renda e Produtividade nas últimas décadas“, demonstra a superior velocidade da queda da pobreza nos demais países emergentes em comparação com o Brasil, e como o país ficou meramente em linha com a América Latina em todo o período de 1997 a 2013:
Disponível em: https://portal.tcu.gov.br/lumis/portal/file/fileDownload.jsp?fileId=8A81881F6364D8370163D66F011B5D8B

Ante todos esses dados podemos concluir com segurança: o Brasil foi medíocre, e até um pouco abaixo do medíocre, no combate à miséria durante os governos do PT.

3) Durante os anos do petismo o Brasil foi medíocre no combate à desigualdade


Segundo um estudo feito pelo Wealth and Income Database, a desigualdade não caiu no Brasil entre os anos de 2001 e 2015.

Segundo a pesquisa, no período analisado, os 10% mais ricos aumentaram sua participação na riqueza nacional de 54% para 55%. E abocanharam 61% da expansão econômica dos anos compreendidos pelo estudo. Enquanto isso, os 50% mais pobres ficaram com apenas 12% da riqueza em 2015, enquanto tinham 11% 2001, um aumento pífio de apenas 1%. Essa metade mais pobre da população se apropriou de apenas 18% do crescimento econômico daqueles anos.

Conforme análise do mesmo instituto, consoante dados colhidos entre 2001 e 2015, o Brasil foi o país com maior concentração de renda no topo da pirâmide.

Ainda, estudo do IPEA mencionado em postagem do escritor Rodrigo Constantino em seu blog “mostra que a concentração de renda aumentou no Brasil entre 2006 e 2012. Dados do Imposto de Renda dos brasileiros coletados por pesquisadores do Instituto mostram que os 5% mais ricos do país detinham, em 2012, 44% da renda. Em 2006, esse porcentual era de 40%. Os brasileiros que fazem parte da seleta parcela do 1% mais rico também viram sua fatia aumentar: passou de 22,5% da renda em 2006 para 25% em 2012. O mesmo ocorreu para o porcentual de 0,1% da população mais rica, que se apropriava de 9% da renda total do país em 2006 e, em 2012, de 11%.”.

Outro estudo do IPEA, de 2013, concluiu que um terço da desigualdade era promovida pelas ações do próprio governo.

É bem verdade que, pelo exame do coeficiente GINI, um dos mais usados para averiguar a desigualdade nos países, o Brasil apresentou melhora no período dos governos do PT. Mas é aí que entra a necessidade de um exame em perspectiva. Ele revela o que segue.

Primeiramente, a desigualdade caiu na América Latina toda, não sendo um fenômeno propriamente brasileiro.

Veja o seguinte gráfico, apontando a queda da desigualdade, abrangendo vários países do continente, deixando clara uma linha de tendência decrescente:

Disponível em: https://ourworldindata.org/income-inequality

Outro dado importante: especificamente no Brasil, a desigualdade já vinha caindo bem antes do PT.

Veja no gráfico com a linha isolada representando os dados nacionais:
Disponível em: https://ourworldindata.org/income-inequality

Perceba que após subir entre 85 e 88, a desigualdade inicia um movimento de queda que só foi interrompido pela crise do Governo Dilma Rousseff em 2015.

E ao final do governo do PT, nosso índice GINI de desigualdade ainda estava incrivelmente alto, bem acima da média dos países emergentes ou do bloco de América Latina e Caribe.

Assim, também nos é permitido arrematar que no tocante à desigualdade o Brasil foi medíocre durante os anos do petismo.

4) Mesmo os resultados medíocres se revelaram insustentáveis: a Grande Recessão Brasileira
LULA MARQUES/Agência PT
A partir de 2014 o Brasil ingressou na pior recessão da história do país, fato que jogou mais de 8 milhões de pessoas para baixo da linha da pobreza e destruiu milhões de empregos.

A ex-presidente Dilma Rousseff acabou julgada impedida pelo cometimento de crimes de responsabilidade consistentes em fraudes fiscais na ordem de 60 bilhões de reais. Prática essa que ajudou a agravar o cenário brasileiro.

A crise ainda teve como trágico desfecho um lamentável aumento nos índices de mortalidade infantil.

Durante o período nos descolamos do cenário mundial que seguiu trajetória de alta.

5) Durante o petismo o Brasil se tornou um dos 10 lugares mais perigosos do planeta
Foto: Mauro Pimentel - AFP

Relatório da OMS, utilizando dados do ano de 2016, colocou o Brasil como o nono país do mundo em número de homicídios, com 31,1 pessoas assassinadas por ano a cada 100 mil habitantes.

No relatório com os dados de  2015, estávamos na mesma posição, com 30,5 homicídios a cada 100 mil habitantes.

Abaixo, segue gráfico da evolução do número de homicídios no país entre 2007 e 2016:
Fonte: IPEA - http://www.ipea.gov.br/atlasviolencia/dados-series/17

Abaixo o gráfico da evolução da proporção de homicídios no país a cada 100 mil habitantes no mesmo período:
Fonte: IPEA - http://www.ipea.gov.br/atlasviolencia/dados-series/20

Conclusão
Foto: SM/DNSERGIO MORAES


Nosso estudo deixou de fora vários dados negativos do governo do PT que ainda poderiam ser utilizados: o aumento da corrupção; o atraso do setor industrial; a perda de um período de prosperidade para preparar o país para o futuro com um agenda de reformas; a estagnação na produtividade do trabalhador; relações promíscuas com ditaduras; isolamento comercial etc.

De todo modo, levando em conta que tivemos desempenho econômico, redução da miséria e combate à desigualdade em níveis abaixo da média mundial ou regional e bem aquém do verificado nos demais países emergentes; que até mesmo esses resultados medianos não se mostraram sustentáveis, sendo em grande parte revertidos pela Grande Recessão do governo Dilma Rousseff; e que o Brasil presenciou uma explosão de violência no período: é possível concluir que os governos do PT foram dos mais medíocres da história.

4 de outubro de 2018

No Clube 10, comemorando a chegada da Alice

Lígia Camargo Grasso, Lorenilda, Clarice Maia, Elza Tonete Fuzeto, Márcia e Elvira Schen Lima

Essa semana nos reunimos no Clube 10 de Outubro para saborear um churrasco muito bem preparado pelo Marcelo de Oliveira Lima, o atual secretário de esportes de Campo Mourão, para colocar o papo em dia e, principalmente, comemorar o nascimento da Alice, netinha da Elza e do Gilmar Fuzeto.

Idevalci Maia, Paulo Gilmar Fuzeto, Marcelo de Oliveira, Lima, Luizinho Ferreira Lima e o talentoso desenhista Gabriel Grasso
Elza e Gilmar Fuzeto, os avós mais frescos da cidade

Carlos Santana - Luz, Amor y Vida


Carlos Alberto Santana Barragán, mais conhecido como Santana ou Carlos Santana (Autlán de Navarro, 20 de julho de 1947), é um conhecido multi-instrumentista e compositor mexicano. Tornou-se famoso na década de 1960 com a banda Santana Blues Band, conhecida posteriormente apenas como Santana - mais precisamente com a sua atuação no Festival de Woodstock em 1969, onde ganhou projeção mundial.

Luz, Amor y Vida é faixa do álbum Santana Brothers, lançado em 1994 por Carlos Santana, seu irmão Jorge Santana e seu sobrinho Carlos Hernandez. O álbum chegou à 191ª posição na parada da The Billboard 200.

Do Kibeloco: É Dose!


São Francisco de Assis, inspiração educacional ao humanismo solidário

São Francisco de Assis é mais do que um ilustre medieval de quem fazemos memória todo dia 4 de outubro. Ele é, no contexto do ensino, uma inspiração ao humanismo solidário


Por: Frei Claudino Gilz, na Gazeta do Povo

A educação ao humanismo solidário tem sido mais do que um tema recorrente ao longo dos últimos anos. Tem sido uma necessidade imperiosa por vários motivos: a insensibilidade com os mais pobres e marginalizados, o aumento do desemprego, a deterioração da biodiversidade, a globalização da cultura do descarte, a relativização dos referenciais humanos e religiosos, entre outros. E a quem se reportar como uma inspiração ao humanismo solidário?

    São Francisco foi e continua sendo – há mais de 800 anos – um estilo de vida a ser seguido

A São Francisco de Assis, escolhido há poucos anos como a personalidade do último milênio pela revista Time. A São Francisco de Assis, que em seus dias mostrou-se esmerado no cultivo da simplicidade de vida, na pureza do coração, no amor de Deus, na caridade fraterna, no trato afetuoso com os seus semelhantes e com todas as criaturas. A São Francisco de Assis, sempre fiel às suas obrigações, sábio em seus conselhos, prudente nos julgamentos, contemplativo, firme nas resoluções, equilibrado, paciente com os outros, alegre, bondoso, vigilante e incapaz de ser arrogante. A São Francisco de Assis que intuiu o quanto é imprescindível a uma pessoa ater-se ao cultivo diário de pelo menos quatro aspectos ao longo de seus dias: o interior consigo mesmo; o solidário com os outros, o amor à natureza e o espiritual com Deus.

Nesse sentido, São Francisco de Assis é mais do que um ilustre medieval de quem fazemos memória todos os anos no dia 4 de outubro. Ele é – no contexto de uma instituição de ensino – uma inspiração ao humanismo solidário contemplado nos objetivos a partir dos quais são desenvolvidas diferentes atividades acadêmicas em prol da formação integral do corpo discente. Atividades essas que contribuam também para a promoção dos direitos humanos, a igualdade étnico-racial, a valorização da diversidade, o cuidado do meio ambiente, a inclusão, a minimização das desigualdades, das fraturas sociais e o empreendedorismo para a melhoria das condições de vida da população. São Francisco foi e continua sendo – há mais de 800 anos – um estilo de vida a ser seguido, porque permeado pela gratidão ao Criador, pela instauração de relações mais fraternas, pelo cuidado da vida no conjunto de suas manifestações. Gratidão e cuidado que movem o ser humano de hoje a desvelar o melhor de si, de suas intenções e de seus sentimentos.

* Frei Claudino Gilz é frade franciscano do Grupo Educacional Bom Jesus.

Curto e Grosso: Besta é tu!


3 de outubro de 2018

Joper Futsal (1988)

Joaquim Ovídio Pereira, o Joaquim da Joper, foi outro que muito colaborou para a evolução do futsal mourãoense. Suas equipes, Tapeçaria Chic e Joper Tapeçaria, durante anos representaram,  com destaque, nossa cidade em vários campeonatos e delas surgiram muitos jogadores para a seleção mourãoense.

Nesta edição rememoramos uma formação da da Joper de 1988. 

Infelizmente, cinco amigos desta equipe já faleceram: O próprio Joaquim, Seu José, pai do Ilson da Moupar Parafusos e Ferramentas, Celsinho Staniszewski, Gerson Klank e o Vininho.  

Joper Futsal - 1988
em pé (da esq. para a direita): Seu José (in memorian), Joaquim (in memorian), ....., Celsinho Staniszewski (in memorian), Ademir Lima, Paulo "Nico" Vieira dos Anjos, Ademir Ruzzon, Carlão Tagliari e Edivaldo "Futrika" Lopes
agachados: Aldevino "Vininho" da Silva (in memorian), Aparecido "Calhambeque" Ferreira, Nelson "Ticão" Bueno do Prado, Renatinho da Silva, Gerson Klank (in memorian) e João Nilton.