6 de março de 2009
Separados no Nascimento
Marcelo Silveira, engenheiro civil, e Pedro Almodovar, diretor de cinema espanhol
Doutor Marcelo disputava com o Getulinho Ferrari e com Erivelton "Fusca" o título da maior cabeça da cidade. Ganhou o doutor, quando um boné enorme que bailava na cabeça do Getulinho ficou apertadíssimo na dele. Por isso, algumas pessoas queriam que eu publicasse ele ao lado do Ruy, lateral direito do Grêmio, ou ao lado do brinquedo "Cabeça de Batata" que, dizem, foi inspirado no engenheiro mourãoense.

Resenha
Carlão Tagliari nos Jogos Abertos de 1987
Em outras oportunidades, já afirmei que a pior derrota que sofri no esporte foi perder a final do futsal dos Jogos Abertos do Paraná (Jap´s), em 1987.
Pior por que jogamos muito melhor que o adversário, Palotina, e perdemos de um zero, com o gol mais estranho que vi. Pior por que os jogos foram realizados aqui, em Campo Mourão.
Pior por que vi meu amigo e ídolo Carlão Tagliari ser hostilizado em algumas partidas por uma parte da torcida, que em todos os jogos lotava o Ginasião Belim Carolo. (na foto, aí ao lado, apareço ao lado dele, em 1979, quando conquistamos o Paranaense de futsal pela primeira vez, e do sobrinho dele, Flavinho)
Era uma pequena parte da torcida, mas, infelizmente, incomodava muito.
Naquele ano treinamos como nunca havíamos treinado. E era o Carlão, o mais experiente do grupo, quem puxava a fila dos treinos e motivava todos nós.
Nos Jogos, apesar de muito bem preparados fisicamente, não jogávamos um bom futsal e passamos pelas duas primeiras fases aos trancos e barrancos. Exatamente nestas fases foi que torcedores mais exigentes exageraram e hostilizaram verbalmente ao Carlão.
Era inexplicável como todos nós rendíamos muito pouco, mesmo jogando contra equipes mais fracas. E a torcida não queria nem saber e pegava muito no pé do Carlão, que rendia tanto quanto nós, mas tinha contra ele o fato de ser o mais veterano e ser irmão do nosso técnico, Itamar.
Alguns torcedores mais conscientes chegaram a fazer faixas apoiando a equipe e ao Carlão. Aquilo serviu como doping para nós. Fizemos um bom jogo na semifinal contra Ponta Grossa e na final contra os palotinenses fizemos a nossa melhor apresentação, mas acabamos derrotados (nossa única derrota nos jogos).
Seria ótimo se tivéssemos conquistado o título. Teria sido emocionante ver o Carlão receber a medalha de ouro no último campeonato em que ele representou nosso município.
No ano seguinte, 1988, fomos campeões dos Jap´s, em Guarapuava, com direito a uma goleada de seis a zero sobre Palotina. Carlão não estava lá, mas sabe muito bem que aquela conquista também foi dele.
(Publicado no Semanário "Entre Rios", em setembro de 2005)
Em outras oportunidades, já afirmei que a pior derrota que sofri no esporte foi perder a final do futsal dos Jogos Abertos do Paraná (Jap´s), em 1987.
Pior por que jogamos muito melhor que o adversário, Palotina, e perdemos de um zero, com o gol mais estranho que vi. Pior por que os jogos foram realizados aqui, em Campo Mourão.
Pior por que vi meu amigo e ídolo Carlão Tagliari ser hostilizado em algumas partidas por uma parte da torcida, que em todos os jogos lotava o Ginasião Belim Carolo. (na foto, aí ao lado, apareço ao lado dele, em 1979, quando conquistamos o Paranaense de futsal pela primeira vez, e do sobrinho dele, Flavinho)Era uma pequena parte da torcida, mas, infelizmente, incomodava muito.
Naquele ano treinamos como nunca havíamos treinado. E era o Carlão, o mais experiente do grupo, quem puxava a fila dos treinos e motivava todos nós.
Nos Jogos, apesar de muito bem preparados fisicamente, não jogávamos um bom futsal e passamos pelas duas primeiras fases aos trancos e barrancos. Exatamente nestas fases foi que torcedores mais exigentes exageraram e hostilizaram verbalmente ao Carlão.
Era inexplicável como todos nós rendíamos muito pouco, mesmo jogando contra equipes mais fracas. E a torcida não queria nem saber e pegava muito no pé do Carlão, que rendia tanto quanto nós, mas tinha contra ele o fato de ser o mais veterano e ser irmão do nosso técnico, Itamar.
Alguns torcedores mais conscientes chegaram a fazer faixas apoiando a equipe e ao Carlão. Aquilo serviu como doping para nós. Fizemos um bom jogo na semifinal contra Ponta Grossa e na final contra os palotinenses fizemos a nossa melhor apresentação, mas acabamos derrotados (nossa única derrota nos jogos).
Seria ótimo se tivéssemos conquistado o título. Teria sido emocionante ver o Carlão receber a medalha de ouro no último campeonato em que ele representou nosso município.
No ano seguinte, 1988, fomos campeões dos Jap´s, em Guarapuava, com direito a uma goleada de seis a zero sobre Palotina. Carlão não estava lá, mas sabe muito bem que aquela conquista também foi dele.
(Publicado no Semanário "Entre Rios", em setembro de 2005)
5 de março de 2009
Da Net
Emoção no Tênis de Mesa
(vi no Kibe Loco e gostei demais. Atentem para o placar no final do vídeo)
(vi no Kibe Loco e gostei demais. Atentem para o placar no final do vídeo)
O dia que não entrou para a história
(Por José Antonio Pedriali - no O Diário Online)
No dia 7 de março de 1827, a Marinha brasileira, comandada por um capitão escocês, sofreu a mais humilhante derrota de sua história; na vencedora Argentina, só uma cidade comemora
Não se recrimine caso jamais tenha ouvido falar dela. Não se recrimine também se nunca ouviu falar do fato mais importante ocorrido ali. Porque Carmen de Patagones é desconhecida pela maioria dos argentinos, e fica lá, na Argentina. E a maioria dos argentinos também desconhece o fato.
Carmen de Patagones está à margem esquerda do Rio Negro, que nasce na Cordilheira dos Andes e desagua no Atlântico, localizado 30 quilômetros adiante da cidade.
Está a cerca de mil quilômetros ao sul de Buenos Aires e, apesar de fazer parte desta província, está geograficamente localizada na Patagônia – uma planície de tundras (vegetação rala e intermitente), que tem início no rio Colorado, 40 quilômetros ao norte de Carmen de Patagones, e vai até o fim do continente americano, delimitado de leste a oeste pelo Atlântico e pelos Andes, respectivamente.
É um dos locais mais áridos e desolados do mundo e fustigado por ventos inclementes, sibilantes e gelados, aspirados do Pólo Sul. A Patagônia é um deserto escaldante durante meio ano e gélido na outra metade.
Surgida no meio desse nada, na segunda metade do século XVIII, Carmen de Patagones tem cerca de 18 mil habitantes e é uma cidadezinha simpática, que escorre por uma ladeira até encontrar-se com o rio Negro.
Tem um centro histórico relativamente bem conservado e sua Catedral, dedicada à Virgem do Carmo (Carmen), expõe, protegidas por um avançado sistema de segurança eletrônico, duas bandeiras do Império do Brasil.
Epa, o que nossas bandeiras estão fazendo lá, tão longe de casa?
Carmen de Patagones já foi apresentada, então chegou a vez do fato mais importante ocorrido lá: essas bandeiras fazem parte desse fato, pois o rio Negro e o Cerro da Caballada, bem pertinho da cidade, protagonizaram o maior vexame naval da história brasileira.
Em 7 de março de 1827, uma força-tarefa a serviço do Império do Brasil, formada por quatro navios de guerra e 650 marinheiros e soldados, foi derrotada por um bando de cavaleiros de má-fama e por corsários de várias nacionalidades. Desalojar esses corsários era a finalidade da missão.
Ninho de corsários
O Brasil estava em guerra com a Argentina (1825-28) pela posse do atual Uruguai – que chamávamos Província Cisplatina e os argentinos, Banda Oriental –, e os corsários eram a ponta-de-lança dos nossos adversários.
Dispondo de poucos navios de combate, os argentinos arregimentaram esses aventureiros para seu esforço de guerra, e a missão deles era apreender e saquear nossos navios mercantes.
A ação desses corsários causou prejuízos colossais à nossa frota mercante, provocou uma inflação enorme nos preços dos produtos de primeira a última necessidade e um rombo enorme nas finanças já desgastadas do Tesouro Imperial. E abalou a já abalada imagem de D. Pedro I.
Nossa força-tarefa era comandada por um jovem capitão escocês, James Shepherd, engajado em nossa Marinha desde março de 1823. Viera com o primeiro comandante naval do Império, Lorde Thomas Cochrane, seu conterrâneo e tão brilhante no mar quanto encrenqueiro e arrogante em terra.
Sob o comando de Lorde Cochrane, a Marinha Imperial, que teve início com um punhadinho de navios acanhados e de velame podre, expulsou a frota e os soldados que Portugal ainda mantinha em território brasileiro por não se submeter à independência declarada por D. Pedro I, em 1822. Independência, aliás, somente reconhecida do Rio de Janeiro ao Rio Grande do Sul.
Até a Província Cisplatina, ocupada por Portugal durante a permanência de D. João VI no Brasil, a desdenhou.
Bastaram seis meses para Cochrane e seus mercenários ingleses, escoceses e norte-americanos – agora em poder de uma frota poderosa, arrebatada dos portugueses – consolidarem a independência.
Cochrane abandonou o serviço pouco mais de um ano depois de sua chegada – brigado com seus superiores, como era seu costume –, e os marinheiros que permanecerem a serviço do Império mal tiveram tempo de colher os louros por essa conquista: a guerra com a Argentina, que reivindicava a Banda Oriental, os convocava. A Marinha teria papel decisivo nesse conflito.
Cenário adverso
Bloquear o porto de Buenos Aires era fundamental para os propósitos brasileiros, mas a tarefa era difícil, apesar da superioridade da nossa frota sobre a dos argentinos – também tripulada e comandada por ingleses -, devido à extensão do estuário do Prata e seus muitos bancos de areia. O cenário era inadequado para nossos veleiros, feitos para o alto-mar.
Os argentinos tiraram o quanto puderam vantagem disso. Eles promoveram, na maior parte do tempo, uma guerra naval de guerrilha, distribuindo cartas de corso para minar a retaguarda de nossa Armada e atacando os navios mercantes brasileiros – e assim exigiram que parte dos navios de guerra fossem utilizados como escolta.
A ousadia desses corsários era tanta que eles não hesitavam em fazer presas diante da Baía da Guanabara.
Mais de 400 navios foram tomados, e sua mercadoria saqueada. Carmen de Patagones tornou-se o quartel-general desses corsários e o entreposto de comércio das mercadorias apreendidas por eles.
A acanhada e abandonada cidadezinha, acostumada desde os primórdios a todo tipo de restrição, subsistindo da pesca, do gado e da agricultura instável e mesquinha, vira-se da noite para o dia cercada de poder e riqueza.
E seus moradores não estavam dispostos a abrir mão da abundância e do luxo fáceis.
José Antonio Pedriali é editor de O Diário do Norte do Paraná e escritor. Prepara um livro sobre o combate em Carmen de Patagones
No dia 7 de março de 1827, a Marinha brasileira, comandada por um capitão escocês, sofreu a mais humilhante derrota de sua história; na vencedora Argentina, só uma cidade comemora
Não se recrimine caso jamais tenha ouvido falar dela. Não se recrimine também se nunca ouviu falar do fato mais importante ocorrido ali. Porque Carmen de Patagones é desconhecida pela maioria dos argentinos, e fica lá, na Argentina. E a maioria dos argentinos também desconhece o fato.Carmen de Patagones está à margem esquerda do Rio Negro, que nasce na Cordilheira dos Andes e desagua no Atlântico, localizado 30 quilômetros adiante da cidade.
Está a cerca de mil quilômetros ao sul de Buenos Aires e, apesar de fazer parte desta província, está geograficamente localizada na Patagônia – uma planície de tundras (vegetação rala e intermitente), que tem início no rio Colorado, 40 quilômetros ao norte de Carmen de Patagones, e vai até o fim do continente americano, delimitado de leste a oeste pelo Atlântico e pelos Andes, respectivamente.
É um dos locais mais áridos e desolados do mundo e fustigado por ventos inclementes, sibilantes e gelados, aspirados do Pólo Sul. A Patagônia é um deserto escaldante durante meio ano e gélido na outra metade.
Surgida no meio desse nada, na segunda metade do século XVIII, Carmen de Patagones tem cerca de 18 mil habitantes e é uma cidadezinha simpática, que escorre por uma ladeira até encontrar-se com o rio Negro.
Tem um centro histórico relativamente bem conservado e sua Catedral, dedicada à Virgem do Carmo (Carmen), expõe, protegidas por um avançado sistema de segurança eletrônico, duas bandeiras do Império do Brasil.
Epa, o que nossas bandeiras estão fazendo lá, tão longe de casa?
Carmen de Patagones já foi apresentada, então chegou a vez do fato mais importante ocorrido lá: essas bandeiras fazem parte desse fato, pois o rio Negro e o Cerro da Caballada, bem pertinho da cidade, protagonizaram o maior vexame naval da história brasileira.
Em 7 de março de 1827, uma força-tarefa a serviço do Império do Brasil, formada por quatro navios de guerra e 650 marinheiros e soldados, foi derrotada por um bando de cavaleiros de má-fama e por corsários de várias nacionalidades. Desalojar esses corsários era a finalidade da missão.
Ninho de corsários
O Brasil estava em guerra com a Argentina (1825-28) pela posse do atual Uruguai – que chamávamos Província Cisplatina e os argentinos, Banda Oriental –, e os corsários eram a ponta-de-lança dos nossos adversários.
Dispondo de poucos navios de combate, os argentinos arregimentaram esses aventureiros para seu esforço de guerra, e a missão deles era apreender e saquear nossos navios mercantes.
A ação desses corsários causou prejuízos colossais à nossa frota mercante, provocou uma inflação enorme nos preços dos produtos de primeira a última necessidade e um rombo enorme nas finanças já desgastadas do Tesouro Imperial. E abalou a já abalada imagem de D. Pedro I.
Nossa força-tarefa era comandada por um jovem capitão escocês, James Shepherd, engajado em nossa Marinha desde março de 1823. Viera com o primeiro comandante naval do Império, Lorde Thomas Cochrane, seu conterrâneo e tão brilhante no mar quanto encrenqueiro e arrogante em terra.
Sob o comando de Lorde Cochrane, a Marinha Imperial, que teve início com um punhadinho de navios acanhados e de velame podre, expulsou a frota e os soldados que Portugal ainda mantinha em território brasileiro por não se submeter à independência declarada por D. Pedro I, em 1822. Independência, aliás, somente reconhecida do Rio de Janeiro ao Rio Grande do Sul.
Até a Província Cisplatina, ocupada por Portugal durante a permanência de D. João VI no Brasil, a desdenhou.
Bastaram seis meses para Cochrane e seus mercenários ingleses, escoceses e norte-americanos – agora em poder de uma frota poderosa, arrebatada dos portugueses – consolidarem a independência.
Cochrane abandonou o serviço pouco mais de um ano depois de sua chegada – brigado com seus superiores, como era seu costume –, e os marinheiros que permanecerem a serviço do Império mal tiveram tempo de colher os louros por essa conquista: a guerra com a Argentina, que reivindicava a Banda Oriental, os convocava. A Marinha teria papel decisivo nesse conflito.
Cenário adverso
Bloquear o porto de Buenos Aires era fundamental para os propósitos brasileiros, mas a tarefa era difícil, apesar da superioridade da nossa frota sobre a dos argentinos – também tripulada e comandada por ingleses -, devido à extensão do estuário do Prata e seus muitos bancos de areia. O cenário era inadequado para nossos veleiros, feitos para o alto-mar.
Os argentinos tiraram o quanto puderam vantagem disso. Eles promoveram, na maior parte do tempo, uma guerra naval de guerrilha, distribuindo cartas de corso para minar a retaguarda de nossa Armada e atacando os navios mercantes brasileiros – e assim exigiram que parte dos navios de guerra fossem utilizados como escolta.
A ousadia desses corsários era tanta que eles não hesitavam em fazer presas diante da Baía da Guanabara.
Mais de 400 navios foram tomados, e sua mercadoria saqueada. Carmen de Patagones tornou-se o quartel-general desses corsários e o entreposto de comércio das mercadorias apreendidas por eles.
A acanhada e abandonada cidadezinha, acostumada desde os primórdios a todo tipo de restrição, subsistindo da pesca, do gado e da agricultura instável e mesquinha, vira-se da noite para o dia cercada de poder e riqueza.
E seus moradores não estavam dispostos a abrir mão da abundância e do luxo fáceis.
José Antonio Pedriali é editor de O Diário do Norte do Paraná e escritor. Prepara um livro sobre o combate em Carmen de Patagones
4 de março de 2009
Memória
Palmeiras - Campeão Paulista de 1974
Na semana do clássico entre Palmeiras e Corinthians e um dia após o Verdão levar uma piaba do Colo Colo, em pleno Parque Antartica, mostro reportagem do Canal 100 sobre a decisão do Paulistão de 1974.
Época em que o Palmeiras não precisava de "parceiros" para sobreviver (Traffic, Parmalat...) e revelava em casa os seus craques (quando não revelava, sabia muito bem buscar nos campos do interior os melhores jogadores para cada posição).
Hoje o Palmeiras parece mais uma ponte para expor, apenas por alguns momentos, jogadores que logo são vendidos para o exterior... Pior que o Verdão fica apenas com algumas migalhas perto do que faturam os seus "parceiros". Mui parceiros!!!
Sou sãopaulino!

Na semana do clássico entre Palmeiras e Corinthians e um dia após o Verdão levar uma piaba do Colo Colo, em pleno Parque Antartica, mostro reportagem do Canal 100 sobre a decisão do Paulistão de 1974.
Época em que o Palmeiras não precisava de "parceiros" para sobreviver (Traffic, Parmalat...) e revelava em casa os seus craques (quando não revelava, sabia muito bem buscar nos campos do interior os melhores jogadores para cada posição).
Hoje o Palmeiras parece mais uma ponte para expor, apenas por alguns momentos, jogadores que logo são vendidos para o exterior... Pior que o Verdão fica apenas com algumas migalhas perto do que faturam os seus "parceiros". Mui parceiros!!!
Sou sãopaulino!

Curioso
Por que existem as estações do ano?
O eixo de rotação da Terra tem uma inclinação de aproximadamente 23 graus. Por isso, cada um dos hemisférios passa metade do ano mais exposto ao Sol do que o outro, produzindo padrões de clima regulares. Para a mesma época do ano, as estações se invertem nos hemisférios. Quando é verão no sul, é inverno no norte, e assim por diante. Se o eixo da Terra não fosse inclinado, não existiriam estações - apesar de o equador continuar mais quente do que os pólos - pois o Sol iluminaria a Terra de maneira uniforme.
(Guia dos Curiosos - O Livro de Perguntas e Respostas)
O eixo de rotação da Terra tem uma inclinação de aproximadamente 23 graus. Por isso, cada um dos hemisférios passa metade do ano mais exposto ao Sol do que o outro, produzindo padrões de clima regulares. Para a mesma época do ano, as estações se invertem nos hemisférios. Quando é verão no sul, é inverno no norte, e assim por diante. Se o eixo da Terra não fosse inclinado, não existiriam estações - apesar de o equador continuar mais quente do que os pólos - pois o Sol iluminaria a Terra de maneira uniforme.(Guia dos Curiosos - O Livro de Perguntas e Respostas)
Memória
Chico Anísio - 'Alberto Roberto com Dênis Carvalho e Luiz Carlos Tourinho'
No Programa Chico Total, em 1996
No Programa Chico Total, em 1996
Por e-mail
O que os homens nunca deveriam usar - ou ter usado. Por Arnaldo Jabor
Acho abominável que um homem envergonhe (no sentido estético) a classe masculina usando:
1) O trio mais famoso do que o do McDonalds: pochete, bermuda jeans e sandália papete. Se vier acompanhado do celular (na capinha) na cintura então. É caso para fingir que não conhece.
2) Blazer com gola rolê por dentro. É o figurino preferido de 10 em cada 10 novos cabeleireiros recém bem-sucedidos na cidade. Esse tipo acha esse conjunto o uniforme da 'elegância'. Geralmente abrem salão na cidade com os nomes de Roberto's Coiffeur, Cabral's, Antonio's e por aí vai.
3) Sapato social de 'franjinha' (aquele detalhe de penduricalho em cima). Se for curto a ponto de aparecer a meia branca por baixo, a coisa beira a piedade. Esse tipo fica ótimo num dublador de Michael Jackson cantando 'Billie Jean' no Largo da Carioca.
4) Calça de cintura alta, a chamada 'Saintropeito'. Cuidado com os testículos! Eles não têm culpa se você se veste mal. Gerentes de churrascaria rodízio costumam adotar esse visual acompanhado de uma vistosa camisa vermelha de seda javanesa.
5) Perfume KOUROS (Yves Saint Laurent). Num acampamento pode ser usado como repelente (pena dos seus companheiros de viagem). Um cara que usa esse perfume se torna inesquecível. O trauma nas pessoas ao redor é irreversível.
6) Casaquinho de lã jogado nas costas e amarrado na frente. Esse visual geralmente vem acompanhado de um cabelo arrumado pela mamãe a 'La Roberto Justus'. Tem solução, mas tem que ser mudado ainda na infância ou no máximo adolescência. Depois fica difícil.
7) Unha suja (e sem cortar). Se você não for o mecânico Pascoal da novela 'Belíssima', pode ter certeza que brochará sua namorada ou pretendente.
Caso seja bonito como o Gianechinni, ela será somente um pouco mais tolerante, entretanto, irá pedir para limpá-las assim que acabar a noite de fetiche com um desleixado. Não esqueça também de aparar aqueles pelinhos horríveis que por ventura saiam do nariz ou da orelha - em nome da higiene, please!!!!
8) Base incolor na unha. Triste amigo. Só limpar e cortar já é suficiente. Cuidado se tem esse hábito, pois daqui a pouco estará pedindo 'francesinha' no salão.
9) Fazer sobrancelha. Se for tirar um fio maior, ok. Agora, se for limpar e afinar nas extremidades, é melhor tomar cuidado. Daí para usar rímel e delineador é um pulo. Não estranhe se vier uma vontade incontrolável de chamar um amigo de infância para assistir 'Brokeback Mountain' comendo pipoca light.
10) Cueca furadinha tipo antiga Adams de cor (vermelha, amarela, marrom,etc.. .). Amigo, por favor, treine tirar a calça puxando a cueca junto. Nenhuma mulher no mundo agüenta esse choque visual. Se ela vir a sua cueca é provável que você fique na mão (literalmente).
(enviado pela Elvira Schen)
Acho abominável que um homem envergonhe (no sentido estético) a classe masculina usando:
1) O trio mais famoso do que o do McDonalds: pochete, bermuda jeans e sandália papete. Se vier acompanhado do celular (na capinha) na cintura então. É caso para fingir que não conhece.2) Blazer com gola rolê por dentro. É o figurino preferido de 10 em cada 10 novos cabeleireiros recém bem-sucedidos na cidade. Esse tipo acha esse conjunto o uniforme da 'elegância'. Geralmente abrem salão na cidade com os nomes de Roberto's Coiffeur, Cabral's, Antonio's e por aí vai.
3) Sapato social de 'franjinha' (aquele detalhe de penduricalho em cima). Se for curto a ponto de aparecer a meia branca por baixo, a coisa beira a piedade. Esse tipo fica ótimo num dublador de Michael Jackson cantando 'Billie Jean' no Largo da Carioca.
4) Calça de cintura alta, a chamada 'Saintropeito'. Cuidado com os testículos! Eles não têm culpa se você se veste mal. Gerentes de churrascaria rodízio costumam adotar esse visual acompanhado de uma vistosa camisa vermelha de seda javanesa.
5) Perfume KOUROS (Yves Saint Laurent). Num acampamento pode ser usado como repelente (pena dos seus companheiros de viagem). Um cara que usa esse perfume se torna inesquecível. O trauma nas pessoas ao redor é irreversível.6) Casaquinho de lã jogado nas costas e amarrado na frente. Esse visual geralmente vem acompanhado de um cabelo arrumado pela mamãe a 'La Roberto Justus'. Tem solução, mas tem que ser mudado ainda na infância ou no máximo adolescência. Depois fica difícil.
7) Unha suja (e sem cortar). Se você não for o mecânico Pascoal da novela 'Belíssima', pode ter certeza que brochará sua namorada ou pretendente.
Caso seja bonito como o Gianechinni, ela será somente um pouco mais tolerante, entretanto, irá pedir para limpá-las assim que acabar a noite de fetiche com um desleixado. Não esqueça também de aparar aqueles pelinhos horríveis que por ventura saiam do nariz ou da orelha - em nome da higiene, please!!!!
8) Base incolor na unha. Triste amigo. Só limpar e cortar já é suficiente. Cuidado se tem esse hábito, pois daqui a pouco estará pedindo 'francesinha' no salão.
9) Fazer sobrancelha. Se for tirar um fio maior, ok. Agora, se for limpar e afinar nas extremidades, é melhor tomar cuidado. Daí para usar rímel e delineador é um pulo. Não estranhe se vier uma vontade incontrolável de chamar um amigo de infância para assistir 'Brokeback Mountain' comendo pipoca light.
10) Cueca furadinha tipo antiga Adams de cor (vermelha, amarela, marrom,etc.. .). Amigo, por favor, treine tirar a calça puxando a cueca junto. Nenhuma mulher no mundo agüenta esse choque visual. Se ela vir a sua cueca é provável que você fique na mão (literalmente).(enviado pela Elvira Schen)
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O que não usar - por Arnaldo Jabor
Algumas coisas que as mulheres devem saber que são tristes de usar...
É triste mulher:
1) Usar esmalte com uma florzinha (ou estrelinha) em uma das unhas combinado com a outra mão (no pé já é caso de internação).
2) Salto de acrílico (a não ser que vá fazer um filme pornô ou agradar o namorado fetichista).
3) Lente de contato colorida. Essa é uma das tenebrosas campeãs. Além de dar uma enorme vontade de lacrimejar de aflição (para quem está de frente com o ser), parece que estamos diante de uma personagem do próximo filme do X-Men.
4) Meia-calça cor da pele, tipo Kendall para o inverno (a não ser que tenha mais de setenta anos ou use debaixo da calça em caso de frio extremo). Em hipótese nenhuma deve ser usada com saia e sandália aberta.
5) Calça justa demais, que aperte as partes íntimas (fica parecendo uma pata de camelo).
6) Descolorir os (muitos) pelos da barriga, o famoso 'caminho da felicidade'. Melhor depilar, caso contrário, é melhor procurar um namorado que tenha colocado blondor no bigodinho. Farão um lindo par.
7) Unha do pé grande, maior do que onde termina o dedo, além de ficar muito feio pode ser um perigo fazendo 'carinho' com o pé, no marido ou namorado. Se estiver solteira, vá à praia de meia.
8) Calça jeans com muitas aplicações (rosas coloridas, tachas, strass, etc.). Tudo em exagero polui o visual e esse tipo de calça tem muita informação. Usada junto com o item 2 é uma das piores composições. Se pretende sacanear algum namorado (ou ex), chame o para jantar ou dançar, e vá assim.
9) Perfume Paris, do Yves Saint Laurent. Se não estiver na terceira idade não tem desculpa. As pessoas ao redor não merecem isso e nem todo mundo carrega Neosaldina na bolsa. Usar no verão então é sadismo.
10) Calça legging com tamanco de madeira. Se você não estiver numa refilmagem de 'Grease nos tempos da brilhantina', use outra maneira de chamar a atenção. Há outras (e muito melhores) maneiras de um cara te achar gostosa.
(enviado pelo Elvira Schen)
É triste mulher:
1) Usar esmalte com uma florzinha (ou estrelinha) em uma das unhas combinado com a outra mão (no pé já é caso de internação).
2) Salto de acrílico (a não ser que vá fazer um filme pornô ou agradar o namorado fetichista).3) Lente de contato colorida. Essa é uma das tenebrosas campeãs. Além de dar uma enorme vontade de lacrimejar de aflição (para quem está de frente com o ser), parece que estamos diante de uma personagem do próximo filme do X-Men.
4) Meia-calça cor da pele, tipo Kendall para o inverno (a não ser que tenha mais de setenta anos ou use debaixo da calça em caso de frio extremo). Em hipótese nenhuma deve ser usada com saia e sandália aberta.
5) Calça justa demais, que aperte as partes íntimas (fica parecendo uma pata de camelo).
6) Descolorir os (muitos) pelos da barriga, o famoso 'caminho da felicidade'. Melhor depilar, caso contrário, é melhor procurar um namorado que tenha colocado blondor no bigodinho. Farão um lindo par.7) Unha do pé grande, maior do que onde termina o dedo, além de ficar muito feio pode ser um perigo fazendo 'carinho' com o pé, no marido ou namorado. Se estiver solteira, vá à praia de meia.
8) Calça jeans com muitas aplicações (rosas coloridas, tachas, strass, etc.). Tudo em exagero polui o visual e esse tipo de calça tem muita informação. Usada junto com o item 2 é uma das piores composições. Se pretende sacanear algum namorado (ou ex), chame o para jantar ou dançar, e vá assim.
9) Perfume Paris, do Yves Saint Laurent. Se não estiver na terceira idade não tem desculpa. As pessoas ao redor não merecem isso e nem todo mundo carrega Neosaldina na bolsa. Usar no verão então é sadismo.10) Calça legging com tamanco de madeira. Se você não estiver numa refilmagem de 'Grease nos tempos da brilhantina', use outra maneira de chamar a atenção. Há outras (e muito melhores) maneiras de um cara te achar gostosa.
(enviado pelo Elvira Schen)
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(enviada pelo Gerson Maciel)
Nome Do Medicamento: HOMEM
INDICAÇÕES:
Homem é recomendado para mulheres em geral. Homem é eficaz no controle do desânimo, da ansiedade, irritabilidade, mau-humor, insônia, etc....
POSOLOGIA E MODO DE USAR:
Homem deve ser usado pelo menos três vezes por semana. Não desaparecendo os sintomas, aumente a dosagem ou procure outro. Homem é apropriado para uso externo ou interno, dependendo das necessidades da mulher.
PRECAUÇÕES:
Mantenha longe do alcance das amigas. Manuseie com cuidado, pois o Homem explode sob pressão, principalmente quando associado a álcool etílico. É desaconselhável o uso imediatamente após as refeições.
APRESENTAÇÃO:
Mini, Midi, Plus ou Super Mega Maxi Plus
CONDUTA DE OVERDOSE:
O uso excessivo de Homem pode produzir dores nas ancas,dores abdominais, entorses, contraturas lombares, assim como ardor na região pélvica. Recomenda-se banhos de assento, repouso, e contar vantagem para a melhor amiga.
EFEITOS COLATERAIS:
O uso inadequado de Homem, pode acarretar gravidez e acessos de ciúmes. O uso concomitante de produtos da mesma espécie pode causar enjoo, fadiga crônica e, em casos extremos, lesbianismo.
PRAZO DE VALIDADE:
O número do lote e a data de fabricação, encontram-se no Bilhete de identidade e no cartão de crédito.
COMPOSIÇÃO:
Água, tecidos orgânicos, ferro e vitaminas do complexo P.
Atenção: não contém SIMANCOL.
CUIDADO:
Existem no mercado algumas marcas falsificadas, a embalagem é de excelente qualidade, mas quando desembrulhado, verifica-se que o produto não fará efeito nenhum, muito pelo contrário, o efeito é totalmente oposto, ou seja, além de não ser eficaz no tratamento das mulheres, podem agravar os sintomas e até inibindo o efeito do medicamento correto.
INSTRUÇÕES:
1 - Ao abrir a embalagem, faça uma cara neutra: não se mostre muito empolgada com o produto. Se fica muito seguro de si, o homem não funciona bem e vive dando defeito.
2 - Guarde em local fresco (homem fedorento não dá) e seguro (não esqueça que ele é o sexo frágil).
3 - Deixe fora do alcance daquela vizinha loira e sorridente. Ela pode fazer um estrago no seu produto.
4 - Para ligar, basta uns beijinhos no pescoço pela manhã. Para desligar, providencie uma noite de sexo. Ele dorme feito uma pedra e não diz nem boa noite (falta de educação é um defeito de fábrica).
5 - Programe-o para assinar os talões de cheque sem fazer muitas perguntas.
6 - Carregue as baterias três vezes por dia: café da manhã, almoço e jantar. Mais do que isso provoca pneuzinhos indesejáveis.
7 - Em caso de defeito, algumas táticas costumam dar certo: Comece escondendo o controle remoto. Se a falha persistir, cancele o futebol do fim de semana e o chope com os amigos. Mas se o problema for grave mesmo, é preciso tratamento de choque: a única solução é greve de sexo.
8 - Coisas que ele sabe fazer bem (trocar lâmpada, abrir vidro de palmito, azeitonas e maionese, abrir latas em geral, trocar pneu, carregar malas, pregar pregos na parede, trocar torneiras, chuveiros etc ) devem ser estimuladas.
ATENÇÃO:
Homem não tem garantia e todas as espécies são sujeitas a defeitos de fábrica, como deixar toalha molhada na cama, urinar na tampa da privada, deixá-la levantada, fazer bagunça, espalhar as coisas,criticar, reclamar, se auto-exaltar, beber demais, comer cebola, esquecer datas de aniversário, roncar, etc....
Nome Do Medicamento: HOMEMINDICAÇÕES:
Homem é recomendado para mulheres em geral. Homem é eficaz no controle do desânimo, da ansiedade, irritabilidade, mau-humor, insônia, etc....
POSOLOGIA E MODO DE USAR:
Homem deve ser usado pelo menos três vezes por semana. Não desaparecendo os sintomas, aumente a dosagem ou procure outro. Homem é apropriado para uso externo ou interno, dependendo das necessidades da mulher.
PRECAUÇÕES:
Mantenha longe do alcance das amigas. Manuseie com cuidado, pois o Homem explode sob pressão, principalmente quando associado a álcool etílico. É desaconselhável o uso imediatamente após as refeições.
APRESENTAÇÃO:
Mini, Midi, Plus ou Super Mega Maxi Plus
CONDUTA DE OVERDOSE:
O uso excessivo de Homem pode produzir dores nas ancas,dores abdominais, entorses, contraturas lombares, assim como ardor na região pélvica. Recomenda-se banhos de assento, repouso, e contar vantagem para a melhor amiga.
EFEITOS COLATERAIS:
O uso inadequado de Homem, pode acarretar gravidez e acessos de ciúmes. O uso concomitante de produtos da mesma espécie pode causar enjoo, fadiga crônica e, em casos extremos, lesbianismo.
PRAZO DE VALIDADE:
O número do lote e a data de fabricação, encontram-se no Bilhete de identidade e no cartão de crédito.
COMPOSIÇÃO:
Água, tecidos orgânicos, ferro e vitaminas do complexo P.
Atenção: não contém SIMANCOL.
CUIDADO:
Existem no mercado algumas marcas falsificadas, a embalagem é de excelente qualidade, mas quando desembrulhado, verifica-se que o produto não fará efeito nenhum, muito pelo contrário, o efeito é totalmente oposto, ou seja, além de não ser eficaz no tratamento das mulheres, podem agravar os sintomas e até inibindo o efeito do medicamento correto.
INSTRUÇÕES:
1 - Ao abrir a embalagem, faça uma cara neutra: não se mostre muito empolgada com o produto. Se fica muito seguro de si, o homem não funciona bem e vive dando defeito.
2 - Guarde em local fresco (homem fedorento não dá) e seguro (não esqueça que ele é o sexo frágil).
3 - Deixe fora do alcance daquela vizinha loira e sorridente. Ela pode fazer um estrago no seu produto.
4 - Para ligar, basta uns beijinhos no pescoço pela manhã. Para desligar, providencie uma noite de sexo. Ele dorme feito uma pedra e não diz nem boa noite (falta de educação é um defeito de fábrica).
5 - Programe-o para assinar os talões de cheque sem fazer muitas perguntas.
6 - Carregue as baterias três vezes por dia: café da manhã, almoço e jantar. Mais do que isso provoca pneuzinhos indesejáveis.
7 - Em caso de defeito, algumas táticas costumam dar certo: Comece escondendo o controle remoto. Se a falha persistir, cancele o futebol do fim de semana e o chope com os amigos. Mas se o problema for grave mesmo, é preciso tratamento de choque: a única solução é greve de sexo.
8 - Coisas que ele sabe fazer bem (trocar lâmpada, abrir vidro de palmito, azeitonas e maionese, abrir latas em geral, trocar pneu, carregar malas, pregar pregos na parede, trocar torneiras, chuveiros etc ) devem ser estimuladas.
ATENÇÃO:
Homem não tem garantia e todas as espécies são sujeitas a defeitos de fábrica, como deixar toalha molhada na cama, urinar na tampa da privada, deixá-la levantada, fazer bagunça, espalhar as coisas,criticar, reclamar, se auto-exaltar, beber demais, comer cebola, esquecer datas de aniversário, roncar, etc....
3 de março de 2009
Separados no Nascimento
Urtigão, Getulinho Ferrari e Véio do Rio
(Getulinho fez uma promessa e ficou sem se barbear de dezembro até o dia primeiro de março. Vivia assustando as pessoas por aí e recebeu vários apelidos, de Urtigão, personagem da Walt Disney, até Véio do Rio, personagem da novela Pantanal. Getulinho é do meio, logo abaixo. hehehe!) Para ampliar, clique na imagem.

(Getulinho fez uma promessa e ficou sem se barbear de dezembro até o dia primeiro de março. Vivia assustando as pessoas por aí e recebeu vários apelidos, de Urtigão, personagem da Walt Disney, até Véio do Rio, personagem da novela Pantanal. Getulinho é do meio, logo abaixo. hehehe!) Para ampliar, clique na imagem.
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