"Dotô, não sou mais pobre por que não quero, condições tenho bastante"
"Em matemática não sou muito bom não, mas em português eu si viro"
Henrique Menin, o Limão.

Jogo equilibrado. O Benê (foto) desequilibrando como sempre e o Getulinho defendendo como nunca. Até que na metade do segundo tempo o Getulinho se desentende com o juiz e foi eliminado (acreditem, ele mandou o juiz “tomar no fióte”). Vou para o gol e na primeira bola que o Pezão, para confirmar o que ele disse antes do jogo, chuta para gol e acerta em cheio no meu rosto. Fiquei tão anestesiado que dava para fazer tratamento de canal até três dias depois. Perdemos o jogo por 4 a 3. 
em pé: Professor Jader, Carlinhos Kloster, Olivio de Matos, Ademir Ruzzon, Dinho Moreno e Oswaldo B. Wronski.
1 - Ronaldo e os travecos – Parece nome de banda de rock dos anos 80, mas não é. Ronaldo se envolveu numa confusão fenomenal com travestis na Barra da Tijuca. Um deles, Andréa Albertini, diz que o craque encarou a marcação homem a homem. Ele negou, mas o gol contra já estava marcado.
3 - O pirulito eletrônico – A Ferrari inventou um novo sistema de saída dos boxes e Felipe Massa se deu mal. Foi o campeão mais rápido da F-1 – por 30 segundos, até que Lewis Hamilton roubou-lhe o título na última curva.
5 - “É casado? Tem filhos?” – Essa pergunta, da campanha de Marta Suplicy, sexóloga e defensora dos direitos dos homossexuais, contribuiu para que Gilberto Kassab, eleito prefeito de São Paulo, relaxasse e gozasse.
7 - O tombo do favorito II – Diego Hypolito liderava as apostas para o solo em Pequim. Terminou no solo.
9 - O padre voador – Tinha tudo para dar errado. E deu. Em abril, o padre Aderli de Carli desapareceu pendurado em balões . Trágico, mas lhe valeu de uma humorista americana o Prêmio Darwin, dado a quem “presta um serviço à humanidade ao não transmitir seus genes”.