5 de setembro de 2008
Vídeo-Dicas - Casablanca Vídeolocadora
Os Lançamentos da Semana
Dois agentes do Serviço Secreto designados para proteger o presidente americano em uma conferência sobre a guerra mundial contra o terrorismo. O presidente é baleado logo após sua chegada. Na multidão está um turista americano, que está filmando o evento para mostrar para seus filhos quando voltar para casa, e uma produtora de notícias da TV americana que está transmitindo a conferência. A partir daí, é mostrada a perspectiva de cada pessoa sobre os mesmos 15 minutos antes e depois do tiro. Com Dennis Quaid, Forest Whitaker e Sigourney Weawer.
* Apenas uma Vez ... Romance
Pelas ruas de Dublin, um jovem toca suas composições próprias para arrecadar alguns trocados. Passando um dia por acaso, uma pianista imigrante tcheca se encanta pelas melodias e entra, sem querer, na vida escocês. Quando menos percebem, os dois estão compondo canções sentimentais juntos, mas encontram algumas dificuldades para dar início a um romance. Ela é casada e ele vem de um relacionamento amoroso frustrado.
Durante a década de 20, Jimmy Dodge Connelly é dono de um time de futebol americano. Ele tenta fazer com que um astro universitário desista do time para que ele tente sua sorte em uma nova liga profissional. Porém, Jimmy acaba se apaixonando pela noiva do rapaz. Com George Clooney e Rennée Zellwegger.
Os mais Locados da Semana
* Antes de Partir ... Drama
* Ensinando a Viver ... Drama
* Awak, a Vida Por Um Fio ... Suspense
Resenha
A Lição
Uma mulher branca, de aproximadamente 50 anos, chegou ao seu lugar na classe econômica e viu que estava ao lado de um passageiro negro. Visivelmente perturbada, chamou a comissária de bordo.
Uma mulher branca, de aproximadamente 50 anos, chegou ao seu lugar na classe econômica e viu que estava ao lado de um passageiro negro. Visivelmente perturbada, chamou a comissária de bordo.- Qual o problema, senhora? Pergunta uma comissária.
- Não está vendo? - respondeu a senhora. - Vocês me colocaram ao lado de um negro. Não posso ficar aqui. Você precisa me dar outra cadeira.
- Por favor, acalme-se. - disse a aeromoça - infelizmente, todos os lugares estão ocupados. Porém, vou ver se ainda temos algum disponível.
A comissária se afasta e volta alguns minutos depois.
- Senhora, como eu disse, não há nenhum outro lugar livre na classe econômica. Falei com o comandante e ele confirmou que não temos mais nenhum lugar nem mesmo na classe econômica. Temos apenas um lugar na primeira classe.
E antes que a mulher fizesse algum comentário, a comissária continua:
- Veja, é incomum que a nossa companhia permita à um passageiro da classe econômica se assentar na primeira classe. Porém, tendo em vista as circunstâncias, o comandante pensa que seria escandaloso obrigar um passageiro a viajar ao lado de uma pessoa desagradável.
E, dirigindo-se ao senhor negro, a comissária prosseguiu:
- Portanto, senhor, caso queira, por favor, pegue a sua bagagem de mão, pois reservamos para o senhor um lugar na primeira classe...
E todos os passageiros próximos, que, estupefatos, assistiam à cena, começaram a aplaudir, alguns de pé.
(Autor Desconhecido)
4 de setembro de 2008
3 de setembro de 2008
Crônicas
O fim da teoria do leão
Os números finais das Olimpíadas costumam provocar o que pode ser chamado de sociologia de resultados. Surgem teses sobre as causas sociais e políticas de triunfos e fracassos e a quantidade de medalhas ganhas passa a ser um medidor de virtudes nacionais. Mas, como toda sociologia instantânea, esta tem dificuldade em lidar com o que não é óbvio. É óbvio que ganham mais medalhas os países mais bem alimentados e ricos, que podem investir mais em esportes e preparação de atletas.
Se uma Cuba ganha medalhas em desproporção ao seu poderio econômico e à sua dieta alimentar, a explicação também é óbvia. Países socialistas tradicionalmente usam o esporte como propaganda, seu investimento desproporcional é na competição ideológica. Mas outras exceções ao óbvio desafiam as teses. E muitas vezes levam a fantasias, como a teoria do leão.
Sociólogos de ocasião desenvolveram a tese de que o sucesso de atletas africanos em corridas de fundo devia-se ao fato de terem se criado num ambiente em que poder fugir do leão era condição para a sobrevivência. Uma condição que se sobrepunha a todas as outras. O leão predador, claro, quando não era um leão de verdade, era uma metáfora para todos os perigos da floresta que obrigavam as pessoas a terem pernas ligeiras, e agilidade para não morrer.
Havia vestígios da teoria do leão na velha idéia de que a ascendência africana explicava a habilidade dos brasileiros para o futebol, que ninguém no mundo igualava. Qualquer jogada do Pelé teria, entre os seus antecedentes remotos, um meneio para escapar do leão.
A teoria do leão, que é uma teoria sobre a inevitabilidade, pois diz que um certo tipo de ambiente só pode produzir um certo tipo de atleta, sofreu um duro golpe quando apareceu, numa Olimpíada de inverno, aquela equipe de trenó — da Jamaica! A importância do leão na vocação para o futebol é desmentida cada vez que se vê um Messi fazer em campo o que se esperava que o Ronaldinho fizesse. E se ainda fosse preciso um dado para mostrar como a teoria do leão é furada, basta lembrar que o país que tem a maior costa contínua e algumas das piores estradas do mundo produz mais campeões de automobilismo do que de natação.
Não fomos tão mal assim nas Olimpíadas. Nos casos em que poderíamos ter ido melhor, perdemos para o nosso emocionalismo. E ganhamos de todos nas categorias choro convulsivo e lamentação em equipe. No fim — esta é a minha teoria — os Jogos Olímpicos são entre os de sangue quente e os de sangue frio. Os de sangue frio ganham sempre, mas os de sangue quente são muito mais simpáticos.
Os números finais das Olimpíadas costumam provocar o que pode ser chamado de sociologia de resultados. Surgem teses sobre as causas sociais e políticas de triunfos e fracassos e a quantidade de medalhas ganhas passa a ser um medidor de virtudes nacionais. Mas, como toda sociologia instantânea, esta tem dificuldade em lidar com o que não é óbvio. É óbvio que ganham mais medalhas os países mais bem alimentados e ricos, que podem investir mais em esportes e preparação de atletas.
Se uma Cuba ganha medalhas em desproporção ao seu poderio econômico e à sua dieta alimentar, a explicação também é óbvia. Países socialistas tradicionalmente usam o esporte como propaganda, seu investimento desproporcional é na competição ideológica. Mas outras exceções ao óbvio desafiam as teses. E muitas vezes levam a fantasias, como a teoria do leão.
Sociólogos de ocasião desenvolveram a tese de que o sucesso de atletas africanos em corridas de fundo devia-se ao fato de terem se criado num ambiente em que poder fugir do leão era condição para a sobrevivência. Uma condição que se sobrepunha a todas as outras. O leão predador, claro, quando não era um leão de verdade, era uma metáfora para todos os perigos da floresta que obrigavam as pessoas a terem pernas ligeiras, e agilidade para não morrer.
Havia vestígios da teoria do leão na velha idéia de que a ascendência africana explicava a habilidade dos brasileiros para o futebol, que ninguém no mundo igualava. Qualquer jogada do Pelé teria, entre os seus antecedentes remotos, um meneio para escapar do leão.
A teoria do leão, que é uma teoria sobre a inevitabilidade, pois diz que um certo tipo de ambiente só pode produzir um certo tipo de atleta, sofreu um duro golpe quando apareceu, numa Olimpíada de inverno, aquela equipe de trenó — da Jamaica! A importância do leão na vocação para o futebol é desmentida cada vez que se vê um Messi fazer em campo o que se esperava que o Ronaldinho fizesse. E se ainda fosse preciso um dado para mostrar como a teoria do leão é furada, basta lembrar que o país que tem a maior costa contínua e algumas das piores estradas do mundo produz mais campeões de automobilismo do que de natação.
Não fomos tão mal assim nas Olimpíadas. Nos casos em que poderíamos ter ido melhor, perdemos para o nosso emocionalismo. E ganhamos de todos nas categorias choro convulsivo e lamentação em equipe. No fim — esta é a minha teoria — os Jogos Olímpicos são entre os de sangue quente e os de sangue frio. Os de sangue frio ganham sempre, mas os de sangue quente são muito mais simpáticos.
(Por Luis Fernando Veríssimo - Publicada no Blog do Noblat em 28/08/08 - http://oglobo.globo.com/pais/noblat/)
Vale a pena acessar
Newseum.org é um site com a capa dos principais jornais de todo o mundo.
Cada bolinha laranja nos mapas dos continentes são jornais de cidades daquele estado ou país. Você clica e todos os dias tem a 1ª página de cada jornal.Ao posicionar sobre a bolinha desejada, ao lado aparece a 1ª página dos jornais. Clicando sobre a bolinha, você tem a página em tamanho maior, para facilitar a sua visualização.E na parte superior da página ampliada está o link para acessar o jornal!
2 de setembro de 2008
Da Net
Vejam até onde vai a criatividade desta nova safra de políticos:
9º lugar - Guilherme Bouças, com o slogan: 'Chega de malas, vote em Bouças.'
8º lugar - Grito de guerra do candidato Lingüiça, lá de Cotia (SP): 'Lingüiça Neles!'
7º lugar - Em Descalvado (AL), tem um candidata chamada Dinha cujo slogan é: 'Tudo Pela Dinha.'
6º lugar - Em Carmo do Rio Claro , tem um candidato chamado Gê: 'Não vote em A, nem em B, nem em C; na hora H, vote em Gê.'
5º lugar - Em Hidrolândia (GO), tem um candidato chamado Pé: 'Não vote sentado, vote em Pé.'
4º lugar - E em Piraí do Sul tem um gay chamado Lady Zu: 'Aquele que dá o que promete.'
3º lugar - A cearense chamada Debora Soft, stripper e estrela deshow de sexo explícito. Slogan: 'Vote com prazer!'
2º lugar - Candidato a prefeito de Aracati (CE): 'Com a minha fé e as fezes de vocês, vou ganhar a eleição.'
1º lugar - Em Mogi das Cruzes (SP), tem um candidato chamado Defunto: 'Vote em Defunto, porque político bom é político morto!'
1 de setembro de 2008
Por e-mail
Entenda o Mercosul (enviada pelo Dr. Paulo Ribas)ARGENTINA
Eles confundem primeira-dama com chefe de governo, luta-livre com futebol e lamúrias de corno com música. Fizeram uma guerra contra uma ilha habitada apenas por pingüins. E perderam.
PARAGUAI
A rigor não é nem país – é apenas uma feira livre com status de nação. Falsificam tudo: DVDs, cigarros, videogames e a história de Itaipu.
URUGUAI
Também não é exatamente um país, é uma fazenda. 90% da população é vaca. O resto é ovelha.
VENEZUELA
Eles têm certeza de que Simon Bolívar e o Batman são a mesma pessoa. O presidente é uma mistura de Fidel Castro com Didi Mocó. Têm muito petróleo. Eles usam pra beber e tomar banho.
PAÍSES ASSOCIADOS
Bolívia: o presidente é a cara do Zacarias.
Chile: não é país, é molho apimentado.
Peru: você levaria a sério um lugar chamado Frango? Pois é.
Colômbia: a maior intelectual deles é a Shakira o restante vive em função da 'farinha'.
Equador: não é país, é linha.
E finalmente...
BRASIL
Metade da população passa o dia inteiro batendo tambor pra outra metade rebolar. Têm bananas na cabeça e tocam pandeiro por qualquer motivo besta (epidemia de disenteria, volta da dengue, aumento da inflação etc). O presidente é um homem singular: nunca acertou um plural.
Me digam, como é que o MERCOSUL ainda não acabou?
30 de agosto de 2008
Baú
Clube dos Trinta - Ano 30
Durante muitos anos o Clube dos Trinta para reunir seus "craques" contou com a ajuda de amigos, que cediam seus campos gentilmente. Foi assim na chácara dos cunhados Álvaro e Sidney, no campo da Madeireira Carolo, e onde hoje é a sede própria do Clube, que pertencia anteriormente aos amigos Italino "Rodinha", Jorge Mazzo e também aos manos Ambrózio e Teodoro Paitach.
Hoje o Clube é de um grupo de amigos que se cotizaram e adquiriram a chácara na estrada velha para o distrito do Alto Alegre, logo atrás do Parque Industrial Augusto Tezelli.
Abaixo, mostro imagens tiradas há 10 anos, quando começavam as obras que dotaram o Clube com uma simples, mas boa sede e dois dos melhores campos de futebol suiço da cidade (um terceiro está sendo cuidadosamente preparado).
Aqui, a sede, onde desfrutamos nossos churrascos e desafiamos os amigos em partidas de truco, já totalmente concluída.
Agachados: Luiz Kurka, Caetano, Dr. Edmilson e Romildo Honorato.

A foto acima, de antes da construção da sede atual, quando não havia banheiro e os churrascos eram feitos em churrasqueiras adaptadas e ao relento, mostra amigos reunidos numa manhã de domingo, com destaque para meu mano Wander, Tauillo Tezelli e João Berbel (ao fundo, quando ele ainda não era inteligente e fumava!), professor Jader e Vininho.
De vermelho, o craque Celço "Perigoso" (com c cedilha mesmo) e ao fundo o Anderson "Lambari" Pedroso.
29 de agosto de 2008
Por e-mail
E a gente pensa que repete corretamente os 'ditos populares'...
No popular se diz:
* Esse menino não pára quieto, parece que tem bicho carpinteiro.
Correto: Esse menino não pára quieto, parece que tem bicho no corpo inteiro.
* Batatinha quando nasce, esparrama pelo chão.
Enquanto o correto é: Batatinha quando nasce, espalha a rama pelo chão.
* Cor de burro quando foge.
O correto é: Corro de burro quando foge!
Outro que no popular todo mundo erra:
* Quem tem boca vai a Roma.
O correto é: Quem tem boca vaia Roma. (isso mesmo, do verbo vaiar).
Outro que todo mundo diz errado,
* Cuspido e escarrado - quando alguém quer dizer que é muito parecido com outra pessoa.
O correto é: Esculpido em Carrara. (Carrara é um tipo de mármore)
Mais um famoso...
* Quem não tem cão, caça com gato.
O correto é: Quem não tem cão, caça como gato... Ou seja, sozinho!
Enviada pelo Gerson Maciel
No popular se diz:
* Esse menino não pára quieto, parece que tem bicho carpinteiro.
Correto: Esse menino não pára quieto, parece que tem bicho no corpo inteiro.
* Batatinha quando nasce, esparrama pelo chão.
Enquanto o correto é: Batatinha quando nasce, espalha a rama pelo chão.
* Cor de burro quando foge.
O correto é: Corro de burro quando foge!
Outro que no popular todo mundo erra:
* Quem tem boca vai a Roma.
O correto é: Quem tem boca vaia Roma. (isso mesmo, do verbo vaiar).
Outro que todo mundo diz errado,
* Cuspido e escarrado - quando alguém quer dizer que é muito parecido com outra pessoa.
O correto é: Esculpido em Carrara. (Carrara é um tipo de mármore)
Mais um famoso...
* Quem não tem cão, caça com gato.
O correto é: Quem não tem cão, caça como gato... Ou seja, sozinho!
Enviada pelo Gerson Maciel
Vídeo-Dicas - Casablanca Vídeolocadora
Os lançamentos da semana:
-Em nome do Rei ... Aventura
Homem chamado Farmer arrisca-se numa aventura perigosa para resgatar a esposa sequestrada e vingar-se do assassinato do filho. Ambos os crimes foram cometidos pelos Krugs, como são chamados os animais guerreiros comandados pelo demoníaco Gallian. Adaptação do popular video game produzido pela Microsoft. Com: Ray Liotta, Burt Reynolds e Claire Forlani. - Três vezes amor ... Comédia Romantica
Will Hayes é jovem de 30 e poucos anos que vive em Manhattan com a filha de 10 anos de idade, Maya. Will está se divorciando, quando Maya decide querer saber absolutamente tudo sobre como os pais se conheceram e se apaixonaram. Will não se intimida e começa a contar, mas descreve a ela três de seus relacionamentos passados, dando detalhes de cada uma das mulheres. Mas ele troca os nomes, para que a filha descubra com qual ele veio a se casar. À medida que Maya começa a juntar as peças daquele quebra-cabeças, a menina passa a entender que o amor não é tão simples quanto parece.
Os mais locados da semana:
- Antes de Partir ... Drama
Com: Jack Nicholson, Morgan Freeman e Sean Hayes.
- Onde os Fracos não têm vez ... Drama
Com: Javier Bardem, Tommy Lee Jones e Woody Harrelson
- Valente ... Drama
Com: Jodie Foster, Terrence Howard e Mary Steenburgen.
Resenha
SORRIA, MEU BEM!
Todos sabem os pequenos milagres que um sorriso pode fazer no dia-a-dia. Quando sorrimos ficamos mais bonitos, deixamos as pessoas mais à vontade e podemos até contagiar outras pessoas a sorrir também. Um sorriso sincero acalma, incentiva, ameniza as dores e fica impossível de não ser retribuído. Este gesto é tão importante que os seres humanos são os únicos que conseguem sorrir em todo o reino animal. Mas, que tal sorrir para o seu cão? Ele certamente irá retribuir ao seu modo, seja abanando o rabinho, seja com lambidas.
Todos sabem os pequenos milagres que um sorriso pode fazer no dia-a-dia. Quando sorrimos ficamos mais bonitos, deixamos as pessoas mais à vontade e podemos até contagiar outras pessoas a sorrir também. Um sorriso sincero acalma, incentiva, ameniza as dores e fica impossível de não ser retribuído. Este gesto é tão importante que os seres humanos são os únicos que conseguem sorrir em todo o reino animal. Mas, que tal sorrir para o seu cão? Ele certamente irá retribuir ao seu modo, seja abanando o rabinho, seja com lambidas.O sorriso é uma das muitas coisas na vida que não empobrece a quem dá e enriquece a quem recebe. Toda pessoa tem seus momentos de mal-estar e cansaço, mas já reparou como existem pessoas que vivem sorrindo? São pessoas que descobriram que sorrir é um hábito e que de tanto ser cultivado vira parte de nós mesmos. O ato de sorrir traz benefícios ao corpo e ao espírito, nos deixa mais jovens e bem dispostos, podendo ser a motivação que faltava para você começar aquela dieta ou decidir enfrentar a pista de corrida do seu bairro e sair do sedentarismo, já pensou nisso?
Ok, ok, nem sempre é fácil sorrir. Afinal, o estresse do cotidiano, a correria no trabalho e/ou nos estudos, as preocupações com as contas muito antes do fim do mês... tudo isso nos faz sorrir cada vez menos e, por conseqüência, fazer os outros sorrirem menos também. Mas vale a pena fazer uma forcinha: um bom dia acompanhado de um sorriso pode levantar seu astral e das pessoas ao seu redor! Experimente sorrir para você mesmo no espelho e veja como é bom. Mas não estranhe se você começar a rir e até quem sabe gargalhar, porque a alegria que um sorriso traz contagia mesmo.
(Isabelle Lindote)
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