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Sargento Silva e os assaltantes trapalhões de Peabiru

Sargento Silva no Clube dos Trinta
Sargento Silva, da Polícia Militar de Campo Mourão, é companheiro de peladas de futebol suíço e truco lá no Clube dos Trinta. Dias desses dávamos risadas de uma trapalhada cometida por um marginal e ele relembrou de outra, de anos atrás, de quando ele ainda era cabo.

Silva conta que várias corporações foram convocadas para participarem de uma reintegração de posse de uma área rural invadida pelos sem terras na região de Paranavaí. Um ônibus de uma empresa particular foi fretado e ele e mais quarenta e três militares seguiram viagem na noite da véspera da ação. Quando chegaram em Peabiru, 17 km de Campo Mourão, o parabrisas do ônibus foi atingido por um tijolo e o motorista estacionou no acostamento da rodovia. No mesmo instante, dois rapazes, imaginando tratar de sacoleiros voltando do Paraguai, entram pela porta e no ônibus ainda escuro dão voz de assalto aos policiais. Não precisa dizer o que aconteceu quando as luzes foram acesas, mas ele disse: “Saíram correndo, seguidos por dezenas de soldados, mas acabaram detidos, com algumas escoriações ‘ocorridas durante a fuga’ e terminaram a noite na Delegacia local”, segundo o Silva.

“Nunca mais se ouviu falar dos assaltantes que agiam em Peabiru e usavam da artimanha de quebrar o parabrisas dos coletivos para roubarem os assustados turistas ou sacoleiros. Não sei porque” brincou o amigão. 

(Descobri que não sei como se escreve parabrisa... quase usei vidro dianteiro)

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