Só o Mister M para explicar como ele faz isso...
28 de julho de 2010
No metrô
Essa é a semana para mostrar como os machões se dão mal. Esse, levou uma lição desmoralizante, sem violência...
Dínamo de Kiev: O time que preferiu morrer a entregar o jogo...
Na Ucrânia, os jogadores do FC Start (nome clandestino do Dínamo de Kiev), hoje, são heróis da pátria e o seu exemplo de coragem é ensinado nos colégios. Os possuidores de entradas daquela fatídica partida têm direito a assento gratuito no estádio do Dínamo de Kiev.
A história do futebol mundial inclui milhares de episódios emocionantes e comoventes, mas seguramente nenhum seja tão terrível como o protagonizado pelos jogadores do Dinamo de Kiev nos anos 40.
Os jogadores jogaram um partida sabendo que se ganhassem seriam assassinados e, no entanto, decidiram ganhar. Na morte deram uma lição de coragem, de vida e honra, que não encontra, pelo seu dramatismo, outro caso similar no mundo.
Para compreender a sua decisão, é necessário conhecer como chegaram a jogar aquela decisiva partida, e porque um simples encontro de futebol apresentou para eles o momento crucial das suas vidas.
Tudo começou em 19 de setembro de 1941, quando a cidade de Kiev (capital ucraniana) foi ocupada pelo exército nazista, e os homens de Hitler aplicaram um regime de castigo impiedoso e arrasaram tudo.
A cidade converteu-se num inferno controlado pelos nazistas, e durante os meses seguintes chegaram centenas de prisioneiros de guerra, que não tinham permissão para trabalhar nem viver nas casas, assim todos vagavam pelas ruas na mais absoluta indigência. Entre aqueles soldados doentes e desnutridos, estava Nikolai Trusevich, que tinha sido goleiro do Dinamo.
Josef Kordik, um padeiro alemão a quem os nazistas não perseguiam, precisamente pela sua origem, era torcedor fanático do Dinamo. Um dia caminhava pela rua quando, surpreso, olhou para um mendigo e de imediato se deu conta de que era o seu ídolo: o gigante Trusevich.
Ainda que fosse ilegal, mediante artimanhas, o comerciante alemão enganou aos nazistas e contratou o goleiro para que trabalhasse na sua padaria. A sua ânsia por ajudá-lo foi valorizado pelo jogador, que agradecia a possibilidade de se alimentar e dormir debaixo de um teto. Ao mesmo tempo, Kordik emocionava-se por ter feito amizade com a estrela da sua equipe.
Na convivência, as conversas sempre giravam em torno do futebol e do Dinamo, até que o padeiro teve uma ideia genial: encomendou a Trusevich que em lugar de trabalhar como ele, amassando pães, se dedicasse a buscar o resto dos seus colegas. Não só continuaria pagando-lhe, como juntos podiam salvar os outros jogadores.
Percorreu o que restara da cidade devastada dia e noite, e entre feridos e mendigos foi descobrindo, um a um, os seus amigos do Dinamo. Kordik deu trabalho a todos, esforçando-se para que ninguém descobrisse a manobra. Trusevich encontrou também alguns rivais do campeonato russo, três jogadores da Lokomotiv, e também os resgatou. Em poucas semanas, a padaria escondia entre os seus empregados uma equipe completa.
Reunidos pelo padeiro, os jogadores não demoraram em dar o seguinte passo, e decidiram, alentados pelo seu protetor, voltar a jogar. Era, além de escapar dos nazistas, a única que bem sabiam fazer. Muitos tinham perdido as suas famílias nas mãos do exército de Hitler, e o futebol era a última sombra mantida das suas vidas anteriores.
Como o Dinamo estava enclausurado e proibido, deram um novo nome para aquela equipe. Assim nasceu o FC Start, que através de contactos alemães começou a desafiar a equipes de soldados inimigos e seleções formadas no III Reich.
Em 7 de junho de 1942, jogaram a sua primeira partida. Apesar de estarem famintos e cansados por terem trabalhado toda a noite, venceram por 7 a 2. O seu rival seguinte foi a equipa de uma guarnição húngara, ganharam de 6 a 2. Depois meteram 11 gols em uma equipa romena.
A coisa ficou séria quando em 17 de julho enfrentaram uma equipe do exército alemão e golearam por 6 a 2. Muitos nazistas começaram a ficar chateados pela crescente fama do grupo de empregados da padaria e buscaram uma equipe melhor para ganhar a eles. Trouxeram da Hungria o MSG com a missão de derrotá-los, mas o FC Start goleou mais uma vez por 5 a 1, e mais tarde, ganhou de 3 a 2 na revanche.
Em 6 de agosto, convencidos da sua superioridade, os alemães prepararam uma equipe com membros da Luftwaffe, o Flakelf, que era uma grande equipe, utilizado como instrumento de propaganda de Hitler.
Os nazistas tinham resolvido buscar o melhor rival possível para acabar com o FC Start, que já gozava de enorme popularidade entre o sofrido povo refém dos nazistas. A surpresa foi grande, porque apesar da violência e falta de desportivismo dos alemães, o Start venceu por 5 a 1.
Depois desta escandalosa queda da equipe de Hitler, os alemães descobriram a manobra do padeiro. Assim, de Berlim chegou uma ordem de acabar com todos eles, inclusive com o padeiro, mas os hierarcas nazistas locais não se contentaram com isso. Não queriam que a última imagem dos russos fosse uma vitória, porque acreditavam que se fossem simplesmente assassinados não fariam nada mais que perpetuar a derrota alemã.
A superioridade da raça ariana, em particular no desporto, era uma obsessão para Hitler e os altos comandos. Por essa razão, antes de fuzilá-los, queriam derrotar a equipe num jogo.
Com um clima tremendo de pressão e ameaças por todas as partes, anunciou-se a revanche para 9 de agosto, no repleto estádio Zenit. Antes do jogo, um oficial da SS entrou no vestiário e disse em russo: -"Vou ser o juiz do jogo, respeitem as regras e saudem com o braço levantado", exigindo que eles fizessem a saudação nazista.
Já no campo, os jogadores do Start (camisa vermelha e calção branco) levantaram o braço, mas no momento da saudação, levaram a mão ao peito e no lugar de dizer: -"Heil Hitler !", gritaram - "Fizculthura !", uma expressão soviética que proclamava a cultura física.
Os alemães (camisa branca e calção negro) marcaram o primeiro gol, mas o Start chegou ao intervalo do segundo tempo ganhando por 2 a 1. Receberam novas visitas ao vestiário, desta vez com armas e advertências claras e concretas:
-"Se vocês ganharem, não sai ninguém vivo". Ameaçou um outro oficial da SS. Os jogadores ficaram com muito medo e até propuseram-se a não voltar para o segundo tempo. Mas pensaram nas suas famílias, nos crimes que foram cometidos, na gente sofrida que nas arquibancadas gritava desesperadamente por eles e decidiram, sim, jogar.
Deram um verdadeiro baile nos nazistas. E no final da partida, quando ganhavam por 5 a 3, o atacante Klimenko ficou cara a cara com o arqueiro alemão. Deu-lhe um drible deixando o coitado estatelado no chão e ao ficar em frente a trave, quando todos esperavam o gol, deu meia volta e chutou a bola para o centro do campo. Foi um gesto de desprezo, de deboche, de superioridade total. O estádio veio abaixo.
Como toda Kiev poderia a vir falar da façanha, os nazistas deixaram que saíssem do campo como se nada tivesse ocorrido. Inclusive o Start jogou dias depois e goleou o Rukh por 8 a 0. Mas o final já estava traçado: depois desta última partida, a Gestapo visitou a padaria.
O primeiro a morrer torturado em frente a todos os outros foi Kordik, o padeiro. Os demais presos foram enviados para os campos de concentração de Siretz. Ali mataram brutalmente a Kuzmenko, Klimenko e o Trusevich, que morreu vestido com a camiseta do FC Start. Goncharenko e Sviridovsky, que não estavam na padaria naquele dia, foram os únicos que sobreviveram, escondidos, até a libertação de Kiev em novembro de 1943. O resto da equipa foi torturado até a morte.
Ainda hoje, os possuidores de entradas daquela partida têm direito a um assento gratuito no estádio do Dinamo de Kiev. Nas escadarias do clube, custodiado em forma permanente, conserva-se atualmente um monumento que saúda e recorda aqueles heróis do FC Start, os indomáveis prisioneiros de guerra do Exército Vermelho aos quais ninguém pôde derrotar durante uma dezena de históricas partidas, entre 1941 e 1942.
Foram todos mortos entre torturas e fuzilamentos, mas há uma lembrança, uma fotografia que, para os torcedores do Dinamo, vale mais que todas as jóias em conjunto do Kremlin. Ali figuram os nomes dos jogadores.
Abaixo, a única foto que se conserva da heróica equipa do Dinamo e o nome dos seus jogadores. Goncharenko e Sviridovsky, os únicos sobreviventes, junto ao monumento que recorda os seus colegas.
Na Ucrânia, os jogadores do FC Start hoje são heróis da pátria e o seu exemplo de coragem é ensinado nos colégios.
No estádio Zenit uma placa diz "Aos jogadores que morreram com a cabeça levantada ante o invasor nazista".
Enviada pelo Luiz Pequito
27 de julho de 2010
Baú
Fertimourão Futsal e São Paulo FC - 1985
Coloquei a data como 1985, mas não tenho certeza. Sei que o período é esse mesmo, entre 84 e 89.
Nessa época fazíamos muitos amistosos contra as boas equipes do futsal brasileiro. O São Paulo era uma das melhores do país.
Além do tricolor jogamos contra a Seleção Brasileira, Corinthians (mostradas aqui, em postagens anteriores). Claro que sempre perdíamos para eles, mas esses jogos nos preparava para as disputas dos Jogos Abertos e da Taça Paraná (atual Chave Ouro).
A Fertimourão, copiando o que fazia a Associação Tagliari anos antes, investia muito nesse intercâmbio e quem lucrava era o futsal mourãoense.
Alguns anos antes, Ione, Rancho e Eu, conquistamos pela Associação Tagliari o bicampeonato da Taça Paraná (Paranavai em 1979 e Guarapuava em 1980).
Com o Getulinho Ferrari, Marcelo Silveira, Tião Mauro, David Cardoso e o Renan Salvadori conquistamos, com a Seleção de Campo Mourão, o título dos Jogos Abertos do Paraná em 1988, novamente em Guarapuava.
Não sei o nome dos atletas do São Paulo, por isso, claro, relacionei apenas os nomes dos craques da Fertimourão. Clique na foto para ampliar.
em pé (da esquerda para a direita): Sebastião Mauro, Gerson Turazzi, David Cardoso, Marcelo Silveira, Renan Salvadori e Ivando "Rancho" Capato.
agachados: Ione Sartor, Getulinho Ferrari e Luizinho Ferreira Lima
Rural FM e a música do dia
Marvin Gaye - "Falling In Love Again"
Marvin Gaye (Washington, 2/04/1939 — Los Angeles, 1/04/1984), nascido Marvin Pentz Gay, Jr., foi um cantor popular de soul e R&B, arranjador, multi-instrumentista, compositor e produtor. Ganhou fama internacional durante os anos 60 e 70 como um artista da gravadora Motown.
Marvin Gaye (Washington, 2/04/1939 — Los Angeles, 1/04/1984), nascido Marvin Pentz Gay, Jr., foi um cantor popular de soul e R&B, arranjador, multi-instrumentista, compositor e produtor. Ganhou fama internacional durante os anos 60 e 70 como um artista da gravadora Motown.Marvin foi assassinado pelo próprio pai
Falling In Love Again é a faixa 13 do ótimo disco Here, My Dear lançado em 1978.
Inglês caminha há 836 dias por toda a extensão do Rio Amazonas
Nem um pouco do glamour de Indiana Jones cerca o ex-militar de 34 anos Ed Stafford. Ele trocou sua vida na Inglaterra por um desafio nunca realizado: caminhar por toda a extensão do Rio Amazonas. Em vez de chicote e chapéu, o explorador carrega muitas mochilas, filmadora e um notebook. Em abril de 2008, partiu da nascente do rio em Canamã, no Peru, próximo ao Oceano Pacífico. E só vai terminar sua aventura na região brasileira onde o rio desemboca no Oceano Atlântico. Atualmente, está próximo do fim da jornada na cidade de Portel no Pará.
A viagem pode não ter aventuras como nos filmes, mas está muito bem documentada com vídeos, fotos e até um blog mantido por Ed. Faltam menos de 400 Km para ele completar os 6.800 km de comprimento do Rio Amazonas. A viagem já custou cerca de 70 mil libras (mais de R$ 192 mil), e só foi possível graças a ajuda da família para levantar fundos e conseguir patrocinadores. De início, o britânico calculou que o percurso duraria um ano, até agora foram dois anos e três meses.
Sua preocupação inicial eram as onças e cobras. Mas o ex-militar enfrentou outros perigos bem mais humanos. Considera que parte mais perigosa da viagem foi caminhar em terras dominadas por traficantes de drogas ainda na parte peruana da Amazônia. Além disso, os indígenas daquela região têm uma forte crença que há um estrangeiro branco que rapta crianças e rouba seus órgãos, e não foram muito receptivos com o explorador. Não se sabe se a crença tem algum fundamento. Talvez por isso, perto da cidade de Contamana, Ed foi detido pela polícia e considerado suspeito de um assassinato.
Seu primeiro parceiro abandonou a expedição após três meses. Depois disso, o britânico passou a contar com a população local e com um novo guia, o peruano Gadiel “Cho” Sanchez Rivera, que segue até o final do percurso. Problemas que no início da viagem eram considerados menores, como mosquitos e formigas, tornaram-se maiores conforme o tempo passou. Ed disse em seu último post no blog que recentemente passou pela parte mais difícil da viagem. Cho e ele estavam cansados, começaram a se desentender e acabaram tomando uma rota mais demorada. “Nosso humor falhou neste ponto – estar perto do fim parece ter diminuído nossa tolerância.”
Chegando ao fim da aventura, o “Indiana Jones conectado” pretende voltar para a casa e descansar – claro. Depois vai começar a dar palestras motivacionais que já são agendadas por sua relações públicas.
Fonte: Kubanacã
26 de julho de 2010
Baú
Do final dos anos 60, do álbum do Jayminho Bernardelli, foto mostra grandes amigos mourãoenses. Clique na imagem para ampliar!
Da esquerda para a direita: Marli Martins de Paula, Nilson Evilásio, Fausto Alcântara de Lima, "Lelé" Cardamoni Salonski, Gislaine Bueno Laurani, Sônia Lucia dos Santos, Martinho Fernandes de Morais (in memorian) e Paulo Porto.
Rural FM e a música do dia
Luiz Melodia - "Fadas"
Luiz Melodia, nome artístico de Luiz Carlos dos Santos (Rio de Janeiro, 7/01/1951) é um cantor e compositor brasileiro de MPB, rock, blues, soul e samba. Filho do sambista e compositor Oswaldo Melodia, de quem herdou o nome artístico, cresceu no morro de São Carlos no bairro do Estácio.
Luiz Melodia, nome artístico de Luiz Carlos dos Santos (Rio de Janeiro, 7/01/1951) é um cantor e compositor brasileiro de MPB, rock, blues, soul e samba. Filho do sambista e compositor Oswaldo Melodia, de quem herdou o nome artístico, cresceu no morro de São Carlos no bairro do Estácio.Luiz Melodia foi muito influenciado pela Jovem Guarda, sobretudo Roberto Carlos.
25 anos da maior conquista do Coritiba FC
Começava no dia 26 de Janeiro de 1985, a 15° edição do maior Campeonato do Mundo: o Campeonato Brasileiro. No total, 44 clubes de 22 estados participaram da competição que na madrugada do 1° dia de Agosto coroaria um novo campeão nacional.
As 44 equipes foram divididas em 4 grupos. Nos grupos A e B, foram colocados os 20 clubes de maior pontuação no Ranking da CBF. Nos grupos C e D, estavam além do Remo (PA) e Uberlândia (MG), campeão e vice respectivamente da Taça de Prata de 1984, outras 22 equipes de 22 estados, classificados nos seus respectivos campeonatos estaduais.
O Estado do Paraná estava representado por 2 equipes: Coritiba e Pinheiros. O Cori estava no grupo A ao lado do Atlético Mineiro, Corinthians, Guarani, Fluminense, Grêmio, Botafogo, América-RJ, Palmeiras e Santa Cruz.
Pelo regulamento do campeonato, os times do grupo A deveriam enfrentar as equipes do grupo B. Durante a 1º Fase portanto, o Glorioso enfrentaria o São Paulo, Cruzeiro, Bahia, Vasco da Gama, Goiás, Flamengo, Internacional, Portuguesa, Náutico e Santos em um sistema de turno e returno, totalizando 20 partidas.
O Coritiba iniciava a sua campanha no dia 27 de janeiro, quando enfrentou e venceu o São Paulo, por 3 a 1, jogando no Alto da Glória. O destaque na partida de estréia do Coxa foi Índio que marcou 2 vezes. A segunda partida aconteceria 4 dias depois, no último dia de janeiro. Jogando mais uma vez em Curitiba, o Verdão bateu o Cruzeiro por 2 a 1. Novamente Índio seria o grande destaque do jogo, marcando mais 2 gols e despontando como um dos grandes jogadores do campeonato.
O Coritiba enfrentaria a seguir o Bahia, no Estádio da Fonte Nova, em Salvador. Índio marca mais uma vez, mas não impede a vitória do tricolor baiano por 2 a 1. Começava ali um jejum de vitórias e também de gols, já que o centroavante alviverde ficaria 5 partidas sem balançar as redes adversárias.
O quarto jogo seria contra o Vasco da Gama, em São Januário. A derrota por 3 a 0 marcaria a despedida do técnico Dino Sani, que estava se transferindo para o futebol do Oriente Médio.
Na partida seguinte, Dirceu Kruger, um dos maiores jogadores da história do Coritiba, dirigiria a equipe contra o Goiás, como interino. As duas equipes porém não saíram do 0 a 0.
O próximo adversário seria o Flamengo, no Alto da Glória. A derrota por 1 a 0 para a equipe carioca, marcava também a estréia do treinador e futuro Campeão Brasileiro, Ênio Andrade.
O 7º jogo do Coxa no nacional, contra o Internacional, marcaria também a maior derrota do alviverde naquele ano. Em uma partida irreconhecível, os comandados de Ênio Andrade foram derrotados por 4 a 0, jogando no Estádio da Beira Rio. A equipe do colorado gaúcho era formada pela base da seleção brasileira que havia conquistado a medalha de prata nas Olimpíadas de Los Angeles, em 1984.
A próxima partida aconteceria no dia 27 de Fevereiro, no Estádio do Canindé, em São Paulo. O adversário era a Portuguesa e a derrota por 1 a 0, deixaria a equipe nas últimas colocações do grupo A.
O retorno ao Couto Pereira, aconteceria na partida contra o Náutico. A vitória por 2 a 0 traria novas esperanças à todo elenco e torcida alviverde. O destaque da partida foi Índio, que não marcava um gol há 1 mês.
O décimo e último jogo do Coxa no 1º turno seria contra o Santos, na Vila Belmiro. A derrota por 1 a 0, deixaria a equipe em um situação delicada, precisando melhorar a campanha no 2º turno, para chegar até o inédito título de Campeão Brasileiro.
A 11º partida da campanha alviverde aconteceu no Estádio do Morumbi. O grande destaque da vitória por 1 a 0, sobre o tricolor paulista, foi o quarto-zagueiro Heraldo, autor do único gol do jogo.
No dia 13 de Março, o Coritiba iria até o Mineirão para encarar o Cruzeiro. A espetacular vitória de virada por 3 a 2 mostrava que o Verdão estava mais vivo do que nunca na competição. O grande nome da partida de Belo Horizonte foi novamente Índio, autor de 2 gols.
O próximo compromisso seria contra o Bahia, no Couto Pereira. Perdendo novamente para o tricolor baiano, mais uma vez por 2 a 1, o sinal de alerta voltava a acender no Alto da Glória.
O jogo seguinte seria contra o Vasco e o 0 a 0 no placar, decepcionaria os quase 20 mil torcedores presentes nas arquibancadas do Belfort Duarte.
No dia 24 de Março, o Cori entrava em campo pela 15º vez no Brasileirão. A partida seria contra o Goiás, no Estádio Serra Dourada, em Goiânia. Realizando uma belíssima apresentação, o alviverde paranaense derrotou o alviverde goiano por 2 a 0. Os destaques da vitória foram Lela “o careta” e Vicente.
Três dias depois, Índio, Lela e cia viajariam até o Rio de Janeiro para encarar o grande time do Flamengo. Jogando no Estádio do Maracanã, o selecionado alviverde não se intimidou e bateu a equipe de Andrade e Bebeto por 1 a 0, calando o maior estádio do mundo. Marildo foi o autor do gol que deu a 7º vitória ao Coxa no campeonato.
Após a grande vitória no Mario Filho, o Cori teria um importante jogo contra o Internacional. Em um Couto Pereira lotado, o Verdão não conseguiu furar a defesa colorada de Mauro Galvão e cia e a partida acabou ficando no 0 a 0.
Restavam agora apenas três partidas para que os 16 classificados á segunda fase fossem finalmente conhecidos. O primeiro dos três confrontos seria no dia 7 de Abril, contra a Portuguesa, no Couto Pereira. Em uma atuação ruim de todo o time, a Lusa venceu por 2 a 0 e complicou o time de Ênio Andrade.
Para a penúltima rodada, o Coxa viajou até a cidade do Recife, para enfrentar o Náutico, no Estádio do Arruda. Em outra atuação ruim, o Cori não conseguiu segurar o Timbu e saiu de campo com mais uma derrota, novamente por 2 a 0. Com esse resultado, o Náutico devolvia a derrota que sofrera no primeiro turno. Com apenas 7 vitórias em 19 rodadas, o Coritiba precisava vencer o Santos no último jogo e ainda torcer por uma combinação de resultados.
Parecia impossível, mas o Cori jogou como um verdadeiro gigante e conquistou a tão sofrida vaga para a Segunda Fase. A partida seguia empatada até o último minuto de jogo, quando Lela marcou o gol da vitória que possibilitaria ao Glorioso, a continuidade no Campeonato Brasileiro e posteriormente o inédito título. Confira abaixo a ficha técnica da histórica partida entre Coritiba e Santos pela última rodada da 1° Fase.
Coritiba 2 x 1 Santos
Coritiba: Rafael; André, Gomes, Vavá e Dida; Almir, Marco Aurélio e Toby; Lela, Índio e Edson (Vicente)
Técnico: Ênio Andrade
Santos: Marola; Márcio Rossini, Toninho Carlos, Paulo Roberto e Paulo Robson; Dema, Humberto e Formiga; Gallo (Gersinho), Lima e Zé Sérgio
Técnico: Carlos Castilho
Local: Estádio Couto Pereira
Data: 14/04/1985 Árbitro: Wilson Carlos dos Santos
Público: 31.549
Gols: Vavá e Lela (COR); Marcio Rossini (SAN)Cartões Amarelos: Marcio Rossini e Paulo Robson (SAN)
Fonte: Coxanauta
Economia...
E SE VOCÊ TIVESSE APLICADO 1 REAL EM 1994??
Veja quanto você teria em 2010 se no início do Plano Real, do governo Itamar Franco e idealizado pela equipe econômica de Fernando Henrique Cardoso, você tivesse aplicado no mercado financeiro, em diferentes investimentos:
* Em dólares = R$ 1,67
* Na Poupança = R$ 5,53
* Em Fundos DI = R$ 16,71
* Em Ações da Vale = R$ 137,33
Agora o oposto. Se você devesse 1 real em 1994 no cheque especial, estaria ferrado, pra falar em bom português.
Teria uma dívida de “apenas” R$ 3.370.395,96!!!
Alguém ainda tem dúvidas sobre o porquê de os bancos ganharem tanto dinheiro no Brasil?
No Tri de 3
23 de julho de 2010
Baú
Hermácia EC - 1975
Enviada pelo Eraldo Barzoto, foto mostra a equipe de futsal das Lojas Hermes Macedo (Hermácia) de Campo Mourão, que participou de campeonato da modalidade na Cancha Tagliari, em 1975.
A HM era outra empresa que sempre participava das competições promovidas naquela época.
Não identificamos dois dos personagens da foto. Clique na imagem para ampliar!
em pé (da esquerda para a direita): ....., Laércio, Luiz Pepineli, Moacir, Dorival Cordeiro, André e Nelson.
agachados: ...., Eraldo Barzotto, Carlos Antero "Lito" Gonçalves, Calhambeque e João.
Rural FM e a música do dia
Chico Buarque - "Geni e o Zepelin"
Francisco Buarque de Hollanda (Rio de Janeiro, 19/06/1944), mais conhecido como Chico Buarque ou ainda Chico Buarque de Hollanda, é um músico, dramaturgo e escritor brasileiro.
Francisco Buarque de Hollanda (Rio de Janeiro, 19/06/1944), mais conhecido como Chico Buarque ou ainda Chico Buarque de Hollanda, é um músico, dramaturgo e escritor brasileiro.“Geni e o Zepelim” faz parte da trilha sonora da peça “A Ópera do Malandro”, de 1977.
A história da peça retrata os anos 40, em plena II Guerra Mundial, na Lapa, antigo bairro boêmio e reduto da malandragem do Rio de Janeiro naquela época.
Buarque usa uma história surreal, exagerada de fantasia, para mostrar que a sociedade pode ser muito hipócrita com um de seus membros, somente pelo fato deste ser “diferente” do que prega os costumes vigentes e tradicionais.
Chico endereça sua crítica a instituições específicas, que ele considera como sendo poços de hipocrisia, tais como: as autoridades (“o prefeito de joelhos”), a Igreja (“O bispo de olhos vermelhos”) e os Burgueses (“O banqueiro com um milhão”).
Música dedicada ao Clermont D'Ávila Sobrinho, "fanzaço" do Chico Buarque.
Casablanca: os lançamentos e mais locados
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