21 de janeiro de 2010
10 vantagens de ser pobre
1º. É SIMPLES!
Você não perde seu precioso tempo com grandes sonhos. Contenta-se com um sonho de padaria, um sonho de valsa.
2º. É VALORIZADO!
Em um mundo de mulheres interesseiras oportunistas, só as sinceras e verdadeiras dão bola para você.
3º. É SAUDÁVEL!
Você tem uma vida de atleta: correndo para alcançar o ônibus, malhando para conseguir um lugar para se sentar.
4º. É ANTIESTRESSANTE!
Nenhum vendedor te liga para empurrar alguma bugiganga.
5º. É ALIVIANTE!
Com a sua fama de pé-rapado, nenhum amigo te pede dinheiro emprestado e, dependendo do seu grau de pobreza, eles nem serão mais seus amigos.
6º. É EMOCIONANTE!
Você nunca sabe se o dinheiro vai chegar até o final do mês e, assim, tem uma rotina muito menos previsível!
7º. É INVEJÁVEL!
Enquanto os seus vizinhos viajam, pegam trânsito no feriado e sofrem com as praias lotadas, você descansa na comodidade do seu barraco.
8º. É ÚTIL!
Você tem de trabalhar aos domingos para fazer horas extras e, assim, não precisa assistir aos programas que são campeões de audiência de encheção de saco.
9º. É SEGURO!
Você não precisa levar a carteira para todos lugares que for, pois ela está sempre vazia. Assim, os trombadinhas vão passar longe de você.
10º. É GRATIFICANTE!
Sem dinheiro para acessar a internet, você nunca vai ler textos inúteis como este, que seus amigos malas insitem em lhe enviar.
(No Baixe Go)
2º. É VALORIZADO!
Em um mundo de mulheres interesseiras oportunistas, só as sinceras e verdadeiras dão bola para você.
3º. É SAUDÁVEL!Você tem uma vida de atleta: correndo para alcançar o ônibus, malhando para conseguir um lugar para se sentar.
4º. É ANTIESTRESSANTE!
Nenhum vendedor te liga para empurrar alguma bugiganga.
5º. É ALIVIANTE!
Com a sua fama de pé-rapado, nenhum amigo te pede dinheiro emprestado e, dependendo do seu grau de pobreza, eles nem serão mais seus amigos.
6º. É EMOCIONANTE!
Você nunca sabe se o dinheiro vai chegar até o final do mês e, assim, tem uma rotina muito menos previsível!
7º. É INVEJÁVEL!
Enquanto os seus vizinhos viajam, pegam trânsito no feriado e sofrem com as praias lotadas, você descansa na comodidade do seu barraco.
8º. É ÚTIL!
Você tem de trabalhar aos domingos para fazer horas extras e, assim, não precisa assistir aos programas que são campeões de audiência de encheção de saco.
9º. É SEGURO!
Você não precisa levar a carteira para todos lugares que for, pois ela está sempre vazia. Assim, os trombadinhas vão passar longe de você.
10º. É GRATIFICANTE!
Sem dinheiro para acessar a internet, você nunca vai ler textos inúteis como este, que seus amigos malas insitem em lhe enviar.
(No Baixe Go)
Saúde: identificando um derrame
Derrame: memorize as três primeiras letras...S.T.R.
Disse um neurologista que se levarem uma vítima de derrame dentro das primeiras três horas, ele pode reverter os efeitos do derrame -totalmente. Ele disse que o segredo é reconhecer o derrame, diagnosticá-lo e receber o tratamento médico correspondente, dentro das três horas seguintes, o que é difícil.
RECONHECENDO UM DERRAME
Muitas vezes, os sintomas de um derrame são difíceis de identificar. Infelizmente, nossa falta de atenção, torna-se desastrosa. A vítima do derrame pode sofrer severa consequência cerebral quando as pessoas que o presenciaram falham em reconocer os sintomas de um derrame.
Agora, os médicos dizem que uma testemunha qualquer pode reconhecer um derrame fazendo à vítima estas três simples preguntas:
S* (Smile) Peça-lhe que SORRIA.
T* (Talk) Peça-lhe que FALE ou APENAS DIGA UMA FRASE SIMPLES. (com coerência)
(ex : Hoje o dia está ensolarado)
R* (Rise your arms) Peça-lhe que levante AMBOS OS BRAÇOS.
Se ele ou ela têm algum problema em realizar QUALQUER destas tarefas, chame a emergência imediatamente e descreva-lhe os sintomas, ou vão rápido à clínica ou hospital.
Novo Sinal de derrame - Ponha a língua fora.
Peça à pessoa que ponha a língua para fora.. Se a língua estiver torcida e sair por um lado ou por outro, é também sinal de derrame.
(enviado por Isabel e Ivanor Sartor)
Disse um neurologista que se levarem uma vítima de derrame dentro das primeiras três horas, ele pode reverter os efeitos do derrame -totalmente. Ele disse que o segredo é reconhecer o derrame, diagnosticá-lo e receber o tratamento médico correspondente, dentro das três horas seguintes, o que é difícil.
RECONHECENDO UM DERRAME
Muitas vezes, os sintomas de um derrame são difíceis de identificar. Infelizmente, nossa falta de atenção, torna-se desastrosa. A vítima do derrame pode sofrer severa consequência cerebral quando as pessoas que o presenciaram falham em reconocer os sintomas de um derrame.Agora, os médicos dizem que uma testemunha qualquer pode reconhecer um derrame fazendo à vítima estas três simples preguntas:
S* (Smile) Peça-lhe que SORRIA.
T* (Talk) Peça-lhe que FALE ou APENAS DIGA UMA FRASE SIMPLES. (com coerência)
(ex : Hoje o dia está ensolarado)
R* (Rise your arms) Peça-lhe que levante AMBOS OS BRAÇOS.
Se ele ou ela têm algum problema em realizar QUALQUER destas tarefas, chame a emergência imediatamente e descreva-lhe os sintomas, ou vão rápido à clínica ou hospital.
Novo Sinal de derrame - Ponha a língua fora.
Peça à pessoa que ponha a língua para fora.. Se a língua estiver torcida e sair por um lado ou por outro, é também sinal de derrame.
(enviado por Isabel e Ivanor Sartor)
19 de janeiro de 2010
Baú
Farmácia América Futsal - 1975
Seu Oswaldo B. Wronski sempre foi um dos maiores incentivadores do esporte mourãoense - por anos foi presidente da Liga de Futebol da cidade-. Nessa foto mostro o time da Farmácia América que participou de campeonato realizado na Cancha Tagliari.
Não sei o nome de dois craques na foto e fiquei em dúvida se um deles era o Nestor Bisi ou o Geraldo Teodoro de Oliveira. Cravei Nestor. Acertei? Ou não é nenhum dos dois? Clique na imagem para ampliar.
em pé (da esquerda para a direita): Osvaldo Montagnolli (in memória), ....., Roberto, José Luiz "Zé Coelho" da Dilva, "Joel Pancada", .... e "Pedrão Cheiroso"
agachados: Oswaldinho Wronski, Edvaldo Bonfim, Laércio Brunello, Carocinho, Nestor Bisi e Oswaldo B. Wronski.
Seu Oswaldo B. Wronski sempre foi um dos maiores incentivadores do esporte mourãoense - por anos foi presidente da Liga de Futebol da cidade-. Nessa foto mostro o time da Farmácia América que participou de campeonato realizado na Cancha Tagliari.
Não sei o nome de dois craques na foto e fiquei em dúvida se um deles era o Nestor Bisi ou o Geraldo Teodoro de Oliveira. Cravei Nestor. Acertei? Ou não é nenhum dos dois? Clique na imagem para ampliar.
agachados: Oswaldinho Wronski, Edvaldo Bonfim, Laércio Brunello, Carocinho, Nestor Bisi e Oswaldo B. Wronski.
Sexo na terceira idade
Dicas para sexo na terceira idade
1 - Use seus óculos. Certifique-se de que sua companhia esteja realmente na cama.
2 - Ajuste o despertador para tocar em três minutos, só para o caso de você adormecer durante a performance.
3 - Acerte com a iluminação: Apague todas as luzes!
4 - Deixe seu celular programado para o número da "EMERGÊNCIA MÉDICA ”
5 - Escreva em sua mão o nome da pessoa que está na cama, no caso de não se lembrar.
6 - Fixe bem sua dentadura para que ela não acabe caindo debaixo da cama.
7 - Tenha Tylenol à mão. Isto, para o caso de você cumprir a performance!
8 - Faça o quanto de barulho quiser. Os vizinhos também são surdos…
9 - Se conseguir, telefone para todo o mundo para contar as boas novas.
10 - Nunca, jamais, pense em repetir a dose.
1 - Use seus óculos. Certifique-se de que sua companhia esteja realmente na cama.
2 - Ajuste o despertador para tocar em três minutos, só para o caso de você adormecer durante a performance.3 - Acerte com a iluminação: Apague todas as luzes!
4 - Deixe seu celular programado para o número da "EMERGÊNCIA MÉDICA ”
5 - Escreva em sua mão o nome da pessoa que está na cama, no caso de não se lembrar.
6 - Fixe bem sua dentadura para que ela não acabe caindo debaixo da cama.
7 - Tenha Tylenol à mão. Isto, para o caso de você cumprir a performance!
8 - Faça o quanto de barulho quiser. Os vizinhos também são surdos…
9 - Se conseguir, telefone para todo o mundo para contar as boas novas.
10 - Nunca, jamais, pense em repetir a dose.
Globo de Ouro
Em uma cerimônia com pouco mais de três horas, realizada em Los Angeles, a 67ª edição do Globo de Ouro consagrou os destaques do cinema e da TV norte-americana com base na opinião da Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood.
"Avatar", ficção científica em 3D de James Cameron, foi o grande vencedor da noite e confirmou seu favoritismo, levando para a casa duas estatuetas: a de melhor filme dramático e melhor diretor. Avatar está em cartaz no cinema de Campo Mourão
Veja os vencedores da 67ª edição do Globo de Ouro
CINEMA
Drama: "Avatar"
Musical ou comédia: "Se Beber, Não Case!"
Animação: "Up - Altas Aventuras"
Filme estrangeiro: "A Fita Branca"
Diretor: James Cameron, por "Avatar"
Roteiro: "Amor sem Escalas", de Jason Reitman e Sheldon Turner
Música original: "Crazy Heart", "The Weary Kind"
Trilha Sonora: "Up - Altas Aventuras", Michael Giacchino
Ator - drama: Jeff Bridges, por "Crazy Heart"
Atriz - drama: Sandra Bullock, por "The Blind Side"
Ator - comédia ou musical: Robert Downey Jr., por "Sherlock Holmes"
Atriz - comédia ou musical: Meryl Streep, por "Julie & Julia"
Ator coadjuvante: Christoph Waltz, por "Bastardos Inglórios"
Atriz coadjuvante: Mo'Nique, por "Preciosa"
TV
Série - drama: "Mad Men"
Série - musical ou comédia: "Glee"
Ator de série - musical ou comédia: Alec Baldwin, por "30 Rock"
Atriz de série - musical ou comédia: Toni Collette, por "United States of Tara"
Ator de série - drama: Michael C. Hall, por "Dexter"
Atriz de série - drama: Julianna Margulies, por "The Good Wife"
Ator coadjuvante: John Lithgow, por "Dexter"
Atriz coadjuvante: Chloë Sevigny, por "Big Love"
Minissérie ou telefilme: "Grey Gardens"
Ator de minissérie ou telefilme: Kevin Bacon, por "Taking Chance"
Atriz de minissérie ou telefilme: Drew Barrymore, por "Grey Gardens"

Veja os vencedores da 67ª edição do Globo de Ouro
CINEMA
Drama: "Avatar"
Musical ou comédia: "Se Beber, Não Case!"
Animação: "Up - Altas Aventuras"
Filme estrangeiro: "A Fita Branca"
Diretor: James Cameron, por "Avatar"
Roteiro: "Amor sem Escalas", de Jason Reitman e Sheldon Turner
Música original: "Crazy Heart", "The Weary Kind"
Trilha Sonora: "Up - Altas Aventuras", Michael Giacchino
Ator - drama: Jeff Bridges, por "Crazy Heart"
Atriz - drama: Sandra Bullock, por "The Blind Side"
Ator - comédia ou musical: Robert Downey Jr., por "Sherlock Holmes"
Atriz - comédia ou musical: Meryl Streep, por "Julie & Julia"
Ator coadjuvante: Christoph Waltz, por "Bastardos Inglórios"
Atriz coadjuvante: Mo'Nique, por "Preciosa"
TV
Série - drama: "Mad Men"
Série - musical ou comédia: "Glee"
Ator de série - musical ou comédia: Alec Baldwin, por "30 Rock"
Atriz de série - musical ou comédia: Toni Collette, por "United States of Tara"
Ator de série - drama: Michael C. Hall, por "Dexter"
Atriz de série - drama: Julianna Margulies, por "The Good Wife"
Ator coadjuvante: John Lithgow, por "Dexter"
Atriz coadjuvante: Chloë Sevigny, por "Big Love"
Minissérie ou telefilme: "Grey Gardens"
Ator de minissérie ou telefilme: Kevin Bacon, por "Taking Chance"
Atriz de minissérie ou telefilme: Drew Barrymore, por "Grey Gardens"

No Estadão: A Patricinha Haitiana
A patricinha haitiana que sobreviveu ao terremoto e se tornou desabrigada
por Gustavo Chacra, Estadão
Mensy Desfeignes estava perdida no meio de uma multidão de haitianos na fila para conseguir água e alimentos no estádio nacional de Porto Príncipe. Vestia apenas uma blusa cor de rosa e uma calça jeans no campo controlado por militares brasileiros que trabalhavam conjuntamente com os americanos na distribuição de ajuda humanitária para os afetados no terremoto. Seria uma patricinha de São Paulo. Quer dizer, não chega a ser uma patricinha dos Jardins, do clube Harmonia ou da academia Reebok. Seria mais de um bairro de classe média, como Santana ou Interlagos. No Rio, seria da Tijuca, não do Leblon.
Vivia bem, com os pais. Tinha um celular, mas não um Iphone. Tinha um computador que dividia com o restante da família. E uma TV. Talvez até fosse fã de Friends. De longe, me observou e perguntou se eu falava inglês. Em seguida, começou a contar a sua história. “Eu estou sendo tratada como cachorro. Não era para estar aqui, nesta fila, morando neste estádio, implorando por comida e água”, disse. Seu pai, segundo ela, é um conceituado artista plástico, mas todas as suas obras foram perdidas nos escombros. Sua mãe, também na fila com o irmãozinho, possuía um restaurante, que desmoronou no terremoto.
Mensy, que pede para ser chamada de Kym, seu apelido, disse que iria começar a estudar medicina. Seu sonho era ir morar com a irmã, Gaele, que é enfermeira em Nova York. Até agora, não conseguiu falar com ela. Eu me comprometi a tentar ligar quando voltasse a Nova York, já que meu celular não funciona bem aqui em Porto Príncipe. Enquanto conversávamos, ela era esmagada algumas vezes na fila que se prolongava em forma de zigue-zague no estádio de grama artificial que a seleção brasileira derrotou o Haiti por 6 a 0. Fluente em francês, creole e espanhol, além do inglês, ela diz que havia começado a estudar italiano para ter uma boa educação. “É a única coisa que poderá me ajudar no futuro. Mas estou com medo de ficar aqui para sempre, nunca mais ter minhas roupas, minhas fotos, minhas coisas, que estão no meio dos escombros. Agora, só tenho o que está naquela tenda”, me disse. Não queria tirar foto, porque achava que estava feia, sem poder se arrumar há alguns dias. Na verdade, desde antes do terremoto. No campo, que virou abrigo de refugiados, não há banheiros. E foi difícil convence-la a posar para o fotógrafo do Estado (a foto está na edição impressa).
Na fila, também tinham algumas outras pessoas com curso universitário e que pertenciam à classe média-média de Porto Príncipe. Robensin Silier se formou em engenharia elétrica recentemente. Também preocupado com a aparência, colocava a camisa para dentro da calça. A empresa onde trabalhava não existe mais. Por sorte, ninguém de sua família morreu quando a casa desmoronou. Todos estavam fora. Agora, ele é mais um morador do estádio. “Eu tinha sonhos. Trabalhava na minha área, queria ter uma carreira. Esta ajuda humanitária apenas contribui para amenizar a situação. Mas não pretendo morar em um campo de futebol e ficar nesta fila para conseguir comida. Minha única esperança seria começar a trabalhar na reconstrução. O problema é que não deve começar tão cedo”, diz. “Dá desespero. O Haiti era pobre, mas não deste jeito. Eu vivia bem”.
Beaubeun e Berny trabalhavam em uma revista alternativa de Porto Príncipe, onde havia um universo artístico crescente antes do terremoto. O nome da publicação é Passion. O primeiro deles está com o braço quebrado. “Eu era jornalista como você, mas agora a revista acabou. Dez pessoas morreram na redação. Eram nossos amigos, as pessoas com quem estávamos todos os dias”, lamenta. O outro acrescenta que não tem idéia do que poderá fazer a partir de agora. Como outros na fila, eles insistiam para o repórter contar a história deles. Todos entendem que a ajuda chegou. “Mas vai acabar logo, sempre esquecem da gente”, diz Mensy, ou Kym. “E tome cuidado com o seu dinheiro. Daqui a pouco, vão querer te roubar. Também esconda o seu celular”.
por Gustavo Chacra, Estadão
Mensy Desfeignes estava perdida no meio de uma multidão de haitianos na fila para conseguir água e alimentos no estádio nacional de Porto Príncipe. Vestia apenas uma blusa cor de rosa e uma calça jeans no campo controlado por militares brasileiros que trabalhavam conjuntamente com os americanos na distribuição de ajuda humanitária para os afetados no terremoto. Seria uma patricinha de São Paulo. Quer dizer, não chega a ser uma patricinha dos Jardins, do clube Harmonia ou da academia Reebok. Seria mais de um bairro de classe média, como Santana ou Interlagos. No Rio, seria da Tijuca, não do Leblon.
Vivia bem, com os pais. Tinha um celular, mas não um Iphone. Tinha um computador que dividia com o restante da família. E uma TV. Talvez até fosse fã de Friends. De longe, me observou e perguntou se eu falava inglês. Em seguida, começou a contar a sua história. “Eu estou sendo tratada como cachorro. Não era para estar aqui, nesta fila, morando neste estádio, implorando por comida e água”, disse. Seu pai, segundo ela, é um conceituado artista plástico, mas todas as suas obras foram perdidas nos escombros. Sua mãe, também na fila com o irmãozinho, possuía um restaurante, que desmoronou no terremoto.
Mensy, que pede para ser chamada de Kym, seu apelido, disse que iria começar a estudar medicina. Seu sonho era ir morar com a irmã, Gaele, que é enfermeira em Nova York. Até agora, não conseguiu falar com ela. Eu me comprometi a tentar ligar quando voltasse a Nova York, já que meu celular não funciona bem aqui em Porto Príncipe. Enquanto conversávamos, ela era esmagada algumas vezes na fila que se prolongava em forma de zigue-zague no estádio de grama artificial que a seleção brasileira derrotou o Haiti por 6 a 0. Fluente em francês, creole e espanhol, além do inglês, ela diz que havia começado a estudar italiano para ter uma boa educação. “É a única coisa que poderá me ajudar no futuro. Mas estou com medo de ficar aqui para sempre, nunca mais ter minhas roupas, minhas fotos, minhas coisas, que estão no meio dos escombros. Agora, só tenho o que está naquela tenda”, me disse. Não queria tirar foto, porque achava que estava feia, sem poder se arrumar há alguns dias. Na verdade, desde antes do terremoto. No campo, que virou abrigo de refugiados, não há banheiros. E foi difícil convence-la a posar para o fotógrafo do Estado (a foto está na edição impressa).
Na fila, também tinham algumas outras pessoas com curso universitário e que pertenciam à classe média-média de Porto Príncipe. Robensin Silier se formou em engenharia elétrica recentemente. Também preocupado com a aparência, colocava a camisa para dentro da calça. A empresa onde trabalhava não existe mais. Por sorte, ninguém de sua família morreu quando a casa desmoronou. Todos estavam fora. Agora, ele é mais um morador do estádio. “Eu tinha sonhos. Trabalhava na minha área, queria ter uma carreira. Esta ajuda humanitária apenas contribui para amenizar a situação. Mas não pretendo morar em um campo de futebol e ficar nesta fila para conseguir comida. Minha única esperança seria começar a trabalhar na reconstrução. O problema é que não deve começar tão cedo”, diz. “Dá desespero. O Haiti era pobre, mas não deste jeito. Eu vivia bem”.
Beaubeun e Berny trabalhavam em uma revista alternativa de Porto Príncipe, onde havia um universo artístico crescente antes do terremoto. O nome da publicação é Passion. O primeiro deles está com o braço quebrado. “Eu era jornalista como você, mas agora a revista acabou. Dez pessoas morreram na redação. Eram nossos amigos, as pessoas com quem estávamos todos os dias”, lamenta. O outro acrescenta que não tem idéia do que poderá fazer a partir de agora. Como outros na fila, eles insistiam para o repórter contar a história deles. Todos entendem que a ajuda chegou. “Mas vai acabar logo, sempre esquecem da gente”, diz Mensy, ou Kym. “E tome cuidado com o seu dinheiro. Daqui a pouco, vão querer te roubar. Também esconda o seu celular”.
18 de janeiro de 2010
Baú
Campo Mourão Basquete -1977
Esse é o time de basquete mourãoense que falei, em postagem anterior, que fez bonito nos Jogos Abertos do Paraná, em Arapongas, no ano de 1977. Conforme alertou o Getulinho Ferrari, nela falta o Ney Piacentini. Clique na imagem para ampliar.
em pe (da esquerda para a direita): Alceu Sartor, Getulinho Ferrari, Claudião Kravchychyn, Flavinho, Pedrão Karpinski, Luiz Henrique Arns e professor Josué.
agachados: Ricardo Alípio "Bruca" Costa, Sergio Luiz "Grilo" Fasolin, Silvinho Alcântara de Lima (in memorian), Carlinhos Bertoli, Luiz Fernando Ubialli e Tarjânio Tezelli.
Esse é o time de basquete mourãoense que falei, em postagem anterior, que fez bonito nos Jogos Abertos do Paraná, em Arapongas, no ano de 1977. Conforme alertou o Getulinho Ferrari, nela falta o Ney Piacentini. Clique na imagem para ampliar.
em pe (da esquerda para a direita): Alceu Sartor, Getulinho Ferrari, Claudião Kravchychyn, Flavinho, Pedrão Karpinski, Luiz Henrique Arns e professor Josué.agachados: Ricardo Alípio "Bruca" Costa, Sergio Luiz "Grilo" Fasolin, Silvinho Alcântara de Lima (in memorian), Carlinhos Bertoli, Luiz Fernando Ubialli e Tarjânio Tezelli.
Por e-mail: Forrest Lula
Essa mensagem, enviada pelo Pedro da Veiga, circula pela net como sendo de autoria de um professor da USP.
- Todos conhecem o filme "Forrest Gump", que narra a história de um imbecil que sobe na vida auxiliado por circunstâncias a ele, absurdamente, favoráveis. Nós brasileiros temos aqui o nosso "Forrest Lula", pelas razões que apresento abaixo:
1-) Lula pensa que chegou à Presidência do Brasil pela sua competência; mas, conseguiu tal proeza por uma junção entre sua "persistência malufiana" e o "mudancismo" do eleitor, que SÓ pelo desejo de Mudar, nem se sabe o quê, vota alternadamente em candidatos como Maluf, Collor e depois em Lula & Companhia.2-) Lula pensa que é respeitado no Exterior; mas, não passa de uma "Curiosidade Zoológica", como o mico-leão dourado. A "esquerda" romântica de lá acha lindo um operário do Terceiro Mundo ter virado Presidente.... se ele é competente ou não, o terceiro mundo que se dane.. Mais ridículo do que ele próprio, é o fato dele acreditar que é "O CARA" (para Nós "DE PAU").
3-) Lula pensa que somos idiotas ao dizer que fez Novos Programas Sociais como o Bolsa-Família, que é o EX-Bolsa Escola (retificado para PIOR, pois antes era direcionado à EDUCAÇÃO das Crianças Pobres Brasileiras e hoje incentiva o aumento da natalidade, com consequente Crescimento da Pobreza Nacional), já existente durante o governo do presidente Fernando Henrique Cardoso. De concreto, o que ele fez MESMO, foi proteger os "terroristas sem-terra" (do MST) e transformar o Bolsa-Escola em Bolsa-Esmola.
4-) Lula pensa que faz sucesso com a Imprensa; mas, na verdade contou apenas com uma imprensa domesticada e cordial, pelo menos até os recentes escândalos.
5-) Lula pensa que não existe ninguém que possa questioná-lo, tanto em Ética, quanto em Política; mas, isso só acontece porque ele nunca se expôs a entrevistas coletivas sérias, com jornalistas especializados, onde teria que dar uma satisfação objetiva de seu desempenho como Presidente do Brasil.
6-) Lula pensa que é "imune" a essa Crise Econômica Mundial, porque seu percentual de aprovação ainda é alto; mas, vamos lembrar que a maioria dos Brasileiros, infelizmente, não tem EDUCAÇÃO, nem CULTURA. Aqueles que ainda confiam nele são tão ignorantes quanto ele; por isso, não sabem o que, realmente, acontece e são facilmente enganados e manipulados.
7-) Lula pensa que é o responsável pelo sucesso da Política Econômica Brasileira; mas, isso se deve única e exclusivamente à manutenção da Diretriz Econômica Programada durante o Governo do Presidente Fernando Henrique, que nomeou Henrique Meirelles como Presidente do Banco Central do Brasil e que, Graças a DEUS, está lá até hoje.
8-) Lula pensa que foi responsável pelo aumento das exportações brasileiras; mas, isso somente aconteceu como consequência de uma série de Fatores Anteriores ao seu governo, MAIS as circunstâncias favoráveis do Cenário Internacional.
9-) Lula pensa que não sofrerá o "Impeachment", porque está acima de TUDO o que acontece no Cenário PolíticoNacional, embora Collor tenha sido defenestrado por muito menos. Na verdade, ele somente vai ficar na Presidência do Brasil porque não interessa a ninguém transformá-lo em mártir, dando-lhe a chance de retornar à política como Herói, futuramente.
Humor: Trabalho ou Prazer?
Um presidente de uma determinada empresa, casado há 25 anos, está na maior dúvida se transar com a mulher, depois de tanto tempo de casamento, é trabalho ou prazer. Na dúvida, ligou pro diretor geral e perguntou-lhe o que ele achava.
O diretor ligou pro vice-diretor e fez a mesma pergunta. O vice-diretor ligou pro gerente geral e fez a mesma pergunta.
E assim seguiu-se a corrente de ligações até que a pergunta chegou ao setor jurídico e o advogado chefe perguntou como de praxe, pro Estagiário que estava todo afobado fazendo mil coisas ao mesmo tempo.
- Rapaz, você tem um minuto pra responder se quando o presidente da empresa transa com a mulher dele é trabalho ou prazer???
- É prazer, doutor!!! - respondeu o Estagiário prontamente e com segurança.
- Ué? Como é que você pode responder isso com tanta segurança e certeza?
- É que... Se fosse trabalho, já tinham mandado eu fazer !!!
(enviada pela Angélika Borges)
O diretor ligou pro vice-diretor e fez a mesma pergunta. O vice-diretor ligou pro gerente geral e fez a mesma pergunta.
E assim seguiu-se a corrente de ligações até que a pergunta chegou ao setor jurídico e o advogado chefe perguntou como de praxe, pro Estagiário que estava todo afobado fazendo mil coisas ao mesmo tempo.
- Rapaz, você tem um minuto pra responder se quando o presidente da empresa transa com a mulher dele é trabalho ou prazer???
- É prazer, doutor!!! - respondeu o Estagiário prontamente e com segurança.
- Ué? Como é que você pode responder isso com tanta segurança e certeza?
- É que... Se fosse trabalho, já tinham mandado eu fazer !!!
(enviada pela Angélika Borges)
15 de janeiro de 2010
Baú
Na Cancha Tagliari - 1974
Na recém inaugurada Cancha Tagliari, os amigos se reuniam na lanchonete para pôr a conversa em dia ou, até mesmo, para, dali, assistir as partidas dos campeonatos de futsal que movimentavam a cidade. Nessa foto estão dois dos maiores jogadores do futsal mourãoense: James e Louri, que por anos defenderam, com grandes conquistas, as cores de nossa cidade e da Associação Tagliari. Detalhe para a cabeleira da turma e para o tamanho diminuto da mesa (o espaço era pequeno!). Não identifiquei o senhor de chapéu. Clique na imagem para ampliar.
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