1 de março de 2009

Música do Dia

Steely Dan - 'Kid Charlemagne'
(Considerado um dos cem melhores solos de guitarras do Rock)



Steely Dan: banda americana de jazz fusion centrada na dupla Walter Becker and Donald Fagen. O grupo ganhou popularidade nos anos 70, quando fez seis álbuns juntando elementos do jazz, rock, funk, R&B e pop. O nome da banda se refere a um livro de William Burroughs. Em 2000, a dupla lançou Two Against Nature, primeiro disco com inéditas em 20 anos, ganhando quatro Grammys em 2001.



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Alfred Hitchcok
Alfred Joseph Hitchcock (Londres, 13/08/1899 — Los Angeles, 29/04/1980) foi um cineasta britânico/norte-americano, considerado o mestre dos filmes de suspense, sendo um dos mais conhecidos e populares realizadores de todos os tempos.

Filmografia

1. Chantagem e Confissão, 1929
2. Juno and the Paycock (1929)
3. Assassinato, 1929
4. The Skin Game (1931)
5. Rich and Strange (1932)
6. O Mistério no 17°, 1932
7. Waltzes from Vienna (1933)
8. O Homem que Sabia Demais, 1934)
9. Os 39 Degraus, 1935
10. O Agente Secreto, 1936
11. O Marido Era o Culpado, 1936
12. Young and Innocent (1937)
13. A Dama Oculta, 1938
14. A Estalagem Maldita, 1939
15. Rebeca, a Mulher Inesquecível, 1940
16. Correspondente Estrangeiro, 1940
17. Um Casal do Barulho, 1941
18. Suspeita, 1941
19. Sabotador, 1942
20. A Sombra de uma Dúvida, 1943
21. Um Barco e Nove Destinos, 1943
22. Quando Fala o Coração, 1945
23. Interlúdio, 1946
24. Agonia de Amor, 1947
25. Festim Diabólico, 1948
26. Sob o Signo de Capricórnio, 1949
27. Pavor nos Bastidores, 1950
28. Pacto Sinistro, 1951
29. A Tortura do Silêncio, 1952
30. Disque M para Matar, 1954
31. Janela Indiscreta, 1954
32. Ladrão de Casaca, 1955
33. O Terceiro Tiro, 1956
34. O Homem Que Sabia Demais, 1956
35. O Homem Errado, 1958
36. Um Corpo que Cai, 1958
37. Intriga Internacional, 1959
38. Psicose, 1960
39. Os Pássaros, 1963
40. Marnie, Confissões de Uma Ladra, 1964
41. Cortina Rasgada, 1966
42. Topázio, 1969
43. Frenesi, 1972
44. Trama Diabólica, 1976

As mulheres do Sr. Alfred Hitchcock


Hoje em dia se dá de barato que Alfred Hitchcock é mestre do cinema. Com parte da carreira na Inglaterra e outra, depois de 1940, nos Estados Unidos, ele chegou a ser considerado decadente nos anos 50s. E seus filmes, vazios. Precisou um francês botar ordem na casa. No caso, dois: Claude Chabrol e Eric Rohmer, críticos do Cahiers du Cinema, produziram em 1957 um artigo que sentencia: "Hitchcock é dos maiores inventores do cinema. No caso dele, a forma não enfeita o conteúdo; o cria". Daí em diante, ninguém contestou o mestre.
Hitchcock tinha gênio difícil. E hábitos estranhos para o cinema americano, como aparecer nos filmes ainda que em segundo plano e rapidamente. E torturava atores. Tinha hábito de brincadeiras macabras e de contar "piadas sujas e versinhos pornográficos" para atrizes novatas e inexperientes.
Ao contrário de boa parte dos diretores, Hitchcock não nutria simpatia com os atores. Na realidade, não os tinha em boa conta. E o pouco que se sabe de suas relações com os atores é suficiente para concluir: era tirânico. Dizia coisas como "atores! Não suporto vê-los". Ou "atores são gado". Que piorou, quando o indagaram se dissera aquilo: "Eu nunca disse que atores são gado - eu disse que eles deviam ser tratados como gado".
O homem era terrível. Hitchcock era como técnico de futebol durão e frustrado porque, jovem, nunca foi craque. Era um sujeito solitário, sem amigos, infeliz, obsessivo, que se odiava, envolvido num casamento "não-convencional". Hitchcock se realizava com poder, criando fantasias e enriquecendo. Os atores não eram vistos como colaboradores, mas uma espécie de rivais necessários porque sem eles não havia filme. Hitchcock não suportava o estrelato dos atores, os privilégios que gozavam e torcia o nariz para os altos salários que recebiam.
Tudo isto naturalmente não interfere numa certeza: era um grande diretor. Mas era um ser humano e como todos, com algumas virtudes e muitos defeitos. Entre as virtudes, tinha bom olho para mulher. E escolhia só dona de primeira. A galeria de mulheres que trabalharam com ele é de arrebentar: Ingrid Bergman, Marlene Dietrich, Grace Kelly, Doris Day, Vera Miles, Kim Novak, Janet Leigh e Tippi Hedren. Sem contar Alida Valli, Margaret Lockwood e outras. As loiras do mestre são de tirar o fôlego. Poucos cineastas fizeram tanto pelas loiras quanto ele.
A impressão que se tem é que Hitchcock não se preocupava se uma dona era ou não grande atriz. Ele se preocupava se ela sabia transmitir classe. Este parece o segredo dele com as mulheres. Outros podem ser conferidos no livro Fascinado pela beleza - Alfred Hitchcock e suas atrizes (Larousse, 318 pgs, R$ 59,90) de Donald Spoto, um especialista que já escreveu outros dois livros sobre o cineasta, não publicados no Brasil.
O livro é prato cheio para quem deseja conhecer os métodos do cineasta e principalmente sua relação com as mulheres de seus filmes. Grace Kelly, por exemplo, ao ser escolhida para Disque M para matar não passava de iniciante, de 23 anos, insegura com atuação no seu primeiro filme Matar ou morrer, com Gary Cooper. Antes de trabalhar com Hitchcock, correu a Nova York tomar lições de interpretação para não dar vexame. E se deu bem. Virou atriz fetiche do mestre.
Tippi Hedren talvez seja quem mais sofreu. Ela entrou de gaiata na obra do cineasta. Numa manhã de outono de 1961, o diretor tomava café com a mulher e a viu num comercial na televisão. Era de boa aparência, sensual, não atrevida. E a moça assinou contrato numa sexta-feira 13, de olho na grana, sem saber o que faria e com quem. Ela não saiu correndo dos estúdios porque precisava do dinheiro para cuidar da filha pequena. Sofreu o diabo. Mas entrou para a história do cinema com Os pássaros e Marnie, confissões de uma ladra.
Nem Ingrid Bergman, já famosa, passou incólume ao gênio. Ele ficou furioso ao saber que ela estava de malas prontas para a Itália fazer filme com Rosselini (com quem acabou se casando). Hitchcock sentia-se dono das atrizes e de seus destinos. E sentia ciumes quando o deixavam. Ao saber que Grace ia casar com Rainier, disse não sem ironia: "Lá vai ela para o melhor papel de sua carreira". O homem não era fácil.
A mulher ideal para um filme de Hitchcock era aquela capaz de ser dama elegante, que se continha o suficiente para manter um homem intrigado. "Na tela, se uma atriz quer passar sexualidade, ela deve manter um ar levemente misterioso", ensinava. O conceito é um coice na vulgaridade de hoje em dia. Hitchcock morreu em 1980, aos 81 anos. Sorte dele. Se estivesse por aí e visse o que o cinema faz sobre sexo hoje em dia, morreria de apoplexia. O mistério foi para o espaço. E a elegância junto. Mas a herança dele está solta em DVDs. E livros. E eles ensinam: o recato tem seus fascínios.
Serviço
Livro Fascinado pela beleza -Alfred Hitchcock e suas atrizes, de Donald Spoto
Editora Larousse
318 pgs R$ 59,90

27 de fevereiro de 2009

Baú

Clube 10 de Outubro de Campo Mourão - 1971
Jaiminho Bernadelli e amigos

No álbum de fotos, do Orkut do Cícero Jayme Bernadelli, o Jaiminho, encontrei essa foto de um baile no Clube 10 de Outubro no início dos anos setenta. Ele permitiu e eu a publico. Confiram a elegância dos amigos! Clique na imagem para ampliar.

da esquerda para a direita: Zair Assad, Neuraldo Teodoro, Fausto Alcantara de Lima, Cícero Jayme Bernadelli e Marcos (Mona); em pé, Nelson (Fuzztones)

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A dica, na verdade, é minha, de um filme que assisti recentemente: Revólver, do diretor Guy Ritchie, ex-marido da Madonna. Gostei muito! Assista o trailer abaixo e passe na Casablanca para locá-lo...




Mais Locados da Semana
Busca Implacável ... Ação


Corrida Mortal


Quatro amigas e um Jeans Viajante 2


Vida de Casado



Música do Dia

Julieta Viegas e Marisa Monte - 'Ilusion'



Letras

Felicidade Realista (Mário Quintana)


A princípio bastaria ter saúde, dinheiro e
amor, o que já é um pacote louvável, mas nossos desejos
são ainda mais complexos. Não basta que a gente esteja
sem febre: queremos, além de saúde, ser magérrimos,
sarados, irresistíveis. Dinheiro? Não basta termos para
pagar o aluguel, a comida e o cinema: queremos a
piscina olímpica e uma temporada num spa cinco
estrelas. E quanto ao amor? Ah, o amor... não basta
termos alguém com quem podemos conversar, dividir uma
pizza e fazer sexo de vez em quando. Isso é pensar
pequeno: queremos AMOR, todinho maiúsculo. Queremos
estar visceralmente apaixonados, queremos ser
surpreendidos por declarações e presentes inesperados,
queremos jantar a luz de velas de segunda a domingo,
queremos sexo selvagem e diário, queremos ser felizes
assim e não de outro jeito. É o que dá ver tanta
televisão. Simplesmente esquecemos de tentar ser
felizes de uma forma mais realista. Ter um parceiro
constante pode ou não, ser sinônimo de felicidade. Você
pode ser feliz solteiro, feliz com uns romances
ocasionais, feliz com um parceiro, feliz sem nenhum.
Não existe amor minúsculo, principalmente quando se
trata de amor-próprio. Dinheiro é uma benção. Quem tem,
precisa aproveitá-lo, gastá-lo, usufruí-lo. Não perder
tempo juntando, juntando, juntando. Apenas o suficiente
para se sentir seguro, mas não aprisionado. E se a
gente tem pouco, é com este pouco que vai tentar
segurar a onda, buscando coisas que saiam de graça,
como um pouco de humor, um pouco de fé e um pouco de
criatividade. Ser feliz de uma forma realista é fazer o
possível e aceitar o improvável. Fazer exercícios sem
almejar passarelas, trabalhar sem almejar o estrelato,
amar sem almejar o eterno. Olhe para o relógio: hora de
acordar. É importante pensar-se ao extremo, buscar lá
dentro o que nos mobiliza, instiga e conduz, mas sem
exigir-se desumanamente. A vida não é um jogo onde só
quem testa seus limites é que leva o prêmio. Não
sejamos vítimas ingênuas desta tal competitividade. Se
a meta está alta demais, reduza-a. Se você não está de
acordo com as regras, demita-se. Invente seu próprio
jogo. Faça o que for necessário para ser feliz. Mas não
se esqueça que a felicidade é um sentimento simples,
você pode encontrá-la e deixá-la ir embora por não
perceber sua simplicidade. Ela transmite paz e não
sentimentos fortes, que nos atormenta e provoca
inquietude no nosso coração. Isso pode ser alegria,
paixão, entusiasmo, mas não felicidade.

Humor no rádio

O Gaúcho e a temperatura pelo país



Do programa Pretinho Básico, da Rádio Atlântida de Porto Alegre.

26 de fevereiro de 2009

Baú

José Carlos Pepino e Juacir Piacentini - 1970

Foto cedida pelo Juacir, mostra ele e José Carlos Pepino posando com faixa de campeão do Campeonato Amador de Futebol de Campo Mourão, em 1970. Pepino é falecido. Clique na imagem para ampliar.



Música do Dia

Duffy - Fool for You




Duffy ganhou, na semana passada, três prêmios no Brit Awards, maior evento da indústria da música no Reino Unido. A galesa arrematou os troféus de melhor álbum, melhor artista feminina e artista revelação.



Curioso

Você assistiu ao filme Duas vidas? Descobriu por que, às vezes, a Lua fica alaranjada, fato que intrigava o garoto?

Quando a Lua, ou algum outro objeto, está muito próxima do horizonte, pode-se observar o fenômeno do avermelhamento. Isso ocorre porque próximo ao horizonte a atmosfera é mais densa e absorve diversos comprimentos de onda da luz (diversas cores), menos a vermelha. Daí a tonalidade avermelhada do objeto (de vez em quando uma tonalidade amarela ou laranja), que é percebida no pôr do Sol.
(fonte: Guia dos Curiosos)

Por e-mail

Primeira decisão de Obama
enviada pela Sarah Carolina

25 de fevereiro de 2009

Música do Dia

Ivana Domenico - Marcha de Quarta-Feira de Cinzas
(Na peça Sassaricando - E o Rio inventou a Marchinha. Música de Carlos Lyra e Vinicius de Morais)






História de Pescador

Charge

Paixão (Na Gazeta do Povo)


(Paixão é o nome do artista...)

Da Net

Menino filma com celular 'fantasma' passando dentro de casa
Esta história é digna dos Ghostbusters. O menino Reece Pitman, de 12 anos, estava usando um telefone celular para filmar sua própria casa, em Birmingham (Inglaterra) quando o que seria um "fantasma" aparece no meio do vídeo. O menino interrompe a narração com um sonoro e aterrorizado "Oh my god!". Depois, o "espírito" simplesmente desaparece pela parede.
A casa da família Pitman parece estar "amaldiçoada". Nove dias antes da "aparição fantasmagórica", a irmã de 9 anos de Reece disse que um quebra-cabeça com quem brincava foi finalizado misteriosamente durante a noite enquanto ela dormia.
"Tenho vivido tempos difíceis depois que o meu marido me deixou. Não acredito em fantasmas, mas estou pensando no espectro como meu anjo da guarda", disse Tonia, mãe do meninos.
Julian Banks, da Sociedade Paranormal Britânica, disse que são "potencialmente as melhores imagens de fantasmas em anos".
Fonte: Page Not Found (Fernando Moreira)