20 de outubro de 2008
História
Vídeo realizado no final dos anos 60, mostrando a cidade e seus personagens.
Por e-mail
Que o mar vire cerveja e os homens tira-gosto, que a fonte nunca seque, e que a nossa sogra nunca se chame Esperança, porque Esperança é a última que morre...Que os nossos homens nunca morram viúvos, e que nosso filhos tenham pais ricos e mães gostosas!
Que Deus abençoe os homens bonitos, e os feios se tiver tempo...
Deus...
Eu vos peço sabedoria para entender um homem, amor para perdoá-lo e paciência pelos seus atos, porque Deus, se eu pedir força, eu bato nele até matá-lo.
Um brinde...
Aos que temos, aos que tivemos e aos que teremos. Um brinde também aos namorados que nos conquistaram, aos trouxas que nos perderam e os sortudos que ainda vão nos conhecer!
Que sempre sobre, que nunca nos falte, e que a gente dê conta de todos!
Amém.
*P.S.: “Homens são como um bom vinho. Todos começam como uvas, e é dever da mulher pisoteá-los e mantê-los no escuro até que amadureçam e se tornem uma boa companhia”.
Por e-mail
Existe uma lenda chinesa que conseguiu explicar de uma maneira bonita e muito convincente...
Os polegares representam os pais.
Os indicadores representam teus irmãos e amigos.
O dedo médio representa a ti mesmo.
O dedo anelar (quarto dedo) representa o seu cônjuge.
O dedo mindinho representa teus filhos.
Agora junta tuas mãos palma com palma, depois, une os dedos médios de forma que fiquem apontando a ti mesmo, como na imagem...
Agora tenta separar de forma paralela teus polegares (representam teus pais), você vai notar que eles se separam porque teus pais não estão destinados a viver contigo ate o dia da tua morte, una os dedos novamente.
Agora tenta separar igualmente os dedos indicadores (representam teus irmãos e amigos), você vai notar que também se separam porque eles se vão, e tem destinos diferentes como se casar e ter filhos.
Tente agora separar da mesma forma os dedos mindinhos (representam teus filhos) estes também se abrem porque teus filhos crescem e quando já não precisam mais de nos,se vão, una os dedos novamente.
Finalmente, tente separar teus dedos anelares (o quarto dedo que representa teu cônjuge) e você vai se surpreender ao ver que simplesmente não consegues separá-los. Isso se deve ao fato de que um casal esta destinado a estar unido ate o ultimo dia da sua vida e é por isso que o anel se usa neste dedo.
18 de outubro de 2008
17 de outubro de 2008
Baú
Lobó (Aparecido Donizete Garcia) forneceu a foto e com a ajuda do João Carlos "Tiguera" e do Celinho, da Assessoria de Imprensa daquele município, mostramos a equipe do Luiziana, campeão amador de 1985.
Cláudio Pol, atual prefeito, e os irmãos Wilson e Nelson Tureck, ex-prefeitos de Luiziana, eram presença obrigatória em qualquer boa equipe que se montava no então distrito de Campo Mourão.
Tiguera relembrou alguns detalhes daquela participação: ele atuou como atleta algumas poucas partidas e assumiu o cargo de treinador. No jogo final, que garantiu o título, Sucuri saiu do banco de reservas para marcar o gol decisivo calçado com uma chuteira cinco números maior.
Por dois anos seguidos o Luiziana foi vice-campeão da Taça Paraná, o mais importante campeonato estadual de futebol para amadores. (clique na foto para ampliá-la)

Em pé: Mariano, Ivan, Di, Agenor, Cláudio Pol, Nelson Tureck, Wilson Tureck, Cido Ambrózio, Valdir Subtil e Dito Faria.
Agachados: João Carlos “Tiguera” Marques, Deminha, Lobó, Lebrão, Luiz Carlos “Corró” Adamo, João Miguel, Sucuri e França.
(Publicado no Semanário Entre Rios, em 26/08/2006)
Frases
"Sempre há um pouco de loucura no amor, porém sempre há um pouco de razão na loucura" Friedrich Wilhelm Nietzsche (15/10/1844 — 25/08/1900) influente filósofo alemão. Clique aqui para ler mais de Nietzsche.
Música do Dia
Vídeo-Dicas - Casablanca Vídeolocadora
- Agente 86 ... Ação/comédiaMaxwell Smart (Steve Carell), agente 86, tem a missão de combater os vilões que trabalham para o sindicato do crime chamado KAOS. Ele unido a sua companheira agente 99 (Anne Hathaway) tem como objetivo salvar o mundo da conspiração (trailer abaixo).
História real da bela e carismática Barbara Daly (Julianne Moore), que, ao se casar com o empresário milionário Brooks Baekeland (Stephen Dillane), herdou sua fortuna. O único filho do casal, Tony (Eddie Redmayne), é visto como um fracassado pelos olhos do pai. No momento em que ele amadurece, torna-se a principal companhia da solitária mãe. A situação familiar anuncia uma tragédia iminente.Narradores
Vaidade
Cirurgia de lipoaspiração??
Pelo amor de Deus, eu não quero usar nada nem ninguém, nem falar do que não sei, nem procurar culpados, nem acusar ou apontar pessoas, mas ninguém está percebendo que toda essa busca insana pela estética ideal é muito menos lipo e muito mais piração?
Uma coisa é saúde outra é obsessão. O mundo pirou, enlouqueceu.
Hoje Deus é a auto-imagem.
Religião, é dieta.
Fé, só na estética.
Ritual é malhação.
Amor é cafona, sinceridade é careta, pudor é ridículo, sentimento é bobagem. Gordura é pecado mortal.
Ruga é contravenção.
Roubar pode, envelhecer, não.
Estria é caso de polícia.
Celulite é falta de educação.
Filho da puta bem sucedido é exemplo de sucesso.
A máxima moderna é uma só: pagando bem, que mal tem?
A sociedade consumidora, a que tem dinheiro, a que produz, não Pensa em mais nada além da imagem, imagem, imagem. Imagem, estética, medidas, beleza.
Nada mais importa.
Não importam os sentimentos, não importa a cultura, a sabedoria, o relacionamento, a amizade, a ajuda, nada mais importa. Não importa o outro, o coletivo. Jovens não tem mais fé, nem idealismo, nem posição política. Adultos perdem o senso em busca da juventude fabricada. Ok, eu também quero me sentir bem, quero caber nas roupas, quero ficar legal, quero caminhar correr, viver muito, ter uma aparência legal, mas... Uma sociedade de adolescentes anoréxicas e bulímicas, de jovens lipoaspirados, turbinados, aos vinte anos não é natural. Não é, não pode ser.
Que as pessoas discutam o assunto. Que alguém acorde. Que o mundo mude.
Que eu me acalme. Que o amor sobreviva.
'Cuide bem do seu amor, seja ele quem for.
Na Faixa
16 de outubro de 2008
Resenha
Assistimos aos jogos da Copa do Mundo de 1994 no salão social do Clube 10 de Outubro. Sofríamos muito com o covarde esquema tático do Parreira e com as irritantes ‘vortinhas’ do Zinho “Enceradeira” (incrível como o Parreira tem em esse dom de inibir os jogadores, Zinho era o craque do Palmeiras, onde ele jogava muito!). Acabamos campeões, todos sabemos disso. Taffarel, Romário e o calor da torcida que se reunia no Clube garantiam ótimas festas durante aquele frio mês de julho.
Logo após as cobranças dos pênaltis da partida final, comemoramos com muita bebida e danças no bar do Clube.
Quase meia hora de festa e sentimos a falta do Pedrinho Staniszewski, um dos mais nervosos no salão, que havia assistido quase todo jogo ao meu lado. O encontramos no campo de futebol suíço ajoelhado. Corremos para abraçá-lo e, quem sabe, agradecermos juntos, já que achamos que era isso que o “polaco” fazia, quando ele afirmou:- Como foi? Não agüentei assistir nem os minutos finais da prorrogação... Ganhamos nos pênaltis? Quem acertou? Quem errou? Achei que ia enfartar...
(Pedrinho, na foto de 1975, defendendo a Associação Tagliari, é meu amigo desde a infância, quando fomos vizinhos por anos, e companheiro de peladas no Clube 10 e no Clube dos 30).
Dito
(Tallulah Bankhead)










