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6 de outubro de 2014

O Miquinha está bem?

Pedrinho Staniszewski
Voltando das férias encontro meus amigos, do Clube 10, disputando um campeonato inaugurando o campo de areia do SESC.  

Jogamos já no dia que cheguei e, talvez pela “fome de bola” e pela boa vitória, achei tudo uma maravilha e fiquei querendo mais. No dia seguinte, semifinal contra o time do Jardim Bandeirantes. 

Elvira e Marina, minha esposa e a filha mais nova, respectivamente, foram assistir ao jogo.

Miquinha
Logo no começo do jogo, subo para dividir uma bola e bato a cabeça com o zagueirão adversário, um tal de Miquinha. Fico no chão por alguns segundos, assustando a todos. Continua o jogo e eu, ao invés de jogar, encho o zagueirão de perguntas impertinentes, e ele, perdendo o jogo para os “pózinho da cidade”, só faz me olhar feio. Getulinho, então, manda me tirarem do jogo. 

Sentado ao lado do Pedrinho Staniszewski, faço-lhe sempre as mesmas perguntas. Enchi tanto o saco dele que ele deu um ultimato para a turma: 

- Ou vocês me colocam para jogar ou tiram o Luizinho daqui!  

Puseram-no para jogar e passei então a perturbar todos que vinham para o banco. Alguns ficavam mais para o lado do banco adversário para não ter que responder sempre as mesmas questões. Ganhamos o jogo e, no dia seguinte, o campeonato!

Getulinho e o neto Thomas
Não participei da decisão, pois havia sofrido uma concussão que me deixou com amnésia temporária. Depois de passar pelo hospital, fui para casa com a orientação de que a Elvira não me deixasse dormir mais do que vinte minutos seguidos. Todas as vezes que me acordava, lá vinham as mesmas perguntas: Quanto tá o jogo? Marquei gol? Bati a cabeça? Cadê a Marina? O Miquinha está bem(!!??)?

Amanhecendo o dia é que voltei ao normal – sei! – e tomei conhecimento de que tinha passado por um acidente sério. 

Com a ajuda da Elvira, dos amigos do Clube 10 e do próprio Miquinha (Valdeci Carvalho de França), meu amigo desde então, é possível contar o ocorrido, já que a pancada deletou tudo daquela noite.

(publicado originalmente no semanário Entre Rios, em novembro de 2005. Miquinha, infelizmente, foi assassinado a tiros em agosto de 2009) 

26 de setembro de 2014

Pako, Tuta e Hamiltinho: esses árabes aprontavam, mas até os EUA os receberia

Do álbum do Pako, foto mostra ele ao lado dos parceiros inseparáveis: Tuta Casali e Hamiltinho.

Fantasiados de árabes, esse trio aproveitava como ninguém os animados e concorridos bailes de carnaval do Clube 10 de Outubro. Se bem que era possível encontrá-los também aproveitando, no mesmo dia, as festas de Momo nos outros dois clubes da cidade: Country e Mourãoense. Eram incansáveis.

Tuta, também conhecido como Hosney Casali, e Pako, Sérgio Miguel Spilka, continuam em nossa Campo Mourão. 

O arquiteto Hamilton Tavella Borges, o Hamiltinho, morreu muito novo, em abril de 1992, ao bater sua moto num automóvel que cruzou a rodovia na saída para Maringá (o pai dele, Harrison José Borges, também morreu num acidente automobilístico, o mesmo que vitimou o ex-prefeito Roberto Brzezinski, em 1959, às vésperas da eleições municipais em que concorria -- e era favorito -- ao cargo de prefeito de Campo Mourão). 

Essa semana respondi um questionário de uma aluno do curso de Turismo e Meio Ambiente, da Unespar, sobre os bons tempos do carnaval de Campo Mourão. Ele pesquisa para entender como um evento tão famoso e tão frequentado (os bailes de salão) chegaram ao fim melancolicamente e hoje se resume ao desfile de rua. 

Se dependesse do trio da foto, que aproveitavam bastante e quase nunca se envolviam em confusão [motivos principal de terem acabado: a violência entre os blocos!], os bailes ainda existiriam. Seria quase um carnaval da terceira idade, mas lá estaríamos todos. Clique na imagem para ampliar.

Sérgio Miguel "Pako" Spilka, Hosney "Tuta" Casali e Hamilton Tavella Borges (sempre na memória)
Clube 10 de Outubro - Campo Mourão/PR - início dos anos 1990



31 de julho de 2013

Arcam Futsal - anos 1990

Foto do final dos anos 1990 mostra verdadeira seleção mourãoense que defendia as cores da Arcam (Associação dos Funcionários da Coamo). 

Tenho quase certeza que aquele danado pendurado no cano ali atrás é o Juninho Fuzeto, filho da Maria Kobayashi e do Beline. Clique na imagem para ampliar

em pé (da esq. para a direita): Xaxo, Sandro Davanço, Gilmar Fuzeto, Moacir, Edilson, Jonas e Pedrão Rothschild
 agachados: Cabeção, Nerildo, Beline Fuzeto, Birão e Gerson