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Caminhada reduz dor crônica nas costas, diz estudo


Manter atividades físicas em grande frequência reduz a dor em 16% e, em frequência moderada, até 14%

Fazer atividades físicas frequentemente pode trazer os mais diversos benefícios para a saúde, como até aliviar dores nas costas. Pesquisadores do Instituto Finlandês de Saúde Ocupacional de Helsinki descobriram que manter-se altamente ativo pode reduzir o risco de dores crônicas na lombar em até 16%. Já manter atividades moderadas regularmente, como uma simples caminhada, reduz o problema em até 14%.

Uma grande dúvida do meio científico era entender se quem tinha uma rotina ativa desenvolvia menos dores nas costas ou se quem não tinha dor nas costas acabava sendo mais propensa a realizar atividades físicas. Para a conclusão, foram analisados dados de 36 diferentes estudos, feitos com 158.475 pessoas que não tinham dores nas costas do início da pesquisa, divididas entre as que não realizavam atividades físicas e as que realizavam em diferentes níveis.

Os dados mostraram que o exercício foi capaz de reduz a intensidade da dor lombar e a sua recorrência em pessoas que passaram a sofrer com o problema no período de análise. Além disso, o estudo sugere que o exercício ou outra atividade de lazer também protege contra o desenvolvimento de dor lombar crônica. Foram consideradas quaisquer atividades não relacionadas ao trabalho, incluindo caminhar e subir escadas, além de outros esportes e modalidades de exercícios intencionais.

As pessoas foram consideradas ativas se praticassem atividades físicas pelo menos uma ou duas vezes por semana, durante pelo menos 30 a 60 minutos. Os pesquisadores descobriram que, para pessoas moderada ou altamente ativas, o risco de desenvolver dor lombar crônica era de 14% e 16% menor, respectivamente, em comparação com as pessoas na categoria menos ativa.

A dor lombar crônica foi definida como uma dor que dura três meses ou mais, ou uma dor que durou por mais de 30 dias nos 12 meses anteriores. Para dor lombar aguda ou ocasional, no entanto, os níveis de atividade física não influenciaram. O mesmo aconteceu com hospitalizações ou deficiências relacionadas à dor lombar.
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